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terça-feira, 27 de maio de 2014

TORNEIO DE FUTEBOL JUVENIL


24 de Maio de 2014
Estádio Municipal de Alpiarça 




"Os Águias" - Futebol juvenil
«CMA»

ALPIARÇA: Uma terra que se orgulha ser de ‘esquerda’


Alpiarça continua a ser uma terra muito especial. Neste jornal pode-se ler que a “CDU ganhou em todas as frentes” e assim foi.
É uma terra com fortes tradições de esquerda.
É e continuará a ser nas próximas décadas. 
Dificilmente ‘direita’ alguma ou candidatos apoiados pela direita conseguirá ganhar qualquer eleição nesta terra.
Alpiarça está fortemente enraizada na ‘esquerda’.
O seu povo nos últimos séculos sentiu nas suas profundezas o sofrimento e a exploração do capital e dos latifundiários que nunca lhes permitiu saber o que era a  liberdade e a igualdade.
Não há nenhuma família alpiarcense que não saiba o que o seu povo sofreu e por via disto levará muitos e muitos anos a ser apagado da memória aquilo que lhe fizeram. Levará, possivelmente, uma ou duas gerações para que algo mude por estas bandas.
Assim não é de estranhar que o PCP/CDU ganhasse em todas as frentes como continuará a ganhar na próxima década porque o povo alpiarcense não se esquece do que esta direita (PSD+CDS) lhes fez e continua a fazer para beneficiar os mais poderosos e os mais ricos.
A maioria dos alpiarcenses sabe que os governos da direita não os defende como sabe que não são dignos de qualquer confiança.
A maioria dos alpiarcenses é um povo lutador que não baixa os braços pelas falsas promessas e demagogia dos novos profetas que tudo prometem mas nada cumprem.
Apenas a esquerda lhes dá a confiança no futuro e no futuro dos seus
Sejam eleições presidenciais, legislativas, autárquicas ou europeias que se levem a efeito em Alpiarça a esquerda sairá sempre vencedora.
Desenganem-se também todos aqueles que da direita façam parte ou a apoiem porque serão sempre os derrotados e ainda mais aqueles que se dizem independentes mas que contam com o apoio dos partidos da direita.

Assim tem sido e assim será!

Mário Soares "Cavaco vai fazer, mais uma vez, orelhas moucas?"



O histórico socialista dedica o artigo que hoje assina no Diário de Notícias às eleições europeias, à elevada abstenção, à curta vitória do PS, aproveitando para deixar alguns conselhos “de amigo” ao Presidente da República. Soares afirma que “o tempo” de Cavaco para “ainda poder resolver, em parte, o mal que este Governo tem feito a Portugal, é curto”, pelo que questiona se fará “mais uma vez orelhas moucas” e “passar adiante como se nada fosse”.

“Contudo, o povo, de Norte a Sul, respondeu com uma abstenção que foi a maior de sempre: 66%, quase dois terços dos eleitores não votaram. Quer dizer que não o ouviram e desinteressaram-se dos partidos da coligação”, considera o histórico socialista.
Aliás, sublinha, “a ‘vitória’ do PS, infelizmente, foi uma vitória de Pirro… Isto é: que não devia ter sido aclamada como o entusiasmo com que o seu líder o fez. O povo falou claro, não quer a direita que está no poder. Mas também quer que o PS dê expressão política ao descontentamento popular”, refere.
Face a este cenário, Soares coloca algumas questões ao chefe de Estado: “Vai fazer mais uma vez, orelhas moucas? E passar adiante como se nada fosse?”. Na opinião do ex-Presidente da República, Cavaco “não pode deixar de falar e de encontrar uma saída para a terrível crise em que Portugal está e continua com a austeridade que mata”, citando o Papa Francisco.
“O Presidente da República está a pouco tempo de ainda poder resolver, em parte, o mal que este Governo tem feito a Portugal e aos portugueses, só pensado nos mercados e ignorando completamente as pessoas. O tempo de Cavaco Silva para ter possibilidade de decidir é curto”, avisa Soares, frisando mesmo que: “Quem o avisa, seu amigo é”.
Soares pede a Cavaco para que se lembre “que sairá muito mal da cena política, continuando ainda como Presidente, sem ter poder para que possa ajudar ainda a salvá-lo, um pouco, das terríveis consequências da política deste Governo. É preciso que o demita antes”, recupera o histórico socialista, acrescentando que “se o não fizer, terá um péssimo fim”.
Neste artigo de opinião, publicado como habitualmente às terças no DN, deixa ainda um conselho ao PS, no sentido de “contra a direita” ser necessário que “a esquerda se una e que o Partido Socialista, por seu lado, também não fique isolado” e que “tente cooperar com toda a esquerda que o queira, de igual para igual”.

