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sábado, 26 de novembro de 2011

O desenvolvimento de ALPIARÇA, deve-se ao PS com a sigla ALPIARÇA É A RAZÃO e não com a sigla CDU


O PS está arredado do poder em Alpiarça, porque o seu ex- Presidente Dr.Joaquim Luís Rosa do Céu, só deixou dívidas e maquinaria velha, é um histerismo de alguém que não o mínimo de educação e não sabe avaliar o que foi feito nos 12 ano de PS e os 20 e tal do PC.
Não se esqueçam que é nas urnas que se ganha ou perde eleições, não é com histórias estéreis, absurdas, e provocadoras que se ganha ou não. 
 O desenvolvimento de ALPIARÇA, deve-se ao PS com a sigla ALPIARÇA É A RAZÃO e não com a sigla CDU, que esconde a foice e o martelo, porque estes enquanto poder, só olham para o seu "umbigo"!...


De um leitor
Noticia relacionada:

Aumenta número de emigrantes portugueses


O número de emigrantes portugueses tem vindo a aumentar nos últimos anos e os principais destinos escolhidos para trabalhar fora do país são a Suíça, França e Angola, anunciou José Cesário, secretário de Estado das Comunidades.
O secretário de Estado das Comunidades disse, em declarações à Lusa, que "há um aumento muito grande" ao nível da emigração de portugueses nos últimos anos, acrescentando que a idade das pessoas que emigram aumentou e que os principais destinos escolhidos são a Suíça, França e Angola.

Fórum Educa Desporto

A problemática do desporto na sociedade de hoje foi o ponto de partida para a Câmara Municipal de Alpiarça se associar ao Agrupamento de Escolas de José Relvas e à Associação de Pais e Encarregados de Educação como entidades parceiras e interessadas em combater o sedentarismo que nos “bate à porta”.

O Presidente da Câmara, Mário Fernando Pereira, o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, Rui Gaspar, a Educadora Ana Margarida Caetano e o Professor Doutor Carlos Neto abordaram a expressão físico motora como um factor catalisador para toda a vida.
“O corpo fez-se para libertar energia e não para estar parado” disse o Professor Carlos Neto.

“Hoje as nossas crianças não têm espaço para brincar, para descobrir, para se conhecer, para se sujar…” disse também esse mesmo professor que é o representante português na Internacional Play Association.

Cerca de quatro dezenas de participantes, na sua maioria professores, educadores e alguns pais, estiveram presentes no auditório da Biblioteca Municipal.
«CMA»

Seminário de Museologia: A Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça

No passado dia 22 de Novembro, no auditório 1 da Universidade Lusíada de Lisboa, realizou-se um Seminário de Museologia intitulado “A Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça”. Esta iniciativa, desenvolvida no âmbito do curso de Licenciatura em Turismo desta instituição de ensino superior, contou com a presença do Reitor, Professor Doutor Diamantino Durão, do Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, Dr. Mário Pereira, e do Director do Museu, Dr. Nuno Prates.

Neste Seminário usavam da palavra o Reitor da Universidade, o Director da Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa, Professor Mário Caldeira Dias, bem como as docentes da FCEE, Maria Manuela Sarmento e Ana Margarida Vieira.

No uso da palavra, o Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, referiu-se à importância da Casa dos Patudos para Alpiarça e para os alpiarcenses, tratando-se do valioso legado cultural e patrimonial de uma ilustre personalidade história contemporânea portuguesa, José Relvas, que, num acto de grande generosidade e dignidade cívica, deixou à sua terra, aos seus concidadãos – à República –, toda a sua fortuna material, colocada à disposição da comunidade e das futuras gerações; mas também porque é o elemento mais importante do património arquitectónico, artístico e cultural de Alpiarça, e que, por essa razão, ocupa necessariamente um lugar central numa estratégia de desenvolvimento turístico do concelho, enquanto oferta de qualidade e factor de promoção no exterior, que pode – e deve – contribuir directamente para o desenvolvimento económico e social e o bem estar da nossa população. Realçou ainda o significado do enorme investimento que a autarquia está a realizar na recuperação global da Casa dos Patudos (2,5 milhões de euros), e sublinhou a importância de serem estabelecidas bases sólidas de parceria com outras entidades e instituições – como a que está a ser protocolada com a Universidade Lusíada – para a cooperação técnica, cultural, científica e promocional, de interesse comum.

O Director da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, Dr. Nuno Prates, na sua intervenção destacou a importância de José Relvas para a compreensão do republicanismo em Portugal, mas também importantes aspectos da sua actividade como político, agricultor, coleccionador de arte e músico amador. De seguida aludir à importância arquitectónica e artística da Casa dos Patudos, destacando o papel do arquitecto Raul Lino na realização desta obra iniciada em Abril de 1905 e terminada em 1909. Finalizou a sua comunicação apresentado as potencialidades da Casa dos Patudos, de acordo com o turismo cultural.

O Seminário de Museologia encerrou com a assinatura de um Protocolo de Cooperação, entre a Fundação Minerva – Cultura – Ensino e Investigação Científica, entidade instituidora das Universidades Lusíada, e a Câmara Municipal de Alpiarça, tendo por base a Casa dos Patudos – Alpiarça – Museu de Alpiarça.

«CMA»

 

PS afastado do poder politico em Alpiarça

Esta paranóia absurda de tentarem esconder o sol com a peneira (que usavam os computadores para tudo menos para trabalharem) pode ter afastado para sempre o PS do poder político em Alpiarça. Parece que depois deste absurdo despedimento que ocorreu pouco tempo depois do afastamento insensato de dois excelentes vereadores do PS, quem mandava na câmara entrou num desnorte total e completo levando o concelho para a falência. Para além dos 13 milhões de dívida e maquinaria podre e obsoleta, deixaram a Câmara recheada de gente incompetente metida lá por amizades pessoais que dão mais prejuízo estando lá do que não estando. É que se não estivessem lá ao menos poupavam a electricidade do ar condicionado e do computador que usam para tudo menos para trabalhar. É vê-las no FB, meninas é vê-las...

