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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Prestação da casa pode ficar 10% mais cara este ano

As prestações dos empréstimos à habitação vão subir este ano. E de acordo com as taxas de juro negociadas nos mercados o aumento dos encargos pode superar os 10% até ao final de 2011.
As famílias portuguesas vão deparar-se com várias adversidades este ano. Além da subida de impostos e do aumento dos preços dos combustíveis, os consumidores terão de se preparar para aumentos nas prestações com o crédito à habitação. A subida dos juros poderá ditar um aumento de mais de 10% nas prestações até ao final deste ano.
«J.N.»

Câmara participa no aumento de capital da empresa inter-municipal LT

A Câmara de Alpiarça participou no aumento de capital de 190 para 460 mil euros na empresa inter-municipal LT- Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Lezíria do Tejo.
Esta SRU, criada pela CIMLT em 2009 é um projecto pioneiro no país, uma vez que dela fazem parte os municípios de Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior e Santarém.
Entre outras inovações destaca-se: o licenciamento e autorizações de operações urbanísticas, bem como a expropriação de imóveis destinados à reabilitação urbana, competências por norma existentes nos gabinetes técnicos de cada autarquia e cujas decisões finais são da competência das assembleias municipais.
Com a existência da SRU criada em 2009 e já a necessitar de um aumento de capital, temos assim mais uma empresa intermunicipal a viver do dinheiro público que virá sobrecarregar os cofres das autarquias de dela fazem parte quando na prática muitos dos serviços prestados pela LT-SRU são realizados nas respectivas autarquias pelos seus vários que compões os gabinetes técnicos e de apoio.
A impressão que se fica desta empresa, porque não são bem claro os fins e a forma como vai trabalhar, é a de sobrepor-se na prática ao que compete às autarquias, salvo se, os funcionários destas passarem a fazer parte do quadro de empresa por razões economicistas.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vice-presidentes demarcam-se de Rosa do Céu, Presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo

Seis vice-presidentes da TLVT -- Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo demarcaram-se da "apresentação pública" do Plano de Marketing Estratégico, prevista para amanhã em Lisboa, alegando que o documento ainda não foi aprovado pela direcção.

Os seis vice-presidentes dizem desconhecer o teor do referido Plano de Marketing Estratégico, que deveria ser apresentado, quinta-feira, na BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa), e garantem que se trata de um documento que não vincula a TLVT porque ainda não foi aprovado em reunião de direcção.

Joaqui Luís Rosa do Céu, Presidente
da Entidade de TGurismo de Lisboa e
Vale do Tejo
O presidente da TLVT, Joaquim Rosa do Céu, diz-se surpreendido com a tomada de posição dos seus vice-presidentes e garante que não se trata de uma apresentação pública, mas da última de diversas reuniões públicas para finalização do plano, que, posteriormente, terá de ser aprovado pela direcção.
«Lusa»

Sónia Sanfona entrega equipamento para a “Pesca Ilegal"


A Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Álvaro Pássaro, entregou uma embarcação para fiscalização da pesca ilegal, essencialmente do meixão, ao SEPNA – Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR, numa cerimónia que decorreu no dia 23 de Fevereiro de 2011, na Câmara Municipal de Almeirim.
A Governadora Civil acompanhou a entrega do equipamento.
Esta embarcação, que irá actuar no rio Tejo, nos concelhos de Almeirim, Cartaxo e Salvaterra de Magos, e no Rio Sorraia, em Coruche, vai reforçar o combate à utilização de todas as artes de pesca ilegais e contribuir para a preservação da biodiversidade permitindo a recuperação dos ecossistemas.
O SEPNA é um parceiro do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território nas actividades de fiscalização de recursos hídricos e na informação aos cidadãos, bem como na operação nacional que está a decorrer no âmbito do transporte e deposição ilegal de resíduos.
A cedência desta embarcação e viatura todo o terreno, representam um investimento superior a cem mil euros, e insere-se na colaboração entre o SEPNA e a Administração de Região Hidrográfica do Tejo, entidade tutelada pelo Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, responsável pela protecção e valorização das componentes ambientais da água, promoção e gestão sustentável dos recursos hídricos no rio Tejo.
«Ministério do Ambiente/ GCS»

Alpiarça de Olho no Ambiente

Carregue em cima para ampliar
«CMA»

Executivo Municipal visita obras em Alpiarça


O Executivo Municipal acompanhado de técnicos da Câmara Municipal e responsáveis da empreitada, visitou no dia 22 e Fevereiro as obras do Centro Escolar de Alpiarça.
A par das obras de conclusão da primeira fase (até finais de Maio), irão decorrer os trabalhos da segunda fase deste importante investimento, com o arranjo dos espaços exteriores neste polo educativo.
«CMA»

Agricultores de Alpiarça e Almeirim visitam campos de Vila Franca de Xira

Uma delegação de agricultores dos concelhos de Alpiarça e Almeirim visitaram no dia 18 de Fevereiro as infraestruturas do Aproveitamento Hidroagrícola da Lezíria Grande, cuja responsabilidade pela manutenção e conservação cabe à Associação de Beneficiários da Lezíria Grande de Vila Franca de Xira.
Acompanharam esta visita os representantes das Câmaras Municipais de Alpiarça e Almeirim. Esta deslocação de agricultores aos campos de Vila Franca de Xira teve por finalidade inteirarem-se do funcionamento do sistema do Aproveitamento Hidroagrícola, para a possível implantação de um semelhante nos campos de Alpiarça e Almeirim.
As Câmaras Municipais de Alpiarça e Almeirim estão a dinamizar a constituição de uma Associação de Regantes dos campos de Alpiarça e Almeirim.
«CMA»


Planos distritais de defesa contra incêndios devem ajudar a diminuir ignições, diz presidente da AFN

O presidente da Autoridade Florestal Nacional (AFN) disse ontem, em Santarém, esperar que os planos distritais para defesa da floresta contra incêndios possam ajudar a diminuir o número de ignições, que atinge as 22.000 por ano.
Amândio Torres presidiu hoje à abertura do Fórum Planos Distritais Defesa da Floresta Contra Incêndios, organizado pelo Governo Civil de Santarém e que visa a confrontação de experiências e permitir o levantamento de questões que, segundo a governadora civil Sónia Sanfona, possam ajudar a responder “às vicissitudes” que se colocam à floresta portuguesa.
Para o presidente da AFN, o número de ignições (incêndios deflagrados), apesar dos esforços feitos nesta área, “é revelador de que algo está mal”.
Sónia Sanfona disse à agência Lusa acreditar que, concluída que está a aprovação dos planos distritais, cuja elaboração se iniciou em 2009, será possível conseguir diminuir quer o número de ignições quer a área ardida em Portugal.
Frisando que, neste momento, o país está coberto por planos municipais e por planos distritais, colocados sob o “chapéu” do plano nacional, a governadora civil de Santarém afirmou que fazia todo o sentido proporcionar uma reflexão que envolva as várias entidades.
Na sua intervenção, Amândio Torres apelou a que o dinheiro disponível para o sector florestal no Programa de Desenvolvimento Rural (Proder), 750 milhões de euros, seja investido na melhoria da gestão (com implicações na protecção) e na expansão da área produtiva.
Sublinhando que o sector florestal é exportador, sendo a importação residual, o presidente da AFN voltou a defender alterações às medidas florestais do Proder, de forma a que o país possa tirar proveito das verbas disponíveis para melhorar a gestão e expandir a área de produção.
Em particular, referiu o facto de o país dispor de 2 milhões de hectares abandonados “e que têm que ser aproveitados”.
O presidente da AFN disse à Lusa esperar que a avaliação intercalar do Proder possa “abrir uma janela de oportunidades”, nomeadamente criando um plano de gestão florestal mais simplificado para efeitos de investimento, diminuição da área mínima passível de investimento e simplificação dos procedimentos burocráticos.
Amândio Torres referiu que a portaria publicada depois do conjunto de propostas apresentado há um ano pela AFN trouxe já algumas melhorias, mas, disse, é possível ir mais longe.
No seu entender, é preciso não esquecer que a maioria da propriedade é privada e que é na estrutura minifundiária que se obtêm produtividades maiores.
No fórum que decorre em Santarém ao longo de todo o dia, estão a ser apresentados os planos distritais de defesa da floresta contra incêndios de Castelo Branco, Faro e Santarém.
Durante a tarde serão abordados temas como o papel dos governos civis, da GNR e da Autoridades Nacional de Protecção Civil, a proposta de Sistema de Informação Geográfica do Ministério da Administração Interna, estando ainda prevista a assinatura de protocolos entre o Instituto de Financiamento à Agricultura e Pescas (IFAP), AFN e governos civis.
«Público»