Enviado por um leitor/Jornal I Ultimo Minuto

TRIATLO: Juniores do Alhandra em alta na Taça da Europa


Luís Ferreira, jovem atleta do Alhandra Sporting Club, foi este fim de semana 5º classificado na Taça da Europa de Juniores, que se realizou em Brno, na República Checa. Luís Monteiro e Nuno Ribeiro, também do emblema à beira Tejo, terminaram a prova disputada na distância Sprint em 13º e 26º lugares respetivamente.
“Superou as nossas expetativas”, comentou o treinador dos três atletas, Pedro Leitão. “O objetivo era que o Luís Ferreira ficasse no top-10, o Luís Monteiro no top-15 e o Nuno Ribeiro, que se estreou internacionalmente, entre os 30 primeiros”, explicou o coordenador-técnico do Alhandra Sporting Club.
Com o 5º lugar conseguido nesta prova, Luís Ferreira entrou directamente para o 14º lugar do ranking europeu júnior da Associação Europeia de Triatlo (ETU), tornando-se o primeiro português de uma lista que conta ainda com David Luís (26º) e Luís Monteiro, que entrou para 31º posto com este resultado na República Checa.
Luís Ferreira, apesar de um segmento de natação menos conseguido, conseguiu mesmo assim integrar o grupo da frente na transição e foi recuperando posições no segmento de ciclismo o qual, segundo o seu treinador, foi “bastante duro”. Completou a prova em 01:00:45 horas, a pouco mais de um minuto do vencedor, o holandês Jorik Van Egdom (00:59:42).  
Luís Monteiro, “que teve uma partida bastante boa na natação” – segundo Pedro Leitão – concluiu em 01:02:03 horas e Nuno Ribeiro em 01:03:54 horas numa Taça da Europa de Juniores que contou 40 triatletas.
Recorde-se que Luís Ferreira e Luís Monteiro estão entre os 18 atletas que no próximo fim de semana vão representar as cores nacionais no Campeonato do Mundo de Duatlo, em Pontevedra, Espanha.

Se Portugal mantiver caminho da consolidação orçamental pode descer impostos - Eurogrupo


 O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, defendeu, em Sintra, que se Portugal mantiver a consolidação orçamental pode criar espaço para descer a carga fiscal relacionada com o trabalho.
Num debate no segundo dia da conferência internacional organizada pelo Banco Central Europeu (BCE), ‘ECB Forum on Central Banking’, que decorre até hoje em Sintra, Jeroen Dijsselbloem disse que os países que aumentaram os impostos durante a crise têm de ser “muito cuidadosos” com a sua redução nos próximos anos.
Questionado sobre se há condições para Portugal baixar impostos nos próximos anos, o presidente do Eurogrupo afirmou que “depende se [o país] consegue manter o caminho de consolidação orçamental e criar espaço para isso”.
“Claro que se reduzirmos o controlo orçamental não haverá espaço para redução de impostos”, disse, acrescentando, no entanto, que Portugal “está no bom caminho”.
O responsável holandês considerou que para aumentar a competitividade e níveis de vida na Europa, se deve “pensar muito cuidadosamente sobre como se pode baixar os impostos”, defendendo que “a melhor maneira de o fazer é reduzir a pressão fiscal sobre o trabalho”.
“Se tornarmos o trabalho mais barato, tirando a pressão fiscal, as pessoas vão ter mais dinheiro no bolso para gastar e o trabalho fica mais barato para empregadores e empresas. É a melhor maneira de devolver os empregos às pessoas”, reiterou.
No entanto, o presidente do Eurogrupo apelou a uma “maneira inteligente” de reduzir impostos.
«Lusa»

segunda-feira, 26 de maio de 2014

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU NO CONCELHO DE ALPIARÇA


ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU NO CONCELHO DE ALPIARÇA
25 DE MAIO DE 2014
Resultados Provisórios


CDU -------- 43%
PS ----------- 28,3%
PSD/CDS - 10,9%
MPT---------- 4,3%
BE------------ 2,4%
PCTP-------- 1,5%
L-------------- 1,1%
PAN--------- 1%
PND--------- 0.4%
PTP--------- 0,3%
PPM--------- 0,2%
MAS--------- 0,1%
PV----------- 0,1%
PDA--------- 0,08%

«CMA»

ALPIARÇA A CDU TEVE MAIS VOTOS QUE PS, PSD E CDS JUNTOS!

VITÓRIA DA CDU EM ALPIARÇA NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU
EM ALPIARÇA A CDU TEVE MAIS VOTOS QUE PS, PSD E CDS JUNTOS!