Reduzida desigualdade no poder de compra a nível regional

As desigualdades no poder de compra das populações a nível regional foram reduzidas nos últimos dez anos, revela o "Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio", do Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com dados da pesquisa do INE, foi verificada uma diminuição das desigualdades no poder de compra das populações a nível regional, no período entre 2000 e 2009, tendo sido observada uma convergência relativamente à média nacional.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ÁGUAS DO RIBATEJO É UM MODELO A SEGUIR POR OUTRAS ENTIDADES GESTORAS



O Modelo plurimunicipal (agregando vários concelhos) e vertical (com exploração dos sistemas em alta e em baixa) implementado pela empresa  ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A. pode ser o modelo a seguir pelas novas entidades gestoras que vierem a ser criadas por iniciativa de conjuntos de municípios.

Esta foi uma das conclusões do debate subordinado ao tema: "A Diversidade das Entidades Gestoras - Desafios e Oportunidades no Quotidiano” que decorreu no dia 24 de Novembro, em Santarém, integrado no Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento (ENEG) que reuniu dezenas de especialistas de todo o país e de vários países africanos.

A mesa redonda moderada por Nuno Campilho, administrador do SMAS de Oeiras e Amadora, contou com as intervenções de José Boal Paixão (Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro); José Ferreira dos Santos (Águas da Teja); José Maciel (Águas e Parque Biológico de Gaia); Miguel Rasquinho ( Presidente da Câmara Municipal de Monforte) e Dionísio Simão Mendes (Águas do Ribatejo). Um painel diversificado onde estavam representados vários modelos de gestão diferentes.

 O vogal do Conselho de Administração da ÁGUAS DO RIBATEJO (AR), Dionísio Mendes vincou as características da gestão implementada na empresa municipal que assegura a sustentabilidade económica e financeira  sem sacrificar os utentes e utilizadores. “Fazemos uma gestão política, com preocupações sociais, sem perder de vista o modelo empresarial para garantir o funcionamento do sistema”, referiu.

 O administrador divulgou, como exemplo, que nenhum dos três presidentes de câmara que integram o Conselho de Administração (José Sousa Gomes, António Ganhão e Dionísio Mendes) recebe qualquer remuneração pelas funções que desempenha.
Por outro lado, o facto da empresa ser formada apenas pelos municípios, sem parceiro privado, permite que pratique um dos tarifários mais baixos do país e o mais económico da região “Não temos margem de lucro para dividir por accionistas, os resultados apurados são aplicados em investimento”, explicou.

 Nos dois primeiros anos de actividade, a empresa municipal conseguiu resultados positivos ao mesmo tempo que realizou um investimento de 60 Milhões de Euros nos sistemas de abastecimento de água e saneamento. “Estes resultados só são possíveis com uma grande solidariedade entre todos os municípios porque cada concelho tem necessidades diferentes e uma dimensão diferente dos outros”, referiu o administrador que é também presidente da Câmara Municipal de Coruche.

Segundo Dionísio Mendes,  a intermunicipalidade, com a construção de  equipamentos que servem mais do que um concelho, “permite economias de escala muito significativas”.

A ÁGUAS DO RIBATEJO ganhou uma dimensão muito superior com a entrada recente do Município de Torres Novas, servindo agora 150 mil pessoas que vivem em sete concelhos numa área territorial com mais de 3280 km2.

Segundo o Presidente da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERASR), Eng.º Jaime Melo Baptista, um estudo realizado recentemente aponta para que as economias de escala só se conseguem em universos superiores a 100 mil consumidores. O responsável pela regulação dos serviços vincou durante o debate a necessidade das entidades gestoras actualizarem as suas tarifas, mas só quando o aumento do preço for acompanhado de uma melhoria da qualidade do serviço prestado.

O presidente do ERSAR frisou a necessidade de garantir os tarifários sociais como forma de assegurar que ninguém fica privado do abastecimento de água e do saneamento por não possuir recursos financeiros para o pagar.

Dionísio Mendes explicou que  a ÁGUAS DO RIBATEJO tem um tarifário social que reflecte estas preocupações, mas defendeu a água deve ser valorizada como um bem essencial para a vida das pessoas. “Conseguimos acabar com a ideia de que se podia gastar a água à vontade porque não se pagava ou se pagava muito pouco”, disse.
“Instalámos contadores em todos os locais de consumo: escolas, jardins, fontes, jogos de água, piscinas, campos de futebol, para sabermos quanto custa a água que se gasta. Até as câmaras e as juntas de freguesia pagam à ÁGUAS DO RIBATEJO”, acrescentou.

O administrador da AR salientou ainda o investimento que a empresa tem feito em campanhas de sensibilização para o uso eficiente da água em parceria com as associações QUERCUS e DECO.
“Parece pouco lógico, uma empresa que vende água, apelar à redução do consumo. Mas nós temos estas preocupações ambientais muito presentes e notamos que as pessoas estão a consumir menos água porque se preocupam com o valor da factura e estão sensíveis para as questões ambientais”, concluiu

JOÃO OSÓRIO: ADMIRADO POR UNS E ODIADO POR OUTROS


João Osório, Chefe do “Gabinete de Apoio ao Presidente” (GAP) da Câmara de Alpiarça talvez seja quem mais contribuiu e que mais lutou para a derrota de Rosa do Céu.
Curiosamente, conforme se pode atestar pelos vários comentários vindos a lume é um homem contestado dentro da própria CDU por causa das divergências com Mário Santiago.
Será que João Osório é mais forte e mais coerente enquanto oposição denunciando os vários problemas financeiros e de ambiente que afligiam Alpiarça ou há alguma dose de sobranceria e arrogância enquanto chefe de gabinete do presidente Mário Pereira que o afasta e põe em confronto com alguns apoiantes e activistas da CDU?
Uma questão para meditar e que talvez só Osório saiba responder.
De qualquer forma como cidadão gostaria de saber a opinião pública de João Osório, enquanto chefe do GAP, membro do PCP/Alpiarça e ainda Deputado na Assembleia Municipal.
Algumas dúvidas surgem-me  para as quais não consigo obter respostas.
Por exemplo:
- O de  saber se foi uma decisão pessoal ou colectiva (CDU) o seu regresso à Assembleia Municipal e se considera uma homem realizado enquanto Chefe de Gabinete.


