.

.

.

.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

"Os portugueses não podem esperar que a Europa resolva"

Jacob Soll acabou de lançar um livro sobre a história da contabilidade e, em entrevista ao jornal Público, comentou a realidade portuguesa, na sequência da queda do Banco Espírito Santo (BES). O norte-americano acredita que existirão outros casos como o português e sublinha que a responsabilidade também é dos cidadãos.


“Portugal tem de ser tornar num país com maior responsabilização financeira. Sou pró-Europa (…) mas as instituições europeias não respondem aos cidadãos. (…) Os portugueses não podem esperar que seja a Europa a resolver os seus problemas”, afirmou Jacob Soll, historiador da contabilidade, em entrevista ao jornal Público.
O norte-americano, que acabou de publicar um livro sobre a história da contabilidade, acredita que falta “participação cívica” por parte dos cidadãos e é urgente uma “cultura de responsabilização e transparência sobre a informação pública”, isto é, a responsabilidade não cabe apenas às instituições.
Os cidadãos, uma imprensa económica forte, que em conjunto sejam capazes de exercer pressão pública sobre os partidos políticos, são de extrema importância para que se coloquem em funcionamento regras de regulação. “É possível. Basta haver vontade pública e uma sociedade com uma cultura de literacia financeira”, sustentou.
Soll garante, quando questionado sobre a queda do Banco Espírito Santo (BES) em Portugal, que outros lhe hão de seguir o exemplo na Europa. “Escrutinar o banco não era apenas uma responsabilidade portuguesa, era também europeia. Se calhar até era mais da Europa do que de Portugal. O banco faliu. E outros hão de falir. Os testes de stress à banca foram uma decisão inteligente, mas ainda há zonas cinzentas”, referiu.
O que é que os cidadãos podem fazer? “Exigir que se ‘abram os livros’, é o que nos diz a história. ‘Queremos ver os livros’”, esclarece o historiador, fazendo referência à altura em que as pessoas eram ensinadas na escola a registar as contas todos os dias à noite, sendo periodicamente alvo de auditoria.
«NM»

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Inconcebível a denúncia do senhor vereador Pedro Gaspar


A  INSENSATA TOMADA DE POSIÇÃO DO VEREADOR PEDRO GASPAR



Não sou de apadrinhar lutas políticas (politiquices) sejam quais forem as forças em confronto, mas esta situação ultrapassa tudo o que me atreveria a imaginar, e por isso não resisto a dar a minha (reforço, a minha) opinião.
Gosto e percebo alguma coisa de cavalos e sou frequentador assíduo desta Reserva, em Alpiarça. E, por estas duas razões, acho inconcebível a denúncia do senhor vereador Pedro Gaspar
Não corresponde, em nada, à realidade, não tem qualquer rigor e é, por isso, um atentado, quer à dignidade e profissionalismo de quem lá trabalha (muito e bem, digo eu) quer à divulgação deste espaço que, nos últimos tempos, tem melhorado a olhos vistos, tornando-se um espaço de eleição para muitos residentes e forasteiros.

Pessoa íntegra como é o senhor vereador Pedro Gaspar, espero sinceramente que depressa venha corrigir a sua insensata tomada de posição, sob pena de qualquer pessoa minimamente conhecedora vir publicamente repor a verdade e ridicularizar as afirmações que fez.
Este magnífico espaço de Alpiarça e as pessoas que muito têm contribuído para o seu desenvolvimento merecem-no.
Até porque os políticos passam,mas tudo o resto fica, para fruição  de todos que o queiram. 
Noticia relacionada:
 "Denúncia de maus-tratos a cavalos na Reserva do So...": 

ÁGUAS DO RIBATEJO INVESTIU 110 ME NA REGIÃO EM CINCO ANOS

Empresa gerida por sete municípios assegura abastecimento de água e saneamento a 150 mil consumidores.


