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quinta-feira, 4 de junho de 2015

III Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo

Está a decorrer o III Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo, de 30 de Maio a 14 de Junho, entre Vila Velha de Ródão e a Marina de Oeiras.
A primeira etapa realizou-se no dia 30 de Maio, entre Vila Velha de Ródão e Ortiga.

A comissão organizadora do III Cruzeiro


APCA – Associação para a Promoção da Cultura Avieira
AIDIA - Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça
ENVOLVE - Associação para o Desenvolvimento Local - Rossio ao Sul do Tejo
ACAPSI – Associação Cultural dos Avieiros da Póvoa de Santa Iria
A MAR A COSTA - Associação para o Desenvolvimento Local de Caparica e Trafaria
MARINHA DO TEJO - núcleo do Museu da Marinha - Lisboa



Como poderão as autarquias ter dinheiro a gastar desta forma?
















«De: V.M.R.»

" Vamos ajudar o Cinema de Alpiarça".

O CCBR vai realizar no dia 14 de Junho pelas 16:30 horas no Pavilhão de espectáculos da Alpiagra..





O evento tem como tema, CCBR em Festa  " Vamos ajudar o Cinema de Alpiarça".

Treinador de futebol abandona o “Águias” ao fim de 12 anos

José Grilo, ex-treinador´
do "Águias"
O esclarecimento de José Grilo, ex-treinador do “Águias de Alpiarça”, dá a conhecer a verdade já que circula no meio desportivo alpiarcense “algumas mentiras” que rodeiam a sua saída do Clube Desportivo “Os Águias” que pode também ser lido nas redes sociais:

Nada então como repor a verdade:
“Venho por este meio esclarecer a minha saída como treinador do Águias de Alpiarça a 12 anos, já que foram ditas algumas mentiras em torno da minha saída.

Passo a explicar: na Terça - Feira 26 de Maio a noite um atleta meu ligou-me no fim do treino se eu não ficava com eles visto que a mãe lhe tinha dito que um elemento da direcção lhe tinha transmitido que o Águias fazia Juniores e que já tinham treinador para a próxima época, e eu respondi que não sabia de nada que ninguém
 tinha falado comigo.


Na Quinta-Feira no treino foi-me dito por 2 atletas que o Senhor Diogo Rato foi na Terça no fim do treino perguntou o que achavam do treinador, dizendo ele que para o ano ia ser diferente, já tinham treinador e se esse não aceitasse a segunda opção era ele (Diogo Rato) .


Fiquei desiludido com o que estava a ser feito nas minhas costas.


Na Sexta-feira o nosso treino foi cancelado porque alguns jogadores pediram para verem a final da taça da liga.


Sabendo eu por um atleta que o Senhor Vereador (João Pedro) mandou uma mensagem para o Facebook, para uma reunião só com os jogadores no qual um dos jogadores que foi a reunião enviou me uma mensagem a dizer o que se estava a passar.


Na Segunda-feira fui chamado a uma reunião na sede do clube com o Diogo Rato, Marco Ferreira, Cinturão, Micael, João Pedro e Henrique Santana.




No qual o Diogo me perguntou pelo material que estava no campo e eu respondi que era meu e visto que não estavam a fazer conta com o meu trabalho.

O Marco Ferreira informou-me que tinha ficado decidido numa reunião que não fazia mais conta comigo. Por isso quando dizem que abandonei o clube e pura mentira. Fui obrigado a sair, queria saber qual a credibilidade de um coordenador perante os atleta.


Não sei se foi pelo jantar que organizei com a minha equipa sem transmitir a direcção, que causou a minha saída visto que me confrontaram e acusaram-me de só causar problemas no Águias mas como sempre fiz jantares com os meus atletas durante os 12 anos que trabalhei no clube nunca pensei que pudesse causar problemas.



Sinto-me desiludido, com esta direcção que não sabe dar valor ao que já fiz pelo clube.

Agradecia que o coordenador Diogo Rato retire o que disse aos meus atletas, que eu sai do Águias porque tinha clube e é tudo mentira.

Devia ter vergonha e pedir a demissão porque é mentiroso e com pouco carácter.


Andei 12 anos a ganhar 100€ mês e há quem viva a conta do Águias de Alpiarça.


Eu sei qual a opinião acerca do meu trabalho por parte dos directores e do coordenador, mas não devo de ser muito mau treinador porque tive logo vários contactos.


Mas que fique claro que só confirmei com o clube onde vou trabalhar a próxima época quando sai da reunião na Segunda-feira.


Acredito que neste projecto vou encontrar pessoas com mais credibilidade. Que é o que está a faltar ultimamente na secção futebol juvenil do Águias de Alpiarça.
Abraço a todos, bem-haja
José Grilo”

ORDEM DE TRABALHO DA PRÓXIMA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMAR MUNICIPAL DE ALPIARÇA


CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA

EDITAL Nº 29/2015
XI REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMAR MUNICIPAL DE ALPIARÇA A REALIZAR NO DIA 8 DE JUNHO DE 2015, PELAS 15H – MANDATO 2013 - 2017




---Mário Fernando A. Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, torna público, para os devidos efeitos, que realizar-se-á a XI Reunião Ordinária no dia 8 de Junho de 2015, (2ª feira) pelas 15h, no auditório dos Paços do Município. 

