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sábado, 3 de março de 2012

"Uma parte importantíssima da dívida portuguesa devia ser cancelada porque é ilegítima"


O líder do BE, Francisco Louçã, lança na próxima segunda-feira um livro sobre a crise das dívidas soberanas e do euro e defende que "uma parte importantíssima" da dívida portuguesa é "ilegítima" e devia ser cancelada.
Em declarações à agência Lusa a propósito deste seu novo livro, intitulado "A Dividadura" e que também é assinado por uma dirigente do BE e economista, Mariana Mortágua, Louçã diz que a Europa e Portugal concretamente chegaram "a uma situação absolutamente insustentável e que é o resultado absoluto de uma construção ilegítima e tirânica de uma dívida que não existe".
"Acho que uma parte importantíssima da dívida devia ser cancelada porque simplesmente é dívida ilegítima, que não foi contraída pelos portugueses e resulta simplesmente do jogo financeiro e da acumulação de juros excessivos", defende.
Para além de abordar a atual crise e o caso português, "A Dividadura" traça uma perspetiva histórica do conceito de dívida e do seu contexto desde a Mesopotâmia, passando pelos textos bíblicos e indo até à bancarrota portuguesa no reinado do rei D.Carlos I, no fim do século XIX, à Grande Depressão ou às renegociações de dívida que tiveram lugar na Argentina ou na Islândia.
"O livro surgiu de uma conversa que tivemos entre nós a propósito da apreciação dos sucessivos relatórios do FMI sobre a dívida, em que entendemos que esta é a questão política determinante em Portugal, é a questão social determinante e a questão económica determinante", refere Louçã.
O líder bloquista, autor e coautor de diversas obras sobre economia, considera que a atual crise "só é excecional pela dimensão e pelo poder da chantagem financeira, por existir hoje uma finança mais global, mais poderosa e mais intocável".
"No livro é citado um estudo do Michel Rocard, ex-primeiro-ministro francês, em que este diz que o pacote de empréstimo do Estado norte-americano à banca americana foi feito a um juro de 0,01 por cento. Como é que Portugal pode estar a pagar acima de 3 e de 4 por cento quando a sua economia vai cair 4 por cento este ano?", interroga.
Para Louçã, a atual crise e os programas de austeridade impostos aos países, com o "desmantelamento" e "precarização" dos direitos laborais, irão levar a uma democracia "sem conteúdo, sem devolução, que só tem impostos e salários baixos".
"Portugal paga 8 mil milhões de euros de dívida este ano, mas daqui a poucos anos vai pagar 21 mil milhões de euros num único ano, quase três vezes mais", nota o líder e fundador do BE, considerando que os sacrifícios impostos aos países constituem "uma renda permanente de longo prazo para o capital financeiro".
Francisco Louçã refere que um dos objetivos ao escrever este livro é mostrar à opinião pública "as estratégias da dívida, a política da dívida, a tirania da dívida".
"Este é um fator decisivo para as escolhas democráticas, procurámos juntar muita informação factual, muita informação histórica, muitos pontos de vista diferentes, são muito citados os autores do FMI, são muito discutidas as posições dos economistas liberais e outros", disse.
"A Dividadura - Portugal na crise do euro" é apresentado na próxima segunda-feira pelo ex-líder do PSD e comentador político, Marcelo Rebelo de Sousa, numa livraria de Lisboa.
«Lusa»


Triplica número de portugueses à procura de trabalho em Londres


Por dia, a única agência de emprego portuguesa na capital britânica recebe cerca de 80 a 100 portugueses que tentam arranjar trabalho.
A única agência de emprego portuguesa em Londres viu o número de emigrantes portugueses triplicar nos últimos meses, incluindo de pessoas qualificadas dispostas a recomeçar a vida por baixo, afirmou o proprietário.
"Nos últimos três meses tenho tido uma média de 80 a 100 pessoas por dia procurando emprego", revelou Domingos Cabeças à agência Lusa, comparando com uma média anterior de 20 a 30 pessoas.
A maioria dos pedidos, descreveu, são de portugueses sem conhecimentos da língua inglesa e com falta de experiência no tipo de oportunidades que tem, nomeadamente para trabalhar em restaurantes, na limpeza de escritórios ou hotéis ou na construção civil.
"Vêm em condições de buscar qualquer coisa para se orientarem ao princípio e depois com o tempo irão melhorar o estado de vida", descreve o responsável da agência Neto.
«RR»

"Despedir devia ser mais fácil e mais caro"

  "Eu tornava os despedimentos mais fáceis, mas mais caros", afirma Fernando Ulrich em entrevista ao "Expresso". O presidente do BPI defende que o código do trabalho devia ser "mais simples" e com menos regras. E que o salário mínimo fosse de 700 euros.
E explica que esta medida deixaria que as empresas que precisam de despedir avancem ao mesmo tempo que “minoramos o sacrifício de quem é despedido”.
O presidente do BPI defende que se faça “quase um novo código laboral para os novos contratos, para as novas admissões, o mais simples e com o mínimo de regras possível e com um salário mínimo mais alto, de 700 euros.
«JN»

"Ajudar o Fábio" - Jantar de Solidaried​ade

Onde está a justiça, onde está a nossa protecção?

Tudo isto é tão, mas tão bonito que eu ainda não sei quando é que sou protegida por agentes da autoridade!!! Até porque já me fizeram uma espera á porta de minha casa e não vi qualquer agente! Será que eles lá estavam e eu não os vi?! Ou será que chegaram horas a fio depois?! Pois é, como civil posso dizer que o meu pai me pagou a carta, me deu um carro e ainda me ensinou a ser liberal, humilde e essas coisas todas que o Sr. Agente fala para ai e isso não quer dizer que eu seja melhor pessoa por isso. Pois, claro que se vêem alguém que por acaso acaba por matar alguém da minha família eu não vou gostar, e vou querer justiça! Mas agora diga-me Sr. agente, onde está a justiça, onde está a nossa protecção? Tem de me dizer, porque eu só vos vejo sempre atrás dos mesmos ou seja vejo-vos sempre atrás dos putos que vocês tanto pensam que são os maiores traficantes e no fim são os maiores ignorantes que ai andam e vocês ainda são mais ignorantes por pensarem que são tão espertos! Eu moro numa zona onde não há qualquer tipo de protecção, agora diga me Sr. agente os assaltos que têm feito nesta zona ouviram falar neles por acaso? Pois se calhar não e nem vos interessa, porque a vocês simplesmente interessa a parte das multas, das apreensões, etc.
Porquê?
Porque, das multas sai o dinheiro para vocês

sexta-feira, 2 de março de 2012

PS quer reforma do poder local participada pelas populações


O PS considerou hoje que a reforma do Poder Local terá de se iniciar pela aprovação de uma nova lei eleitoral autárquica e reiterou a sua oposição à proposta do Governo de reorganização administrativa.
Tal como já havia salientado o secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, Mota Andrade, vice-presidente da bancada, transmitiu que os socialistas votarão contra a proposta do Governo de reorganização administrativa, que extingue freguesias, apesar desta reforma fazer parte do memorando da ‘troika’.
"O PS há muito tempo que defende uma reforma do Poder Local, mas não esta proposta de reforma, que foi feita de cima para baixo, sem ouvir as populações, tendo sobretudo critérios numéricos, de régua e esquadro", frisou o vice-presidente da bancada socialista.
De seguida, Mota Andrade apresentou um calendário diferente e uma metodologia distinta face ao Governo no que se refere à reforma do Poder Local, defendendo que o processo deverá começar por um acordo em torno de uma nova lei eleitoral autárquica, cuja aprovação exige uma maioria de dois terços na Assembleia da República.
Confrontado com o facto de o memorando da ‘troika’ prever um calendário mais apertado para a reforma administrativa, Mota Andrade sustentou que esse compromisso subscrito pelo Estado Português nada especifica sobre o número exato de órgãos autárquicos sujeitos a agregação em todo o território nacional.
"Em setembro, o Governo apresentou os primeiros critérios [para a extinção de juntas de freguesia] e o PS logo aí considerou que esses critérios não eram exequíveis. O Governo não ouviu, bateu contra a parede e agora recuou, apresentando novos critérios, mas que também não respondem aos anseios das populações", advogou.
«PS»