A ÁGUAS DO RIBATEJO realizou em cinco anos mais de 110 ME de investimento em obras de infraestruturas e equipamentos para o abastecimento de água e tratamento de águas residuais. Com estas obras, “está garantida uma cobertura de qualidade no abastecimento de água para mais de 95 % dos habitantes dos sete concelhos e o tratamento de cerca de 90% das águas residuais produzidas. A empresa municipal, prevê gastar mais 20 ME até 2017 e o investimento total previsto num horizonte de 40 anos é de 437 ME.
 “Este é sem dúvida o maior investimento realizado na região, num projeto criado pelos municípios e gerido apenas pelos seus presidentes com o apoio de um Diretor-Geral e de um quadro técnico. É um exemplo de que os autarcas, com a sua experiência, proximidade e dedicação conseguem fazer mais e melhor que os privados”, refere Pedro Ribeiro, presidente da Assembleia-geral da Águas do Ribatejo e líder do município de Almeirim.
 Em cinco anos, a AR construiu 28 reservatórios e reabilitou 17 reservatórios entregues pelos municípios. Foram construídas 13 estações elevatórias, 22 captações, 9 estações de tratamento de águas e 160 km de condutas adutoras e de distribuição. Os investimentos nos sistemas de abastecimento custaram 40 ME.  “Estas obras na rede de abastecimento não seriam impossíveis em cinco anos, não fosse a união e solidariedade que se gerou e o excelente aproveitamento dos fundos da União Europeia”, realça Carlos Coutinho, vogal do Conselho de Administração da AR e Presidente da Câmara Municipal de Benavente.
 No saneamento, foram gastos cerca de 70 ME. O Município de Coruche não tinha uma única ETAR e hoje tem 9 novas estações de tratamento de águas residuais num universo de 23 novas ETAR e 13 requalificações realizadas pela AR nos sete concelhos. Foram também construídas 24 estações elevatórias e reabilitadas 15 para elevar o esgoto até às ETAR. As redes de saneamento receberam 260 km de emissários e novos coletores.  Francisco Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da AR, e do Município de Coruche, diz que há uma nova realidade no tratamento do ambiente na região. “Este esforço financeiro da empresa, que nos obrigou a empréstimos de dezenas de Milhões de Euros, num momento em que o dinheiro está muito caro, é uma aposta no futuro. Graças ao entendimento de todos os municípios, temos hoje uma qualidade ambiental ao melhor nível da União Europeia que se traduz numa melhor utilização dos nossos espelhos de água e numa clara melhoria da qualidade de vida das populações”, refere.
 Cumprindo uma promessa feita  na apresentação das contas, o Presidente da AR anuncia que no ano de 2015, “a AR vai manter o tarifário na componente de água e fará uma ligeira atualização no saneamento” cujo valor ainda não traduz os custos do tratamento dos esgotos. Francisco Oliveira destaca o alargamento do tarifário social a mais famílias com a ampliação dos critérios para apoiar as famílias mais carenciadas. “Em vez de dividirmos os resultados pelas câmaras, aplicamos no investimento em infraestruturas e na melhoria do tarifário, com reduções significativas para as famílias de menores recursos. Isto é a nossa responsabilidade social da Águas do Ribatejo”, conclui o líder da empresa.

Vendedores dão o exemplo e angariam fundos para reparar telhado do mercado municipal de Alpiarça


Os comerciantes do Mercado Municipal de Alpiarça decidiram organizar, no dia 15 de Novembro, uma castanhada, regada com água-pé. A intenção foi angariar fundos para ajudarem a pagar as obras de reparação do telhado do recinto. Valter Lagarto, Cátia Mendes, Helena Caniço e Vera Neves pretendem organizar um conjunto de iniciativas para ajudarem a câmara municipal a recuperar a cobertura uma vez que chove no interior do mercado.

Denúncia de maus-tratos a cavalos na Reserva do Sorraia em Alpiarça põe autarcas às turras

Carlos Jorge Pereira (CDU), acusa o vereador Pedro Gaspar (PS), de mentir 


O vice-presidente da Câmara de Alpiarça, Carlos Jorge Pereira (CDU), acusa o vereador Pedro Gaspar (PS), de mentir na denúncia que fez de alegados maus-tratos a cavalos na Reserva do Cavalo do Sorraia em Alpiarça. Em sessão camarária Pedro Gaspar apresentou fotografias, tiradas nesse dia, a cavalos nos estábulos que, segundo disse, demonstram subnutrição, feridas e falta de escovagem.
Ler mais em: 


III Feira de Artesanato Local

ArteNatal
III Feira de Artesanato Local
Mercado Municipal de Alpiarça
de 13 a 14 de Dezembro de 2014

Visite o Mercado Municipal de Alpiarça e compre o Presente que o fará feliz!
«CMA»

A ingratidão na política ou os ingratos da política

Estariam no mesmo local de onde nunca deveriam ter saído: calcorreando as ruas de Santarém ou de Alpiarça porque profissionalmente, dificilmente conseguiriam “ser alguém”
Por: AC/JA

 Na política as pessoas são tratadas como “lenços de papel”. Depois de usados são deitados fora e acabou-se.
 Gratidão ou consideração é coisa que não existe. As pessoas só existem quando são precisas ou tem algo para dar ao partido.
Na política, como nos políticos, o que existe em abundância é ingratidão.
Jornal Alpiarcense contactou alguns socialistas alpiarcenses para que nos dessem a opinião sobre o que aconteceu a José Sócrates, socialista que foi e que desempenhou, entre outros, os cargos de: ministro do Ambiente, secretário-Geral do Partido Socialista e primeiro-ministro
Todos nos responderam da mesma forma e com uma desculpa esfarrapada: “para a política o que é da política e para a justiça o que é da justiça”.  
Ficamos com a sensação de que foram instruções dadas pelos “superiores” para quem tem ou teve responsabilidades politicas.
Alguns e algumas alpiarcenses, se quase atingiram o topo da carreira politica, ou cargos de responsabilidade tiveram a José Sócrates o devem.
No entanto a hipocrisia reinante nos partidos políticos e nos políticos leva-os a neste momento de circunstância a ignorarem o homem que lhes deu a possibilidade de serem alguém e de terem tido a possibilidade de desempenharem os mais diversos cargos.  