ANTES ORDEM DIA
--- Ata n.º 10 – Reunião Realizada em 25 de Maio de 2015
ORDEM DO DIA
--- 1 - Resolução sobre o Horário de Trabalho, Reposição dos Cortes e Aumento dos Salários, Redução dos Impostos, apresentado pelo STAL. STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins / Para Conhecimento. -
--- 2 - Manifesto sobre a Defesa das Funções Sociais do Estado, apresentado pelo STAL. STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins/ Para Conhecimento. ----------------------------------------------------------------------
--- 3 - Relação de todas as adjudicações efetuadas ao abrigo do parecer genérico de 25/10/2013 – Período de 01/05/2015 a 31/05/2015. Município de Alpiarça – Informação interna n.º 8/CP/2015/ Para Deliberação.
--- 4 - Emissão de Parecer Prévio Vinculativo Para Renovação de Contrato de Aquisição de Serviços de Promotor Cultural, na Modalidade de Avença, e respetiva Autorização para assumir o Compromisso Plurianual. Município de Alpiarça - Proposta n.º 20/2015 Sr. Vereador João Pedro Arraiolos / Para Deliberação. --
--- 5 - Emissão de Parecer Prévio Vinculativo Para Celebração de Contrato de Prestação de Serviços de Vigilância Diária Humana na Casa Museu dos Patudos, no período compreendido entre as 18h e as 9h do dia seguinte, pelo período de 2 anos, e Respetiva Autorização para assumir o Compromisso Plurianual. Município de Alpiarça - Proposta n.º 21/2015 Sr. Vereador João Pedro Arraiolos/ Para Deliberação.
--- 6 - Emissão de Parecer Prévio Vinculativo Para Celebração de Contrato de Prestação de Serviços de consultoria na área do ambiente e Gestão de Riscos (Naturais, mistos e Tecnológicos), pelo período de 2 anos, em Regime de Avença, e Respetiva Autorização para assumir o Compromisso Plurianual. Município de Alpiarça - Proposta n.º 22/2015 Sr. Vereador João Pedro Arraiolos/ Para Deliberação. 
--- 7 - Proposta de aprovação do início do procedimento de revisão do “Regulamento dos Períodos de Abertura e Encerramento dos Estabelecimentos de Venda ao Público e de Prestação de Serviços do Município de Alpiarça” e, até à conclusão do referido procedimento, determinar a manutenção em vigor da atual redação e demais despachos proferidos nesta matéria. Remeter à Assembleia Municipal. Município de Alpiarça – Proposta Sr. Presidente / Para Deliberação. 
--- 8 - Proposta de Normas para o VI Festival do Melão a realizar nos dias 25 e 26 de Julho de 2015.
Município de Alpiarça – Proposta n.º 2/2015 Sr. Vereador Carlos Jorge Pereira / Para Deliberação --
--- 9 - Plano de Transportes Escolares ano letivo 2015/2016. Município de Alpiarça – Informação n.º 8. Gabinete Educação / Para Deliberação.
--- 10 - Licença especial de ruído para o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça, para um evento a realizar no Parque de estacionamento do Centro de Saúde de Alpiarça entre os dias 5 a 7 de Junho de 2015, no horário compreendido entre as 21h30 e as 2h. Solicitam a isenção do pagamento da Taxa, por serem uma Associação sem fins lucrativos. Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça / Para Ratificação.
--- 11 - Licença especial de ruído para o “C.C.B.R – Centro Cultural Bruno Ramiro”, para o evento “Vamos Ajudar o Cinema em Alpiarça”, em parceria com a Câmara, a realizar no Pavilhão de Espetáculos da Alpiagra, no dia 14 de Junho de 2015, no horário compreendido entre as 8h e as 23h. Solicita isenção do pagamento da Taxa/ Para Deliberação. 
---Para geral conhecimento, se publica o presente Edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares públicos do costume.

Paços do Município de Alpiarça, em 4 de Junho de 2015

O Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça
(Mário Fernando A. Pereira)

Nem mais um cêntimo, na TAP

Completamente de acordo ("Questões que a cegueira partidária e ideológica i...": ). Gostaria acrescentar, de forma muito clara para que todos entendam: Eu não quero por do meu bolso, nem mais um cêntimo, na TAP. 
Em alternativa, talvez aceitasse a continuação da TAP como empresa pública, desde que me fossem concedidas 50% das regalias, que foram sendo dadas aos seu trabalhadores, sempre que ameaçavam com uma greve. 
Não sei onde iríamos buscar o dinheiro, porque, como diz o comentador e muito bem, já não fazemos dinheiro, o que parece nem todos saberem. 

João Ferreira. “O sector público tem sido mal gerido e, muitas vezes, não inocentemente”