Arménio Carlos diz que paralisar dia 22 "é uma questão de cidadania"


O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, considerou hoje que participar na greve geral de dia 22 "é uma questão de cidadania e de consciência de classe" e a forma de preservar os direitos conquistados para as gerações futuras.
"Participar nesta greve geral é uma questão de cidadania e de consciência de classe porque hoje mais do que nunca é preciso dizer não a esta política", disse o sindicalista aos jornalistas à saída do Ministério da Economia, onde foi entregar o pré-aviso para a greve geral.
Arménio Carlos reconheceu que a perda de um dia de salário é um prejuízo considerável para a maioria dos trabalhadores, mas considerou "muito mais grave" a perda de direitos que foram conquistados com a luta de várias gerações.
"Esta greve é um investimento, perde-se um dia de salário para tentar preservar direitos conquistados por várias gerações de modo a transmiti-los às próximas gerações", disse.
Arménio Carlos manifestou ainda convicção de que a greve geral vai ter uma boa adesão e contará com a participação de sindicatos independentes e da UGT, tomando como exemplo o caso da Transtejo, onde todos os sindicatos decidiram aderir ao protesto.
"Estamos convictos que a situação se irá repetir noutros locais e empresas, em que o alargamento da unidade na ação será uma realidade porque os trabalhadores estão conscientes de que têm uma oportunidade única de manifestar o seu descontentamento com as políticas seguidas", disse.
Lusa

Desemprego jovem leva Governo a emitir o passaporte profissional


O desemprego jovem tem alastrado em Portugal, atingindo números incomportáveis para a economia. O Governo quer que a Comissão Europeia reafete os fundos estruturais para um “passaporte-emprego” que subsidie as empresas contratadoras.
O desemprego tem aumentado para níveis raramente vistos desde o fim da ditadura e o caso dos jovens é especialmente grave: numa altura em que deviam estar ‘ao serviço’ da economia nacional, um em cada três não consegue arranjar emprego, especialmente depois de terminar um estágio profissional: as empresas preferem ir buscar outro estagiário do que contratar o funcionário.
Para inverter a situação, o Governo levou à Comissão Europeia a proposta “passaporte-emprego”, que visa reforçar os estágios profissionais e subsidiar as empresas que, findo o período, contratem o trabalhador. A medida integra o “Impulso Jovem”, o programa orçado entre os 352 e os 651 milhões de euros e que, segundo as contas governamentais, abrangerá entre 77 mil e 165 mil jovens.
Segundo o jornal Público, a medida "passaporte-emprego" mobiliza uma parte significativa do orçamento e destina-se a jovens inscritos há pelo menos quatro meses nos centros de emprego, desde que se proponham a fazer um estágio numa PME, numa organização da economia social ou no estrangeiro.
A documentação disponível não é necessária se a duração do estágio continuar a ser de nove meses, como atualmente, mas o valor da bolsa continua a ser em função do grau académico do estagiário. A principal alteração é que a bolsa pode ser prolongada por mais seis meses no caso das empresas integrarem os estagiários por um período mínimo de dois anos. Com este subsídio às contratações, o Governo confia no recrutamento de 35.500 a 91 mil jovens por parte das empresas.
O programa abrange ainda incentivos à orientação profissional para jovens que não terminaram a escolaridade obrigatória ou que não disponham da qualificação profissional necessária, bem como apoios à criação do próprio emprego, sobretudo na área agrícola e em regiões mais desfavorecidas. Também não são explicitados os moldes destas propostas, apenas o número máximo de jovens a que serão destinadas: 65 mil.
Para financiar o investimento, o Governo vai trabalhar em duas frentes: a realocação de quase 352 milhões do Quadro de Referência Estratégica Nacional (abrangendo 77 mil jovens) e um reforço de verbas comunitárias em 651 milhões de euros (para projetos que envolverão cerca de 165 mil jovens). Contudo, a equipa de Passos Coelho admite que "existe uma margem reduzida” das verbas disponíveis para realocação, pois os programas operacionais estão praticamente esgotados. Assim, este financiamento depende da ‘luz verde’ da Comissão Europeia.



Município de Vila F. Xira é primeiro em eficiência financeira entre municípios de grande dimensão

O Município de Vila Franca de Xira foi classificado em 1.º lugar no ranking global dos 10 melhores municípios de grande dimensão, em eficiência financeira, pelo Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2010 - um trabalho editado pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. O Município sobe um lugar em relação ao ano anterior. Entre os municípios de grande dimensão, surge também como o terceiro com menor índice de dívidas a fornecedores relativamente às receitas do ano anterior, o que lhe confere uma posição de equilíbrio financeiro estrutural. A classificação relativa à eficiência financeira, partilhada com o Município de Amadora, teve em conta 15 indicadores, entre os quais: liquidez, diminuição das dívidas de curto prazo, prazo médio dos pagamentos, índice de endividamento líquido ou grau de execução da receita cobrada relativamente à despesa paga. O Anuário explica que os 15 indicadores foram identificados como sendo “os que melhor permitirão avaliar a gestão financeira, económica, patrimonial e orçamental dos municípios”.
Pode ler mais em:
http://pt.calameo.com/read/0003249816b2f96adb5b6


Mortes em excesso "por todas as causas" ultrapassaram as seis mil em duas semanas

 A mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu na semana passada os 3.080 óbitos, aumentando para 6.110 os números das duas últimas semanas, revelam dados oficiais.
A mortalidade em excesso "por todas as causas" atingiu principalmente os idosos com 75 ou mais anos. O número de mortes fixou-se nos 3.080 na semana de 20 a 26 de fevereiro.
Em declarações à agência Lusa, Baltazar Nunes, técnico do Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), disse que na última semana, de 20 a 26 de fevereiro, a mortalidade "por todas as causas", manteve valores acima do esperado. Entre idosos com 75 ou mais anos, fixou-se nos 3.080 óbitos.
Na semana anterior, de 13 a 19 de fevereiro, o número de mortes, em idênticas circunstâncias, situou-se nos 3.030, fundamentalmente entre idosos, adiantou a fonte, ressalvando que os dados estão sujeitos a constantes alterações, uma vez que são atualizados permanentemente.
Semanalmente, todas as quintas-feiras, o INSA divulga no seu portal o boletim da gripe, com estatísticas sobre a mortalidade "por todas as causas", com valor acima do esperado.
De acordo com os dados publicados na quinta-feira, a atividade gripal passou, na semana passada, de moderada para alta, com tendência crescente.
Segundo o boletim, foram identificados, entre 20 e 26 de fevereiro, 24 casos onde foi detetado o vírus gripal do tipo A, 16 dos quais do subtipo H3. A taxa de incidência mais elevada registou-se nos idosos com 65 ou mais anos.
Na segunda-feira, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge anunciou, em comunicado, uma investigação "em profundidade" aos motivos associados ao excesso de mortalidade, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.
Muito embora, admitiu que o aumento da mortalidade "está muito possivelmente associado ao período de frio e à circulação de agentes infeciosos respiratórios que ocorreu em simultâneo".
O período para o "apuramento epidemiológico e estatístico mais exaustivo" dos óbitos registados é estimado pelo INSA em pelo menos seis meses, por estar "condicionado à disponibilidade da mortalidade por causa específica".
O diretor-geral da Saúde, Francisco George, informou na quinta-feira que está a ser investigada uma eventual mutação do vírus da gripe que possa explicar o aumento recente da mortalidade.
Para o responsável, os atuais valores de mortalidade são muito semelhantes àqueles que se verificaram nas épocas gripais de 2008/2009 e de 1998/1999.
Para setembro de 2012 está prometido o início do registo on-line dos óbitos, permitindo o seu rápido e permanente acompanhamento, bem como das suas causas, adiantou.
Agência Lusa