Se não fosse o agora detido, José Sócrates, estariam no mesmo local de onde nunca deveriam ter saído: calcorreando as ruas de Santarém ou de Alpiarça porque profissionalmente, dificilmente conseguiriam “ser alguém”.
Mas com o “mal dos outros estamos nós bem” opinar a respeito de quem os tanto ajudou, fica-lhes mal e até os pode comprometer.
Mais agora que António Costa até quer banir dos órgãos socialistas os apoiantes socráticos para que não o prejudiquem (a ele e não ao Partido Socialista).
 Nada então como os “silenciar”.
Gente que se volta conforme o vento e intimida a opinar quem recentemente era uma “figura pública” e a quem tanto lhes devem só pode ser pessoas que não prestam para nada porque são uns “troca-tintas” e não tem princípios nenhuns.
Não fossem políticos!
São pessoas e uma raça de políticos que são capazes de vender a “alma ao Diabo” para satisfazerem os seus interesses pessoais ou de pisar quem quer que seja para atingirem os seus fins.
Que continuem distantes, por muitos anos, dos destinos da nossa terra porque são pessoas que não prestam para nada mas capazes de prometer “este e aquele mundo” quando na prática apenas sabem dizer mal dos outros, como se  eles fossem  os melhores.
E quando não o fazem, silenciam-se para parecer que tudo está bem!

Missão do FMI em Lisboa diz que portugueses são fracos a gerir

Portugal vai ter uma grande dificuldade em sair da crise e em aumentar a competitividade externa porque o sector público tem "constrangimentos agudos nas suas competências de gestão" e os sectores exportadores vão no mesmo caminho, estando aparentemente capturados num ciclo vicioso de falta de investimento e de qualificações na área da gestão.
O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Lisboa, Albert Jaeger, foi a Madrid explicar  por que razão é tão difícil a reabilitação económica de Portugal, mesmo depois da aplicação de um programa de ajustamento que durou três anos. Desta vez, o diagnóstico foi centrado na falta de competências da gestão nacional.
Na apresentação que fez na escola de gestão IE Business School, Jaeger, o economista austríaco que ocupa o lugar de residente permanente do FMI em Portugal, tentou responder à pergunta "Por que é tão difícil melhorar a competitividade externa?"
A resposta veio em quatro pontos. As ferramentas de política ao dispor do país são "limitadas", começou por dizer.
Primeiro, a economia não pode fazer desvalorização cambial por estar no euro e a opção da desvalorização fiscal, e porque a redução da Taxa Social Única (TSU) paga pelas empresas por conta dos trabalhadores - medida defendida pelo Fundo e por Vítor Gaspar, na altura ministro das Finanças - foi "rejeitada".
«NM»

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

XXI FEIRA DO LIVRO DE ALPIARÇA

29 de Novembro a 8 de Dezembro de 2014
JOÃO CÉU E SILVA NA ABERTURA DA XXI FEIRA DO LIVRO DE ALPIARÇA
O escritor e jornalista alpiarcense João Céu e Silva irá abrir a XXI FEIRA DO LIVRO DE ALPIARÇA no próximo Sábado, 29 de Novembro, às 15.30 h, no Pavilhão dos Águias.
«CMA»

ALPIARÇA "CONVERSAS COM PAIS" no Agrupamento de Escolas de José Relvas


A Conversa com Pais "Filhos mais autónomos, Adultos mais capazes" decorreu na passada sexta-feira, dia 21 de novembro pelas 21horas e contou com a presença do psicólogo Carlos Céu e Silva da associação Olhar.
«CMA»

Caminhada do Natal



Caminhada do Natal
Integrada no Programa das Comemorações do 83.º Aniversário da SFA 1.º de Dezembro
Integrada nas Comemorações do 1.º Centenário do Concelho de Alpiarça
Integrada no programa "Para Conhecer o Concelho"
14 de Dezembro 2014 | 10h00
Concentração e Partida da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1.º de Dezembro
Inscrições online ou para gabinetedesporto@cm-alpiarca.pt / Posto Turismo
Pela sua saúde junte-se a nós!
FICHA DE INSCRIÇÃO ONLINE em