TRABALHO - Casos de assédio moral são dificilmente detectáveis

Porf: Vanda Luciano - Arqueóloga
Os casos são dificilmente detectáveis devido à dificuldade em distingui-los de situações de conflito laboral, concluiu um estudo que recomenda uma maior especificação de um problema com tendência a aumentar.
È sem dúvida uma questão que tem vindo a atormentar muita gente, os contratos precários, o desemprego que leva a aceitar uma qualquer oferta de emprego, para fugir das estatísticas. Enfim, é como uma “bola de neve”. Até já com o grupo musical “Deolinda”, se brinca com a situação, em que para ser licenciado é preciso ser escravo. Não é mentira, as relações laborais são cada vez mais precárias, ligadas por um ténue comprometimento, em que temos de nos calar para não sermos despedidos e aguentamos humilhações, somos vexados e ainda assim temos que nos manter calados. Isto porque quem tem dinheiro recorre a advogado, a justiça mostra-se, muitas das vezes corrompida, quem paga tem acesso, quem não tem dinheiro sofre…
Nota-se uma certa preferência pelos licenciados, na medida do seu desespero, pagando pouco, mas tendo trabalho qualificado. Quando começamos a ver que a crise nos afecta, afectamos os recursos humanos, vexando e humilhando para que as pessoas se despeçam e não se tenha que pagar qualquer indemnização. Os truques podem ser muitos, desde pedir tarefas fora das funções, do género um administrativo a pôr papel na casa-de-banho, a regar plantas, a apanhar papeis do chão, a ser interpelado de formas menos lisonjeiras nas suas pausas. Enfim, há uma parafernália de métodos para enlouquecer qualquer um.
A questão não se fica por aqui, agora o cerne da questão é conseguir-se provar que estão a fazê-lo de forma indiscriminada com o intuito da pessoa se passar e demitir-se.
Onde estão os nossos governantes, onde está a protecção dos trabalhadores, onde está a justiça?
«Fonta da noticia: Lusa»





Transporte de doentes não urgentes em ambulância

A Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal, reunida em Assembleia Geral, realizada no passado dia 18 de Fevereiro, em Alcácer do Sal, analisou o ponto de situação do transporte de doentes não urgentes em ambulâncias das Associações Humanitárias de Bombeiros, tendo deliberado apelar à Comunicação Social local e regional para que colabore na divulgação das recentes alterações decretadas pelo Ministério da Saúde junto das populações.

Assim, a Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal informa que:

1. Em 29 de Dezembro de 2010, foi publicado no Diário da República, o Despacho n.º 19264/2010, assinado pelo Secretário de Estado da Saúde, o qual entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2011, garantindo o pagamento do transporte de doentes não urgentes apenas «aos utentes nas situações que preencham simultaneamente os seguintes requisitos:

1. Em caso de clinicamente se justificar;

2. Em caso de insuficiência económica.»

Quanto à justificação clínica, o Despacho não trouxe novidades, porquanto sempre assim foi. Quanto à aferição e demonstração da insuficiência económica, o mesmo Despacho nada esclarece. Aliás, sem ter em conta a distância a percorrer pelo doente até à unidade de saúde para efeitos de consulta, exame médico, tratamento, etc., bem como a frequência das deslocações, não é possível estabelecer tal aferição de forma justa, ponderada e equitativa.

1. Desde o início de Janeiro de 2011 que vários Centros de Saúde e Hospitais do Distrito de Setúbal, alegando a publicação do referido Despacho, vêm adoptando procedimentos totalmente diferenciados e muitas vezes desumanos, suportados numa lógica de ordem meramente financeira em detrimento de uma lógica social e humanista a que os doentes, pela sua condição de particular fragilidade, devem ter direito. Quando os doentes solicitam uma credencial para o transporte e esta é recusada, os Centros de Saúde e os Hospitais ilibam-se de responsabilidades e passam o odioso da questão para os bombeiros.

1. Constata-se um pouco por todo o Distrito uma onda crescente de revolta das populações, pelo facto de, da noite para o dia se terem visto privadas do transporte em ambulância que até há pouco tempo tinham direito, insurgindo-se contra os seus bombeiros quando estes alegam não poder assegurar os serviços de forma gratuita. Em muitos casos e por solidariedade com a população, os Corpos de Bombeiros têm continuado a assegurar os transportes de doentes não urgentes, sabendo que jamais irão receber o valor dos mesmos, numa situação insustentável por muito mais tempo, porque ruinosa para a já depauperada condição financeira de muitas Associações Humanitárias de Bombeiros.

1. Durante os últimos anos, correspondendo às solicitações do Serviço Nacional de Saúde, as Associações Humanitárias de Bombeiros foram munindo os seus Corpos de Bombeiros com ambulâncias e contratando colaboradores para garantir a prestação do serviço de transporte de doentes com crescente prontidão, eficiência, qualidade, dignidade e humanismo. Uma vez atingido este patamar, assiste-se agora à criação de condições que levam à redução do Estado social e à insustentabilidade financeira das Associações Humanitárias de Bombeiros, com implicações indirectas mas muito preocupantes em matéria de protecção e socorro às populações.

Estando agendado um Congresso Extraordinário da Liga dos Bombeiros Portugueses para o próximo dia 26 de Fevereiro, precisamente para analisar e decidir sobre a questão do transporte de doentes em ambulância, a Assembleia Geral da Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal deliberou não tomar por ora quaisquer outras medidas senão a divulgação da presente Nota de Imprensa, reservando outras tomadas de posição para depois do Congresso e caso o Ministério da Saúde não atenda aos apelos das populações e dos seus bombeiros.

Face ao exposto, a Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal apela ao apoio e à compreensão das populações para com os seus bombeiros

Setúbal, 21 de Fevereiro de 2011


 

Mário Santiago não tem valor para o lugar que ocupa e a CDU deveria ponderar seriamente se não o deveria aconselhar a suspender as suas funções

Os Senhores que escreveram estes comentários devem andar com os seus valores algo trocados. Quando alguém tem muita gente a não gostar de si é porque algo de errado se passa e isto é válido para todas as pessoas e ainda mais para todos os políticos (sem excepção de ideologia ou cor partidária).
Se o Senhor Presidente da Assembleia merece tantas críticas é porque o seu comportamento não é o mais adequado ao lugar que ocupa e muito menos é sinónimo de verticalidade. É, antes de mais, sinónimo de falta de humildade, de muita arrogância e de quem não "tomou chá" quando era pequeno.
Ser director financeiro de uma qualquer empresa não é lá grande coisa quando não se sabe estar com sentido de dever face ao lugar que se ocupa.
Muitos há que ocupam ou ocuparam lugares de muito maior relevância e responsabilidade e não se vangloriam desse facto.
Não é vertical, nem bem formado, quem interrompe uma Assembleia quando algo não lhe está a correr bem, ou para dar um "puxão de orelhas" com ameaças expressas aos membros da oposição; não é bem formado quem diz alto e bom som, numa assembleia eleita pelo povo, que "quem manda aqui sou eu"; não é bem formado quem obriga eleitos a permanecerem 7 ou 8 horas consecutivas numa reunião com apenas uma pequena garrafa de água, em situação altamente incómoda (que já foi alvo de queixas), após um dia de trabalho e antes de outro que se inicia dali a três ou quatro horas; não é vertical nem bem formado, quem não aceita justificações justas e correctas e procede de forma auto-discricionária perante os seus semelhantes.
Infelizmente, a CDU não escolheu bem. Efectivamente, o Senhor em questão não tem valor para o lugar que ocupa e a CDU deveria ponderar seriamente se não o deveria aconselhar a suspender as suas funções, sob pena de ainda serem mais penalizados do que já estão a ser.
De um leitor
Saiba mais em: Porque será que há tanta gente se sente incomodada...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