Número de desempregados a receber subsídios atinge novo recorde

O número de pessoas a receber subsídio de desemprego em Portugal atingiu em janeiro o valor mais alto desde 2005, com 25 840 pedidos do apoio social, noticia o Diário Económico.
Dados da Segurança Social revelam que, em Janeiro, foram registados 25 840 pedidos de subsídio de desemprego, um valor 53,9 por cento superior ao verificado no mesmo mês do ano passado e o mais alto desde de 2005.

Visita do Deputado António Filipe à Escola EB2,3/S de José Relvas


No passado dia 28 de Fevereiro, a Câmara Municipal de Alpiarça acompanhou a visita do Dr. António Filipe, Deputado do PCP e Vice-Presidente da Assembleia da República, à Escola EB2,3/S de José Relvas, tendo sido recebidos pela Diretora do Agrupamento de Escolas, pelo Presidente do Conselho Geral e restantes elementos da direção.
A visita, solicitada pelo deputado, centrou-se no contacto direto com a realidade do funcionamento da escola e na identificação de alguns problemas estruturais dos edifícios transferidos do Ministério da Educação para a autarquia sem que tivessem sido realizadas as devidas obras de fundo, assim como com as recentes obras realizadas pelo Município de recuperação do antigo ginásio e de adaptação ao funcionamento de salas de apoio a crianças com necessidades educativas.
Marcaram também presença as direções da Associação de Pais e Encarregados de Educação e da Associação de Estudantes.
«CMA»

REGIONAL DE MARATONAS BTT DE SANTARÉM - XCM1

No passado domingo, dia 26 de Fevereiro, sob excelentes condições atmosféricas para a prática do BTT, começou, no Cartaxo, a Taça Regional de Maratonas de BTT da Associação de Ciclismo de Santarém, evento organizado em parceria com a empresa Trilho Perdido, Lda.
Este troféu é composto por 4 etapas, sendo a primeira, esta que foi realizada no Cartaxo. A 2ª prova realizar-se-á no próximo dia 11 de Março em Alpiarça, seguindo-se a terceira no dia 15 de Abril, em Abrantes e, finalmente, a derradeira etapa acontece a 3 de Junho em Torres Novas.
Esta competição divide-se em várias categorias, sendo que os atletas da equipa do C.S.R.D. OTA / CARB BOOM / ANIPURA correram na prova federada. Em federados temos várias categorias em disputa, nomeadamente os SUB23/ELITES, os Veteranos A, os Veteranos B e os Veteranos C. Existe ainda uma classificação por equipas.
«Blogota»





Salário de 600 euros para governantes, pede o bastonário da Ordem dos Médicos


Um salário de 600 euros mensais seria o ideal para os governantes entenderem o alcance das medidas de austeridade que o país está a sentir. A ideia foi defendida pelo bastonário da Ordem dos Médicos na sequência de uma portaria sobre o pagamento do transporte de doentes.
O bastonário da Ordem dos Médicos avançou com um desejo que, entre o populismo e a ironia, não deixa de ter lógica. A melhor forma dos governantes entenderem o que a população sofre com as contínuas medidas de austeridade seria passarem a viver com um ordenado de 600 euros mensais. Só assim, justifica, é que teriam “maior consciência social” antes de proporem medidas como a recente portaria para o transporte de doentes.
Essa nova portaria retira aos bombeiros e aos taxistas o exclusivo no transporte de doentes não urgentes, definindo ainda um novo preço por quilómetro e um teto máximo por deslocação. Os utentes que ganhem mais de 600 euros por mês terão de pagar 2,5 euros por quilómetro, enquanto os doentes mais graves terão como limite uma despesa de 30 euros por deslocação.
“É incomportável para doentes que precisem de fazer uma deslocação mais longa ou várias curtas por mês”, criticou José Manuel Silva, em declarações à Antena 1, salientando que as novas regras vão elevar os custos do transporte de doentes não urgentes para valores incomportáveis para muitos utentes e, em especial, para as camadas que mais necessitam de acompanhamento clínico, como acontece com os idosos.
“Já se verifica que há doentes a faltar a consultas em hospitais porque não conseguem pagar os transportes. Os nossos governantes deviam primeiro ser obrigados a viver com 600 euros por mês antes de irem para o Governo para perceberem melhor os problemas da população”, sugeriu então o bastonário dos médicos.
«PT»


Ninguém deve dar passos maiores que o tamanho da própria perna


 O consumo desenfreado é condenável - ninguém deve dar passos maiores que o tamanho da própria perna. E se o fazem (e fizeram, muitos) acabam por pagar a factura. E os outros, os que incitaram a esse consumo desenfreado, prometendo paraísos na terra só para terem lucros cada vez maiores. Tão condenáveis são uns como outros. Com a diferença de que uns sabiam o que estavam a fazer (ganhar mais e mais), outros deslumbraram-se com a miragem que lhes estava a ser criada. Não continua a receber, na sua caixa de correio, publicidades a créditos fáceis para tudo o que precise?
E quanto ao papel do Estado, não podemos, para umas coisas, querer mais Estado, e para outras querer menos Estado.
O  Estado não deve subsidiar actividades, que embora reconhecidamente sejam benéficas para o cidadão, não sejam imprescindíveis. E assim só teria direito a elas quem tivesse dinheiro para pagar. Mas já haverá outra perspectiva se fôr paraa cobrir os prejuizos dos bancos (BPN, etc.) Isto é mais Estado ou menos Estado, conforme as conveniências.
Eu defendo um Estado social, que dê resposta às necessidades, não só as primárias, das populações, mas ao mesmo tempo impondo e fomentando o rigor, a disciplina e a educação cívica
A igualdade de oportunidades é um conceito um bocado vago. Aparentemente, o filho de um casl de médicos e o filho de um casal de operários agricolas analfabetos, têm na escola as mesmas oportunidades. Quando digo, aparentemente, é porque efectivamente têm os mesmos direitos e as mesmas obrigações. Todavia, o meio familiar em que estão inseridos condiciona enormemente as suas possibilidades e o segundo, para obter os mesmos resultados, têm um esforço incomparávelmente superior - os pais, em muitas áreas não os podem ajudar, não têm biblioteca em casa para recolher informação, etc...etc...etc...
E aqui,  o Estado (o que eu chamo de Estado Social) tem um papel a desenvolver, com custos evidentemente, que ambos não nos importaremos de suportar (com os nossos impostos.
Coisa diferente é os que vivem, voluntariamente, à conta do Estado (falsos desempregados, baixas fraudulentas, RSIs, etc.).
Mas não é possível um maior controlo sobre estas situações com o desinvestimento no papel fiscalizador do Estado. E aqui, quando se diz que há funcionários públicos a mais, eu digo que são de menos, quando não conseguem fazer a fiscalização que se impõe, e situações que todos nós conhecemos justificam.