O IADE-U ESTÁ DISPONÍVEL PARA COLABORAR PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE ALPIARCENSE


Prof. Carlos Barbosa na Limpeza do Patacão
No seguimento da assinatura do Protocolo de Colaboração que envolveu a Câmara Municipal de Chamusca, a AIDIA e o IADE-U, recordamos que a AIDIA de há longa data tem mantido uma relação muito próxima com o IADE-U, tanto do ponto de vista institucional como pessoal. Não se trata só do Protocolo de Colaboração AIDIA / IADE-U, mas também do Prof. Carlos Barbosa, que lecciona no IADE-U, que é membro associado da AIDIA e que está actualmente convidado para pertencer aos seus corpos sociais.
O IADE-U é o Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário e é considerado, na sua área, um dos mais prestigiados Institutos da Europa.
O IADE faz parte do consórcio da cultura Avieira e desde sempre mostrou interesse na recuperação da aldeia histórica do Patacão. O Prof. Carlos Barbosa - como membro da AIDIA - participou inclusivamente em 2002 em várias acções de trabalho voluntário na limpeza da aldeia, deslocando-se de Lisboa a expensas suas - propositadamente e aos fins-de-semana - para integrar várias equipas de voluntários, que ofereceram 190 dias/homem de trabalho voluntário, tendo limpado toda a aldeia com o objectivo de a candidatar a património nacional e da Unesco. A foto (do próprio) que publicamos em anexo é a prova do trabalho que ele desenvolveu no terreno, e que foi bastante difícil e prolongado.
Tendo em conta o âmbito da sua actividade académica, científica e de ligação ao desenvolvimento local e nacional, o IADE-U mostrou interesse - por proposta da AIDIA - em firmar com a Câmara de Alpiarça um Protocolo idêntico ao do celebrado com a Câmara de Chamusca, com o objectivo de contribuir para a reabilitação e a valorização do património de Alpiarça.
Uma das áreas que privilegia é o restauro da aldeia Avieira do Patacão, que é vista naquele Instituto como um extraordinário exemplo de um valioso património nacional que urge recuperar quanto antes. Outra área poderá ser a da reabilitação do edifício da antiga Câmara, para fins ligados à área de acção do IADE-U: - artes e ofícios, assim como formação qualificada e especializada. Oferecem-se sem dúvida várias hipóteses de colaboração mutuamente vantajosas, nas áreas que as partes considerarem prioritárias.
O IADE-U não está somente disponível para assinar um Protocolo de Colaboração idêntico ao da Chamusca, como neste momento o Prof. Carlos Barbosa está a colaborar com a AIDIA e com a Câmara Municipal de Alpiarça para a dinamização e a valorização da doçaria tradicional de Alpiarça. Ele irá apresentar as suas ideias e propostas no dia do lançamento do próximo Caderno Cultural dedicado à doçaria tradicional de Alpiarça. O lançamento está previsto para meados do corrente mês de Dezembro, com um Programa que em breve será apresentado.
Vale a pena estimular parcerias desta natureza porque podem, se forem bem concebidas, gerar muito valor para todos, e em especial para a comunidade Alpiarcense.
 A direcção da AIDIA

aldeia Avieira do Patacão

Recolha de lixo como televisores velhos vai pagar taxa de IVA

O Governo quer acabar, a partir de janeiro, com a isenção de IVA do serviço público de remoção de lixos e cobrar na conta da luz uma taxa pela recolha de resíduos, como televisores velhos, pelas câmaras.



Esta alteração ao Código do IVA está prevista na proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano, que prevê a abolição da isenção da taxa de IVA concedida ao serviço público de remoção de lixos.
O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues Azevedo, acredita que a taxa a cobrar aos consumidores pela recolha do lixo poderá ser de 6% ou de 23%, mas diz ter "quase a certeza" de que esta rubrica vai ser enquadrada nos 23%.
"Até agora, estava isento [do pagamento de uma taxa de IVA pela remoção do lixo], mas agora, tendo sido abolida esta disposição [de isenção], este valor vai ser cobrado no talão da luz", disse Domingues Azevedo, em entrevista à Lusa.
O bastonário denunciou que a proposta de OE2015 tem alterações "seletivamente estudadas" e que, sem grande contestação, vão gerar um fluxo de receitas significativo.
"Há inúmeras alterações ao modo de funcionamento [do sistema fiscal], alterações às tabelas e às taxas que vão redundar para o contribuinte em 2015 num aumento muito significativo de taxas", afirmou, criticando que esse aumento não proporcione aos cidadãos, com exceção do IRS, alguma diminuição da carga fiscal que "tanto tem condicionado" a vida dos portugueses.
«NM»

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Justiça e vingança

De: Anabela Melão

«A detenção do antigo primeiro-ministro José Sócrates levanta questões de ordem política, de ordem jurídica e de cidadania. Mais do que a politização da justiça, ela alerta-nos para a judicialização da política que está em curso no nosso país.
José Sócrates acabou, enquanto primeiro-ministro, com alguns dos mais chocantes privilégios que havia na sociedade portuguesa, sobretudo na política e na justiça. Isso valeu-lhe ódios de morte. Foi ele quem, por exemplo, impediu o atual Presidente da República de acumular as pensões de reforma com o vencimento de presidente. 
A raiva com que alguns dirigentes sindicais dos juízes e dos procuradores se referiam ao primeiro-ministro José Sócrates evidenciava uma coisa: a de que, se um dia, ele caísse nas malhas da justiça iria pagar caro as suas audácias. Por isso, tenho muitas dúvidas de que o antigo primeiro-ministro esteja a ser alvo de um tratamento proporcional e adequado aos fins constitucionais da justiça num estado civilizado. 
É mesmo necessário deter um cidadão, fora de flagrante delito e sem haver perigo de fuga, para ser interrogado sobre os indícios dos crimes económicos de que é suspeito? É mesmo necessário que ele, depois de detido, esteja um, dois, três ou mais dias a aguardar a realização desse interrogatório? (…)»

Casimira Alves no "Fado com Causa Tour - Encostatamim"


 Decorreu ontem, no Salão Paroquial de Coruche mais um Fado Com Causa Tour que serviu para ajudar a associação Encostatamim.
«Fotos de: Casimira Alves»

CLDS+ Alpiarça


No passado dia 21 de novembro terminou mais um curso de formação modelar certificada - Língua Espanhola Manutenção Hoteleira
«CMA»

"Todos não somos demais!"