Na  semana em que o secretário-geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, apresentou os eixos essenciais do programa eleitoral com que os comunistas vão concorrer às eleições legislativas com Os Verdes e a Intervenção Democrática, na Coligação Democrática Unitária (CDU), o i publica uma entrevista com João Ferreira, deputado europeu do PCP. Falámos de privatizações, de alianças políticas e do Plano Juncker, entre outros temas. Mas foi pela política de migração da União Europeia, uma matéria que lhe é particularmente sensível, que começámos.
 O Conselho Europeu tem uma posição muito distante da do Parlamento Europeu no que toca ao Mediterrâneo e ao controlo de imigração ilegal.
O que a reunião do Conselho Europeu decidiu foi uma vergonha. Não só não retira de mais uma tragédia as lições para alterar a política de imigração e, num sentido mais amplo, a política externa da União Europeia, mas em vez disso, procura usá--la como pretexto para intensificar alguns aspectos negativos dessas políticas.
O ataque ao “Charlie Hebdo” foi usado para discutir Schengen. Não tinha nada a ver.
Já houve aí uma tentativa de instrumentalização dos acontecimentos. No caso da política de imigração, é uma política que criminaliza os imigrantes, repressiva, selectiva – com instrumentos como o cartão azul –, uma política desumana. A mesma coisa em relação à política externa.
É uma evidência que muitos destes movimentos, muita desta pressão migratória resulta de focos de desestabilização, sobretudo na Líbia e na Síria, nos quais a União Europeia teve um papel assumido. Não podemos atirar a pedra e esconder a mão. A União Europeia tem e teve pesadíssimas responsabilidades.
A deputada Ana Gomes sugeria que se destruíssem as embarcações...
Quando se admite, como alguns governos vieram admitir, acções militares em países estrangeiros, soberanos, supostamente para destruir as embarcações, isso significa uma violação do direito internacional e tudo o que é intolerável. E é muito preocupante.
O que é que a União Europeia tem de fazer?
Em primeiro lugar tem de corrigir as razões de pressão migratória na origem.
Como?
Parando com acções de desestabilização e, no essencial, respeitando o que é o direito internacional e a Carta das Nações Unidas: não violando a soberania dos Estados e recusando agressões e intervenções militares do tipo das que foram levadas a cabo. Depois tem de haver uma alteração profunda das políticas sectoriais da União Europeia que têm impacto nos países em desenvolvimento. Sabemos hoje que existem várias políticas sectoriais da União Europeia, no domínio comercial, das relações internacionais, dos mercados financeiros, agrícolas, que são extremamente prejudiciais e geradoras de iniquidades nos países em desenvolvimento. É necessário modificá-las e pôr fim à desregulação e liberalização, destruidoras de sistemas produtivos mais frágeis.
A UE gaba-se do dinheiro que envia para esses países. É uma contradição?
O dinheiro que vai, e a União Europeia diz muitas vezes que é o maior dador no plano internacional –, muito haveria a dizer sobre esse dinheiro. Não é, nunca foi, uma ajuda desinteressada. Acaba por reverter, na maior parte das vezes, para os países de origem sob múltiplas formas, desde aquisição de bens e serviços, juros da dívida…
Nada que Portugal não conheça...
Uma das coisas que dissemos é que se estão a forjar no seio da União Europeia um tipo de relações de recorte colonial que nós tivemos durante muitos anos e temos entre o norte e o sul. Curiosamente, as políticas que estão na origem de um e de outro são as mesmas.
O envelope financeiro até 2020 está a ser discutido, fala-se no investimento, na fiscalidade. Foi preciso fazer cortes para alimentar o Plano Juncker. Portugal foi prejudicado?
O Plano Juncker é sobretudo um grande pacote de parcerias público-privadas. Procura atrair grandes projectos de equipamentos e de infra-estruturas acenando com duas cenouras: uma, o capital público ou as garantias públicas; outra, a rentabilização associada que, durante muitos anos, serão as rendas que nós vamos pagar – temos bem a experiência em Portugal de como as PPP são desastrosas para o interesse público, que só paga o investimento privado. O privado, a única coisa que faz é montar o balcão para cobrar o dinheiro. E arrecadá-lo. Têm sido bons negócios para os privados, péssimos negócios para os Estados e para o interesse público, que normalmente tem piores serviços e mais caros.
Quem avalia os projectos?
Os projectos vão ser seleccionados por peritos em mercados financeiros. O critério não é se uma infra-estrutura serve ou não uma região, uma população ou um país, mas a sua rentabilidade. Logo aqui há na Europa condições muito desiguais do ponto de vista da capacidade de mobilização de capital privado. Países como Portugal estarão sempre em desvantagem.
Porque é tão difícil a Portugal captar investimento privado?
É o resultado do caminho que foi imposto ao país, seja pelas opções dos governos que temos tido, seja por programas da União Europeia. Foram essas políticas que levaram a esmagar o investimento, público e privado, e sem ele a economia torna-se obsoleta. Portugal tem hoje dois grandes bloqueios: precisa de criar riqueza e de a distribuir de forma menos desigual. Sem resolver isto não podemos pôr o país a crescer e a desenvolver-se. Temos de desatar estes nós.
Como?