 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Não era por acaso que Alpiarça era conhecida como a "Moscovo do Ribatejo"


Confesso que gosto de trocar ideias com pessoas civilizadas.
Ao contrário do que muitas vezes é dito, o facto de ambos sermos anónimos não inviabiliza que se tenham conversas sérias.
Em relação ao 1º ponto (milhares de famílias a ficar sem casa), você conhece, eu conheço e muitos dos leitores conhecem o verdadeiro culpado da maioria destes dramas.
Chama-se «consumo desenfreado».
Há que separar famílias que sempre tiveram uma vida financeira controlada a quem um dia o desemprego ou a doença lhe bateu à porta e as outras.
Desses tenho pena e a minha total solidariedade.
As outras, estreavam carros e motos novos, faziam férias no estrangeiro, os filhos tinham tudo e mais alguma coisa, frequentavam bons restaurantes, os fins-de-semana eram sempre passados fora, e qualquer gadget que saísse eles tinham.
Quando o dinheiro faltou, venderam e hipotecaram casas e terrenos dos pais para continuarem a viver artificialmente.
Alpiarça está cheio desses últimos, e, lamento mas não tenho pena nenhuma.
As pessoas têm é de ser educadas nas suas ambições de vida e não serem dirigidas.
Essa é a sua confusão.
Quem quiser construir, que construa. Quem quiser cultivar terras, que cultive.
Quem quiser investir noutro qualquer ramo que o faça!
As pessoas têm de ser responsáveis pelos seus actos e não terem o "papá" Estado ou autarquia a resolver-lhe os problemas que ELES criaram.
Por isso, aquilo que você glorifica, eu questiono.
Evidentemente que nem todos os cidadãos são iguais...
Mas que direito tem uma pessoa que teve igualdade de oportunidades em relação a outra de beneficiar de habitações sociais?
Não é preciso ir mais longe. Quando o Estado bonificava a habitação víamos casais com rendimentos médios e porque não tinham esse regime, a comprarem casas usadas e a restaurá-las.
E víamos gente com vencimentos baixos (bonificados) a deixar de comprar casas porque não tinha parabólica, ou porque não gostava dos móveis, dos azulejos, ou ficava a mais de 500 metros do emprego. Conheço muitos!
Ser exigente com o dinheiro dos OUTROS é peditório para o qual nunca gostei de contribuir.
Sempre ouvi dizer que a cavalo dado não se lhe olha o dente.
A saída do ghetto não se prende com urbanismo. Tem a ver com a forma como Alpiarça foi gerida, no atraso cultural, sem qualquer embelezamento ou abertura ao exterior.
Não era por acaso que Alpiarça era conhecida como a Moscovo do Ribatejo. A única povoação que se assemelhava no seu isolamento era a Glória do Ribatejo.
A verdade é que após 1997, as pessoas de fora com essa ideia começaram a rarear e hoje está quase completamente esquecida.
Hoje dizer em Santarém ou Almeirim que é de Alpiarça não é motivo de comentários negativos, e a maioria reconhecem que Alpiarça está completamente diferente.
As terras têm de ser feitas para as pessoas. Concordo!
Mas as pessoas têm de contribuir com o suficiente para pagar aquilo que exigem.
Criou-se o hábito de tudo exigir, mas nada contribuir.
Todos querem ter escolas, saúde, piscinas, campos desportivos, mas de borla.
Quando chega a altura de todos pagarem, que "pague o Estado", como se essa entidade fosse uma entidade abstracta e que fabrique o dinheiro que quer.
É por isso que entendo que o principio do utilizador pagador cada vez tem de ser mais implementado.
Se o uso de uma piscina custa 10 euros, não tem de ser cobrado 1, e o resto ser comparticipado pela comunidade.
Se há dinheiro para ter depósitos a prazo de dezenas de milhares de euros, porque tem a saúde de ser gratuita?
Se há dinheiro para Jeep's e outras ostentações porque devem os filhos serem incluídos em assistência social na escola?
O problema é que isso não é um filme, isso existe na realidade e perto de nós!
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Metade de Alpiarça à venda, não metade do país à venda


E milhares de famílias a ficar sem casa por não terem rendimentos para a pagar. Quem são os culpados?
Metade do país à venda, EDP, REN, etc., com compradores estrangeiros.
Quem são os culpados?
Até 1997 o Parque de Campismo dava lucro à Câmara, a partir daí foi só prejuízos. De quem é a culpa?
Pergunte a quem conseguiu casa com as habitações sociais que a Câmara construiu, ou com as habitações a custos controlados que a câmara promoveu, feitas por empresas de Alpiarça se não foi uma boa iniciativa da Câmara.
 Na altura em que foram feitas a oferta de habitação excedia a procura?
Se foi autorizada a construção desenfreada, sem olhar às necessidades, de quem foi a culpa?
Quem foram os promotores imobiliários que instigaram a construir, construir, sem rei nem roque?
Que planificação, nos últimos 12 anos?
É isto sair do ghetto, é isto um urbanismo normal?
As terras são feitas para as pessoas e à medida das pessoas.
Não basta dizer que as pessoas estão primeiro, é preciso passar das palavras aos actos e há custos e custos, benefícios e benefícios.
A diferença entre uns e outros está em escolher entre quem mais tem e mais pode, e entre a larga maioria dos que menos têm e menos podem.
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A PARTIR DE 1997 ALPIARÇA SAIU DO GUETTO E TORNOU-SE UMA TERRA QUASE NORMAL

Com metade de Alpiarça à venda acha que é competência da Câmara construir mais habitação social?
Presumo que seja para acolher romenos...
Eu, (possivelmente você e os seus) e a maioria dos Alpiarcenses se querem casa, têm da comprar, da construir ou alugar.
Evidentemente que o PS fez muitos disparates, mas comparo as estátuas ao Cavalo do Sorraia, às fontes e cravos nas rotundas. Valem o que valem.
Se endividou a câmara com PROJECTOS APROVADOS seguiu a estratégia que o PCP faria.
Se não o fez foi porque não conseguiu obter financiamento.
Afinal as piscinas foram feitas no mandato PS, a área desportiva nos Patudos, a remodelação do Centro Cívico, a Biblioteca, os arranjos das entradas da Vila, e muitos mais equipamentos básicos que alindaram a vila.
O que se ouvia fora de Alpiarça é que tinha havido mudança e a Vila estava a ficar agradável.
Dizer que só deixaram dívidas e que nada fizeram é no mínimo estranho.
A partir de 1997 Alpiarça saiu do guetto e tornou-se uma terra quase normal.
Sobre o Parque de Campismo diria-lhe que é inconcebível terem gasto 10.000 euros num estudo que se traduziu no encerramento do mesmo.
Afinal a degradação que fala não é recuperável? Não há quem pinte, ajardine e embeleze o espaço? Ou há outras razões como a viabilidade económica que nunca foi acautelada?
E olhe, disparates TODOS os fizeram. O PS fez aquela aberração a que chamam parque de estacionamento.
O PCP tem o elefante branco da nave desportiva que é sub-utilizada.
O mal é que todos gastaram milhões que não tínhamos, que não eram necessários.
Sobre as piscinas diria-lhe apenas que o custo-benefício é insuportável.
Ainda gostava de ver um dia quanto custaram, quanto custam mensalmente e quanto geram de receita.
Não é só Alpiarça.
É o novo-riquismo português que acha que sinal de modernismo é construir uma piscina.
Qualquer lugarejo as tem, com prejuízo muitas vezes da ausência de estruturas básicas.
As vaidades pessoais com a construção de estruturas redundantes ou de fachada pagam-se bem caro!
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PISCINAS MUNICIPAIS: Comunistas tomar banho, a ter aulas de hidroginástica, a ter aulas de natação, etc.,etc