FACTURA DA ÁGUAS DO RIBATEJO É A MAIS ECONÓMICA DA REGIÃO

A factura paga pelos clientes da ÁGUAS DO RIBATEJO é claramente a mais económica da região.
A imprensa regional publica um artigo com o levantamento dos tarifários praticados nos municípios de Alenquer, Azambuja, Cartaxo, Salvaterra de Magos e Benavente e conclui que os concelhos de Benavente e Salvaterra, ambos integrados no sistema intermunicipal da ÁGUAS DO RIBATEJO, são os que apresentam um tarifário mais económico.
O tarifário mais reduzido é idêntico nos municípios de Almeirim, Alpiarça, Chamusca e Coruche que integram também a ÁGUAS DO RIBATEJO.
Os nossos clientes com consumos até 5m3 pagam em média 5,85 Euros, menos 33,60 % que o valor praticado no segundo sistema mais barato que é de 7,82 Euros. O sistema mais caro do quadro publicado em baixo tem um valor de 13,45 Euros, cerca de 130 % a mais que o valor do tarifário da ÁGUAS DO RIBATEJO. Os tarifários são públicos e estão disponíveis nos respectivos sítios na Internet.
Quem consome 15 m3, paga 15,18 Euros na ÁGUAS DO RIBATEJO, mas com o mesmo consumo paga mais nos restantes concelhos analisados e paga mais do dobro num dos sistemas da região.
Tanto na componente de abastecimento de água, como na área do saneamento, o tarifário praticado pela ÁGUAS DO RIBATEJO é o mais amigo do cliente. A empresa tem como únicos accionistas os seis municípios que a integram. As preocupações de gestão apontam para um sistema sustentável em que as receitas da facturação são aplicadas nos custos de manutenção e exploração dos sistema e no investimento.
Neste momento está garantido o financiamento comunitário para 131 milhões de Euros a investir na área do abastecimento de água e saneamento. Apesar do financiamento da União Europeia ser fundamental, a empresa tem de recorrer à banca para garantir a parte que lhe cabe em cada candidatura.
A empresa ÁGUAS DO RIBATEJO foi criada para encontrar as melhores soluções técnicas e económicas, seguindo a lógica de que “juntos conseguiremos fazer mais, gastando menos.”



Porque será que há tanta gente se sente incomodada por causa de Mário Santiago?

Mário Santiago, Presidente da
Assembleia Municipal de Alpiarça
Mário Santiago, Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça, é de profissão: director financeiro.
Por formação própria e pela sua profissão, não tolera certos “exageros” nos cargos que ocupa com saliência para Assembleia Municipal, órgão que exige certos princípios e uma certa rigidez, levando assim com que alguns deputados nem sempre aceitem as suas “decisões” da melhor forma incluindo os próprios eleitos da CDU.
Está na memória de alguns intervenientes as «discussões acesas» havidas entre Mário Santiago e Graciete Brito, ao ponto do presidente ter sido “alcunhado” de «mal-educado».
Normas impostas pelo próprio regulamento da Assembleia Municipal do qual Mário Santiago não abdica e nem permite certas atitudes.
Estes “princípios” e “exageros” contribuem para que seja um «presidente incómodo» não só para com o PS como também até para a própria CDU, coligação esta que o elegeu.
Esta «verticalidade e coerência» começa a incomodar até a própria CDU e alguns militantes ao ponto de já existir um pequeno “grupinho” de pessoas, com saliências para mulheres que consideram Santiago não andar a «comportar-se da melhor forma». O suficiente para começarem a ver o presidente da Assembleia como «uma ameaça» ao ponto de o quererem «deitar abaixo».
O seu “braço” é longo demais e o seu poder de influência ainda maior porque chega longe demais ao ponto de impedir que as “cunhas” não funcionem porquanto para Mário Santiago, acima de tudo e de todos: «deve estar a competência» o que na verdade nem todos aceitam este princípio defendido pelo ”director financeiro".
«Comentário de um leitor»

Mais um alpiarcense a dirigir uma empresa internacional

Francisco Saturnino Cunha, Director
da empresa ETC
É o alpiarcense Francisco Saturnino Cunha que desempenha actualmente o cargo de Director Comercial na  empresa "ETC"
A ETC é uma empresa com exclusividade na certificação da Microsoft® e Adobe®, fundada em 1993, que ao longo dos anos tem contribuído a nível mundial, para a educação tecnológica, estando presente actualmente em toda a América Latina, Espanha e agora… em Portugal.
A ETC Portugal tem como principal objectivo apoiar as instituições académicas e empresas, nos seus desafios diários, através de ferramentas e soluções que permitam a adaptação à tecnologia.
Numa época em que cada vez mais a competitividade é um elemento preponderante para o desenvolvimento, a ETC Portugal perspectiva inúmeros recursos, tais como:
• Formação e orientação profissional;
• Um negócio mais produtivo e sustentável;
• Alunos com uma Certificação reconhecida mundialmente;
• Tornar a sua empresa um Centro de Certificação;
• Tornar a relação professor/aluno mais produtiva e objectiva;
• Disponibilizar ferramentas que contribuam para o estimulo individual e para aprendizagem colaborativa;
• Enriquecimento Curricular, elevando o nível de ensino e estimulando a cultura do conhecimento multidisciplinar.
Em Portugal a ETC disponibiliza 6 produtos no sector educativo e empresarial:
1. MOS - Microsoft® Office Specialist: Certificações ideais para estudantes, entidades empregadoras e utilizadores comuns, que desejem ver reconhecidos mundialmente os seus conhecimentos através da Microsoft®.
2. IC 3 - Internet and Computing Core Certification: Certificação ideal para professores, estudantes, entidades empregadores ou qualquer pessoa que deseje obter reconhecimento internacional em conhecimentos básicos de informática.
3. Adobe Certified Associate: Certificação internacional que garante ferramentas válidas de alto impacto visual e auditivo (Flash, Dreamweaver e Fireworks).
4. MTA: Certificação internacional que valida os conhecimentos e capacidades em 3 áreas fundamentais da tecnologia: desenvolvimento (Software Web e Windows) Base de dados; Tecnologia da informação (Redes, Segurança e Administração de servidores).
5. Cambridge ICT Starters: Introduz aos alunos as aplicações chaves das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), por forma a adquirir um conhecimento pleno e uma compreensão do impacto das tecnologias no nosso quotidiano.
6. Primeiros Passos: Ferramentas pedagógicas ideais para integrar os alunos do ensino pré-escolar no mundo tecnológico de forma gradual. As crianças descobrem, exploram, aprendem e produzem, trabalhando de forma lúdica, com muita interacção, recursos digitais, interactividade e materiais impressos.
ETC Portugal
Francisco Saturnino Cunha
Director Comercial
Tel. (+351) 21 355 34 10Fax. (+351) 21 355 45 59
e-mail: franciscocunha@etcportugal.com
Rua Viriato nº 8, 1º Dtº, 1050 - 235 Lisboa Portugal

Luís Garrotes mais próximo da CDU do que Regina Ferreira

Luís Garrotes
As tomadas de posição que Luís Garrotes, vereador eleito pelo movimento cívico “Alpiarça é a Razão/PS” tem vindo a tomar em defesa dos vários problemas que afectam o nosso concelho, como também da própria CDU, demonstram uma maior proximidade para com a CDU e seus eleitos enquanto Regina Ferreira, também vereadora do PS, é mais aguerrida e critica para com os comunistas porquanto as suas “acusações” nem sempre estão cimentadas em soluções.
Já Luís Garrotes quando questiona, sugerindo ou criticando, apresenta ideias a muitas vezes até sugestões que acabam por ser benéficas para o concelho, nomeadamente na conclusão de processos pendentes como foi o caso do projecto de combate à pobreza. (ler: O “projecto de combate à pobreza” continua sem solução à vista).
Garrotes com esta disponibilização em participar na vida activa do concelho e na disponibilidade de estar ao lado do partido maioritário mostra que o interesse local deve estar acima da ideologia partidária

Caminhar pelos sabores tradicionais

Vamos recomeçar mais um programa de Actividade Física para todos, em parceria com Associações do Concelho.
Este ano com uma novidade!
Criámos um cartão “Conta Kms” que permite registar os Kms que cada participante faz.
No final serão atribuídos prémios aos 5 participantes que tiverem participado em mais actividades.
Pela sua saúde, junte-se a nós!
«CMA»