Através de uma política patriótica e de esquerda, que recusa o papel dependente. Uma política que percebe que a forma que temos de dever menos é produzir mais. Para isso queremos recuperar para o país aquilo a que o país tem direito e que lhe tem sido negado: sectores produtivos fortes, um sector de pescas dinâmico, um sector agrícola dinâmico, um sector industrial dinâmico e não estar numa permanente postura de subordinação.
Como seria feita essa distribuição?
A primeira orientação é a actualização geral dos salários. No caso português seria, numa primeira fase, recuperar tudo o que foi perdido nos últimos anos em termos de cortes salariais.
Com que dinheiro?
Com a riqueza que o país, apesar de tudo, vai criando.
A questão é que o país não está a gerar tanto quanto gasta.
Está a criar menos do que já criou, mas todos os dias cria riqueza. Nos dois primeiros anos deste governo, o poder de compra das famílias caiu cerca de 9%. No mesmo período, as 25 maiores fortunas nacionais cresceram 16%. Ou seja, aquilo a que nós estamos a assistir não é apenas um processo de empobrecimento geral do país, é um processo da sua concentração em menos mãos. Mas, continuando, em segundo viria uma melhoria substancial daquilo que por vezes se designa por salário indirecto, os serviços públicos – saúde, educação, segurança social –, e, em terceiro, uma modificação da fiscalidade no sentido de onerar mais os rendimentos do capital e aliviar os rendimentos do trabalho.
Se todas as políticas que defende são a favor das pessoas, porque é que acha que as pessoas não votam no PCP?
Não tenho uma visão pessimista nem derrotista quanto ao futuro. Muitas pessoas vão percebendo aquilo que, se calhar, nem sempre perceberam: é que nós não podemos resolver os problemas nacionais com aqueles que os criaram. E vão associando a situação do país aos sucessivos governos que, nos últimos 38 anos, têm sido sempre de três partidos: PS, PSD e CDS. Acho que, apesar de tudo, há mais gente a abrir os olhos e que não está disposta a continuar a dar o seu voto a quem a enganou. Se me pergunta se são suficientes, não, não são. Ainda. O PCP também nunca disse que o governo patriótico e de esquerda que defende vai ser constituído pelo PCP apenas e unicamente. Não vai. Agora, uma precondição para esse governo é que o PCP se reforce muito. Isso tem acontecido. Ainda não é suficiente, mas estamos nesse caminho.
Acredita que as pessoas preferem uma alternativa ou optam por se afastar?
Estamos perante uma situação de profundo descrédito do sistema político. Esse descrédito está associado ao que tem sido o comportamento dos governos dos três partidos que lá têm estado. Há quem procure encaminhar esse descontentamento para soluções inconsequentes, seja a abstenção, seja novas formações partidárias – que do ponto de vista de propor algo de genuinamente novo e a ruptura com o que tem sido a política dos últimos anos, não representam mudança. O que prevalece, sobretudo olhando para as últimas eleições, é uma crescente identificação do PS como mais do mesmo – nos últimos 20 anos esteve 12 no governo.
Fala em investimento público. Em que sectores deveria o Estado investir?
Não por acaso, em sectores como a banca, a energia, os seguros, os transportes e as telecomunicações, nos quais o Estado podia e devia ter um papel-chave. Nalguns casos correspondem a monopólios naturais públicos que foram privatizados e hoje são monopólios privados. A EDP fechou 2014 com mais de mil milhões de lucro. O problema é que isso é feito à custa da factura energética que é imposta às empresas e às famílias. Porque é que é importante o Estado recuperar o controlo de uma empresa como a EDP? Ou da banca comercial? Porque nessa altura pode redireccionar esses sectores da economia, que são estratégicos, não numa lógica de maximização do lucro do accionista privado, mas numa lógica de dinamização da economia, e criar por essa via outras e melhores condições de competitividade para as nossas empresas.
A CGD está nas mãos do Estado e nem por isso tem sido o melhor instrumento de financiamento da economia...
Não, mas pode ser. O problema é que a Caixa tem funcionado na mesma lógica dos privados. Há uma diferença fundamental, é que a Caixa é pública, e no momento em que mudem as opções dos governos que temos tido pode mudar também a função do banco Caixa Geral de Depósitos. Isso não acontece com os privados. Podemos mudar de governo, mas a democracia não chega até aí, não chega a poder mudar o que têm sido as opções de quem comanda o sector financeiro. Se certas alavancas estiverem nas mãos públicas, podem ser bem ou mal utilizadas – temos tido exemplos de coisas públicas mal geridas –¬, mas as pessoas têm, numa sociedade democrática, o poder de mudar isso. Quando votam, votam também para mudar isso. Então, se retirarmos esses sectores da esfera pública, o nosso voto deixa de contar para isso. O público tem sido mal gerido, e muitas vezes não inocentemente. Também sabemos que há muita má gestão que é feita na lógica de preparar e de justificar os processos de privatização. A diferença é esta: no público podemos reorientar a forma como as coisas estão a funcionar – e a Caixa não tem feito o que podia e devia –, mas se mudarmos o governo, podemos mudar também as opções que têm presidido aos destinos desse banco.
Sobre as privatizações, o processo está a ser bem conduzido?
Nós achamos que as empresas estão a ser mal vendidas. Quanto à gestão, as privadas, já agora, também têm sido mal geridas e estamos a pagar os custos disso: BES, BPN, BCP, BPP.
«Fonte: Jornal i»