O leitor deve ser dos que lá não vão por também estarem cheias de comunistas a tomar banho, a ter aulas de hidroginástica, a ter aulas de natação, a treinar, etc.
O parque de campismo, lembra-se como ele estava em 1997? O que aconteceu nos 12 anos de governação PS para chegar ao estado de degradação a que chegou?
E os projectos aprovados? quando dá jeito, a CDU/PCP não fez nada, o presidente Raul Figueiredo não fez nada. Quando não dá jeito afinal até fez, mas não concluiu o que estava a fazer.
E a história da dívida ao fundo de fomento de habitação, se não a conhece eu conto-lhe, um dia.
E conto-lhe a diferença entre fazer dívida para construir habitação social (quantas habitações a câmara construiu nos 12 anos de gestão PS?)e dívida para fazer fontes cibernéticas, estátuas ao cavalo do sorraia, etc.
Alguém tem de pagar os disparates (e não só - as vigarices e tudo o resto) que o PS fez em Alpiarça e no país.
E para pagar estamos cá nós, todos nós, que os responsáveis ninguém os vê e ninguém os ouve.
Pudera, andam por Paris, a estudar, pelos turismos internos e externos, em que se souberam colocar a tempo, e por aí fora.
Ah pois é!

Mensagem de Isaura Morais, candidata a lider do PSD/Santarém


As próximas eleições para os órgãos distritais do PSD de Santarém são um desafio pessoal e uma oportunidade coletiva. Um desafio para mim, dando o melhor que tenho, de trabalho político ao serviço da causa pública e uma oportunidade para todos nós, que aceitamos a responsabilidade de lutar por um Distrito melhor, mais unido e mais completo.
Esta não é uma mensagem de intenções. É, antes, uma comunicação que garante a concretização de princípios fundamentais da democracia plena: o da participação cívica e o da envolvência de cada um de nós na construção de um Distrito e, consequentemente, de um País Mais desenvolvidos e Mais preparados para enfrentar o amanhã.
As linhas programáticas a que nos propomos são conhecidas e contaram com a participação de um conjunto de pessoas que se disponibilizaram para pensar o Distrito. Estou rodeada de competência, disponibilidade e comprometimento, e por isso, pronta para agarrar o desafio da modernidade que se espera para o nosso Distrito.
Mas isto não chega. Quero a sua ajuda, a sua intervenção, porque o futuro não é um lugar de isolamento político. O futuro é um lugar de fraternidade, de companheirismo, de ajuda mútua e, principalmente, de participação de todos.
A política não se faz apenas com os políticos. Pessoalmente, num tempo de grandes dificuldades, acredito que o futuro não esta apenas nas mãos de uma casta social que tem um mandato de representação. Ser responsável político não é gozar de um privilégio, é antes, trabalhar para o bem comum e influenciar e motivar a sociedade civil, para que seja mais interventiva em prol do interesse público, um interesse que atravessa gerações.
Aceito que essa representação se constitua como um dos pilares fundamentais da nossa democracia, mas os mandatos políticos são apenas o ponto de partida para a construção de um futuro melhor. No ponto de chegada estamos todos nós, militantes de base, cidadãos empenhados ou políticos mandatados.
Quero, em conjunto com esta equipa que me acompanha, MAIS Distrito, mas não acredito em toques de magia política. O nosso dever não se constrói com o esforço dos outros, alinha-se em filas de envolvimento coletivo.
Cara(o) companheira(o), quero contar consigo, quero a sua participação, o seu compromisso e, principalmente, o seu reconhecimento de que as dificuldades que o País atravessa apenas se resolvem se estivermos unidos, numa frente político-social que construa um novo paradigma de representação eleitoral.
Tenho uma equipa, tenho determinação, tenho um ideal, mas quero Mais. E por isso, preciso da sua força, inclusiva, motivadora e responsável para trazer ao nosso Distrito o que todos esperamos e desejamos de melhor.
Santarém precisa das melhores soluções e encontrá-las-emos. Juntos, sem medos, saberemos estar à altura do desafio e da responsabilidade.
No dia 3 de Março, quero começar a contar consigo. O PSD precisa Mais de Si.
Um abraço amigo,
Isaura Morais

O melão é “Melão de Almeirim” sem margens para dúvidas!


Quem o afirma é Pedro Ribeiro, vice-presidente da Câmara de Almeirim numa entrevista concedida ao semanário “Correio do Ribatejo”.
Neste jornal pode-se ler, sem margens de dúvidas, de quem exerce o segundo mais alto cargo da autarquia almeirinense, que o “melão é de Almeirim” e não de Alpiarça como é apregoado.
Uma convicção de quem sabe o que diz e afirma com convicção e que ninguém consegue desmentir, mesmo que a “verdade” seja subjectiva” como afirmativa é a frase do autarca quando diz que o que é dito “boca-a-boca” passa a ser verdade.
 O suficiente para a Sopa de Pedra encontrar o sucesso, de todos conhecidos, nos “ingredientes”  que: “quando são bons ainda ficam melhor”.
Está dito e que fique registado porque assim é e, sem “margens para dúvidas”!

Parque de Campismo encerrado, piscinas às moscas, inflação de estruturas desportivas que ninguém frequenta, que mais vai acontecer?


Avivo-lhe só a memória com a divida monstruosa (na altura) ao Fundo de Fomento de Habitação...
É que 1 milhão de euros nos anos 90 ou 10 milhões em 2010 não é muito diferente.
Ah, não era para pagar, por isto e por aquilo...
Justificações parecidas com as do Vale Azevedo.
Quando não se quer pagar, arranjam-se sempre argumentos.
E se tinha os projectos aprovados, porque não os executaram?
Ah diz que o PS deu capacidade financeira para os realizar.
Mas então pergunto eu na minha ingenuidade:
Se o PCP não tinha capacidade financeira para os executar para que os fez? Para inglês ver?
Ou então, se o PS os executou, seguindo o trabalho anterior do PCP, será que o PCP não é co-responsável na dívida?
Em que ficamos? Era ou não para fazer?
Sabe meu caro, independentemente de quem nos tem governado, gerem todos os organismos como clubes de futebol.
A contar com receitas futuras, perdões de dívida e do "alguém há de pagar".
O resultado está à vista de todos!
Parque de Campismo encerrado, piscinas às moscas, inflação de estruturas desportivas que ninguém frequenta, etc...
Claro que chegou a altura de ajustar contas e alguém terá de pagar os disparates de gestão que foram feitos.