Activistas e apoiantes acompanharam a noite eleitoral no Espaço CDU em Alpiarça
«CDU/Alpiarça»

A SIC na Casa-Museu dos Patudos

"ISTO É MATEMÁTICA", Programa da SIC NOTÍCIAS gravado na CASA DOS PATUDOS-MUSEU DE ALPIARÇA

«CMA»

ATLETISMO DO CD "OS ÁGUIAS"



«CMA»

Governo propõe que gestão de Lojas do Cidadão passe para as Câmaras


O objectivo é concentrar no mesmo edifício os serviços locais de Finanças, de emprego, da Segurança Social, entre outros. Governo quer ainda criar Espaços do Cidadão e o "Portugal Porta-a-Porta", entre outros serviços de proximidade.

O Governo propôs à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) que a gestão das Lojas do Cidadão municipais passem para os municípios e permitam aos utentes ir às Finanças, renovar a carta de condução ou requerer a emissão de passaporte no mesmo edifício. 
A proposta foi enviada na passada segunda-feira e está a ser analisado pelos serviços técnicos da ANMP, para que possa ser discutido pelo conselho directivo, cuja próxima reunião está marcada para 27 de Maio. 
A associação deve entregar a sua resposta ao Governo durante o próximo encontro do Conselho de Concertação Territorial, ainda por agendar. 
A proposta de "Reorganização dos Serviços de Atendimento da Administração Pública" foi tema da primeira reunião do Conselho de Concertação Territorial, em Abril, presidida pelo primeiro-ministro e com a participação de associações representativas de municípios e freguesias. 
O objectivo é a concentração no mesmo edifício dos "serviços locais de finanças, de emprego, da segurança social, dos registos, do atendimento específico às empresas e de outros serviços de atendimento ao cidadão, como os relativos a carta de condução, passaporte e registo criminal", para criar uma rede abrangente do território nacional. 
Os municípios são o parceiro preferencial para gerir estes espaços, mas o Governo também está aberto a parcerias com outras entidades, como misericórdias ou instituições de solidariedade social. 
Além disso, e para chegar a mais pontos do território, o executivo quer uma "rede complementar" de postos de "atendimento digital assistido", mais pequenos, denominados Espaços do Cidadão, que devem “auxiliar os cidadãos na utilização dos portais dos diferentes serviços públicos". 
O Governo propõe ainda aos municípios a criação do "Portugal Porta-a-Porta", uma rede de serviços públicos de transporte de passageiros que funcionem a pedido dos utentes que vivam em territórios mais isolados e que queiram deslocar-se até ao local de funcionamento dos serviços. 
Uma outra solução pode passar pelas "Carrinhas do Cidadão", postos móveis que deslocam os próprios serviços até aos territórios. 
Segundo o Governo, existem actualmente cerca de 13 mil equipamentos e pontos de serviços públicos no território nacional, com "uma dispersão muito elevada" e também "muito assimétrica no território". 
Em Outubro de 2013, o ministro Poiares Maduro anunciou a abertura de "mil Espaços Loja do Cidadão, disseminados pelo país" até 2015. Em Março, no Parlamento, indicou que o Governo tinha "financiamento para [lançar] 300 espaços do cidadão" ainda este ano.
«RR»

Europeias: Fechado apuramento em Portugal, quatro mandatos dependentes de votos no estrangeiro


O PS é o partido com mais mandatos nas eleições europeias de domingo quando estão apurados os resultados em todas as 3092 freguesias de Portugal e em 54 dos 71 consulados, segundo dados da Direção Geral de Administração Interna (DGAI).
Os resultados indicam sete deputados para o PS, seis para a aliança Portugal (PSD/CDS-PP), dois para a CDU (PCP-PEV), um para o Partido da Terra (MPT) e outro para a Bloco de Esquerda, faltando atribuir quatro dos 21 mandatos de Portugal no Parlamento Europeu.
Cerca das 02:00 restava a contabilização do resultado de uma freguesia do concelho de Vila Real, além dos 12 boicotes, o qual estava disponível cerca de duas horas depois, 'fechando' o apuramento em Portugal, estando assim contabilizados, no global, 99,46% dos votos