CAMINHADA / CORRIDA DA FAMÍLIA "+ LEZÍRIA" EM ALPIARÇA


Caminhada/Corrida da Família, em Alpiarça, integrada no programa de promoção do desporto "Mais Lezíria" da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo. Teve lugar, à mesma hora, em todos os 11 municípios da CIMLT.
«CMA»

Questões que a cegueira partidária e ideológica impedem de ver

As administrações das empresas públicas como são de nomeação política não estão para se chatear quando os sindicalistas reivindicam este mundo e o outro. Dito isto as administrações e os sindicatos são responsáveis solidários pela destruição das muitas empresas públicas que existem ou existiram neste país. Antes de virem defender soluções políticas sem nexo deviam perguntar onde está o dinheiro para investir na TAP. Estarão os seus defensores dispostos a pagar o rombo?
Pode-se discutir se a culpa é totalmente dos sindicatos ou das administrações, ou se são culpados a 50-50% ou 70-30% ...
Mas o que não se pode discutir é que o Banco de Portugal deixou de fabricar notas e moedas. Assim sendo, para pagar os 1200 milhões há que recorrer a empréstimos externos ou lançar novos impostos sobre as empresas e famílias para pagar os buracos das empresas públicas.
Quem defende o "interesse nacional" que explique quantos portugueses escolhem a TAP para viajar quando tem alternativas low cost? A 2ª pergunta... as rotas com os países lusófonos... alguém pensa que se não for a TAP a fazê-las não existirão outras companhias interessadas? E alguém pode garantir que os consumidores não podem ficar a pagar menos? Veja-se a abertura das rotas insulares às companhias low-cost e o que o turismo regional ganhou com os baixos preços das viagens. Podemos com vôos baratos para as ilhas passarmos a ser sérios concorrentes do turismo espanhol para as suas ilhas. São questões como estas que a cegueira partidária e ideológica impedem de ver, prejudicando a competitividade e a economia nacional. Mas, podemos continuar todos como no tempo de Salazar "orgulhosamente sós" com teorias políticas ditas de esquerda sem aplicação prática em nenhum país do mundo.  
Noticia relacionada: "Fosso entre ricos e pobres diminuiu": 

Como consultar as multas de trânsito na internet?

A partir de agora já pode consultar as multas de trânsito ou outras infrações rodoviárias no Portal das Contraordenações Rodoviárias criado pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Este portal permite aos condutores terem acesso, através do cartão de cidadão ou de registo online, às infrações cometidas e ao estado dos seus processos de infração. Saiba, no entanto, que as infrações leves, como é o caso das multas de estacionamento, ficam de fora do registo eletrónico. Neste portal pode igualmente contestar as multas a que foi sujeito, apresentar testemunhas ou fazer outro tipo de intervenções no processo.Para consultar as contra-ordenações tem de fazer o registo. Este registo pode ser feito com ou sem cartão de cidadão. Se preferir fazê-lo sem cartão de cidadão deverá selecionar a opção “Registar” que aparece na homepage do Portal. Tenha em conta que só pessoas singulares, coletivas ou mandatários podem efetuar o seu registo de acordo com asinformações disponibilizadas pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. De seguida deve preencher um formulário com os seus dados pessoais. Pode optar por dois tipos de títulos de condução: carta de condução ou licença de condução. Deve igualmente digitalizar, em formato pdf, outros documentos como o cartão de contribuinte, caso se trate uma pessoa coletiva ou singulares sem cartão do cidadão, a cédula profissional caso seja um mandatário, o título de condução e o documento de identificação, no caso de pessoas singulares.Para efetuar o registo com cartão de cidadão deve possuir um leitor de cartões apropriado e os certificados instalados no computador. Deverá assinalar a opção “Cartão do Cidadão – Autentique-se aqui”. Além disso, tem que autorizar a disponibilização de dados à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Depois da confirmação do seu pin, terá que preencher o formulário com os seus dados pessoais e digitalizar o seu título de condução em formato pdf. Assim que o seu registo for validado irá receber na morada indicada no formulário de adesão a sua senha de acesso. A partir daqui já poderá consultar a sua situação no Portal das Contraordenações Rodoviárias.
«sp»

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Descobrir Almeirim


Os alpiarcenses que auferem faustosas reformas

Pergunto-me eu enquanto alpiarcense, e um mês passado após o encerramento da Renoldy o que foi feito para garantir a reabertura da unidade fabril? Que esforços foram feitos? Onde andam os senhores sindicalistas, aliás gostaria de saber onde anda o Sr. Rui Aldeano, esse defensor da classe trabalhadora? Que promoveu ele depois do encerramento da Fabrica para que a mesma voltasse ao activo? 
Onde andam alguns ilustres alpiarcenses que não são precisos nomear mas que auferem faustosas reformas, e que fizeram piquetes á porta da Fabrica?
Amigos são 50 desempregados directos e muitos mais indirectos... e a isto ninguem diz nada?