A política faz parte de João Osório

 Está-lhe no sangue e algumas perguntas gostaríamos que fossem respondidas por este “pequeno-grande homem” sobre o que pensa sobre o executivo, nomeadamente:


1- Se o executivo está no bom caminho e se está cumprir o programa eleitoral;
2-  O que pensa do marasmo que existe na câmara e como pensa João Osório  da câmara dar a volta por cima fazendo obras e comprando maquinas que as actuais são só velharia;
3 -  Se  pensa que seria ou não possível poupar uns milhares de euros no Gabinete de apoio pondo o presidente e os vereadores a mandarem directamente nos funcionários ou suas chefias em vez de terem intermediários (gabinete de apoio);
4 - Se acha que a CDU será capaz de cumprir o programa eleitoral;
5- Se a CDU está preparada para as próximas eleições autárquicas tendo em conta uma possível coligação da oposição;
6 -O que pensa João Osório da saída mais que provável do Mário Santiago;
7 - Como vê o trabalho da Junta de Freguesia, se está ou não a cumprir os objectivos;
8 - O que terá a dizer do executivo reclassificar alguns funcionários da parte administrativa uma vez que toda a gente diz que há administrativos a mais.

 De um leitor

NR: Jornal Alpiarcense” disponibiliza desde já todo o espaço para que as duvidas apresentadas pelo nosso leitor sejam esclarecidas por parte de João Osório como acreditamos que Osório não se vai “esquivar”  às questões apresentadas pelo leitor. Duvidas que, no nosso entender, são merecedoras de esclarecimentos.

UMA NOITE DE FADOS A NÃO PERDER


E...para conforto de todos o Salão dos Bombeiros e da Música vai estar aquecido.
Se ainda não comprou o seu bilhete não se atrase porque estão quase todos vendidos

PSD e CDS querem subir ainda mais IRS nos subsídios de refeição

Os subsídios de refeição que os contribuintes recebem vão ser ainda mais penalizados em IRS em 2012.
A intenção está patente numa proposta de alteração ao Orçamento para o próximo ano apresentada ontem pelo PSD e CDS.
A proposta de Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) já previa um agravamento fiscal nestas situações, agora, a proposta da maioria parlamentar - que tem aprovação garantida - vai um pouco mais longe.
Actualmente, o subsídio de refeição é considerado rendimento para efeitos de IRS, mas apenas na parte em que ultrapassa "em 50% o limite legal estabelecido [6,41 euros em 2011], ou em 70% sempre que o respectivo subsídio seja atribuído através de vales de refeição".
Segundo a proposta de OE2012, esta situação iria ser alterada e, na prática, o Governo fazia descer o limite a partir do qual havia lugar a tributação propondo que fosse considerado rendimento "o subsídio de refeição na parte em que exceder em 30% o limite legal estabelecido, ou em 60% sempre que o respectivo subsídio seja atribuído através de vales de refeição".
Agora, o PSD e o CDS defendem que essa tributação aconteça sempre que o subsídio exceda "em 20% o limite legal estabelecido", mantendo o limite de 60% para os subsídios atribuídos através de vales refeição.
Na proposta agora apresentada, os partidos da maioria parlamentar sublinham que pretendem com a mesma "dar estrito cumprimento dos compromissos assumidos pelo Estado Português ao abrigo do Plano de Assistência Económica e Financeira no que respeita à tributação do rendimento pessoal, bem como restringir as possibilidades de utilização abusiva do subsídio de alimentação como forma de remuneração desvirtuando o propósito da sua menor tributação da sua concessão e combater a fraude e evasão fiscais de forma mais
Os subsídios de refeição que os contribuintes recebem vão ser ainda mais penalizados em IRS em 2012.
A intenção está patente numa proposta de alteração ao Orçamento para o próximo ano apresentada ontem pelo PSD e CDS.
A proposta de Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) já previa um agravamento fiscal nestas situações, agora, a proposta da maioria parlamentar - que tem aprovação garantida - vai um pouco mais longe.
Actualmente, o subsídio de refeição é considerado rendimento para efeitos de IRS, mas apenas na parte em que ultrapassa "em 50% o limite legal estabelecido [6,41 euros em 2011], ou em 70% sempre que o respectivo subsídio seja atribuído através de vales de refeição".
Segundo a proposta de OE2012, esta situação iria ser alterada e, na prática, o Governo fazia descer o limite a partir do qual havia lugar a tributação propondo que fosse considerado rendimento "o subsídio de refeição na parte em que exceder em 30% o limite legal estabelecido, ou em 60% sempre que o respectivo subsídio seja atribuído através de vales de refeição".
Agora, o PSD e o CDS defendem que essa tributação aconteça sempre que o subsídio exceda "em 20% o limite legal estabelecido", mantendo o limite de 60% para os subsídios atribuídos através de vales refeição.
Na proposta agora apresentada, os partidos da maioria parlamentar sublinham que pretendem com a mesma "dar estrito cumprimento dos compromissos assumidos pelo Estado Português ao abrigo do Plano de Assistência Económica e Financeira no que respeita à tributação do rendimento pessoal, bem como restringir as possibilidades de utilização abusiva do subsídio de alimentação como forma de remuneração desvirtuando o propósito da sua menor tributação da sua concessão e combater a fraude e evasão fiscais de forma mais.
«E»


 
 
 


MULHERES: Tolerância 0, por favor

Por: Anabela Melão
Este ano já morreram 23 mulheres vítimas de violência doméstica.
Na maioria dos casos de homicídio e de tentativa de homicídio já existia violência na relação e «em algumas situações» o crime já era do conhecimento das autoridades (relatório divulgado hoje pela associação União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR)).
A maioria das mulheres (70%) foi vítima dos maridos ou de alguém com quem mantinham uma relação de intimidade.
Nos últimos oito anos morreram 241 mulheres nestas circunstâncias.
«As formas mais graves de violência contra as mulheres ocorrem nas suas residências, muitas delas apôs a separação entre a vítima e o agressor», alerta o relatório nas reflexões finais.
9 em cada 10 crimes aconteceram dentro de casa.
Já no que toca a tentativas de homicídio, o relatório aponta um aumento em relação ao ano passado: até 11 de Novembro foram identificadas 39 tentativas, sendo que em 54% dos casos os autores eram os companheiros das vítimas.
Na maior parte dos casos ocorridos em 2011, «a violência na relação já era conhecida por várias pessoas, entre elas, vizinhança, relações de amizade, familiares e, em muitas situações, pelas autoridades oficiais».
Noto que:
- nas classes média, média alta a alta, também há violência e que raramente é denunciada;
- a tolerância da família pelos comportamentos de violência tem de ser combatida através de uma acção pedagógica junto das gerações mais novas;
- a complacência com que as autoridades e as instâncias judiciais enfrentam o problema é propícia a um sentimento de impunidade (a sublinhar os últimos acórdãos conhecidos que falam de atitudes com grau de violência e de coação exigível à tipificação do crime como "violento"!).
Saliento que este não é um problema transitório na vida de alguém. É, sim, uma forte condicionante de comportamentos e atitudes que inibem, muitas vezes, a vítima de se predispor a recomeçar afectivamente a vida.
Tolerância 0, por favor.