Triatlo

Quando a CDU/PCP deixou a Câmara deixou uma série de projectos aprovados


Quando a CDU/PCP deixou a Câmara, deixou uma série de projectos aprovados, a que a Câmara PS deu continuidade, e capacidade financeira para os realizar.
Este é um dado inquestionável, e que anula, desde logo, o seu argumento de que a Câmara em 1997 era má pagadora e sem crédito bancário.
Má pagadora era em 2009, que não pagava a ninguém, levando à falência empresas credoras, que tinha inúmeros processos em tribunal, com penhoras de bens da autarquia, completamente paralizada por não haver quem fornecesse bens e produtos necessários ao normal funcionamento, sem ser com dinheiro à vista, sem possibilidade de recorrer a crédito bancário por ter ultrapassado os limites de endividamento.
O que esta câmara fez. foi reestruturar a dívida, fazendo o que alguns não querem ver, mas para pessoas sérias e honestas é importante - PAGAR TODAS AS DÍVIDAS.
Pode dispensar todos os partidos e etc.
O que não se pode dispensar é pessoas sérias, honestas e capazes, como o actual presidente da Câmara.
O resto é conversa da treta.

Joana Serrano gostaria de entrevistar o Papa

Licenciada em Comunicação, até ao terceiro ano da faculdade Joana Serrano (foto)  pensou em seguir jornalismo mas acabou por optar pela área de Marketing e Publicidade. O jornalismo fascina a presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça pelo acto de comunicar e também pela investigação e o poder de denunciar questões “interessantes”. Na sua opinião o jornalismo move massas e influencia eficazmente a opinião pública. “Uma notícia seja ela qual for é sempre tomada como um facto verídico, logo pode influenciar de forma negativa ou positiva a sociedade”, diz.
Se fosse jornalista gostaria de entrevistar o Papa Bento XVI. Uma das perguntas que gostaria de ver respondida é por que é que a igreja, como instituição que abunda em dinheiro, não consegue acabar com a fome.
http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=81487&idSeccao=8964&Action=noticia


É sempre a aviar

Sempre que as reuniões de câmara em Alpiarça são conduzidas pelo vereador Carlos Jorge Pereira (CDU), nem parecem as mesmas. Mesmo com muitos pontos para discutir a ordem do dia, Carlos Jorge despacha tudo num abrir e fechar de olhos. A última sessão camarária durou menos de uma hora. Sem espinhas!

http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=81568&idSeccao=8957&Action=noticia


BPN e remédios


A ameaça da Roche de suspender crédito a 23 hospitais que não pagam medicamentos há mais de 500 dias, tal como Grécia, reflecte os graves problemas do SNS e do País.
As dificuldades de os doentes com certas doenças raras acederem a alguma medicação específica têm-se acentuado. A transferência de custos da Saúde do Estado para os cidadãos, nas taxas moderadoras e nos transportes, tem obrigado muitos doentes a faltar a consultas e à realização de exames, o que se irá reflectir inevitavelmente no seu estado de saúde.
Entretanto, sem explicação transparente, o Governo injecta centenas de milhões de euros no BPN, um banco que já vendeu por apenas 40 milhões de euros e que se tornou um sumidouro de euros públicos! Lamentavelmente, o PSD bloqueou na Assembleia da República a constituição de uma nova comissão de inquérito ao escândalo do BPN. O que significa que querem esconder alguma (muita) coisa…
Parafraseando Paulo Rangel, com o caso do BPN, o Governo não tem "legitimidade política e moral" para efectuar mais cortes na Saúde.
Fonte:«CM»
Enviado por um leitor

COMENTÁRIO DE UMA LEITORA

"A MINHA OPINIÃO
Bom dia Sr. Gestor deste site,
Tenho a dizer-lhe que embora não concorde com muitas das coisas que aqui são escritas da forma como o são, tenho de admitir que sendo o único órgão e comunicação social na Internet sobre Alpiarça, é o único que mesmo assim ainda nos vai dando notícias diárias sobre a nossa terra. Só por isso, está de parabéns até porque não temos sequer que pagar para ler as notícias.
Gostaria aproveitar este espaço para antes de mais dar os meus parabéns a quem teve a coragem de homenagear essas duas figuras da história de luta alpiarcense contra o fascismo.
Não interessa se foi o PS, se foi o PSD ou se foi a CDU.
São pessoas que merecem ser homenageadas tal como as outras no passado também foram.
Se são pessoas que quando morreram não tinham um cartão de militante do PCP, não me parece que seja importante e nunca deveria ter condicionado uma votação.
Tristes são aqueles que nunca tendo lutado pelos ideias da liberdade, passando fome, frio, afastados da família, votam agora contra aqueles que viveram, LUTARAM e MORRERAM por eles e pela NOSSA LIBERDADE.
Quero ainda parabenizar quem numa atitude de consciência cívica e acima de cacequismos partidários, teve a coragem para não ir atrás de uma atitude tão reprovável como aquela que nos brindaram por parte do resto das pessoas do PCP na Assembleia que votaram contra.
Refiro-me ao Mário Raul, que conheço desde pequeno e sabia que ele nunca iria trair a educação que os seus pais e avós lhe transmitiram. Quem conheceu os pais e avós dele, sabe que seriam incapazes de o ensinarem a pensar uma coisa e a votar outra.
Mas também refiro-me ao João Vasco, que conheço mal, mas conheci muito bem o pai, e sei que o pai dele se fosse vivo, teria ficado orgulhoso pelo filho mostrar que os tem no sitio e não é manipulável como os outros que sem sequer conhecerem o percurso dos homenageados e que numa atitude fascisóide envergonham os ideais do PCP e só por não terem sido nomes propostos por eles, votam contra, ferindo a memória dessas pessoas e das suas famílias. Nem quero imaginar o que neste momento estarão a pensar os filhos, netos e amigos destas duas pessoas em relação à nojeira que foi a atitude dessas pessoas que se dizem comunistas sem o serem.
Mário e João, tenho orgulho de vocês. São vocês e outros como vós que me fazem ainda acreditar nalguns políticos e ir votar nas eleições. São cada vez menos, porque cada vez mais os restantes já mostraram que são todos iguais.
Obrigado!
E obrigado querido João Sanfona. Pena que alguns dos teus já não estejam vivos para receberem esta singela homenagem.
Espero que um dia aqueles que ofenderam a tua memória, possam se redimir, pedindo desculpas à família. Talvez a família os perdoe, quem sabe, porque eu não o posso fazer.
Ass: Uma alpiarcense anónima que não interessa dizer o nome, assim como quem já não está entre nós e que vão ser homenageados, também agiam no anonimato, mas lutando pela nossa liberdade."
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Para fazer evoluir Alpiarça não são precisos controleiros externos