Fosso entre ricos e pobres diminuiu

O fosso entre ricos e pobres diminuiu, mas Portugal continua entre os países mais desiguais e com maiores níveis de pobreza consolidada da OCDE, segundo um relatório que analisa a evolução da desigualdade de rendimentos nos últimos anos. Analisando a totalidade dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e também economias emergentes como a China ou a Rússia, o relatório conclui que a desigualdade de rendimentos e a pobreza aumentaram durante a crise.
"Nos primeiros anos da crise, a desigualdade de rendimentos antes de impostos e benefícios aumentou fortemente, mas os impostos e benefícios amorteceram a subida. Nos anos mais recentes, enquanto a desigualdade de rendimentos antes de impostos e benefícios continuou a subir, o efeito de amortecimento abrandou, acelerando a tendência geral de aumento da desigualdade do rendimento disponível", refere a OCDE.O relatório, apresentado hoje em Paris, adianta que entre 2011 e 2012, Portugal registou uma redução de 0,343 para 0,338 no coeficiente Gini, que mede as desigualdades de rendimento (0 para os países com igualdade de rendimentos e 1 para os países com maior desigualdade de rendimentos).Portugal surge, assim, no relatório como o nono país mais desigual entre os 34 da OCDE, acima do índice médio destes países, que é de 0,315.Os 10 por cento da população portuguesa mais rica concentravam 25,9 por cento da riqueza, enquanto os 10 por cento da população mais pobre tinham 2,6 por cento.O grosso da riqueza (63 por cento) concentrava-se nos 40 por cento da população.
No mesmo período, a taxa de pobreza dos agregados portugueses passou de 12,0 para 12,9 e os níveis de pobreza consolidada subiram dos 12,4 para os 13,6, o sexto valor mais elevado entre os 34 países da OCDE e acima do nível médio de pobreza consolidada deste bloco de países, situado nos 9,9.Quando analisada por idade, a pobreza afectava sobretudo as crianças e jovens, com taxas de 17,8 e 15,8 respectivamente. Os adultos (26-65) e os trabalhadores pobres apresentam taxas de 12,5 e 12,2.O estudo adianta também que, pela primeira vez, em 2011, a taxa de pobreza das pessoas com idades entre os 66 e 75 anos ficou abaixo da média da população, sendo essa redução classificada como "considerável" em Portugal e em países como a Grécia, a Irlanda ou a Espanha.Em 2007, os idosos eram o grupo etário com maior incidência de pobreza, enquanto em 2011 os jovens e as crianças tomaram o seu lugar, segundo a OCDE, que tinha identificado a pobreza entre os jovens como uma tendência a longo prazo, mas que a crise acelerou.O estudo assinala que em Portugal, apesar do aumento da desigualdade registada no rendimento de mercado (inclui rendimentos do trabalho, capital e propriedades), a aplicação de benefícios fiscais e sociais resultou numa redução da desigualdade dos rendimentos disponíveis.
O relatório conclui que, entre 2007 e 2011, a maioria dos países da OCDE registou um aumento na desigualdade do rendimento disponível, tendo 15 países ficado mais desiguais e nove mais iguais.Na maioria dos países, o fosso entre os mais ricos e os mais pobres está ao nível mais alto dos últimos 30 anos, com os 10 por cento dos mais ricos a registarem em média 9,6 vezes o rendimento dos 10 por cento mais pobres.O relatório conclui ainda que as desigualdades continuaram a aumentar durante a crise, sobretudo devido ao crescimento do desemprego, mas também depois da crise.
Em países como a Grécia, Irlanda e Portugal, o aumento da desigualdade nos rendimentos do trabalho foi fortemente influenciada pelos efeitos do desemprego, no entanto as diferenças salariais reduziram-se por causa dos cortes nos salários do sector público.
«i»

terça-feira, 2 de junho de 2015

Seminário "O futuro da regeneração urbana no Ribatejo", organizado pela NERSANT

«Texto e foto de Mário Pereira»

O Agrupamento de Escolas José Relvas foi uma das escolas Portuguesas participantes

Um motivo de orgulho para os Alpiarcenses


Como se pode verificar pelos comentários (ler: "Casa dos Patudos recebe prémio": ) existe muita confusão nas cabeças dos comentadores anteriores, por isso antes demais importa clarificar :
O projeto Comenius é um projeto criado por iniciativa da Comissão Europeia que visa melhorar a qualidade e reforçar a dimensão europeia da educação, desde o ensino pré-escolar até ao secundário, bem como dos estabelecimentos e organizações que oferecem esses mesmos níveis de ensino, de modo a atingir todos os intervenientes e agentes da actividade educativa. Participam neste projeto vários países Europeus (Itália, Holanda, Portugal, etc...).
O Agrupamento de Escolas José Relvas foi uma das escolas Portuguesas participantes, o que por si só já deveria ser um motivo de orgulho para os Alpiarcenses.
O que alguns comentadores anteriores( muito mal informados, por sinal ) criticam, foi a apresentação dos trabalhos dos alunos dos diversos países, através de uma exposição no museu José Relvas. Ao contrario do que dizem, os alunos alpiarcenses estiveram presentes e apresentaram vários trabalhos, nomeadamente:
Espetáculos de dança, trabalhos desenvolvidos na escola durante o ano lectivo,..etc.., bastava terem estado presentes ou falar com as diversas pessoas que estiveram, para  ver que que os seus comentários eram completamente absurdos...~
Sobre o prémio ganho pelo Agrupamento de escolas José Relvas em parceria com a Câmara de Alpiarça, voltarei a falar num próximo comentário...porque não falamos do mesmo... Em jeito de conclusão, façam criticas construtivas, mas informem-se primeiro sobre o que falam...bem hajam 

Que novo evento inopinado e urgente ocupará tanto vereadores ou presidente da CDU?


Não sei se é incapacidade organizativa, se desrespeito pelos vereadores eleitos da oposição que não vivem do ordenado da câmara e têm de organizar a sua vida empresarial em função desta incapacidade organizativa, ou se será um pouco de ambas as situações.
Que novo evento inopinado e urgente, que ocupará vereadores ou presidente da CDU, será de novo mais importante do que a reunião camarária onde se decidem os destinos da Alpiarça?
Se tudo é mais importante que Alpiarça e pretexto frequente para adiar estas reuniões, melhor seria que não se tivessem candidatado.

Noticia relacionada: "ADIAMENTO DE REUNIÃO DE CÂMARA": 

"Alpiarça terra dos Eventos"


Uma boa ideia mudar-se o atual slogan inscrito nas viaturas camarárias de Alpiarça, para "Alpiarça terra dos Eventos".
Pelo que li também fiquei com a ideia que era o lançamento nacional de uma nova revista cultural, mas afinal era só o seu nº12.
Uma revista que cada vez que publica um número faz um "lançamento nacional" conforme aqui se publicitou é um caso único de marketing. Afinal foi apenas o "lançamento nacional" mas do tal exemplar nº 12...
Já que os comentadores anteriores estão tão bem informados sobre a dita revista, poderiam informar onde foi feito o "lançamento nacional" também com pompa e circunstância dos 11 anteriores números dessa revista.
Afinal foi tão somente o aproveitar-se o tal "furo" dos nossos políticos cá do burgo adorarem tanto fotos de eventos. 
Era boa ideia fazerem também nos Patudos o "Lançamento Nacional" no próximo número do jornal local que muito bem fala quase em todos os números da nossa Casa dos Patudos.
A terminar não compreendo o que tem desejo de rigor informativo evocado pelo autor do post, a ver com a tal "tacanhez e mesquinhice" 