O “projecto de combate à pobreza” continua sem solução à vista

Luís Garrotes, Vereador do PS

Quando da conclusão e discussão do orçamento de Câmara para 2011, o deputado municipal do PSD, João Brito apresentou alguns “projectos e propostas” para que fossem incluídos no orçamento de forma a proteger e ajudarem os mais desfavorecidos. Questões que acabaram por levar como “rubrica” a informação de “anotado” pela simples razão de que não foi colocado em pratica as diligências do deputado.A semana passada, curiosamente, o Vereador do PS, Luís Garrotes contribuiu com uma proposta deveras importante. Apresentou em reunião de Câmara uma sugestão ao executivo para que este entre em contacto com a secretária de Estado da Reabilitação a fim de tomar conhecimento da situação em que se encontra o “projecto de combate à pobreza” projecto este que continua parado desde que foi «retirado à Fundação José Relvas» para passar para a Arpica-Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça.
Resta saber se a secretária de Estado está disposta a interferir nesta questão porquanto é da competência da Segurança Social e é sabido que a responsável pela “reabilitação” não gosta de intrometer-se em assuntos de outras entidades mesmo que dela possam depender.
Já o demonstrou sobre o “processo de Salvaterra de Magos” em que duas crianças foram retiradas aos pais e a secretária de Estado fez questão de separar-se das competências das entidades envolvidas para não interferir absolutamente em nada.
Esta complicação, a do projecto, sucede depois de várias tentativas de negociação entre a autarquia e Fundação José Relvas para não chegaram a nenhum entendimento.
O problema começa exactamente quando Mário Pereira propôs que fosse a Arpica a assumir o projecto.
A instituição aceitou a proposta da autarquia mas está tudo parado porque a Segurança Social não aceitou a proposta do testemunho da transferência do projecto.
Até à data o executivo da CDU não tem conseguido a viabilidade do projecto por parte da Segurança Social o que de um momento para o outro pode ser arquivado por falta de entendimento e acordo.
Com toda esta “embrulhada” e com o intuito de desatar o “nó” que os comunistas ataram surge a proposta de Luís Garrotes, vereador do PS, a todos os níveis louvável, que pretende resolver ou encontrar uma solução para com o projecto da pobreza.
Não deixa de ser estranho que as iniciativas do “problema da pobreza” seja uma preocupação dos eleitos da oposição quando deveriam ser os últimos a pronunciarem-se sobre a matéria.
Mas que assim seja porque o que interessa é que os problemas sejam resolvidos da melhor forma e que possam vir a ter uma solução que politicamente agrade a todos.

Carnaval em Alpiarça promete

Como vem sendo hábito, também este ano a Câmara Municipal organiza o Corso Carnavalesco que se realizará no próximo dia 8 de Março, pelas 15 horas.
Em 2010 o corso contou com a presença de 19 carros alegóricos. Dado o êxito então registado, este ano espera-se que o número de participantes aumente.
Que cada um seja um “grande folião” e que na Terça-Feira de Carnaval saia de casa e assista ou participe no Corso Carnavalesco.
A concentração será no Parque de Estacionamento do Jardim Municipal para depois o desfile seguir pela Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes, Rotunda Alfredo Duarte Lagos, Avenida da Casa do Povo, Rua Maestro Virgílio Wenceslau e Rua dos Lusíadas

Novas medidas para promover a reabilitação urbana na agenda da concertação social

Utilizar a reabilitação urbana para fomentar a competitividade e o crescimento económico é a proposta que o Governo hoje vai levar a mais uma reunião da concertação social.
A expectativa dos parceiros é a de que o ministro da Economia, Vieira da Silva, apresente propostas concretas para dinamizar um mercado que interessa "não apenas ao sector da construção", como defende o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, Vieira Lopes. O sector é transversal a toda a sociedade e à economia, e pode trazer importantes retornos, como tentou demonstrar a Confederação da Indústria Portuguesa, no recente estudo Fazer acontecer a regeneração urbana.
Ambos deverão hoje ouvir da boca do ministro alguns detalhes sobre como e quando o Governo pretende colocar no terreno as medidas inseridas na Iniciativa para a Competitividade e Crescimento - que passam pela dinamização da reabilitação urbana. O executivo comprometeu-se a apresentar, até ao final do primeiro trimestre, uma proposta de lei para alterar a actual situação dos despejos, e uma iniciativa legislativa que permita simplificar os procedimentos relacionados com a reabilitação urbana (determinação do coeficiente de conservação dos imóveis ou a aprovação de operações de reabilitação).
Estas duas áreas estão a ser trabalhadas pelos secretários de Estado da presidência do Conselho de Ministros, João Tiago Silveira, e pela secretária de Estado do Ordenamento, Fernanda do Carmo. As questões de financiamento, do acesso aos fundos comunitários e das iniciativas fiscais estão a ser trabalhadas, respectivamente, pelo secretário de Estado adjunto da Indústria e do Desenvolvimento, Fernando Medina, e pelo secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos.
Uma das ideias é dinamizar a criação de áreas de reabilitação urbana e apoiar o lançamento dessas operações. Uma medida que está prevista há mais de um ano, com a publicação do regime jurídico de reabilitação urbana, mas que, segundo Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), já deu provas de ser um "rotundo fracasso". "Em 14 meses, não houve um único município a lançar uma operação de reabilitação urbana", recorda, lamentando, de imediato, o facto de estes problemas estarem a ser discutidos na ausência dos representantes do sector - os proprietários e os inquilinos não estão na concertação social, recorda. A Confederação da Construção também não está representada, mas o seu presidente, Manuel Reis Campos, tem muitas expectativas que se comece a avançar no terreno. Também o financiamento de operações de reabilitação e a atribuição de incentivos fiscais foram anunciadas como matérias a intervir.
Estas alterações legislativas terão sempre de passar por viabilização parlamentar, e o PSD está a trabalhar em dois dossiers relacionados com a lei do arrendamento. Primeiro, está a preparar, "para breve, uma proposta integrada que inclui o arrendamento social, o arrendamento jovem e o subsídio social de arrendamento", disse ao PÚBLICO o deputado Luís Menezes, vice-presidente da bancada social-democrata. Depois, quanto a uma alteração mais profunda à Lei do Arrendamento, está em estudo uma proposta que resultará da reflexão de um grupo de trabalho liderado por Marco António Costa, vice-presidente do PSD.
Entretanto o ambiente adensa-se na concertação social com os sindicatos a exigirem uma participação activa na discussão das medidas relacionadas com a competitividade e a reabilitação. A CGTP já deixou claro que não está disponível para qualquer acordo e ontem João Proença, da UGT, voltou a dizer que "não assinará" um acordo em que apenas o emprego é discutido com os sindicatos
«Publico»

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Práticas fraudulentas com subsídios para combate a incêndios florestais

A Policia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC), concluiu e remeteu ao Ministério Público, com proposta de acusação, um processo onde se investigaram práticas fraudulentas por parte de um Presidente de Associação de Bombeiros Voluntários e de um Comandante Operacional Distrital de Operações de Socorro do Alentejo.
Da investigação foram apurados indícios que, de 2004 a 2008, os arguidos desviaram o dinheiro dos subsídios para pagamento de bombeiros no combate a incêndios florestais, atribuídos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, para fins diferentes do seu destino e, ainda, em proveito dos próprios, cujos valores totais foram superiores a cem mil euros.
No inquérito, iniciado em finais de 2009, foi recolhida centena de documentação e inquiridas dezenas de testemunhas.
De um leitor:
NR. Ao leitor que nos enviou a informação em forma de comentário, os nossos agradecimentos.

Inventor da máquina de semear tomate tem 90 anos e quer agora fazer o 9.º ano

Escola Profissional de
Salvaterra de Magos
João Vieira tem 90 anos, e desde a passada quarta-feira, resolveu propor-se completar o 9.º ano de escolaridade, através do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competência (RVCC), no Centro Novas Oportunidades (CNO) da Escola Profissional de Salvaterra de Magos (EPSM).
É, segundo temos conhecimento, a pessoa mais velha do país a frequentar o Programa Novas Oportunidades.
Natural de Muge, mas a viver desde 1960 em Benavente, João Sabino, como é mais conhecido, tem um currículo invejável. Desde há muitos anos que escreve poesia, o que lhe permitiu publicar quatro livros de poemas e até a sua própria autobiografia, intitulada “A minha história”.
João Sabino foi feitor na Mata do Duque e Director de Serviços Agrícolas no Fomento da Indústria e do Tomate.
No seu currículo de vida, destaca-se a invenção – pelas suas próprias mãos - de uma máquina de semear tomate. O êxito foi de tal ordem que chegou a ser o maior produtor europeu de tomate. Houve um ano em que conseguiu produzir 13 milhões de quilos. O enorme sucesso que teve com esta invenção, rapidamente galgou fronteiras, e acabou por vender a patente desta inédita máquina agrícola a produtores italianos.
Questionado sobre a educação e formação de adultos, João Sabino defende que deverá sempre haver uma simbiose entre o mundo do trabalho e a escola.
João Sabino tirou a antiga 3.º classe quando tinha 34 anos, numa escola que existia na Mata do Duque, em plena Charneca. Hoje, a caminho dos seus 91 anos de idade, prepara-se para completar o ensino básico.
João Sabino está a ser acompanhado no processo pela profissional RVC Bárbara Neves e a ser supervisionado pedagogicamente pela coordenadora Filipa Fonseca.