A AIDIA, apesar do seu conhecido cariz social e cultural, com provas dadas quanto aos seus propósitos e reais objetivos, foi bastante marginalizada em termos de apoio e reconhecimento municipal, na era Dr. Rosa do Céu


Por muito bonitas e suaves que sejam, as frases aqui utilizadas, há que salientar uma coisa: a AIDIA, apesar do seu conhecido cariz social e cultural, com provas dadas quanto aos seus propósitos e reais objetivos, foi bastante marginalizada em termos de apoio e reconhecimento municipal, na era Dr. Rosa do Céu. É um facto que é conhecido e reconhecido.
Na era Mário Pereira, há sem dúvida um melhor acolhimento às iniciativas da AIDIA mas, penso que a cooperação deveria ser mais estreita, mais franca e assumida por parte da autarquia, como diz, aliás, um comentarista nestas páginas.
Talvez com alguma razão, já que a câmara com tantas tarefas que absorvem praticamente todo o seu pessoal em determinados trabalhos e eventos, uma ajuda externa e vocacionada para determinadas áreas seria, sem qualquer dúvida, uma mais-valia para o concelho.
Sem deixar de lembrar o recado de Ricardo Hipólito, quando diz: "Todos não somos demais!"
É também o que eu penso e digo quando se trata de fazer algo de valor em prol de Alpiarça. 

Noticia relacionada:
"DOS LEITORES: "A cultura é tão importante como o p...": 

Administração Pública perdeu 80 mil trabalhadores desde chegada da troika

A administração pública tinha em setembro deste ano 646.885 trabalhadores. São menos 79.879 pessoas do que em dezembro de 2011 quando já estavam no terreno algumas das medidas e orientações previstas no memorando de entendimento assinado com os credores internacionais.
Os dados para o terceiro trimestre deste ano, que constam da mais recente Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP), indicam que as carreiras que perderam o maior número de trabalhadores foram as de docente e as de assitentes técnico e operacional.
A quebra registada naquele tipo de funções reflete as medidas de controlo nas admissões, dos programas de rescisões amigáveis e da não renovação dos contratos a prazo, mas está também influenciada pelo facto de os dados do final do terceiro trimestre não incluírem as colocações de professores e auxiliares do novo ano letivo.
Mas mesmo que a comparação seja feita entre setembro de 2013 e o mesmo mês de 2014 - de forma a anular aquele efeito das colocações - observa-se uma quebra de efetivos. Neste período a administração pública perdeu 23.953 pessoas, sendo grande parte desta redução devida às saídas para a reforma sem substituição do trabalhador.
O mesmo período de referência indica que a maioria destas saídas ocorreu entre os assistentes técnicos e operacionais (que perderam respectivamente 5.754 e 8.417 pessoas). O universo de professores e de educadores de infância ficou, por sua vez, com menos 4.489 efetivos. Os dados do SIEP dão ainda conta de menos 455 técnicos superiores (para os quais esteve disponível um programa de rescisões voluntárias) e 469 funcionários da Administração Tributária e Aduaneira. No caso do fisco esta redução observada no último ano representa mais de dois terços do total de saídas desde o final de 2011.
«DV»