Só alguém com uma visão curta ou que nunca tenha saído de Alpiarça é que não se apercebeu que o desenvolvimento de Alpiarça nada tinha a ver com qualquer outra Vila da zona.
Nem é preciso ir mais longe...
Bastava entrar em Alpiarça por qualquer dos lados para verificar que tínhamos regressado aos anos 60.
Depois, quem não se lembra do casario degradado que era o CENTRO de Alpiarça?
Íamos para a zona industrial e só víamos chafaricas, que verdadeiras industrias empregadoras, nem vê-las.
Dizer que chegaram a pensar passar a cidade, só dá vontade de rir, e presumo que imaginavam como modelo alguma cidadezita miserável da Sibéria.
E sobre as apregoadas dívidas PS, é verdade que deixou o município num estado lastimável.
Mas ninguém se pode esquecer que já antes Alpiarça era conhecido como um município mau pagador e sem crédito bancário.
O PCP não reduziu dívida nenhuma ou saneou contas. O que o fizeram foi contrair um crédito e centralizar todas as dívidas.
O mesmo que uma família endividada faz quando tem 5 ou 6 créditos de curto prazo e hipotecando a casa ou outro património faz um crédito a longo prazo, baixando a despesa mensal.
Não tivesse havido abertura do governo para renegociar a dívida e queria ver o grande saneamento financeiro do município.
Dispensamos bem o PCP, como o PS ou qualquer outro partido.
O que os cidadãos querem é gente séria, com visão e que não seja marioneta de estratégias partidárias.
Podem ser do PCP, do PS, do CDS ou de qualquer outro partido, desde que no dia que entrem na câmara deixem o partido à porta.
Para fazer evoluir a nossa terra não são precisos controleiros externos.
Não será esta a diferença entre a realidade e a ficção? a diferença entre o só ter de falar e o ter de decidir? a diferença entre ser agricultor na terra ou no Farmvile? A diferença entre a responsabilidade e o populismo?
Voltem senhores do PS, o país e Alpiarça estão à vossa espera para acabarem o vosso trabalho. A Espanha aguarda por vós para continuar o que foi interrompido em 1640, tal como a Alemanha está a retomar o que foi interrompido em 1945.
De um leitor
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COMENTÁRIOS: “Já representei a minha Mui Nobre Nação e também “já chorei a cantar “A Portuguesa”


Os Heróis, ganham 780€ por mês, trabalham 45 horas por semana que se às quais somarmos os gratificados passam para 60, isso, 60 horas semanais.
Os Heróis, trabalham os feriados todos, sim, todos sem direito a compensação, as noite e os fins-de-semana sem direito a qualquer pagamento de hora nocturna, na chuva no sol, no frio no calor e por aí fora.
Depois de saírem de serviço, vão para tribunal com o bêbado que podia muito bem atropelar uma família toda.
Ficam no trabalho a acabar o expediente que vai de manhã para tribunal, com o bando que assaltou à mão armada, ou com o que roubou, matou, assaltou a farmácia, a ourivesaria, o carro, o puto que vinha da escola, a velha no autocarro, o camone no eléctrico e por aí fora, que por mim, podias ser tu, a tua mãe, o teu filho o teu irmão, que o trabalho seria feito de igual forma.
Os fascistas, chamam o reboque quando não consegues sair com o carro, quando um como tu, abusa da sua liberdade e deixa o carro mesmo na saída da garagem. Entendes este conceito de liberdade? Penso que sim.
Os chulos abrigam e protegem a mulher, as crianças que levam porrada de um esterco qualquer, só porque lhe apetece e leva-o a tribunal, na hora de folga.
Os parasitas, entram em casas em chamas, enfrentam armas de fogo, embrulham-se á facada, perseguem a grandes velocidades, lidam com todo o tipo de doenças, correm na direcção oposta quando todos os outros fogem dali para fora.
Os chulos saíram do seu seio familiar e social e deslocaram-se, alguns para mais de 400km de casa, deixando tudo para trás, para fazer vida de forma honrada sem pedir nada a ninguém. Sem pedir nada a ninguém, sabes o que isso é?
Os Heróis, vivem num estatuto aprovado há mais de dois anos e regem-se pelo estatuto antigo, não conseguem passar um fim de semana inteiro com a família esperam 12 anos por uma promoção (única na carreira de 36 anos) e se quiserem algo mais, concorrem 1300 para 50 vagas.
Não! Definitivamente não!
Estes mesmos Homens e Mulheres apoiam os idosos que alguém como tu abandonou ao consumo do esquecimento, levam-lhe as compras, mudam-lhe a garrafa do gás e dão-lhe a medicação apenas em troca de um olhar grato, e isso sim, justifica tudo. Tu apareces quando tudo acaba, para vir buscar o ouro e ficar com as chaves de casa. E nós é que somos os chulos!
Aqueles que olhas com desprezo sabem um pouco de tudo, são Padres, Juízes, Médicos, Socorristas, Bombeiros, Rambos, Psicólogos, Professores, Mecânicos, e se somares isto tudo e mais qualquer coisa tens um Polícia.
Quando é que vais perceber que só falas em liberdade porque nós existimos?
Quando é que vais entender que tipos como tu são a razão da minha existência enquanto profissional.
Se nós não existíssemos, ias à praia? Ao futebol? Jantar fora? Deixavas o teu filho ir à escola? Quer-me parecer que não.
Será que não entendes que ao insultares-me, estás a insultar aquilo que és, um homem livre?
Tudo isto funciona com combustível que concerteza encontrarás em abundância num qualquer Homem ou Mulher de farda; Abnegação, Generosidade, Espírito de Sacrifício e Altruísmo. Googla estas palavras e saberás a definição, bom era que aprendesses o conceito.
Já hasteei a minha Bandeira à chuva, já a arreei ao som do clarim, já representei a minha Mui Nobre Nação, já chorei a cantar “A Portuguesa” caso não saibas, é o título do nosso hino, conheço muitos Homens e Mulheres que cozeram a nossa Bandeira no braço que fazem de ti uma cabeça de alfinete num mundo de cabeçudos. A minha farda é rica em sangue suor e lágrimas, minhas e de tipos como tu, que quando precisam, ao ver-me encontram refugio e protecção.
Olha, o meu Pai nunca me deu um carro, nem me pagou a universidade, mas deu-me coisas sem preço, entre elas o valor de um Não, Educação, Humildade e Espírito de Luta.













190 milhões de euros de incentivo para PMEs inovadoras

 O Ministério da Economia acaba de anunciar a abertura de quatro concursos no âmbito dos sistemas de incentivos QREN e COMPETE, na área da inovação e empreendedorismo, avaliados em 190 milhões de euros. 
A nova tranche destina-se a "aumentar a capacidade produtiva das empresas nacionais promovendo a sua presença ativa no mercado global, estimular a presença em redes de cooperação internacionais e estimular novos projetos de vertente internacional", pode ler-se num comunicado enviado à imprensa. Além disso, os fundos estão disponíveis para projetos que invistam em propriedade intelectual, organização, gestão e tecnologias de informação e comunicação, inovação e economia digital, entre outros. 
Podem ainda candidatar-se aos financiamentos PMEs à procura de apoios para a aquisição de competências de I&D junto de outras empresas, investimentos na adaptação de produtos com vista à exportação e investimentos em projetos inovadores de base local e regional. 
O prazo de candidaturas decorre até abril, em datas diferentes consoante o concurso em causa, situadas entre e 30 de abril. Recorde-se que os concursos agora lançados sucedem-se aos publicados em dezembro do ano passado, no valor de 110 milhões de euros, envolvendo cinco procedimentos.
«Lusa»