Passos afasta mais alterações nos salários da função pública

O primeiro-ministro afasta a hipótese de avançar com uma revisão das tabelas salariais dos trabalhadores do Estado no próximo ano, contrariando assim a intenção do Governo de alterar as tabelas da administração pública como anunciado sexta-feira pela secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino.
«DE»

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O “ Socialista de Tomar” pode vir a ser mais um imbróglio para o presidente Mário Fernando

O Socialista de Tomar, Luís Ferreira (foto) que à data do despedimento de Ricardo Vaz foi colocado no seu lugar na Câmara de Alpiarça. Agora que o presidente da câmara de Tomar está prestes a retirar-lhe os pelouros e o regime de permanência o mais certo é o Luís voltar à Câmara. Mais um imbróglio para o presidente Mário Fernando resolver que não precisa cá do técnico de informática para nada ou até talvez precise... quem sabe?
Noticia relacionada:
 COMENTÁRIO ONLINE SOBRE RICARDO VAZ

Também pode ler mais em: http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&id=48393&idSeccao=423&Action=noticia
Quem é Luis Ferreira:
Breve curriculum. (súmula política) Vereador na Câmara Municipal de Tomar (Bombeiros/Prot.Civil/Gab.Florestal); Deputado Municipal(2005-09 e 1994-97); Adjunto do Governador Civil de Santarém (2005-09); M:.M:. GOL; Dirigente da Federação do PS de Santarém desde 1996; Presidente do PS de Tomar, 2004-05; Assessor do Governo Civil do Distrito de Santarém (Assuntos Regionais e Imprensa) 1998/00; Membro da Comissão Nacional do PS, em representação da JS, 1993/98; Membro da Comissão Política Nacional do PS, em representação da JS, 1992/94; Membro da Direcção do Conselho Nacional de Juventude (Pelouro Relações Internacionais), 1993-94; Membro da Direcção das JS Europeias e Forúm Europeu da Juventude, 1993 -94; Membro do Secretariado Nacional da JS (Relações Internacionais e Ensino Superior), 1992-94; Membro fundador do Partido Socialista Europeu, Congresso de Haia, 1992; 1ºMembro Socialista eleito para a Comissão Municipal de Juventude da CMunicipal Lisboa, 1991; Membro das Comissões de Candidatura de Mário Soares e Jorge Sampaio; Membro da Comissão Nacional da JS, 1984/87 e 1990/94; Militante do PS, desde 28/4/1983

COMENTÁRIO ONLINE SOBRE RICARDO VAZ

“Acho bastante justo ter sido este o desfecho do processo movido contra o funcionário da Câmara Municipal de Alpiarça (Ricardo Vaz). Imperou o bom senso uma vez que já era altura de ser feita”

De: Mário Rodrigues
In ‘O Ribatejo?

Os dois amos de Arlequim

"A fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do sector privado deverão seguir o exemplo do sector público e aplicar reduções sustentadas", escrevem os senhores (nunca a palavra "senhores" foi tão apropriada) do FMI, BCE e CE no comunicado em que apresentam os resultados da recente vistoria à sua quinta à beira-mar plantada e avalizam as contas prestadas pelos feitores. E como os seus desejos são ordens, não tardará muito até que os ministros Álvaro e Vítor Gaspar apareçam nas TVs a anunciar outra "inevitabilidade": a redução de salários também no sector privado.
Parece, contudo, haver um problema: é que, diz a CIP, os patrões portugueses preferem, em vez de pagar menos aos trabalhadores, aumentar-lhes o horário de trabalho (a coisa vai dar ao mesmo mas afigurar-se-á aos patrões que trabalhar mais não dói tanto como receber menos; só resta saber se o Governo decretará que os dias passem a ter 30, 40 ou 48 horas).
Adivinha-se assim uma situação típica da "commedia dell'arte" (embora, no caso, se deva falar antes de "tragedia dell'arte"), com Arlequim a correr desalmadamente de uma mesa para outra para tentar servir ao mesmo tempo o almoço aos seus dois amos.
Na peça de Goldoni, tudo acaba em bem. Na de Passos Coelho, patronato e "funcionários de 5ª, 6ª, 7ª ou 8ª linha" (presidente do BPI "dixit") dos "mercados" só uma coisa é, para já, certa: quem pagará o espectáculo.
in : JN on-line










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Restaurantes e locais de diversão que proibiram fumo quase sem nicotina

Os restaurantes e estabelecimentos de diversão que proibiram o fumo registaram uma redução de nicotina superior a 90% e os que funcionam sem separação física dos espaços têm níveis perigosos para a saúde, indica um estudo.
As conclusões constam do projeto de “Avaliação da exposição ao fumo do tabaco ambiental na indústria de restauração/diversão”, cujos dados preliminares foram apresentados no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), num encontro a propósito do Dia Nacional do Não Fumador, apontam para uma revisão da lei com “a máxima urgência”.
Financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e desenvolvido na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, o estudo teve por objetivo produzir evidência científica no âmbito dos níveis de nicotina no ar em ambientes de restauração e diversão, recolhendo dados no momento anterior à lei do tabaco e após a entrada em vigor da Lei de Prevenção e Controlo do Tabagismo.
Para tal, em 2007 foram analisados 51 pontos de amostragem, no momento anterior à entrada em vigor da lei, e 57 pontos de amostragem no período após a lei (entre 2008 e 2010).
Estes dados identificaram "melhorias significativas" nos locais onde foi instituída a proibição total de fumar, apresentando uma redução de valores de nicotina superiores a 90%.
Contudo, nos locais sem separação física dos espaços de fumo e sem fumo, os valores de nicotina no ar foram semelhantes nas duas áreas, atingindo, em alguns locais, níveis que põem em risco a saúde dos trabalhadores e frequentadores dos locais.
Estas conclusões apontam no sentido da revisão da lei com “a máxima urgência” e “a retirada das situações de exceção que apresentam riscos para a saúde”.
«Lusa»

Uma mão amiga... Um Natal Feliz...