Exposição "Cultura Avieira" no Parque Tejo


Integrada no programa cultural do III Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo, podem ver-se elementos que relatam pormenores das comunidades Avieiras, complementados com a exposição de fotografia “Tejo Sentido…e vivido” do grupo de fotógrafos amadores do Ribatejo.
A exposição está patente ao público até 30 de agosto, no Parque Tejo, Aquapolis sul, no horário diário entre as 9 e as 20h00.
É organizada pela APCA – Associação para a Promoção da Cultura Avieira, em parceria com a associação local ENVOLVE e a AIDIA - Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça - e o apoio da Câmara Municipal de Abrantes.
Foi inaugurada ao final da tarde de 29 de maio pela Presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque e por João Serrano, representante do Gabinete de Coordenação do Projeto de candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional. Entre outros convidados, marcou também presença o Presidente da União de Freguesias de S. Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, Luís Alves.
João Serrano referiu que os símbolos presentes na exposição “chamam a atenção para o património humano e natural”, concluindo que “se for mal tratado e mal-amado, é um património que se perde”.
A Presidente da Câmara de Abrantes afirmou esperar a que a exposição sirva também para a “incentivar consciências” para a atual situação do Rio Tejo.
Aproveitando o momento, Maria do Céu Albuquerque expressou, uma vez mais, preocupação pela escassez de água que está a chegar de Espanha pelo Tejo e que, na sua perspetiva, pode colocar em causa os ecossistemas e o esforço que tem sido feito pelos municípios ribeirinhos na valorização das frentes ribeirinhas.

Vender artesanato ou produtos agrícolas sem licença vai dar multa que pode chegar aos 25.000 euros

A legislação que regula os mercados locais de produtores já  foi  publicada. As multas serão aplicadas pelo presidente da câmara municipal local.
Vender artesanato ou produtos agrícolas num mercado local sem licença ou registo vai dar direito a uma multa que pode variar entre 500 e 25.000 euros, segundo a legislação que regula os mercados locais de produtores.
O decreto-lei hoje publicado em Diário da República contém novas regras para a instalação de mercados de proximidade, estabelece quem pode participar nos mesmos e define coimas para os infratores, que serão aplicadas pelo presidente da câmara municipal local.
Além de os produtores cuja atividade agrícola, pecuária, agroalimentar ou artesanal não esteja "devidamente licenciada ou registada, de acordo com a legislação aplicável", ficarem sujeitos a multas, passa igualmente a ser considerada uma contraordenação a instalação de um mercado local de produtores, por entidades privadas, sem comunicação prévia ao Balcão do Empreendedor.
O valor destas coimas varia entre 500 e 3.700 euros para as pessoas singulares e 2.500 e 25.000 euros no caso das coletivas, podendo ser também aplicadas sanções acessórias como a apreensão de bens ou a interdição de participar no mercado por um período máximo de dois anos.
Também a venda de produtos agrícolas que não sejam provenientes da própria exploração ou da produção local e a venda de produtos transformados que usem matérias-primas que não sejam produzidas localmente será sujeita a coimas, que podem ir dos 250 a 3.700 euros para pessoas singulares ou 1.000 a 25.000 euros para as coletivas.
A área de venda dos produtos biológicos terá de estar separada e claramente identificada e os produtores devem disponibilizar os certificados, sempre que solicitado.
Os produtos transformados "devem ser produzidos em unidades licenciadas ou registadas" e os produtos artesanais "em unidades produtivas reconhecidas".
Os mercados locais devem dispor "das infraestruturas necessárias, nomeadamente a nível higiossanitário" e podem ser criados pelas câmaras, associações de produtores e de desenvolvimento local ou entidades privadas, devendo ser apresentada uma comunicação prévia no Balcão do Empreendedor.
As disposições transitórias do diploma preveem que se mantenham em vigor os atuais regulamentos, até serem aprovados os novos regulamentos internos.
Estes terão normas relativas à identificação dos produtos que podem ser vendidos, requisitos de qualidade e métodos de produção, processo de admissão e exclusão dos produtores e critérios para atribuição de lugares, que deverão ser rotativos se a procura exceder a oferta, etc.
«DN»

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Os enigmáticos fenómenos políticos alpiarcenses deslocaram-se temporáriamente para a Casa dos Patudos

Os enigmáticos fenómenos políticos alpiarcenses parece que agora se deslocaram temporáriamente para a Casa dos Patudos.

Depois de ter enigmaticamente ganho no passado dia 29 um honroso prémio da Associação Portuguesa de Museulogia, mas sobre um projeto eminentemete educativo internacional "Comenius" de intercâmbio educacional cujo mérito é da Escola de Alpiarça, promoveu alegadamente nessa mesma noite o "lançamento nacional" da revista "Glosas" (fonte:JA).
A dúvida é se há 2 revistas com o mesmo nome, pois por pesquisa na net esta revista já existe desde 2010 na forma impressa. 
Desde Novembro de 2014 que, para além dessa versão impressa, possui um portal electrónico para a difusão constante e global de todo o tipo de conteúdos, incluindo multimédia. Convém ainda esclarecer que se trata de uma revista semestral publicada pelo Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa, dedicada à divulgação do património musical de cultura lusófono, com destaque para a música de tradição erudita ocidental.
Assim sendo não compreendo como na noite do passado dia 29 se verificou, passado vários anos da sua fundação, o seu "lançamento nacional" na Casa dos Patudos no passado dia 29, caso não seja outra revista com o mesmo nome.
Noticia relacionada: "Casa dos Patudos recebe prémio": 

É esta a transparência que nos prometem?