Projecto de combate à pobreza em Alpiarça continua parado

Luis Garrotes, Vereador
do PS
 O vereador da Câmara de Alpiarça Luís Garrotes (PS) sugeriu durante a última reunião do executivo que a Câmara de Alpiarça contacte a secretária de Estado da Reabilitação, Idália Serrão, para lhe dar conhecimento da “preocupação” do executivo municipal em relação ao projecto de combate à pobreza no concelho que continua parado.
Luís Garrotes recordou que foi a secretária de Estado que assinou o protocolo de entendimento para a realização dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS) e como responsável pela Segurança Social deveria ter conhecimento do assunto.
Recorde-se que depois da autarquia não ter chegado a entendimento com a Fundação José Relvas para coordenar o projecto, foi proposto que a Arpica - Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça coordenasse o projecto. Depois de quatro meses sem dar uma resposta a Segurança Social decidiu, em Dezembro, que a Arpica não reunia todas as condições para coordenar o projecto.
Saiba mais em:
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=43722&idSeccao=479&Action=noticia

4ª MARATONA BTT "ÁGUIAS" (6 Março)

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Água: Facturas pagas fora de prazo vão custar o dobro

O novo Orçamento de Estado para 2011 estipula que os consumidores que não paguem a factura da água dentro do prazo-limite sejam alvo de um processo imediato de execução fiscal, passando a pagar o dobro do que consta da factura.
A notícia é avançada na edição desta segunda-feira do jornal Correio da Manhã, com base num estudo feito pela Câmara Municipal de Lagos, no Algarve.
Com a entrada em vigor da lei do Orçamento do Estado «deixa de haver um período de cobrança voluntária na tesouraria municipal apenas com acréscimo de juros, passando o pagamento, após o prazo, a efectuar-se somente em processo de execução fiscal, o que implica o pagamento adicional de encargos legais [custas processuais]», afirma a autarquia de Lagos.
Ainda de acordo com o exemplo avançado pelo estudo, se o consumidor não pagar uma factura no valor de 7,57 euros dentro do prazo, ficará obrigado a pagar, posteriormente, 18,42 euros.
«DD»

Défice das contas públicas desceu

José Sócrates, confirmou hoje que o défice das contas públicas desceu 58,6 por cento para 281,8 milhões de euros em Janeiro, o que é um "bom começo para a execução orçamental durante todo o ano".
"Nós temos já os números que dizem respeito à execução orçamental de Janeiro e esses números são muito bons. O que é referido na imprensa de hoje é verdade, os números que temos da execução de Janeiro são números que nos dão muita confiança para a execução orçamental", disse o chefe do Executivo, quando questionado pelos jornalistas em Vila Real, depois de subir o Túnel do Marão, e reagindo à manchete do Expresso, que refere que "Défice trava a fundo em Janeiro".
De acordo com o semanário, o défice das contas públicas fixou-se em 281,8 milhões de euros em Janeiro, o que revela uma redução de 58,6 por cento face ao primeiro mês de 2010. "O défice consolidado da Administração Central (Estado mais fundos e serviços autónomos) era de 680 milhões de euros e diminuiu 398,2 milhões", refere o Expresso.
"Isso é a questão mais importante para a economia portuguesa, é assegurar o seu financiamento e que os compromissos internacionais a que nos propusemos de redução do défice orçamental serão cumpridos", vincou o primeiro-ministro, acrescentando que "a execução [orçamental] de Janeiro e a redução muito significativa do défice que hoje é reproduzida na imprensa é uma boa notícia e um bom começo para a execução durante todo o ano
«PS Distrital de Santarém»

Desemprego volta a aumentar

Depois de um abrandamento nos últimos meses de 2010, o número de desempregados aumentou no início deste ano. Já são conhecidas as estatísticas oficiais do desemprego referentes a Janeiro de 2011. Em comparação com os últimos meses de 2010 regista-se um aumento do número de desempregados na maior parte dos concelhos da nossa região.

Os números falam por si.

Desempregados em Dezembro 2010 e Janeiro 2011
Abrantes – 2.038 – 2.148
Alcanena – 494 - 502
Almeirim – 1.111 – 1.177
Alpiarça – 340 - 362
Benavente – 1.533 – 1.595
Cartaxo – 970 – 1.023
Chamusca – 408 - 469
Constância – 158 - 158
Coruche – 1.064 – 1.102
Entroncamento – 701 - 748
Ferreira do Zêzere – 212 - 221
Golegã – 176 - 204
Ourém – 1.424 – 1.511
Rio Maior – 631 - 686
Salvaterra de Magos – 1.678 – 1.730
Santarém – 2.080 – 2.267
Sardoal – 201 - 201
Tomar – 1.679 – 1.719
Torres Novas – 1.224 – 1.260
Vila Nova da Barquinha – 232 - 237
«Fonte: www.iefp.pt/http://www.otemplario.pt/ultimahora/noticia/?id=5601»

Mensagem da Governadora Civil de Santarém

Sónia Sanfona, Governadora
Civil de Santarém
A nível distrital, a elaboração do Plano Distrital permitiu identificar algumas lacunas, mas também potenciou a promoção do trabalho conjunto dos elementos que constituem a Comissão Técnica e que muito activamente colaboraram na elaboração do Plano. No entanto, não gostaria que este trabalho fosse sazonal, com picos de actividade na época de incêndios e completa inactividade no resto do ano. A minha visão é a de um trabalho de prevenção e planeamento, no âmbito do sistema de defesa da floresta, durante todo o ano, sempre dinâmico e activo.
Como tal, este boletim informativo, a ser distribuído por todos os elementos que constituem a Comissão de Defesa da
Floresta, pretende divulgar o trabalho desenvolvido pelas várias entidades envolvidas. Neste primeiro número, ainda não contamos com a participação de outras entidades, mas esse também é o nosso objectivo. Para que este boletim seja visto como fonte e divulgação de informação. Onde cada enti-dade e/ou município poderá participar, enviando-nos noticias das actividades que orga-nizem ou de trabalhos no âmbito da defesa da floresta que pretendam ver divulgadas, como exemplo para outros.
Conto com a colaboração de todos para a protecção de um bem comum: as nossas florestas.
A Governadora
«GI/GCS

Como é que o Governo pode despedir 30 mil docentes?

Por: Ramiro Marques
 Os cálculos dos sindicatos apontam para 30 mil professores contratados sem horário em Setembro de 2011. O número de horários zero dos professores do quadro, em particular de Educação Visual e Tecnológica, andará pelos 7 mil.
 Conheça os instrumentos que o Governo criou para provocar uma hecatombe:
 Projecto de Despacho sobre a Organização do Ano Escolar. Consequências: eliminação de 12 mil horários.
 Portaria 1180/2010. Consequências: define novos procedimentos para criação, alteração e extinção de agrupamentos. Vai conduzir a mais fusões de agrupamentos e redução do número de horários.
 Decreto-Lei 18/2011. Consequências:reduz as matrizes curriculares do 2º e 3º CEB, extingue a Área de Projecto, põe fim à obrigatoriedade de frequência do Estudo Acompanhado e acaba com o par pedagógico na EVT.
Circular conjunta sobre horário nocturno. Consequências: altera os limites para horário nocturno. Reduz horários de professores e pessoal não docente

Alpiarça: «uma terra que está de rastos e de patanas

Ao dar um pequeno passeio pela zona pedonal da Barragem encontrei um amigo de infância e «colega de escola». Vive em França já vai para «algumas dezenas de anos» como já «vai para mais de doze anos» que não vinha à «nossa terra».
Estivemos quase duas horas a conversar. Como não podia deixar de ser perguntei-lhe o que encontrou de diferente em Alpiarça (quem está ausente muitos anos tem outra visão sobre aquilo que vemos todos os dias)
A resposta foi curta e objectiva: o que «sei sobre Alpiarça é aquilo que a família me transmite por telefone e aquilo que leio sobre o que aqui se passa ou acontece» quanto ao resto a «nossa terra está de rastos e de patanas» porque não «anda nem desanda», ou seja: «está uma m….».
Porque o momento era de nostalgia, para ele, olhou-me profundamente nos olhos e com uma pequena lágrima, acrescentou-me: «António, ainda bem que fui para a França quando era um rapaz porque se cá ficasse não teria possibilidades nenhuma de ter a vida que tenho em França e muito menos de dar uma bom futuro aos meus filhos nesta terra que me viu nascer mas que não passa da mesma “pasmaceira” que era quando fugi para a França».
Compreendi o meu amigo João Jacinto e tentei confortá-lo porque senti nele uma tristeza por causa desta «pasmaceira».
Perguntei-lhe ainda, segundo a sua óptica, qual seria a razão para o que pensava Respondeu-me que é «tudo por causa destes «políticos de caserna que não conseguem ver mais longe daquilo que estão habituados a ver» para acabar por me dizer: «não julgues que é só na nossa terra que há esta cambada de “sacanas”. Em França ainda é pior!»
Compreendi o que me queria dizer como entendi que em «França» os «políticos também são uma cambada de “sacanas» a diferença é que a França é a França e nós somos uns bananas governados por meia dúzia de sacanas.
De muitas outras coisas falamos mas o encontro teve que acabar.
Despedimo-nos com um forte abraço para o meu “velho companheiro de escola” me sussurrar ao ouvido: «António, não acredito muito que nos voltemos a encontrar mas quero voltar para debaixo da terra da minha terra porque acima de tudo gosto da nossa terra mesmo não prestando para nada».
Até um dia meu grande amigo!
A.C.