A Câmara Municipal de Alpiarça, vai uma vez mais, dinamizar o projecto “Uma mão amiga...Um Natal Feliz...”.
De 12 a 16 de Dezembro, as crianças do concelho irão à Biblioteca ouvir um conto e participar nesta grande campanha, trazendo um presente que poderá ser um pequeno livro, um bem alimentar ou um brinquedo.
Este projecto procura ser uma campanha de sensibilização junto da comunidade escolar, que apela aos valores da solidariedade, para a situação de pobreza e carência em que vivem muitas crianças em Portugal e no Mundo.
Este projecto é alargado a todos aqueles que queiram dar um pequeno contributo para que o Natal seja igual para todos.
De 12 a 16 de Dezembro, contribua... Ajude-nos a ajudar as crianças carenciadas do nosso concelho.
Um pequeno gesto que poderá fazer sorrir muitas crianças do nosso concelho

«CMA»

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quadro roubado vale prémio a ex-director da Casa Museu dos Patudos


A recuperação de um quadro original de Eugène Delacroix roubado da Casa Museu dos Patudos em 1988 valeu a José António Falcão a medalha da juventude e dos desportos da República Francesa e um louvor do director do Museu do Louvre, em Paris.
A pintura, “A Morte de Sardanápalo”, considerada uma das obras-primas da arte francesa, foi encontrada pela polícia italiana em 1995, no interior de uma igreja abandonada em Milão, e que, segundo a agência Ecclesia, servia de esconderijo para peças roubadas.
Mesmo possuindo uma outra versão do quadro, considerada a definitiva, o museu parisiense não deixou de reconhecer José António Falcão pelo “trabalho no campo da investigação e da salvaguarda da arte francesa em Portugal e da arte portuguesa em França”, uma vez que conseguiu que a obra regressasse a Portugal, salienta a mesma fonte.
Actual director do departamento de património histórico e artístico da Diocese de Beja, José António Falcão foi conservador da Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça, entre 1993 e 1995, tendo assumido o cargo de director entre 2003 e 2008.
As autoridades francesas condecoraram-no também pelo seu trabalho na divulgação das rotas portuguesas para Santiago de Compostela, adianta a Ecclesia.

ALPIARÇA: "A TERRA QUE CHEIRA MAL" E A "FABRICA QUE A CDU NÃO QUERIA"

Mas porque pensam vocês que a fábrica do leite, a dos legumes e agora essa das telas asfálticas vieram para Alpiarça? E porque pensam que os fulanos da reciclagem de plásticos querem vir para cá e porque pensam que há anos que era para vir para cá uma fábrica de reciclagem de papel? É tudo porque são indústrias muito poluentes que se não tiverem as necessárias estações de tratamentos de resíduos, sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos irão provocar enormes atentados ao ambiente. O PS de Alpiarça sabia isso, a CDU de Alpiarça sabia isso. Eu não sou comunista mas dou razão a pessoas amigas nomeadamente o Ricardo Hipólito que na altura da instalação da fábrica do Leite e da Monliz alertaram na Assembleia Municipal para tudo isso. Infelizmente a resposta do PS/Alpiarça é a Razão foi espalhar panfletos com fotos d' "A FÁBRICA QUE A CDU NÃO QUERIA". Meus amigo nestas coisas da defesa do ambiente e da defesa da nossa terra não há comunistas, não há socialistas, não há “PSD’s” tem de haver uma voz comum que nos defenda dos grandes interesses e estamos muito agradecidos de construíram cá as fábricas, que dêem emprego aos nossos jovens mas exigimos que respeitem o nosso ambiente, sobretudo que respeitem as pessoas que apesar de tudo continuam a morar em Alpiarça, mesmo os que não sendo de cá, como é o meu caso, adoptaram esta terra como sua. Infelizmente Alpiarça já é conhecida pela TERRA QUE CHEIRA MAL tem sido assim há anos que as pessoas se queixam que mal chegam a Alpiarça é um MAU CHEIRO que anda no ar. Antigamente era uma vacaria a Norte (Quinta da Torre) e uma Lixeira e uma suinicultura a Sul (Quinta da Gouxa). Agora temos uma Zona Industrial altamente poluente e temos uma ETAR que os Almeirinenses enchem de cagalhotos que está no nosso concelho. Vejam bem o concelho de Almeirim é muito maior em área e população do que o concelho de Alpiarça, no entanto os esgotos são empurrados 5 (cinco kms) desde Almeirim até Alpiarça. A desculpa na altura é que não havia terreno e era para ser na Gouxaria. Mas alguém apareceu a mediar o terreno da Quinta da Goucha (quem seria?) e o Isidoro estava interessado em vender e bem. Ainda bem que a população da Gouxaria abriu os olhos, porque senão o que eles tinham agora era um valente “cagadoiro” ao fundo dos seus quintais! Prometeram que a ETAR não emitiria maus cheiros. Quem proferiu essas promessas é que devia ser obrigado a ter a ETAR ao pé da porta.
Noticia relacionada:
 ALPIARÇA “CHEIRA” A ALCATRÃO

ALPIARÇA “CHEIRA” A ALCATRÃO

Alpiarça está a ficar poluída por causa do cheiro de alcatrão, que supostamente vem da “Texsa” uma fábrica instalada recentemente na Zona industrial de Alpiarça.

Um cheiro que até “provoca náuseas” e que pode levantar outras “preocupações se não foram tomadas medidas urgentes para acabar com estes cheiros” informou-nos um leitor para um outro nos adiantar que “sente um enorme fedor a alcatrão de uma forma intensa” acusando a “Texsa” pelos maus cheiros já que só pode “ser esta fábrica porque usa substância de alcatrão, ou alcatrão, na fabricação de telas” situada da Zona Industrial.