domingo, 25 de maio de 2014

Governo recupera plano de 2013 e extingue apoios ao emprego

A reformulação dos apoios ao emprego, que começou a ser discutida na concertação social, terá por base um documento que tinha sido apresentado aos parceiros sociais em Abril do ano passado. O Governo propõe-se revogar duas dezenas de diplomas cujas medidas já não têm aplicação, estão desajustadas da realidade ou sobrepõem-se a outras existentes e, ao mesmo tempo, propõe-se reorganizar os apoios que se manterão em vigor.
Pouco mais de um ano depois, o executivo volta a propor a revogação dos estímulos à mobilidade geográfica dos trabalhadores, aos inventivos especiais aos desempregados de zonas com elevada incidência de desemprego ou os apoios a trabalhadores em situação de desemprego previsível, medidas que vêm dos anos 80 e 90 e que já não têm execução.
Acaba também o programa Vida-Emprego que vinha de 1998, a medida que apoia a substituição temporária de trabalhadores em formação por desempregados de 1999, entre outras.
Os documentos enviados esta semana aos representantes dos sindicatos e patrões têm subjacente uma sistematização das medidas que se mantêm e que venham a ser criadas no futuro em torno de cinco eixos: apoios à contratação, empreendedorismo, inserção profissional, inserção social e formação profissional.
O Estímulo 2013 (que paga até 50% do salário dos desempregados que sejam contratados) e o apoio à contratação através do reembolso da taxa social única passarão a ter uma nova designação (Estímulo-Emprego). Para manter é também o programa Incentivo-Emprego, que suporta 1% do salário dos trabalhadores admitidos de Outubro em diante. Este subsídio era uma medida temporária (acaba no final de 2015), criada para compensar os encargos das empresas com os fundos de compensação do trabalho, mas nada se diz se é para continuar depois dessa data.
Os apoios ao empreendedorismo também se mantêm, assim como os estágios e os contratos inserção destinados aos desempregados de longa duração ou a receber rendimento social de inserção.
Em cima da mesa está também um diploma, que irá substituir o Decreto-lei de 1999, que estabelece os objectivos e princípios da política de emprego à luz da prática que tem sido levada a cabo nos últimos anos. Há pelo menos uma palavra que no diploma de 1999 não figurava e que agora tem lugar de destaque na proposta do Governo: empreendedorismo. Essa é um dos quatro programas gerais que passam a estar previstos e onde devem integrar-se as medidas mais específicas.
O Programa de Relançamento do Serviço Público de Emprego, lançado no início de 2012, já previa a sistematização das medidas activas de emprego, mas isso nunca chegou a ser concretizado.
No ano passado, também foi criado um grupo de trabalho que não teve seguimento. Esta quinta-feira os representantes dos parceiros sociais recomeçam a discutir o assunto.
«Público»

sábado, 24 de maio de 2014

Palma e Pipa conquistam Fundão


Pedro Laginha Palma (OLI-Clube dos Galitos) e Ana Filipa (Pipa) Santos (CD "Os Águias" de Alpiarça) venceram este sábado a 10ª edição do Triatlo do Fundão. Em termos coletivos, naquela que foi a 2ª etapa da Taça de Portugal, CD "Os Águias" de Alpiarça e o Sporting venceram, respetivamente, em masculinos e femininos. Consulte os resultados.
Pedro Laginha Palma saiu da prova de natação fora dos dez primeiros, mas recuperou no ciclismo e assumiu a liderança no último segmento da prova, realizada na distância Sprint (750 m natação, 20,9 km ciclismo e 5 km corrida), passando a meta e 59:29 minutos, com uma vantagem de 29 segundos sobre Danilo Pimentel e 33 segundos sobre Filipe Azevedo, ambos doCD "Os Águias" de Alpiarça.
"Acabou por correr bem. Na natação podia ter feito melhor. Tive de fazer um segmento de ciclismo mais forte para, depois, na corrida poder controlar", comentou Pedro Laginha Palma, que no início deste mês, em Raiva, Castelo de Paiva, sagrou-se campeão nacional de Aquabike 2014.
O atleta de elite das Seleções Nacionais vai apostar agora na etapa do México da Taça do Mundo, a 15 de junho, com a expectativa de entrar no projeto olímpico Rio'2016".
No sector feminino o pódio ficou composto por Ana Filipa Santos (01:05:46), do Águias de Alpiarça, Melanie Santos (01:06:27), do Alhandra (vencedora na edição passada da prova), e Ana Ramos (01:07:05), do CAPGE.
"Como tenho o Mundial de Duatlo no próximo fim de semana, quis fazer uma natação mais relaxada e puxar mais no ciclismo e natação. Saí da água com o minuto de atraso em relação ao grupo da frente, que tinha a Melanie, a Ana Ramos e a Andreia, mas consegui apanhá-las. A Melanie ainda me tentou acompanhar na corrida, mas larguei-a quando iniciei a segunda volta", comentou Ana Filipa Santos, confessando não ter tido"muito boas sensações no último segmento".
"Mas tenho é de aguentar [risos]. Eu o meu treinador temos tudo muito bem planeado e estamos convictos de que esta prova não vai deixar mossa para o Mundial", acrescentou a campeã nacional em título de triatlo.
João Silva, João Pereira e João Arraiolos, que na próxima semana participam, em Londres, em mais uma etapa do Mundial (WTS) não estiveram presentes, nem Bruno Pais e Duarte Marques, vencedores das edições anteriores, por se encontrarem concentrados na preparação de distâncias maiores.
«FTP»

Câmara de Santarém condenada a pagar 1,8 milhões a construtora


O Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria condenou este ano o município de Santarém ao pagamento de quase dois milhões de euros a uma construtora por trabalhos que foram feitos em 2009 e que acabaram por nunca ser pagos. Segundo o tribunal, foi dado como provado que os contratos celebrados entre a autarquia então liderada por Francisco Moita Flores e a empresa A. Machado e Filhos são inválidos uma vez que foram "verbais" e que não existiram quaisquer "procedimentos pré-contratuais". Ainda assim a sentença ressalva que o valor correspondente às obras de remodelação de instalações da câmara e a demolição de um edifício são serviços que não podem ser devolvidos à empresa, "pelo que a restituição terá de ser feita pelo valor".
A Câmara Municipal de Santarém recorreu este mês da decisão invocando que não foi notificada de um despacho e alegando que nem todos os factos foram dados como provados. Já o tribunal considera que "foram todos provados". Na sentença datada de Março, a juíza Eliana Almeida Pinto esclarece: "Considerando que o réu, Município de Santarém, não contestou, não impugnando qualquer facto alegado pelo autor, [...] julgo confessados todos os factos alegados pela autora. Trata-se de uma confissão tácita ou ficta (legal)."
O tribunal considerou porém excessivo o valor solicitado pela construtora, 1 968 492,50 euros, decidindo que deveria haver uma redução de cerca de 200 mil euros a esse valor. No total, fixou em 1 600 400,50 euros acrescidos de 189 mil euros de juros.
INÍCIO DOS CONTRATOS VERBAIS Segundo a acção administrativa que deu entrada naquele tribunal em Agosto de 2012, houve três contratos verbais realizados em 2009 logo após a autarquia de Santarém ter adjudicado de forma legal àquela empresa a construção de instalações para receber doentes com Gripe A.
Sobre esse primeiro e único contrato por escrito é esclarecido: "Para o efeito, [a câmara] endereçou um convite à [A. Machado] para que executasse as obras no maior sigilo, tal como o tinha solicitado o Ministério da Saúde, em ofícios confidenciais", refere a construtora. O preço base deste concurso era de cerca de 333 mil euros.
A partir desse momento, a autarquia começou a solicitar outras obras, contratualizadas oralmente, sem respeito pela regras de contratação pública.
A primeira foi a realização de "obras de remodelação nas instalações da Câmara Municipal de Santarém, edifícios 7, 8 e 20". No total esta obra teve um preço contratual de 491 300 euros.
Foi ainda dado como provado que de seguida foi solicitado à mesma empresa obras em outras instalações camarárias no valor de 679 600 euros. Por fim, o município solicitou ainda à referida construtora que demolisse um edifício e procedesse à limpeza do entulho, uma intervenção com um valor de 96,7 mil euros.
TENTATIVA DE ENTENDIMENTO FALHADA Desde que esta acção entrou em tribunal a Câmara e a empresa tentaram uma solução extrajudicial, que não teve qualquer sucesso. Em Março, a construtora requereu "o prosseguimento dos [...] autos em virtude de não ter sido possível acordo entre as partes".
Nesta altura já tinham sido excedidos os prazos previstos para a negociação e a juíza, em despacho datado de 13 de Fevereiro, tinha já considerado que o prazo tinha sido "incompreensivelmente dilatado".
A Câmara Municipal de Santarém recorreu este mês invocando que não foi notificada do despacho de Fevereiro da juíza Eliana Almeida Pinto e alegando que "não poderiam [...] ser dados como confessados ou provados determinados factos, como na sentença se faz".
Nos próximos dias, a juíza encarregada do caso irá decidir se o recurso interposto pela autarquia é admissível
(i)

Deliberações da última reunião de Câmara


REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA REALIZADA EM 23 DE MAI0 DE 2014, NO AUDITÓRIO DOS PAÇOS DO CONCELHO


Estiveram presentes: Mário Pereira, Presidente; Carlos Pereira, João Arraiolos, Pedro Gaspar e Francisco Cunha, Vereadores.



FORAM TOMADAS AS SEGUINTES DELIBERAÇÕES:

Acta n.º 6 da Reunião de Câmara realizada em 21/03/2014.
Deliberação: Aprovada por maioria, com dois votos contra dos Srs. vereadores Pedro Gaspar e Francisco Cunha. Declaração de voto do Sr. Vereador Francisco Cunha e Declaração de voto do Sr. Presidente da Câmara.

Saudação ao 30º aniversário da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), apresentada pelo Sr. Presidente da Câmara

ORDEM DO DIA

Ponto 1. Despacho do Sr. Presidente da Câmara sobre a Revogação dos Contratos assinados com Progitape - “Aquisição de serviços para elaboração dos estudos de revisão do Plano Director Municipal do Concelho de Alpiarça”
Município de Alpiarça – Sr. Presidente Câmara
Tomou-se conhecimento

Ponto 2. Projecto Lei dos Verdes – que visa revogar o processo de privatização da Empresa Geral de Fomento, S.A. (EGF), aprovado pelo Dec. Lei n.º 45/2014 de 20 de Março.
Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”
Tomou-se conhecimento

Ponto 3. “Vespáguias de Alpiarça” - Agradecem o apoio prestado na realização do encontro anual que se realizou no dia 27 de Abril.
Requerente: Clube Desportivo “Os Águias” - Secção Vespista
Tomou-se conhecimento

Ponto 4. Requerimentos de Auxílios Económicos realizados fora de prazo.
5º Pedido fora do Prazo 
Município de Alpiarça – Informação interna n.º 29/2014, de 8 Maio - Acção Social
Deliberação: Aprovado por unanimidade.


Ponto 5. Alvará de Loteamento n.º 2/99 – Garantia 062-43.010059-4. (valor retido 2.840,36€)
Incumprimento contratual por parte da “Comárcia – Utilidades e Investimentos”
Município de Alpiarça – Informação Técnica n.º 25/2014, de 10 Abril
Deliberação: Aprovado por maioria, com abstenção do Sr. Vereador Pedro Gaspar

Ponto 6. Solicita o pagamento da Taxa de ocupação do solo em seis prestações mensais (de acordo com o art.º 19º do Regulamento e Tabela de Taxas e Outras Receitas do Município)
Deliberação: Aprovado por unanimidade

Ponto 7. Licença especial de ruído para realização de um evento de karaoke, realizado até às 2h do dia 18 de maio.
Requerente: Maria Prazeres Cruz Fitas Silva
Ratificação: Aprovado por maioria, com abstenção Sr. Vereador Francisco Cunha

Ponto 8. Requerimento de Licença Especial de Ruído, para a realização de uma festa de inauguração da Esplanada “Dos Arcos”, na Rua João de Sousa Falcão, n.º 2 A, em Alpiarça, com início às 18h do dia 31 de Maio e termo às 2h de 1 de Junho de 2014.
Requerente: Telma Sofia Falcão Isidoro
Deliberação: Aprovado por unanimidade. Vereador Francisco Cunha fez declaração de voto

Ponto 9. Proposta de Patrulhamento por ciclo-guardas da GNR 
Sr. Vereador Francisco Cunha
Deliberação: Aprovado por unanimidade

Governo vai discutir com parceiros alterações ao Código doTrabalho na 3.ª feira


O Governo convocou ontem os parceiros sociais para uma reunião em sede de Concertação Social para a próxima terça-feira, no âmbito das alterações à legislação laboral, disse à Lusa fonte sindical.
De acordo com a convocatória  enviada aos parceiros sociais pelo gabinete do Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, a que a Lusa teve acesso, da ordem de trabalhos da reunião constam: ponto da situação do grupo de trabalho sobre “Racionalização de Medidas Ativas do Mercado de Trabalho” e ponto de situação das propostas de alteração à legislação laboral.
No passado dia 08 de maio, o Governo levou à Concertação Social uma proposta para prorrogação, até final do ano, da redução do pagamento do trabalho extraordinário.
A intenção do Governo de prolongar a redução do pagamento do trabalho extraordinário já havia sido revelada em finais de abril pelos parceiros sociais e resulta de uma reivindicação das confederações patronais e, em particular, da Confederação Empresarial de Portugal (CIP).
O objetivo é manter até final de 2014 a diminuição para metade do valor pago aos trabalhadores quando fazem horas extraordinárias ou trabalham em dia feriado, quando era suposto que esta medida apenas vigorasse até 31 de julho deste ano.
Além desta proposta, o executivo levou duas outras propostas de lei que visam a alteração do regime de sobrevigência e caducidade das convenções coletivas e do regime de cessação e suspensão da vigência das convenções coletivas.
O projeto de proposta de lei, a que a Lusa teve acesso, prevê que a convenção coletiva possa cessar “mediante revogação por acordo das partes” e “por caducidade”, podendo “ser suspensa temporariamente na sua aplicação, em situação de crise empresarial, por motivos de mercado, estruturais ou tecnológicos, catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa, desde que tal medida seja indispensável para assegurar a viabilidade da empresa e a manutenção dos postos de trabalho”.
Para o efeito exige-se um “acordo escrito entre o empregador e a comissão intersindical ou as comissões sindicais da empresa”.
Relativamente ao regime de sobrevigência e caducidade de convenção coletiva, o Governo pretende reduzir o seu prazo de caducidade de cinco para dois anos em caso de última publicação integral da convenção, denúncia da mesma ou apresentação de proposta de revisão e diminuir de 18 para seis meses o período mínimo de sobrevigência da convenção após denúncia e enquanto decorrem negociações.
Após a reunião de Concertação Social do passado dia 28 de abril, o ministro do Emprego e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, tinha apontado como uma das prioridades do Governo "estimular a contratação coletiva em Portugal", dizendo que esse seria "um dos critérios a ter em conta na emissão das portarias de extensão"
«Lusa»

Nova imagem da PSP a partir de 2015 custará seis milhões de euros por ano


A mudança de imagem e fardamento da PSP será feita de forma faseada e custará seis milhões de euros por ano, mas não terá custos acrescidos para os polícias, revelou o ministro da Administração Interna.
A mudança de imagem e fardamento da PSP será feita de forma faseada e custará seis milhões de euros por ano, mas não terá custos acrescidos para os polícias, revelou o ministro da Administração Interna.
Miguel Macedo, que falava na direção nacional da PSP, em Lisboa, onde hoje foi apresentada a nova identidade da PSP, explicou que a introdução da nova imagem visual dos veículos e o fardamento dos elementos da PSP será feita a partir do início de 2015 e durante três anos e terá um custo anual de seis milhões de euros.
“Sendo uma exigência [esta mudança de fardamento com estes objetivos] do ponto de vista institucional da polícia é evidente que não vamos em qualquer caso repercutir esses custos sobre cada um dos agentes, como é evidente”, garantiu Miguel Macedo.
O governante explicou que se trata de uma renovação que “faz parte dos objetivos estratégicos da polícia, que é acentuar a visibilidade das forças de segurança”.
O ministro acrescentou estar a aguardar que seja publicada a lei das funções do trabalho em funções do Estado, o que deve ocorrer dentro de dias, para começar a discutir com as estruturas sindicais o estatuto da polícia.
“E nessa sede, esta [nova imagem da PSP] será uma das questões que se vai colocar”, disse.
Sobre a forma como vai decorrer a adoção da nova imagem da Polícia de Segurança Pública, Miguel Macedo disse que estão ainda a ver quais os mecanismos em que se vai operar, garantindo porém que não terá qualquer custo para os polícias.
Questionado a alteração da imagem da PSP decorrer numa altura de crise, o ministro minimizou tal facto, assegurando que por ser uma mudança faseada “será feita à medida que se operarem as necessidades de renovação e faseamento”, dado que todos os anos é necessário fazer renovação de fardamento.
“Não estamos aqui a enxertar uma despesa nova sobre aquilo que temos; vamos esgotar aquilo que temos e à medida que se faria a renovação deste fardamento faremos essa renovação por novo fardamento”, frisou.
Acentuar a proximidade da PSP com os cidadãos é outro dos objetivos da mudança de imagem da instituição, cujos fardamentos vão deixar de ser totalmente azul escuro - uma cor demasiado marcial que, segundo um dirigente da polícia referiu na cerimónia, não conferia interação entre polícia e cidadão - passando a conjugar esta cor com azul turquesa.
Tantos os uniformes como as viaturas passarão também a dispor de três riscas na diagonal a verde, amarelo e vermelho, simbolizando a bandeira portuguesa estilizada.
«Lusa»

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Reunião de Câmara de Alpiarça: Isto não está a começar bem.....

O nível de demagogia está tão elevado que já nem sei de que cor é este fato. 

Texto e Foto de Pedro Gaspar
Presumo que a perspectiva de um bom resultado da CDU nas eleições europeias esteja a fazer subir os níveis de Autocracia da CDU em Alpiarça . 
Só segunda-feira é que é segunda-feira 


É esta a classe politica que temos e os políticos que merecemos

Termina hoje à meia-noite a campanha eleitoral para as eleições Europeias


Por cá os políticos e os candidatos percorreram praticamente o país de lés-a-lés. Agressões verbais foi algo que não faltou e a política interna esteve em destaque como se estivesse a decorrer eleições legislativas
Lamentavelmente ao contrário do que  seria de esperar  os candidatos  falaram de tudo menos dos problemas que nos interessam, ou seja: dos problemas europeus e da Europa. Estes ficaram por discutir. Os portugueses ficaram por saber o que os candidatos portugueses pensam sobre  a questão europeia e os problemas europeus’
É esta a classe politica que temos e os políticos que merecemos.
Resta aos eleitores no próximo domingo saberem quem devem escolher escolher

Seguro pede Europa com "políticas públicas" que apoiem quem cria emprego

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse que é necessária uma "acção comum" entre Portugal e Europa nas "respostas políticas" aos problemas, pedindo que sejam estabelecidas "políticas públicas" que apoiem quem cria emprego.
"O principal problema do nosso país é o desemprego. E esse também é o principal problema, é certo que em dimensões diferentes. Para nós combatermos o desemprego, nós precisamos em primeiro lugar de ter um Governo em Portugal que coloque o combate ao desemprego como a sua principal prioridade. Não é a segunda nem a terceira: é a principal prioridade", disse Seguro num comício na quinta-feira em Castelo Branco.
 O PS, reforçou o seu líder, considera que "em termos de respostas políticas para a resolução" dos problemas é necessária uma "acção comum" entre Portugal e Europa, dando como exemplo o caso do emprego.

"Não é o Estado que cria emprego, mas são as políticas públicas desenvolvidas por um Governo que ajudam a criar emprego. E nós precisamos de ter um Governo em Portugal que se preocupe com os desempregados, mas também precisamos que a Europa tenha políticas públicas que ajudem a apoiar quem cria emprego, as empresas", sustentou.

O Governo, notou ainda o secretário-geral socialista, "não queria" que o PS falasse de Portugal, só da Europa, "como se a Europa fosse uma coisa depois da fronteira". "Nós somos portugueses, mas também somos europeus", assinalou Seguro, lamentando que "alguns, poucos, e quase reduzidos ao Governo e aos seus apoiantes, que são cada vez menos", considerem que "uma coisa é Portugal e outra coisa é a Europa".
«JN»

CLDS+ Alpiarça.


"2014 será um ano completo de crescimento"


Paulo Portas afirmou, em discurso no 2º Fórum Económico e Empresarial, que está confiante na recuperação da economia portuguesa durante o ano de 2014, acrescentando, perante uma plateia de empresários estrangeiros, que este é o momento para criar parcerias com Portugal, avança o Dinheiro Vivo.
“Gostava que soubessem, estamos confiantes na nossa capacidade de ter crescimento económico sustentável. 2013 foi um ano parcialmente de recessão. 2014 será um ano completo de crescimento”, afirmou Paulo Portas, citado pelo Dinheiro Vivo, esta quarta-feira, ao discursar na abertura 2º Fórum Económico e Empresarial dedicado ao tema Cooperação no Mediterrâneo Ocidental.
O vice-primeiro-ministro mostrou, assim, confiança na recuperação da economia portuguesa num fórum com empresários estrangeiros oriundos de vários países do sul da Europa e do Magrebe, acrescentando que este é o momento para acertar parcerias com Portugal.
“Chegam a Portugal quando o crescimento económico está de regresso. Isso é o mais importante para que a consolidação orçamental seja mais virtuosa”, sublinhou Paulo Portas.
O governante assinalou ainda que “as exportações cresceram 28% para 40% do PIB em menos de quatro anos. Muitas das exportações foram para mercados não europeu e para os mercados do Magrebe, do Mediterrâneo, ou do Golfo”.
«NM»

quinta-feira, 22 de maio de 2014

AGROALPIARÇA CIPRL


Vinhos de Alpiarça 

Vinhos de Qualidade
«Foto: CMA»

JUNTA DE FREGUESIA INFORMA

INFORMAÇÃO

Em cumprimento do Plano de Actividades da Junta de Freguesia de Alpiarça para 2014, e no âmbito do atendimento de proximidade, informa-se a população dos Lugares que a presidente da Junta irá estar presente no dia e local abaixo indicado, das 9:30 h às 12 h, a fim de atender os cidadãos, relativamente a assuntos relacionados com a administração da Freguesia.
- 27/05/2014 - (terça-feira) – Casalinho – Colectividade

CLDS+ ALPIARÇA

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«CMA»

Protocolo de apoio às obras na Igreja

PROTOCOLO DE APOIO ÀS OBRAS NA IGREJA PAROQUIAL DE SANTO EUSTÁQUIO


A Câmara Municipal de Alpiarça apoia as obras de recuperação da Igreja Paroquial de Sº Eustáquio de Alpiarça com 12 mil euros. O Protocolo entre a autarquia e a Fábrica da Igreja foi assinado no passado dia 19 de Maio, pelo Presidente da Câmara, Mário Pereira, e pelo Pároco de Alpiarça, Padre José Abílio, na presença de autarcas (Presidente da Assembleia Municipal, Presidente da Junta de Freguesia e Vereadores) e de membros da comunidade religiosa alpiarcense.


Dirigindo breves palavras aos presentes, o Padre José Abílio registou os vários passos do processo das obras de recuperação do edifício da Igreja e salientou a colaboração das várias entidades envolvidas.


O Presidente da Câmara realçou o espírito de colaboração entre a Câmara e a Fábrica da Igreja, que permitiu, em articulação com a administração central, recuperar o edifício da Igreja paroquial, património de grande importância arquitectónica, histórica, cultural e social para o concelho, através de uma obra que foi praticamente concluída em meia dúzia de meses, e na qual todos os intervenientes honram as suas responsabilidades. Mário Pereira referiu ainda que, tal como neste caso com a Igreja, a Câmara continuará a fazer tudo o que lhe seja possível para apoiar todas as instituições cujo trabalho contribua para o desenvolvimento social do concelho e se traduza em melhores condições oferecidas à sua população.


O montante a transferir pela Câmara irá suportar uma parte significativa do valor da obra assumida pela Fábrica da Igreja, a acrescentar ao financiamento da administração central de 23 mil euros, assegurado pela DGAL e CCDR LVT.


«CMA»