José Sócrates fica em prisão preventiva


Ex-primeiro-ministro está acusado dos crimes de fraude fiscal qualificada, corrupção e branqueamento de capitais. Advogado vai interpor recurso, "a não ser que o meu cliente dê instruções em contrário". Só um dos quatro arguidos da Operação Marquês, o advogado Gonçalo Trindade Ferreira, é que não fica em preventiva.
É uma medida histórica. É a primeira vez que um ex-primeiro-ministro português fica em prisão preventiva enquanto aguarda pelo julgamento. O juiz Carlos Alexandre aplicou a medida de coação mais gravosa mas não explicou os fundamentos.
Numa nota lida pela escrivã do Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, por volta das 22h30, são descritas com algum pormenor as horas e dias das detenções e interrogatórios a José Sócrates e aos três arguidos do mais importante caso de corrupção em Portugal. Mas nem uma linha sobre os motivos pelos quais o ex-primeiro-ministro não foi para casa. A prisão preventiva é aplicada nos casos em que o tribunal suspeita que há perigo de fuga, continuação da atividade criminosa, perturbação de inquérito ou alarme social. Por enquanto, só os principais intervenientes do processo sabem das razões concretas.
A leitura das medidas de coação foi inicialmente anunciada pelo tribunal para as 18h30, mas o prazo foi sendo constantemente adiado. O facto de durante o final da tarde os advogados dos quatro arguidos terem ficado a conhecer a decisão do juiz Carlos Alexandre pode ter explicado o sucessivo atraso. A discussão sobre uma medida tão pesada como a prisão preventiva a um ex-governante ter-se-á prolongado durante várias horas.
A especial complexidade do processo anunciada pela escrivã vai dar mais tempo ao Ministério Público para deduzir a acusação: de quatro para 12 meses - mas a preventiva é reavaliada ao fim de três meses. José Sócrates é acusado dos crimes de fraude fiscal qualificada, corrupção e branqueamento de capitais; o empresário Carlos Santos Silva é acusado precisamente dos mesmos crimes. Uma coincidência que poderá indiciar que Santos Silva será o corruptor ativo e Sócrates o corruptor passivo em negócios que terão envolvido o ex-primeiro ministro e o empresário que esteve ligado ao Grupo Lena e participou em vários projetos internacionais em parceria com o Estado português durante a legislatura de Sócrates.
Um dos dados mais picantes do caso é o facto de o motorista de José Sócrates, João Perna, ter sido encontrado com uma arma proibida. Também ele fica em prisão preventiva, igualmente suspeito dos crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais.
O único dos quatro arguidos a ir para casa é o advogado de Carlos Santos Silva. Gonçalo Trindade Ferreira fica no entanto proibido de contactar os restantes suspeitos, bem como de se ausentar do país, tendo sido retirado o passaporte. Também está obrigado a apresentar-se bissemanalmente no DCIAP. 
A casa de Paris
José Sócrates foi detido na noite de sexta-feira no Aeroporto da Portela, em Lisboa, quando chegava de Paris. O Expresso apurou que uma das causas da detenção está relacionada com a casa avaliada em três milhões de euros onde o ex-primeiro-ministro residiu quando tirou um curso na capital francesa, depois de deixar o governo. O apartamento terá sido adquirido por Carlos Santos Silva, que alegadamente seria um testa-de-ferro de Sócrates. Os investigadores querem saber de onde veio o dinheiro para comprar a habitação. O ex-primeiro-ministro tinha dito publicamente que pediu um empréstimo de 120 mil euros ao banco para poder pagar o aluguer do apartamento e outras despesas durante o período em que passou em Paris, quando resolveu fazer um mestrado em Ciência Política.
Uma fonte judicial confirmou ao Expresso que além da casa de Paris estão em causa "muitas outras coisas". Os atos de José Sócrates enquanto primeiro-ministro poderão estar agora sob suspeita.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu na sexta-feira um comunicado a confirmar a detenção, que surge no âmbito de um processo de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal. Foram realizadas buscas à casa de Sócrates em Lisboa no sábado. O ex-primeiro-ministro acompanhou as diligências. 
No domingo, e cerca de doze horas depois de o ex-primeiro-ministro ter chegado ao Campus da Justiça, em Lisboa, o seu advogado anunciou que o interrogatório iria terminar apenas hoje. Questionado sobre o estado de espírito de José Sócrates, o advogado João Araújo respondeu que "está ótimo, melhor que o meu". O ex-primeiro-ministro passou três noites detido nas instalações da PSP em Moscavide antes de conhecer as medidas de coação.
«Expresso»



Guitarra D'Alma - Almeirim

Por: Marcelo Mendes

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sócrates fica preso

O juiz Carlos Alexandre decretou a prisão preventiva de José Sócrates. O ex-primeiro-ministro, que foi detido na sexta-feira à noite no aeroporto de Lisboa, vai assim aguardar julgamento na cadeia.
José Sócrates, a mais mediática figura do processo, por ter sido primeiro-ministro, ficou com medida de coação de prisão preventiva, depois de sexta-feira ter sido detido quando chegava ao aeroporto de Lisboa, vindo de Paris. A decisão foi comunicada, à saída do tribunal, pelo seu advogado, João Araújo. «NM»

DOS LEITORES: "A cultura é tão importante como o pão para a boca!"

Uma colaboração da parte da Câmara e Junta de Freguesia de Alpiarça que, até aqui pouca gente conhecia, uma vez que nunca foi publicamente assumida ou publicitada

Por: M. Ramos


Registamos e congratulamo-nos sinceramente, com esta colaboração da parte da Câmara e Junta de Freguesia de Alpiarça que, até aqui pouca gente conhecia, uma vez que nunca foi publicamente assumida ou publicitada, como fez agora a Câmara Municipal da Chamusca com a assinatura de um protocolo de cooperação com a AIDIA e outros parceiros com interesse pelo Tejo e, sobretudo, pela cultura ribeirinha.
De qualquer modo, achamos que foi positivo o alerta e preocupação de um leitor deste jornal, porquanto ficámos todos mais esclarecidos, relativamente ao assunto.
Entendemos que estas coisas da cultura não são para assumir de modo escondido ou envergonhado mas, para agir e divulgar através de acções que irão, de modo inequívoco, beneficiar a população em geral. A cultura é sempre um óptimo investimento com reflexos no presente e no futuro dos povos.
Um Povo mal informado ou sem cultura, nunca poderá ser feliz, independente e realizado.
E, os nossos governantes, quer do governo central quer do poder local, por muita dificuldade económica que haja, não poderão esquecer isso. Como alguém disse: "A cultura é tão importante como o pão para a boca!"