Saliente-se que  “Texsa” iniciou recentemente a sua actividade de fabricação  na Zona Industrial de Alpiarça em cujas instalações se fabricam telas asfálticas.

Angela Merkel "tem responsabilidades na decadência da Europa"

Mário Soares, antigo Presidente da República, considera que Angela Merkel, chanceler alemã, "tem responsabilidades na decadência da Europa", noticia a Lusa.
Angela Merkel "é uma pessoa que tem grandes responsabilidades na decadência da Europa", afirmou Mário Soares, apelando aos países europeus para acabarem com "a ladroagem dos paraísos fiscais" e construírem uma Europa mais justa.

ANAFRE pede nova lei das Finanças Locais

O Presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), Armando Vieira, pediu uma nova lei das Finanças Locais.
"A lei das Finanças Locais está morta. É urgente que seja criada uma nova", disse Armando Vieira durante uma audição no Parlamento.
Miguel Relvas anunciou , no Parlamento, que a Lei das Finanças Locais será afinal apresentada já no próximo mês de Junho, seis meses antes do previsto. graças a um "grande esforço conjunto" do Governo e dos municípios portugueses. Com a nova lei, o Executivo espera tornar as autarquias menos dependentes dos impostos sobre o imobiliário e mais assentes na competitividade da região.
«DE»

Programa das comemorações do aniversário da SFA.

“JORNAL ALPIARCENSE” aceitou o desafio

Uma leitora sugeriu e desafiou o JA (a exemplo como faz o jornal “Correio da Manhã”) para que iniciasse uma sondagem - disponível até final do ano - para que os leitores pudessem votar no politico/a mais sexy. Propôs ainda nomes, que aceitamos (apenas tomámos a liberdade de acrescentar: Marques Pais – PS, Rosa do Céu -PS, Mário Noronha -PSD, Tiago Leite -CDS e Luís Garrotes -PS) por considerarmos que é uma maneira de saber o que os alpiarcenses pensam dos seus políticos. Talvez influenciada pelo comentário “Fica bem na fotografia, vai ao cabeleireiro…” e se os grandes jornais e as grandes revistas o fazem porque Jornal Alpiarcense não há-de também de fazer? O desafio foi aceite e ainda hoje será dado o início da “Sondagem”

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ALPIARÇA: a Pujança do povo alpiarcense

Em tempos disseram-me e agora acredito depois de ver este filme que nos anos 30 e 40 Alpiarça nada devia a Almeirim, a sua pujança, o seu povo laborioso, as suas gentes trabalhadoras engrandeceram-na e daí que tenha sido "arrancada" ao concelho de Almeirim como freguesia e tenha passado a concelho. Pena talvez que como se refere no filme "Vale da Cavalos" não tenha continuado como freguesia integrante de Alpiarça porque os “Valcavaleiros” sempre cá trabalharam nos campos e oficinas e até praticavam os mesmos horários e jornas. Foi pena que em determinada altura Alpiarça não tivesse tido aquele empurrãozinho industrial que tiveram outros concelhos eminentemente agrícolas para fazer o equilíbrio. Mas mesmo só dependente da agricultura Alpiarça já foi próspera antes da malfadada PEC (política agrícola comum) nos ter mandado destruir a agricultura e as pescas e grande parte do tecido industrial). Agora outras razões se levantam e a ministra da agricultura, já clama que precisamos de mais e melhor agricultura, que precisamos de cultivar os nossos campos e que não devemos estar tão dependentes dos estrangeiros. Mas muito cuidado com a liberalização dos preços e a tal lei da oferta e da procura e a subjugação dos agricultores às grandes redes de distribuição que compram os produtos aos agricultores por "tuta e meia" e vendem-nos multiplicando os preços 3, 4 e 5 vezes.
Não precisamos de teorias marxistas, nem fascistas, nem economicistas, nem de coisa nenhuma o que nós precisamos é de governantes que pensem mais em quem produz e em quem trabalha e que castiguem quem mais ganha e quem enriquece roubando e fazendo falcatruas.
Processos como o Face Oculta, caso BPN, caso Dias Loureiro e agora Duarte Lima são uma pequena amostra do que este "galifões" roubaram a este país e que agora querem que todos paguemos.
Para terminar VIVA ALPIARÇA!
De um leitor
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ÁGUAS DO RIBATEJO NO ENCONTRO NACIONAL DA ÁGUA E SANEAMENTO EM SANTARÉM

A ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A. está a participar no Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento (ENEG), que decorre no CNEMA, em Santarém de 22 a 24 de Novembro de 2011. Trata-se de um espaço de amplo debate do sector num momento de viragem.  Dionísio Mendes, vogal do Conselho de Administração da ÁGUAS DO RIBATEJO  é um dos oradores da mesa redonda subordinada ao tema "A Diversidade das Entidades Gestoras - Desafios e Oportunidades no Quotidiano", que terá lugar no dia 24 de Novembro, entre as 09h00 e as 12h30, no auditório do CNEMA.
 Num painel moderado por Nuno Campilho (SMAS de Oeiras e Amadora), participam os oradores: José Boal Paixão (Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro); José Ferreira dos Santos (Águas da Teja); José Gonçalves (SMAS de Almada); José Maciel (Águas e Parque Biológico de Gaia); Miguel Rasquinho (Câmara Municipal de Monforte) e Dionísio Simão Mendes (Águas do Ribatejo).
 O Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento vai reunir centenas de gestores num espaço de debate e troca de experiências onde se irão versar os constrangimentos do sectores e as perspectivas de futuro.
Temas como a Regulação,  Legislação, Sustentabilidade do serviço e a Inserção nas comunidades irão merecer um amplo debate durante os três dias do evento organizado pela APDA - Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas. 

Mário Santiago está a dar uma lição de honestidade, competência e civismo

Quando o ataque é cerrado surgem as mais variadas opiniões

Quando falta os argumentos, e quando o ataque é cerrado, logo de seguida surgem opiniões vindas do boato deitado pelos lesados (Celestino Brasileiro e João Osório) afim de gerar a confusão!
Sim… Sim!!! a Paula Matias  era excelente para substituir o Mário Santiago, percebi isso logo quando a vi a substituir o Presidente da Assembleia Municipal na Alpiagra!!! Fica bem na fotografia, vai ao cabeleireiro, e como diz o comentarista dá-se bem com todos!...