2º PASSEIO FOTOGRÁFICO


Data e Horário:
O segundo Passeio Fotográfico, promovido pela Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica Alpiarcense - 1º Dezembro, vai-se realizar no próximo dia 17 de Março, com concentração pelas 9h30 junto do Convento de S. Francisco em Santarém (lateral direita à antiga Escola Prática de Cavalaria).
Pelas 13h00 almoçaremos em regime de pic-nic, com as iguarias de cada um, no parque de merendas fronteiro ao Convento de S. Francisco.
Local e Objetivo:
Vamos visitar Santarém, tendo como objetivo observar a arquitetura do velho burgo e como o comercio tradicional se encontra inserido no Centro Histórico, bem como deixar-nos envolver pelos cheiros e sabores da gastronomia. Em suma, ver e registar Santarém com o olhar das nossas objectivas.
O centro Histórico de Santarém é a área mais antiga e caraterística da cidade. Engloba cerca de 1,5 Km2, abrangendo uma zona que vai desde os bairros ribeirinhos de Alfange e Ribeira ao planalto; de S. bento ao antigo hospital, do Jardim das Portas do Sol, passando pela zona do cemitério dos Capuchos, ao edifício do Seminário e Mercado Municipal.O Centro Histórico de Santarém junta os atributos duma malha urbana de característica medieval com alguns edifícios de arquitetura civil e religiosa (principalmente de estilo gótico), testemunhos visíveis da grandeza e importância que a cidade possuiu ao longo da sua história, vestígios de épocas passadas ainda em grande parte por desvendar.
Animação:
Para vos proporcionar um ambiente alegre e dar movimento à nossa cidade vai colaborar connosco o grupo “Quideias-Animações”, com o objetivo de dar vida ao centro histórico. Especificamente fazendo o “número” de rua o "Casal de Chocolate” – Estátuas Humanas.
“Quideias-Animações”, não só fará parte dos elementos "a inspirar" os participantes do passeio, mas também irá "animar" a rua e todo o público presente. Estas estátuas de chocolate vão contando pequenas histórias através de gestos interrompidos. Para que se voltem a mudar a pose, e continuem a história, os participantes/publico podem contribuir com uma moeda - um pequeno gesto para agradecer a sua presença.
Inscrição e Custos:
Este passeio tem o custo simbólico de 2 Euros, mais para "convidar" os participantes a inscreverem-se para podermos assim aferir o número de participantes nas actividades a desenvolver. Convida-mo-lo a preencher a ficha de inscrição on-line aqui disponibilizada:
INSCRIÇÃO
 

Os seres "pensantes" da Bernardo Lima

Ainda há gente que se deixa iludir. O comentarista diz que não deixam "falar quem pensa e faz". Mas pensa o quê e faz o quê? Já viu alguma coisa feita? Ah, hoje vi uns remendos numa rua onde passei! E quem pagou as dívidas? Mas pagar, fazendo uma dívida maior, é pagar? Então eu faço assim...vou convencer um banco a emprestar-me por um prazo muito mais alargado um dinheirito a mais do que devo a outro banco. Compro um belo dum carro, faço uma viagem, farto-me de gozar e paguei a dívida ao primeiro banco que me fez o empréstimo. Quem vier atrás que feche a porta. Talvez os meus herdeiros consigam pagar, porque eu não vou ficar cá para sempre. Entretanto já me aproveitei. É o retrato fiel do que os seres "pensantes" da Bernardo Lima, orientados pelo letrado controleiro fizeram. E depois, isto de ser presidente, chefe de gabinete, secretário e ainda ir lá à Assembleia receber uns trocados que dão para a bica no partido, é melhor do que andar a cavar, aturar uns chatos que estão sempre a refilar contra o pagamento de impostos ou aturar os malcriados dos filhos dos outros. A ética, essa fica para os filósofos!
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 "Os deputados da CDU e do PS na Assembleia Municipa...":

Vejamos o que o PCP tem feito por Alpiarça


 Falar mal do PCP? Imagine-se já se faz e diz tudo! Uma injustiça
Vejamos o que o PCP tem feito por Alpiarça:
1º Desde de 1974 até 1997 Alpiarça foi um exemplo de desenvolvimento que se chegou a pensar que passaríamos a cidade!
2º Só não passamos porque em 1997 os Alpiarcenses, vergonhosamente enganados pelo PS, em eleições livres, sim eleições livres, porque a democracia tem destas coisas que para alguns é sinal de fragilidade e não deveriam existir, não vão os eleitores enganarem-se e votarem noutros que não em nós, que estamos no poder para servir o colectivo, destronaram o PCP e colocaram no poder quem os enganou!
Então veio a época das trevas!
3º Felizmente em 2009 fez-se luz e senda do progresso regressou à nossa terra pela mão sábia e concretizadora dos eleitos e do colectivo que é o PCP!
Alegremo-nos todos que em breve seremos cidade integrados em Almeirim ou Santarém!
Mas, infelizmente para todos os portugueses, que não os Alpiarcenses, o PCP ainda não atingiu o governo da nação!
Proponho a todos um simples exercício mental: imaginar o PCP a ganhar as eleições com maioria absoluta e a formar governo!
Imaginemos também as primeiras medidas a serem tomadas pelo novo executivo:
1ª Rasgar de imediato o pacto de agressão assinado com a troika pelos partidos anti- patrióticos de direita.
2ª Nacionalização imediata das alavancas da economia.
3ª Renegociação imediata da nossa divida externa.
4ª Rasgar de imediato o hediondo pacto social assinado pela reaccionária UGT, os patrões e o governo.
Aplaudo de pé estas medidas embora tenha algumas dúvidas que passo a expor:
1ª Se rasgarmos o tal pacto não seriamos convidados a sair da União Europeia e do Euro?
Se sairmos do euro como será a vida dos portugueses enquanto não existir a nova moeda?
2ª Se nacionalizarmos as alavancas como reagir os accionistas privados nacionais e estrangeiros?
Possivelmente mal, mas também não deve haver problema porque os estrangeiros estão nos países deles e os nacionais sempre os poderemos pôr na cadeia por serem reaccionários!
3ªPara renegociarmos a divida não precisamos do acordo dos credores?
E se eles não quiserem e depois de longas e duras negociações eles continuarem a não querer?
Se não houver acordo no limite o governo patriótico e de esquerda dirá ás sanguessugas,que criminosamente nos emprestaram dinheiro, que não pagamos e pronto?
Sem acordo não corremos o risco de não vir mais dinheiro da Troika?
E sem esse dinheiro como irá o governo de esquerda do PCP pagar os vencimentos da função publica e as restantes parcelas do estado social?
4ª Que fará o governo com UGT e os patrões?
Mandará todos os patrões e sindicalistas para a cadeia por serem reaccionários e anti patriotas?
Promoverá a CGTP como único e exclusivo parceiro do governo na concertação social?
Bem para terminar tirando estas pequenas dúvidas reafirmo que falar mal do PCP é só de quem não tem nada de útil para fazer.
Recomendo, portanto, ao actual governo que se demita e nas próximas todos os outros partidos não concorram e aconselhem o voto no PCP tudo em nome do colectivo nacional, claro!
PCP sempre!
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A bancada da CDU demonstrou um ponto de ruptura

Penso que a estratégia estava montada.
Existiu coincidências demasiadas na bancada da CDU, a falta de um Deputado Municipal, como as duas abstenções, leva a pensar se algo estaria bem combinado?
A bancada da CDU, demonstrou um ponto de ruptura nunca visto nesta Assembleia, uma fragilidade política que não é habitual na CDU.
Ninguém acredita que o Sr. Dr. Ramalho (como advogado e veterano em Assembleias Municipais) não saiba formalizar uma proposta, e necessite que uma explicação do Sr. Presidente da Assembleia Municipal.
O pior cego, é o que não quer ver! 
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