Haverá corajosos capazes de desafiar a actual Direcção do "Águias"

É bom que alguém esclareça concretamente quanto é que o Águias recebe por mês da receita das Piscinas Municipais, receita essa que é paga com algum sacrifício por parte dos utentes para sustentar caprichos de um grupo restrito altamente privilegiado em relação aos outro clubes e associações, como também a muitos carenciados não poderem utilizar a referida piscina devido o seu fraco rendimento mensal.
Depois de um ciclo de dois anos de sucessos em todas as frentes desportivas e associativas, aproximam-se novas eleições para os Corpos Directivos do “C.D.Aguias”, em Assembleia a marcar brevemente.
Haverá corajosos capazes de desafiar a actual Direcção?
Obviamente com toda esta politização e este total apoio da Câmara Municipal, em detrimento de todos os outros ninguém consegue esse desafio.
De um comentarista
Saiba mais em:
Asfixia da CDU ou do PS?

A Câmara pouco ou nada tem feito para apoiar a juventude

O Programa Porta 65 Jovem tem como objectivo regular os incentivos aos jovens arrendatários, estimulando: estilos de vida mais autónomos por parte de jovens sozinhos, em família ou em coabitação jovem; a reabilitação de áreas urbanas degradadas; a dinamização do mercado de arrendamento.
Para além deste incentivos é competência dos executivos municipais propiciarem habitação a custos controlados para os jovens, tendo como base de apoio o conhecido “Programa Porta 65 Jovem” onde até salienta o conhecido “pacote” “Arrendamento Jovem” como complementos de desenvolvimento à politica municipal e apoio ao
arrendamento de habitações para residência, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal aos jovens que se candidatem ao programa.
A autarquia pouco ou nada tem feito para a apoiar a juventude como nem sequer implementa a possibilidades de quaisquer arrendamentos pelas simples razão de não ter capacidade para tal.
Continuamos assim a ver a nossa juventude com  a falta de apoio como a passividade de quem os deveria apoiar como não faz qualquer divulgação de forma a que os jovens possam contactar quem também os pode ajudar, nomeadamente o: Instituto Português da Juventude, I.P.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

JS exige revisão do regulamento de atribuição de bolsas ao ensino superior


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O líder da Juventude Socialista, Pedro Alves, exigiu, domingo, uma revisão do regulamento de atribuição de bolsas no ensino superior que aumente a celeridade na resposta aos pedidos e introduza alterações às regras de cálculo.
"Deve haver mais celeridade na resposta aos pedidos e a revisão das regras de cálculo do rendimento do agregado familiar", afirmou Pedro Alves à Lusa, após a reunião da comissão nacional da JS, o órgão máximo entre congressos, que reuniu em Santarém.
Para os jovens socialistas, apesar das alterações já introduzidas ao regulamento, algumas das suas regras continuam a "sacrificar estudantes mais carenciados", propondo a JS que as despesas com habitação e saúde das famílias "deixem de contar para o rendimento disponível".
A JS quer também que "os agregados familiares com mais de dois ou três filhos no ensino superior sejam um factor de majoração das bolsas".
"Em suma, queremos melhorar a qualidade de um regime, que trouxe muitos aspectos positivos e introduziu maior justiça social", afirmou.
Estes contributos deverão servir a revisão anual do regulamento, que os jovens socialistas consideram que deve ser feita quanto antes, "já durante este ano lectivo".
«JN»
JSD/S

Em alguma coisa, Portugal devia estar em 1º lugar

Em alguma coisa, Portugal devia estar em 1º lugar. Essa coisa é o e-government. Estudo da Comissão Europeia conclui que Portugal está em 1º lugar na sofisticação e disponibilidades nos serviços públicos digitais Os serviços online do ministério das finanças e o cartão único estão entre as boas práticas evidenciadas.

Para alguma coisa terá servido o Plano Tecnológico. Também ajuda o facto de os portugueses agarrarem com prontidão as tecnologias de informação. Estamos também nos primeiros lugares na aquisição de telemóveis. A generalização dos computadores com banda larga nas escolas teve também grandes progressos.
Por: Ramiro Marques

Asfixia da CDU ou do PS?

Obviamente que a frase "Asfixia democrática" chegou durante 12 anos, também é bom de ver que a CDU também não "vai à bola" com os 12 anos de gestão Rosa do Céu.
Também penso que os seus conselhos (do comentarista) devem ser tomados em conta, da tentativa da não dependência das colectividades da câmara municipal.
Nem todos gostam de Triatlo é certo, nem todos gostam de Futebol, também é verdade, e quanto custaram os dois arrelvamentos sintéticos do Estádio Municipal?
Quando custa à câmara a sua iluminação nocturna?
Fazem ideia do consumo dos holofotes?
Sabem porventura quanto custa cada projector que se funde e quantos se fundiram só este mês?
Todos agora criticam o Águias de andarem "pendurados" na câmara.
Mas quando o pai do ex-presidente era presidente do Clube? Fazem ideia de quanto é que a câmara transferia mensalmente para os Águias?
É tão fácil criticar.
É tão fácil dizer às colectividades que procurem apoios.
Mas batem-se sempre às mesmas portas e as pessoas estão "cansadas" de dar e os outros, os dirigentes estão "cansados" de andar sempre a pedir aos mesmos. O povo tem memória curta. Esquecem-se da equipa de ciclismo da LA/PECOL/Águias de Alpiarça?
Quantos milhares enfiou lá a câmara nessa altura?
Mais recentemente criou-se com grande empenho do actual vereador Carlos Jorge uma equipa de ciclismo de Sub-23 fizeram investimentos em bicicletas, carros de apoio, equipamentos etc., com pompa e circunstância anunciaram-se grandes patrocínios da fábrica de leite CELTA, a que produz leite em Alpiarça, no 1.º ano correu tudo brilhantemente, na segunda época a fábrica deixa de cumprir os seus compromissos e retira os apoios, a secção de ciclismo dos águias e o seu treinador ficam com uma carga às costas de milhares de euros em investimentos, tiveram de vender tudo e hoje provavelmente ainda andam a pagar coisas dos seus bolsos.
Quem é que se vai querer atirar para os cornos do toiro quando o país está como está?
No futebol sénior o mesmo, já chegamos à III Divisão Nacional, havia apoios de fora, de certas empresas, no fim da época ficavam sempre dívidas e mais dívidas a enterrar o clube, teve de se parar.
De um comentarista

Carlos Coutinho louvado pelo Vereador da Câmara de Rio Maior

Nuno Malta, vereador do CDS-PP na Câmara Municipal de Rio Maior, convocou uma conferência de imprensa para «congratular mais uma vez a presidente da Câmara por ter apostado numa gestão profissional com elevado nível de exigência, na figura do Dr. Carlos Coutinho, de forma a garantir que a gestão da DESMOR, continue a ser feita com profissionalismo e transparência» de forma a rentabilizar o que foi um dos grandes investimentos por parte da autarquia rio-maiorense
O alpiarcense Carlos Coutinho é o administrador da empresa municipal DESMOR, sediada em Rio Maior