Paula Matias
Ora aqui está uma excelente Presidente da AM.

Pois, mas quem disse que tudo isso é sinonimo de competência e capacidade?
Se queriam a Paula Matias como presidente da AM, porque na a colocaram logo na frente da lista?!!
Assim sabiam se todos a achavam com capacidades para o lugar!!!
O Mário Santiago esta a dar uma lição de honestidade, competência, civismo, lealdade com os princípios e tem atitudes que  muitos Comunistas não tem.

Rendas das casas antigas sobem até 4,79%

As rendas das casas antigas vão aumentar até 4,79 por cento no próximo ano, define uma portaria publicada esta terça-feira em Diário da República.
Uma portaria publicada esta terça-feira em Diário da República define que as rendas das casas antigas devem aumentar até 4,79 por cento em 2012.
A medida visa promover uma actualização no mercado de arrendamento.

COMO ERA ALPIARÇA EM 1928 (em filme)

“ Jornal Alpiarcense” oferece aos seus leitores um documentário de curta duração (36,07) feito em 1928 pelo realizador Abel Pratas.
No documentário podemos ver como eram as ruas de Alpiarça; como as pessoas circulavam; as “juntas de bois” nas vindimas; as mulheres a lavarem na Vala; as casas seguras por estacas por causa das inundações; a presença de um lobo na “charneca”; os pastores; o pastar do gado bravo; os poucos automóveis, a entrega da bandeira; a indústria das passas; a beleza e pobreza dos pescadores do Patacão, etc.
Neste filme também podemos ver como era Alpiarça no inicio do século passado e como é hoje.
Muita coisa mudou, e de que maneira.
Como “memória" o link do mesmo ficará guardado nos arquivos deste jornal para além de ficar disponível (na coluna do lado direito) para que o leitor possa, sempre que quiser, ver as imagens do passado alpiarcense.
Um passado que nos deve orgulhar porque faz parte da história alpiarcense e que um colaborador deste jornal teve a amabilidade de nos enviar.
Para ver o filme basta carregar em:
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=4569&type=Video

Colocar um travão a esta crescente onda de concursos

Que as fotos dos vencedores revertam para os organizadores é norma, e mesmo aí existem nuances variadas, consoante a sensibilidade dos organizadores. Mas TODAS? É este pequeno toque que sugere o que estes concursos realmente escondem. É que qualquer destes concursos tem no máximo três prémios, pelo que não parece lógico que sem distribuição de algo pela participação - e não, não é o certificado de participação impresso numa folha de papel - os restantes autores fiquem sem as suas fotos que simplesmente apresentaram a concurso.
Se alguém dúvida que isto é errado, convido-o a passar uma vista de olhos pelo site Bill of Rights, onde se tenta colocar um travão a esta crescente onda de concursos que, como já escrevi, "comem tudo". Talvez esteja na altura de os amadores portugueses se juntarem e enviarem este endereço de web a todos os organizadores que teimam em apresentar concursos com regras assim.
Propositadamente nem sequer coloco o link da página deste concurso. É que algumas pessoas teimam em meter a cabeça no cepo mesmo quando lhes gritam "cuidado". E eu não quero contribuir para essa desgraça que de alguma forma a fotografia digital tornou ainda mais fácil de abraçar.
http://www.fotodigital-online.com/
De um leitor 
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 Concursos fotográficos: Eles comem tudo!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

AGORA NEM DINHEIRO, NEM OBRAS! Ó ARMINDO QUANDO É QUE VOLTAS?

Será que Alpiarça vai poupar nos assessores?

Agora que um dos elementos do gabinete de apoio ao presidente está de saída para licença de parto e poderá regressar ao seu emprego de origem na banca será que a câmara de Alpiarça vai poupar pelo menos o ordenado desta assessora? É que se costuma dizer que os bons exemplos devem partir de cima. Com tantos cortes as cúpulas deviam dar o exemplo e cortar nas despesas. Que tal pôr os funcionários da câmara a trabalhar em vez de os colocar nas prateleiras para meter boys e girls? Não me venham dizer que o presidente e os vereadores precisam de tanta gente de confiança política. Antigamente  não haviam gabinetes de apoio e o trabalho sempre se fez. Um exemplo: o presidente Armindo Pinhão não tinha gabinete de apoio e o trabalho sempre apareceu feito. A secretária dele era uma dactilógrafa que ganhava o ordenado mínimo nacional e o trabalho aparecia feito. Só que no tempo do Armindo faziam-se obras sem dinheiro. AGORA NEM DINHEIRO, NEM OBRAS! Ó ARMINDO QUANDO É QUE VOLTAS?

Executivo quer acabar com feriados de 5 de Outubro e 1 de Dezembro

O Executivo vai propor aos parceiros sociais acabar com os feriados civis dos dias 5 de Outubro e 1 de Dezembro, noticia a Rádio Renascença.
Uma notícia avançada pela Rádio Renascença refere que o Governo de Pedro Passos Coelho tenciona acabar com os feriados civis de 5 de Outubro, Dia da Implantação da República, e 1 de Dezembro, dia da Restauração da Independência.

José Relvas o “Beethoven” e os maçónicos alpiarcenses

A maçonaria portuguesa tem estado sempre muito próxima do poder político e económico.

Da “mais diabólica seita” queixava-se o Governador da Ilha da Madeira ao Marquês de Pombal em 1770. Uma “seita” que sempre esteve, está e estará no cimo da pirâmide. Isto é: no “cimo do poder".
A Maçonaria sempre teve uma enorme apetência para recrutar para o seu seio figuras com cargos de relevo na via pública. Foi assim que aconteceu com José Relvas (foto), cujo nome simbólico na “Loja Fiat Lux” era o “Beethoven”.
“Após a proclamação da República, foi anunciado o primeiro governo provisório. Num total de oito governantes, cinco eram maçons e outro (José Relvas) viria a aderir logo a seguir. Mas um revés mostrou que o lóbi podia falhar. Antes da eleição do primeiro Presidente da República pelo parlamento, a “Loja Fiat Lux” apelou a todos os irmãos para que ajudassem a eleger o grão-mestre.”