Noticia relacionada:
Executivo da CDU tem apoiado a AIDIA": 

Lena Construções ganhou contratos de mais de 151 milhões entre 2008 e 2011

A Lena - Engenharia e Construções, SA – a construtora considerada do regime socrático e cujo administrador do Grupo em 2008 e 2009 Carlos Santos Silva foi também detido no âmbito das investigações a José Sócrates, – ganhou (sozinha ou em consórcio) 42 contratos de empreitadas de obras de organismos públicos com um valor superior a 151,2 milhões de euros, entre 2008 e 2011. Este foi o resultado da pesquisa efectuada pelo i a todos os procedimentos que foram publicados no portal Base dos contratos públicos (criado em Julho de 2008) com o número de identificação fiscal da construtora. Ou seja, não abrange nenhum contrato celebrado antes desta data. O número deverá ainda pecar por defeito uma vez que nem todos as entidades públicas publicaram os seus contratos no portal.Já desde que o actual governo assumiu funções, a construtora ganhou apenas 26 contratos no valor de 44,9 milhões de euros. A pesquisa do i permitiu concluir ainda que a Parque Escolar foi a principal cliente público da Lena, com nove contratos de 137,8 milhões de euros (sem IVA), ou seja, 70% do total dos contratos ganhos pela construtora. Convém referir, no entanto, que todos os contratos celebrados com a Parque Escolar, entre 2009 e 2011, foram ganhos em consórcio com mais duas construtoras (a Abrantina, uma empresa adquirida em 2007 pelo grupo Lena, e a de Manuel Rodrigues Gouveia) após concurso limitado por prévia qualificação. A Estradas de Portugal, com três contratos no valor global de 30,6 milhões (sem IVA), é o segundo organismo público que mais dinheiro deu a ganhar à construtora entre 2008 e 2014. O maior contrato já foi assinado, no entanto, este ano e tem um valor de 28,8 milhões de euros. O concurso público para a construção de um dos sublanços do túnel do Marão foi ganho em consórcio com a espanhola Ferrovial. 32 ajustes directos. Outra das conclusões que se pode retirar da análise dos contratos celebrados só durante a era Sócrates, é que 32 foram por ajuste directo, três dos quais acima dos 460 mil euros. Dois com a Parque Escolar (de 461,2 e 687.9 mil euros) e outro com a câmara da Vidigueira (3,1 milhões). Os sete mais elevados foram após concurso limitado por prévia qualificação. Todos eles com a Parque Escolar.  Se a análise abranger já todos os contratos assinados até este ano, aparecem 17 contratos acima de um milhão de euros, dos quais só dois por ajuste directo: um com a câmara da Vidigueira, em 2009, e outro com a do Seixal, em 2010.2009 foi o melhor ano. A análise do i permitiu ainda concluir que o ano em que a construtora ganhou mais contratos foi em 2009: 21 no valor de 91,9 milhões. Os cinco maiores foram adjudicados após concurso limitado por prévia qualificação. O ano de 2011 surge a seguir com  52,7 milhões em cinco contratos, os dois maiores após concurso limitado. O terceiro ano com mais obras ganhas foi o de 2014, com nove contratos no valor global de 38,7 milhões de euros, dos quais cinco por ajuste directo e após concurso público.Em 2010, foram 11 contratos, todos por ajuste directo, de 4,6 milhões; em 2008 (metade do ano) 3,2 milhões em sete contratos, também todos por ajuste directo. Em 2012, foram 7 contratos de 3,9 milhões, dos quais cinco por ajuste directo, e um concurso público e outro limitado. Em 2013, foram oito no valor de 915 mil euros, também todos por ajuste directo. Empresa nasceu nos anos 50 A faceta construtora do Grupo Lena remonta a 1974, ainda que o grupo tenha nascido nos anos 50 do século XX, com o lançamento de uma empresa de terraplanagem. Foi somente a partir de 2009 que o grupo ganhou notoriedade, quando lançou o i, estando já nessa altura presente não só na comunicação social – com vários meios regionais – mas também no Turismo, Energia, Concessões e até comércio automóvel. O mercado da construção entrou em declínio agressivo em Portugal pouco depois da Lena ter adquirido em 2007 a Abrantina, uma construtora de maior dimensão, e que obrigou o grupo ao aumento de endividamento na pior altura possível: os juros dispararam, o mercado contraiu e seguiu-se a obrigatória restruturação. A saída da comunicação social foi uma das primeiras decisões, seguindo-se a alienação ou extinção de quase 60 empresas de maior ou menor dimensão, o que emagreceu em 41% o total de trabalhadores do grupo de 2010 para 2013 – são hoje cerca de 2500.A reestruturação levou o Grupo Lena a concentrar-se apenas na Engenharia, Construção, Serviços, Energia e Ambiente. Uma ligação antiga. O contágio do caso Sócrates ao Grupo Lena emerge pela ligação de amizade entre o ex-primeiro ministro e Carlos Santos Silva, não só amigos desde a adolescência mas com percursos educativos semelhantes. A coincidência entre ambos chegou também à vida profissional e à Justiça, com ambos a serem associados a investigações que, todavia, terminaram sem chamuscar a reputação de Sócrates ou Santos Silva. Aqui destaque para o caso da Cova da Beira, ainda quando o ex-primeiro ministro era secretário de Estado do Ambiente, e avançou com a construção da Central de Tratamentos de Resíduos Sólidos da Associação de Municípios da Cova da Beira. A obra foi conquistada por um consórcio que incluía a Conegil (*), de Carlos Santos Silva. Sócrates foi acusado por uma carta anónima que acusava o governante de ter recebido dinheiro para favorecer este consórcio. O Ministério Público, depois de longos anos, acabou por dar a investigação por terminada sem avanços, ainda que em 2002 a PJ tenha solicitado a realização de buscas à casa de José Sócrates, sem que o MP tivesse dado autorização. Carlos Santos Silva e José Sócrates “reencontram-se” no furacão mediático aquando da polémica da licenciatura do antigo governante, já que o primo de Santos Silva, Manuel Santos Silva, ex-reitor da Universidade da Beira Interior, foi professor em quatro das cinco disciplinas que permitiram a Sócrates ter direito a uma licenciatura. Já durante os anos de José Sócrates como primeiro-ministro, Carlos Santos Silva, igualmente formado em Engenharia, encontrava-se no Grupo Lena, depois da sua Conegil ter falido em 2003. Em 2008 subiu a administrador deste grupo. Mas foi logo a partir do primeiro governo de Sócrates que o Grupo Lena, sobretudo focado na construção, passou a ser visto como a “construtora do regime”. Carlos Santos Silva era presença constante nas missões empresariais do governo socialista, tendo recolhido vários frutos destas: a mais sonante de todas foi o contrato celebrado com o “amigo Chávez” para fornecer cinco mil casas à Venezuela. Avaliado em perto de dois mil milhões de euros, o projecto acabou por avançar mais lentamente que o previsto. A ligação Lena-Sócrates era mal vista no sector da construção, que sentiam que o grupo empresarial da região Centro era repetidamente favorecido.Com a queda constante do mercado da construção em Portugal, foi precisamente no estrangeiro que o grupo foi procurar a salvação: na Venezuela estão mais de 50% da carteira do grupo, justificado pelo projecto das casas prefabricadas da Era Sócrates. A presença estende-se também à Argélia, México e Colômbia, sendo que nesta última negoceia actualmente a construção de três mil casas de habitação social. Em 2013, último ano de contas completas, o grupo Lena registou uma facturação de 527 milhões de euros, cerca de dois terços do total com origem no exterior. Portugal tem um peso de 34% nos negócios do grupo. 
«Fonte: Jornal i»
(*) A Conegil foi a empresa que iniciou a obra do Parque Subterrâneo em frente do 'Águias" mas que não a acabou por ter falido