Cadernos de Etnografia e Folclore

Por: Lino Mendes
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Quanto mais lido com grupos de folclore ,menos compreendo a indiferença com que estes são tratados por quem de direito ,numa atitude de lesa-cultura que tem que ser permanentemente denunciada e combatida. E não só pela qualidade e representatividade que os mesmos tenham —e já isso era importante e suficiente —como ainda pela postura que os seus componentes de uma maneira geral têm.
Mas disso não sabem os senhores que na cultura tudo decidem pelo que, e quem sabe, pode ser que nos leiam ,me proponho hoje aqui acompanhar um desses grupos de folclore ,em dia de deslocação a outra região.
Ora venham connosco!
A deslocação é de quatro horas pelo que o almoço é a meio do caminho ---e cada um,se não o levou de casa, paga o seu, .Infelizmente o grupo e como deveria ser, não pode pagá-lo .Claro que um futebolista ,e aqui referimo-nos aos que participam nos distritais ,certamente não o paga ,mas esse come à custa de um orçamento mais gordo e vejam mesmo a nível nacional o que as autarquias dão a uns e dão a outros. O que é esclarecedor.
Mas voltemos ao folclore. Depois do jantar que é norma o grupo anfitrião fornecer ,está o espectáculo, o festival propriamente dito -- e logo a seguir o início do regresso que a casa está longe. Mas o motorista também é humano ,e uma paragem é obrigatória ,normalmente numa “área de serviço” onde outros grupos se vão encontrar (neste dia juntaram-se cinco).E são já quase quatro e meia quando este grupo e neste dia chega a casa.
Mas a história não acaba aqui ,pois há coisas que devem ser conhecidas ,que devem ser divulgadas.
Dois carros nos aguardam já --,são pais de componentes que moram a sete e a dez quilómetros, e foram avisados pelo telemóvel da nossa proximidade .Entretanto ,duas componentes saem apressadas ,pois que pelas sete terão que estar a pé para começarem a trabalhar enquanto um elemento da tocata a essa mesma hora partirá para o hospital onde quatro vezes por semana faz hemodiálise.
E isto é mesmo verdade-- e aqui deixo as minhas homenagens a este homem ,senhor de um querer que nos deslumbra e nos mostra uma permanente alegria e vontade de viver. Aliás, ele e outro companheiro compraram do seu bolso os acordeons com que tocam no Rancho sem nada receber ..Mas isto é outra história que não cabe agora aqui.
No entanto... perante a qualidade e a representatividade destes grupos e uma postura que é preciso ser conhecida, como é possível tanta falta de sensibilidade?
Que esta é a história de um grupo de folclore em dia de deslocação. Mas certamente também, a “história” de muitos outros grupos que ao folclore e à etnografia ,à “cultura tradicional” se dedicam..



sábado, 19 de fevereiro de 2011

Trampolins - CD Águias - Campeonato Distrital

Está a decorrer este fim-de-semana, em Salvaterra de Magos, o campeonato distrital de duplo mini trampolim.
O Clube Desportivo "Os Águias" apresentou-se hoje na competição feminina com 7 atletas. No escalão iniciados, conquistaram o 2º lugar em equipas no mini-trampolim e 3º lugar em equipas, no duplo-mini trampolim, equipa constituída por Inês Lourenço, Joana Raposo, Lara Lopes e Raquel Aguiar.
No escalão infantis, Mafalda Leitão, conquistou o 2º lugar, de mini-trampolim, no troféu AGS.
Destaque ainda no escalão de infantis, para a estreia de duas ateltas nas competições, Marta Matos e Maria Ludovico, a qual conquistou o 5º lugar no duplo-mini trampolim.
Amanhã, apresenta-se na competição masculina com o atleta João Francisco Blindorro.
Por: Inês Aguiar

Tudo continua ingovernável (até Alpiarça). Está igualzinho ao país!

Sem dúvida este artigo de opinião (ler: Que Mário Pereira esclareça os alpiarcenses da sua...) acaba por ser um compilar de comentários, uns com verdades e outros com coisas inventadas como o autor do artigo reconhece.
Não me cabe a mim defender o "Márito" porque eu nem votei CDU, mas relativamente a essa operação desencadeada pela GNR o próprio comando explicou em carta enviada ao JA que as investigações já decorriam há semanas e que não se pode entrar dentro da casa de uma pessoa de qualquer maneira.
Também soube porque leio jornais, que o "Márito", o "Ramalho" e o "Brito" foram recebidos pelo Sr. Ministro da Administração interna para se tentar encontrar uma solução para o Quartel da GNR.
Diga-se em abono da verdade que HÁ ANOS que se encontra disponibilizado um terreno da autarquia junto à escola secundária e que Há ANOS que o Governo se tem recusado a construir um novo quartel para Alpiarça.
Recordo a propósito que o Dr. Joaquim Luís ameaçou inclusive pôr a GNR na rua porquanto as instalações onde funciona o "Posto da Guarda", são propriedade da câmara e o ministério não paga renda, nem água, nem luz e até se serve das instalações das traseiras para garagem privativa dos seus guardas.
Também é a câmara que suporta os consumíveis da GNR no que toca a higiene e limpeza do "Posto" e até a graxa para os sapatos (parece mentira não é?).
Quanto à inépcia do Gabinete de Apoio ao Presidente ser o pior desde o 25 de Abril, é uma escandalosa mentira.
Só a partir de Rosa do Céu houve "Gabinetes de Apoio" para presidente e vereadores. Armindo Pinhão e Raúl Figueiredo faziam o apoio com a "Prata da Casa".
Bem sabemos que eram outros tempos.
Mas a "moda" dos GAP's e dos "Assessores" e das "Empresas Municipais" veio para ficar. Basta olharmos para outros concelhos como Santarém e Rio Maior (PSD) onde os "boys" e "girls" são às dezenas, só não sei é onde vão buscar tanto dinheiro.
Sobre os esclarecimentos das actividades desenvolvidas pela câmara, bem como das dívidas herdadas e de todas outras "armadilhas" que provavelmente ainda hoje teimam em estar dentro da câmara, concordo com o JA, em vez de papéis espalhados pela CDU a câmara devia fazer ela própria uma nota informativa à população e reforça-la com "esclarecimentos" em locais públicos a designar. Se a população não comparecer o problema é dela, mas não são só "os apoiantes e activistas da CDU" que têm o direito de ser esclarecidos na "casa da esquina", e não só na assembleia municipal, porque a casa onde fazem as assembleias é muito pequena, as sessões duram até às quinhentas e empurram as culpas uns para os outros e ninguém sai esclarecido.
Quem deixou a câmara empenhada diz que os que vieram a seguir têm a obrigação de pagar e que não fazem nada, quem herdou a câmara endividada não consegue fazer nada porque não tem dinheiro para mandar cantar um cego.
Acho que vamos cair num impasse e a câmara se quiser poupar vai mesmo ter de fechar serviços.
As medidas drásticas a que a oposição se refere passam por isso, por fechar o que dá prejuízo, mas se "o Márito" por exemplo reduzisse o numero de Bombeiros ou o numero de funcionários das piscinas ou que abrisse as piscinas 1 ou 2 dias por semana caíam em cima do homem e comiam-no vivo.
Agora começo a perceber porque é que Rosa do Céu e depois a Vanda Nunes deram de “frosques” porque isto estava e continua mesmo ingovernável, está igualzinho ao país, ninguém tem soluções para o imenso buraco que os socialistas teimaram e teimam em cavar!!!

Que Mário Pereira esclareça os alpiarcenses da sua “inércia”

Opinião

Desde que Mário Pereira tomou posse como presidente da Câmara Municipal de Alpiarça que tem vindo a ser fortemente criticado quer pela oposição que não lhe dá tréguas quer por muitos alpiarcenses que estão insatisfeitos com a sua actuação.
Criticas estas que continuam a agravar-se conforme o tempo vai passando para deduzirmos que a vida começa a não estar fácil para o presidente em cuja pessoa os alpiarcenses apostaram para agora começarem a sentir-se defraudados pela falta de iniciativa.
Mário Pereira nada fez para merecer este “forte ataque” mas contribui para ter aquilo que merece, isto é: ser criticado diáriamente por quem nele acreditou porque começam a ver que não é capaz de introduzir ,dolorosas mas necessárias, para a consolidação do futuro alpiarcense.
Não bastasse, começam agora a aparecer umas “vozes obscuras” para o perseguirem e acusá-lo de alguns “devaneios” ao ponto de dizerem que «nem sempre os panfletos da CDU dizem a verdade» porque o «actual executivo fez questão de apresentar no fecho das contas em 2009 a totalidade das dívidas e “não dívidas” para «incluir tudo no mesmo saco.»
Não chegasse estas acusações, acrescentam os tais “brados” que o «executivo CDU não poderia ter feito nada para que isso acontecesse. Mesmo que quisesse, não podia. (Claro que não quereria, porque foi o que aconteceu em Dezembro de 2009, cujo objectivo foi aumentar ao máximo o valor da dívida.)» “Devaneios” estes que Mário Pereira não é capaz de desmentir o que logo as acusações são verdadeiras.

Para acrescentar toda “esta novela” até já consta que o presidente é «um “bonacheirão” que nada decide para não contrariar os seus camaradas e que não sabe dizer “não” às ordens que vêm do Comité Central».

Para ajudar a “festa” já se fala que o seu «Gabinete de Apoio que é provavelmente o pior Gabinete de Apoio desde o 25 de Abril».
É público que o «professor Mário é um acérrimo defensor da política comunista, que defende até à exaustão com o famoso discurso da cassete». Daqui o problema de Alpiarça não ter projectos nem o presidente ter «capacidade para implementar qualquer medida em tempos de vacas magras».
Certamente não seria expectável que «em tempos de crise generalizada, o município de Alpiarça estivesse em boa situação financeira» mesmo quando «Rosa do Céu foi eleito e foi deixada obra que se pode ver e que não deixa Alpiarça envergonhada ao lado das terras vizinhas» o que provavelmente não acontecerá com Mário Pereira e daqui toda esta onda negativa que paira sobre a sua cabeça e o executivo a que preside.
Já alguém disse que não há «desculpa para a inércia, o marasmo, falta de iniciativas próprias ou colectivas».
Não há paciência!
Meio mandato já lá vai e nada que se veja.
Mário Pereira, “Márito” para os mais “chegados” está a cair no emaranhado da “noite negra” em que nem o seu “cavalo branco” o poderá ajudar e por inerência quem o circunda ou «segue».
Mário Pereira não merece do que o acusam, mas….Mário Pereira tem o que merece.
E porque tem o que merece?
Porque permite que tudo isto aconteça e continua a «fazer de faz-de-conta» que não há nada dizer ou para fazer levando assim a que o «véu da nuvem» nos leve a pensar e dizer aquilo que nunca pensamos vir a acontecer: o marasmo que assentou no burgo.
Mário Pereira, deveria esclarecer os alpiarcense, depois das críticas que lhe estão a cair em cima.
Se pouco ou nada faz é porque não «consegue introduzir reformas na comunidade alpiarcense» em virtude de quem o acompanha estar a ajudá-lo na «ida para o abismo» ou dizer aos alpiarcenses que tudo o que está a acontecer não é culpa sua mas sim da «situação catastrófica que o país atravessa»; da falta de receitas da autarquia e da incapacidade de criar projectos de inovação que possam modificar Alpiarça, quando estes projectos constam no seu «projecto eleitoral».
Vale a Mário Pereira, por enquanto, a oposição estar serenamente, serenamente, a aguardar e não levantar obstáculos.
Mas Mário Pereira não acredite muito neste “sereno momento” porque a oposição poderá de um momento para o outro levantar obstáculos porque já não tem pachorra para ouvir os argumentos do professor e as suas desculpas esfarrapadas que mais não passam de evasivas de quem não sabe como resolver a situação que o próprio esta a criar.
Até já há quem tenha razões para pensar: «se não fosse a operação desencadeada a partir de Grândola não teriam sido apreendidos os portáteis e televisores LCD que foram roubados pela quadrilha, em Alpiarça tudo continuaria na mesma, porque até hoje e depois do sucedido ainda ninguém tomou conhecimento de alguma iniciativa que o presidente tomasse sobre todos estes e outros problemas que teimam em não deixar de sobrevoar Alpiarça»
De tudo o que aconteceu em Alpiarça: os roubos os assaltos, a falta de policiamento; a falta de segurança, os efeitos das etnias que assentaram arraiais em Alpiarça e das consequências advindas; o aparato policial, etc., etc., nem uma pequena satisfação foi dada aos alpiarcenses pelo Presidente: onde o presidente nem sequer teve a “graça” de lançar um “comunicado” para acalmar os ânimos a quem foi vitima ou quem assistiu ao desenrolar dos acontecimentos.
Mas o presidente foi capaz de “exigir” por intermédio de um semanário que os «vereadores da oposição lhe pedissem desculpas» por terem feito divulgar «um verso» onde acusavam a «Câmara de não ter os seguros em dia» como se a divulgação de um pequeno “calote” (como se a Câmara não tivesse nenhum) fosse mais importante que lançar um “panfleto” dizendo que estava ao lado dos alpiarcenses e interessada em resolver este caos em que vivemos.
Mas não: foi mais importante a “exigência” do desmentido do “verso”.
Ficamos com a sensação que a Câmara nos “desamparou” neste momento difícil ou que não esteve ao lado de nós quando mais necessitávamos de saber que «podíamos contar com ela» ou pura e simplesmente “borrifou-se” para quem tanto espera e confia nos eleitos
È chegado o momento de Mário Pereira se justificar perante todos os alpiarcenses em local a determinar, das razões do que está a acontecer e daquilo que não consegue fazer, mesmo que tenha dar as “mãos à oposição”.
Que nos diga porque não esclarece as duvidas dos alpiarcenses e que nos explique bem explicado qual a razão de já estar quase a meio do mandato e nada ainda ter feito.
Se o cerne da questão está nas pessoas que fazem parte da “equipa” que estas sejam substituídas; se o problema estiver no Gabinete de Apoio que os seus elementos sejam dispensados.
Mas que Mário Pereira, venha ao “terreiro” contar da sua justiça e nos explicar aquilo que por ai consta e das acusações que a oposição o acusa: da sua equipa não ser capaz de fazer seja o que for, excepto, caiar umas paredes, tapar uns buracos, arranjar e pouco mais.
Faça um “Sessão de Esclarecimento” e esclareça a população de uma vez por todas de forma a acabar com o que por aí se diz e pelo que se inventa.
Quando as pessoas não estão esclarecidas e ouve dizer tanta coisa é um direito que lhe assiste de duvidar de tudo e de todos e até de inventar.
Diga, mas diga de uma vez por todas, as razões da sua passividade; as razões do que prometeu mas que ainda não conseguiu realizar; as razões de não ter projectos para o futuro; as razões daquilo que gostaria de fazer mas que não consegue, mas acima de tudo e com convicção; as razões das causas e dos efeitos.
Seja sincero e diga-nos a razão daquilo que não sabemos. Então talvez seja perdoado o seu silêncio e a sua falta de acção.
Acredite que o que por aí se tem dito e inventado, não lhe é nada favorável.
Acabe com esta situação de uma vez por todas.
Mas não se esqueça de ir bem documentado e credenciado porque o «partido da oposição» não está disposto a perdoar-lhe “falhas” mesmo que diga o contrário.
Como grande parte da população, a “oposição” já está a ficar cansada da sua “pachorra” em resolver as coisas e de não conseguir fazer nada pelo “burgo”.
Afinal já é presidente da Câmara com tempo suficiente de fazer alguma coisa.
“Terreiro” este que seja (por exemplo) na “Praça Vermelha de Alpiarça” (titulo dado pela Camarada Jerónimo de Sousa, quando da sua vinda a Alpiarça para um célebre comício na campanha eleitoral das autarquias) e não nos auditórios públicos porque as pessoas pensam que Alpiarça tornou-se numa «coutada vermelha».
Ou então:
Que deixe de mandar espalhar “panfletos” e outros meios de publicidade que pouco ou nada nos dizem, excepto acusar os socialistas de tudo e mais alguma coisa e lance um “Comunicado” onde conste a verdade deste enredo terrível que cercou o concelho fazendo com que o mesmo não passa da “cepa torta”.
Se por acaso tiver outras razões que sejam desconhecidas de todos nós mas que possam ser o motivo do marasmo que teima e não nos largar que dê o lugar que ocupa a outro (não confunda com “demitir-se) mesmo que seja provisório, ou: vá de “férias” para ter a possibilidade de pensar numa solução já que o caro Mário Pereira está a contribuir para que aconteça um descalabro em Alpiarça, no bom sentido, claro.
Se não o fizer, não tenhas dúvidas que o seu fim vai ser a dar aulas porque o povo alpiarcense não lhe perdoará a herança que lhe deixou.
Como nota final e se for de “vacances” aconselho a imprimir as centenas de comentários publicados neste jornal e levá-las consigo.
Talvez encontre nos comentários as soluções que tanto precisa para fazer Alpiarça andar para a frente.
Acredite que os mesmos, sumariamente, têm por objectivo o progresso.
Nos mesmos ninguém diz mal do camarada Mário. Apenas o criticam duramente porque ninguém lhe quer mal e muito menos para com a nossa terra.
Por: António Centeio