Um dos objectivos dos maçónicos é interferir no poder, nomeadamente do político e económico. Apesar da oposição, alguns maçónicos continuam sempre activos. Localmente alguns “irmãos” continuam a controlar os movimentos e as decisões que por estas bandas da margem do Tejo são tomadas.

No “final da Linha” a maçonaria está implantada. Os “irmãos alpiarcenses” não estão só interessados nos ideais maçónicos de “justiça e liberdade” mas também em negociar uma eventual mudança política em Alpiarça. Nada acontece por acaso na irmandade. Não é por acaso que muitas reuniões estão a ser levadas a efeito e onde a influência do exterior começa-se a notar fortemente.

Curiosamente alguns irmãos com ideias comunistas não permitem a divulgação da sua influência como a sua participação. Nisto de “dar a cara” são mais abertos os socialistas que não tem receio de ver os seus nomes no conhecimento público. Mas “são frequentes de que as declarações não se misturam com a politica” porque a “maçonaria deve ignorar os partidos políticos ou passar-lhes ao lado”. As decisões que tomam, através dos seus membros e pelas formas que julgam adequadas” podem influenciar certos “órgãos”.
Ainda recentemente o “GOL” e a sua “Loja Estandarte” reuniu localmente com uma “irmandade” que provavelmente decidiu as linhas do futuro que”devem ser levadas em conta” de forma a que “as mudanças politicas se transformem no necessário” .
Resta-nos aguardar quais “movimentos ou decisões” que foram tomadas. Mas que algo vai acontecer ou mudar, disso não temos dúvidas algumas. Toda a confusão que tem andado por estas bandas não surge por mero acaso.
http://www.facebook.com/antoniocenteio
Fonte parcial da consulta: ‘O Sábado”

Acção nacional do PCP

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A Organização Concelhia de Santarém do Partido Comunista Português, no quadro da acção nacional do PCP “Roubam o Povo, Afundam o País – Rejeitar o Pacto de Agressão” vai na próxima terça-feira, 22 de Novembro a partir das 7,30 horas contactar trabalhadores nos locais de trabalho em Santarém, contando com a participação de António Filipe, Deputado do PCP e Vice-Presidente da Assembleia da República.

Futuras reformas serão de apenas 60% do salário

As reformas de muitos portugueses passarão a ser 60 por cento do seu salário num futuro próximo, refere um estudo sobre poupança divulgado hoje pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS).
Fernando Alexandre, um dos responsáveis do estudo, disse hoje em Lisboa, na conferência da APS, que «algumas pessoas vão passar a ganhar pouco mais de metade do seu ordenado quando se reformarem e os portugueses ainda não se aperceberam disso».
O professor catedrático da Universidade do Minho alertava para o facto de, depois da reforma de 2007 da Segurança Social, promovida pelo então ministro Vieira da Silva, uma franja dos futuros reformados portugueses, que anda actualmente nos 30 a 40 anos de idade, verá o seu rendimento baixar para 60 por cento.
Fernando Alexandre adiantou que muito «provavelmente» dentro de um a dois anos os portugueses «vão perceber o que lhes está a acontecer» e vão começar a poupar e a «exigir um sistema de capitalização» para as suas reformas.
«O fim o Estado social é uma inevitabilidade», disse o professor catedrático.
O estudo sobre poupança indica também que 20 por cento das famílias portuguesas com maior rendimento representam 90 por cento da poupança em Portugal.
Fernando Alexandre refere que «existe um grupo enorme de famílias em Portugal que não poupa» e acrescenta que isso acontece nos indivíduos «com formação superior e na casa dos 30 anos de idade».
«Lusa/SOL»

A nacionalização dos bancos

Tenho idade suficiente para me lembrar do PREC e devo dizer que todos os dias me parece assistir ao regresso de Vasco Gonçalves. Decretam-se dias de trabalho para a Nação, inventam-se classes privilegiadas como pretensas inimigas do povo, confiscam-se os seus rendimentos, e agora se começa a falar em nacionalizar os bancos.  E dizem alguns que este Governo é liberal. Infelizmente não consigo encontrar nenhum laivo de liberalismo nas medidas que estão a ser decretadas, parecendo-me antes de puro socialismo. Só os países socialistas é que tinham taxas de IRS tão elevadas, praticavam impunemente o confisco, e se dedicavam à nacionalização de empresas privadas. No caso presente da nacionalização dos bancos, vai-se fazer os contribuintes assumir o risco de negócios alheios, de cujo fracasso não têm nenhuma responsabilidade. Não vejo qualquer justificação racional para que um banco, como qualquer outra empresa, não deva falir quando os seus administradores tomam decisões de investimento erradas. Desbaratar o dinheiro dos contribuintes numa nacionalização de prejuízos é absolutamente inaceitável. Se os lucros eram privados, os prejuízos também o devem ser.

«Delito de Opinião»

Concursos fotográficos: Eles comem tudo!

Esta forma de apropriação de fotografias para criação de bases de dados municipais e outras que tais está na moda, alimentada por organizadores de eventos deste tipo que não parecem ter escrúpulos - por favor, se o barrete lhe serve enfie-o mas não me venha aborrecer com ameaças - que não ouvem a voz da razão e que preferem esquecer tudo, desde que no fim da tarefa recebam o chequezinho com os euros prometidos. É este o mundo que estamos a criar, infelizmente.
Portanto, fica aqui o aviso. Leia bem o regulamento de qualquer concurso - e eu sublinho o QUALQUER - antes de participar. E lembre-se de que ao prover de forma graciosa os arquivos de qualquer instituição com fotografias suas está a tirar o pão a alguém que vive profissionalmente da fotografia e que devia ser contratado para preencher esse arquivo. Que isso seja feito de forma ostensiva à conta dos amadores deixa-me a pensar que tipo de autarcas nos governam: xerifes de Nottingham? Cuidado, os seus esbirros andam por aí caçando fotógrafos incautos. E com o Verão a chegar o tempo dos concursos está em alta. é necessário começar a organizar as brochuras turísticas do próximo ano.

domingo, 20 de novembro de 2011

Seminário de Museologia na Universidade Lusíada de Lisboa

Seminário de Museologia na Universidade Lusíada de Lisboa - 22.Novembro.2011 - 14h30 - Auditório 1 - Universidade Lusíada de Lisboa.
«CMA»