ESCLARECIMENTO DA AIDIA - Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça

A AIDIA mantém um excelente e cordial relacionamento com todos os elementos do executivo da CM de Alpiarça, sem excepção, e está e estará sempre disponível para qualquer colaboração que a CM entenda ser útil para Alpiarça e para os Alpiarcenses

João Serrano
(direcção da AIDIA)


“A AIDIA tem colaborado ao longo dos últimos anos, e muitas vezes, com o actual executivo da Câmara Municipal (CM) de Alpiarça, em várias cerimónias e em vários eventos.

Tem estado e continua a estar disponível para contribuir para o desenvolvimento humano da nossa comunidade.

Mostrou abertura e total disponibilidade para colaborar no passado com outros executivos da Câmara, sem excepção.

O actual executivo tem dado o apoio possível  em muitas iniciativas da AIDIA, como por exemplo:

No apoio aos 1º e 2º Cruzeiros religiosos do Tejo, realizados em 2013 e 2014;
Nas duas edições do Patacão Summer Party (contamos que possa ser reactivado em novos moldes, para bem de Alpiarça);
Na recriação histórica do Enterro do Galo (é nossa vontade continuar);
Em vários actos de lançamento de Cadernos Culturais, em Alpiarça;
Na compra de exemplares de Cadernos Culturais (em várias edições);
Vai participar no próximo lançamento de dois Cadernos Culturais, que decorrerá durante a Feira do Livro, no dia 29-11-2014;
Teve ainda uma excelente participação e colaboração com a AIDIA na cerimónia da divulgação do Mês da Cultura Avieira, que decorreu no W SHOPPING em Santarém, em Outubro do ano corrente.

A AIDIA mantém um excelente e cordial relacionamento com todos os elementos do executivo da CM de Alpiarça, sem excepção, e está e estará sempre disponível para qualquer colaboração que a CM entenda ser útil para Alpiarça e para os Alpiarcenses.

Destacamos também o excelente ambiente de colaboração com a Junta de Freguesia de Alpiarça e a forma amistosa como temos sido tratados, quer pela actual presidente - Dra. Fernanda Amorim Cardigo -, quer pela anterior presidente - Dra. Joana Monteiro Serrano. Os funcionários da Junta de Freguesia de Alpiarça têm sido dedicados e atenciosos colaboradores com as nossas iniciativas de formação profissional certificada e qualificada. Bem-hajam.

A AIDIA tem várias parcerias com muitas Câmaras Municipais e associações da região do Ribatejo e ainda com outras Câmaras Municipais e associações de outras regiões de Norte a Sul do País, como por exemplo no Alto Minho e no Alentejo.

Não fazemos publicidade àquilo que realizamos, porque os nossos princípios altruístas, a favor da nossa comunidade, nos proíbem aproveitamentos de qualquer natureza. 

Vamos fazendo em silêncio, vamos trabalhando com muita vontade, e as obras vão nascendo sem alaridos.

São as comunidades que nos julgam, pelo que fazemos e não pelo que dizemos.

Caro António Centeio, um abraço e votos de continuação de bom trabalho, de acordo com a tua e vossa acertada política editorial”
João Serrano
(direcção da AIDIA)



Noticias relacionadas: