Como socialista
que sou, defenderia um camarada de forma mais inteligente. Não enviesaria a
realidade para o defender. Afinal, é tão normal nos tempos que correm vermo-nos
numa situação de penhora do vencimento. O que não falta é gente honesta que
está a passar por isto. A Dra. Sónia Sanfona fala em "mediocridade,
pobreza de espírito, inveja e calúnia". Por parte de quem? Do Mirante que
só se limitou a dar uma notícia?
Se for calúnia, o Dr. Paulo Fonseca tem mais é
que usar os meios disponíveis para defender a sua imagem. Já o fez? Quanto a
inveja, duvido que alguém no seu perfeito juízo tenha inveja de ter o
vencimento penhorado. É assim, quando não se tem argumentos diz-se o que vem à
cabeça. Não entendo como há camaradas no PS que depositam confiança nas caras
actuais do PS em
Alpiarça. Mas também, com as pessoas que a rodeiam, é
difícil! Cada vez tenho menos dúvidas: conheço pessoas no PS que fariam um
melhor serviço tanto ao partido como à nossa terra.
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Realmente, tenho que concordar pelo menos com uma coisa: inveja, não. Inveja é mais aquilo que o caro apoiante do PS tem, que me parece que gostaria de estar no lugar da Dra. Sónia. Até posso adivinhar quem é.
ResponderEliminarAmor com amor se paga, e apoiar um amigo é sempre um acto digno.
ResponderEliminarTambém acho. Porque não inveja? Paulo Fonseca é um socialista que tem colocado a terra de que é presidente acima de praticamente tudo. Tem desempenhado exemplarmente o seu cargo, por vezes até correndo riscos pessoais. Porque não é possível que haja pessoas invejosas? Se o nosso Presidente lhe chegasse aos calcanhares...
ResponderEliminarA bem dizer, o que eu e muitas pessoas têm mais é inveja do Dr. Paulo Fonseca. Adoraria ter o vencimento penhorado. Era sinal de que não estaria desempregado como muitas vítimas das políticas defendidas por esse senhor e outros e outras como ele.
ResponderEliminarO que fica da notícia é apenas o seguinte:
ResponderEliminarSe individualmente não conseguem gerir a sua vida pessoal, que gestão farão dos bens públicos?
Pena e solidariedade tenho é para gente orientada e que por doença grave ou desemprego de um dos membros do casal entrou em ruptura financeira e não consegue assumir os compromissos bancários.
Quem não estiver nessa situação, desculpem, mas só têm é de pagar o que pediram.