O hábito da classe política esconder os documentos públicos passa por todos os partidos e é um enviesamento do que deveria ser a prática democrática.
O ex-presidente da Câmara de Lisboa foi obrigado pelo tribunal a fornecer elementos que deveriam ser do conhecimento de todo e qualquer cidadão, não sem que antes tenha recorrido, ao jornal "Público".
Por cá, não se sabe se as rendas do Parque de Campismo estão atrasadas 1 ano ou mais, quem são os arrendatários das terras do POVO que foram deixadas em testamento por José Relvas, nem sequer se sabe , entre muitas outras coisas, os processos judiciais em curso que a Câmara de Alpiarça tem como ré ou como acusadora, apesar da elevada avença ao advogado contratado ser paga por todos nós.
Depois aparecem surpresas como a dos elevadores da Praça José Pinhão que foram escondidas ao povo até à última hora e só foi tornado público quando foi preciso contactar os moradores.
Esta é a transparência que nos prometem ...
Um dia destes ainda alguém perguntará quais são as grandes diferenças entre a ditadura Salazarista e a dita democracia que hoje existe.

Noticia relacionada: "OPINIÃO: São assim os camaradas...": 

Se houver alguma desgraça de saúde pública na Barragem dos Patudos é do conhecimento do presidente

 Fizeram-se análises aos peixes mortos que provaram ainda as suspeições de que, pior que a grave eutrofização e poluição das águas, eram elas estavam contaminadas com cianobactérias altamente patológicas para a saúde humana (e dos peixes mortos analisados) por possuirem neurotoxinas e hepatoxinas, que atacam o cérebro e fígado humanos


Se houver alguma desgraça de saúde pública (se é que não houve já sem conhecimento) garantidamente que haverá um responsavel político, cível e penal, assumido chamado Mário Pereira.
Ao longo de diversas reuniões de câmara e assembleias municipais desde o ano passado, vereadores e deputados municipais do PS e TPA têm manifestada a sua indignação pela inércia e incúria deste executivo, já nem falando da veemência muito própria como o Sr. Eduardo Costa também vem desmascarando esta situação, sem que o presidente mostre qualquer preocupação em, no mínimo, prevenir a possibilidade de algo muito grave acontecer, pelo menos através da colocação de avisos nas margens.
A Câmara não pode alegar desconhecimento, porque enquanto o seu presidente afirmava no ano passado que as águas tinham condições balneárias para as provas de triatlo realizadas, e ridicularizava o vereador do PS pela sua denúncia e preocupação com a situação, já tinha em sua posse análises que provavam que essas suas afirmações careciam de um mínimo de rigor.
Mais tarde por sugestão desse vereador PS, fizeram-se análises aos peixes mortos que provaram ainda as suspeições de que, pior que a grave eutrofização e poluição das águas, eram elas estavam contaminadas com cianobactérias altamente patológicas para a saúde humana (e dos peixes mortos analisados) por possuirem neurotoxinas e hepatoxinas, que atacam o cérebro e fígado humanos.
Tudo isto é do conhecimento do presidente que recebeu reiterados pedidos de colocação de avisos á população nas margens, pedidos de proibição da pesca com engodo devido ás elevadas concentrações de poluição orgânica nas águas e de proibição de desportos e de atividades lúdicas na água, apesar da canoagem continuar. Mas contra todas as expectativas de racionalidade, optou conscientemente por recusar tomar as medidas preventivas de alguma desgraça para a saúde de todos nós, que se impunham.
Ainda que o presidente não seja responsavel direto da situação que herdou, mas se agravou também pela sua inércia (pescas, engodos, descardas poluentes das Águas do Ribatejo na barragem, etc), perante o que precede, será garantidamente responsavel por algo de grave que possa acontecer à população pela sua injustificada teimosia em se recusar a colocar nas margens, avisos da perigosidade das águas para a saúde pública.

ADIAMENTO DE REUNIÃO DE CÂMARA


---Mário Fernando A. Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, torna público, para os devidos efeitos, que o dia da reunião de Câmara foi alterado para o dia 8 de Junho de 2015, (2ª feira) pelas 15h, no auditório dos Paços do Município.
---Para geral conhecimento, se publica o presente Edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares públicos do costume.
Paços do Município de Alpiarça, em 1 de Junho de 2015
O Presidente da Câmara
(Mário Fernando A. Pereira)

Se o Executivo quisesse…não custava nada

 Bastava que mandasse um funcionário da câmara recolher os peixes mortos - uma vez de manhã, outra de tarde – e este aspecto macabro e sujo acabava



Macabro é andarem crianças a fazer canoagem em plena barragem com peixes mortos nas margens, com água nauseabunda e mal cheirosa.


A quem compete zelar pela barragem e aos pais das crianças que permitem o uso a barragem no estado em que ela se encontra, assenta-lhes que nem uma luva o velho provérbio “Tudo ao molho e fé em Deus”.


 O pior é se acontece alguma desgraça para depois irem pedir responsabilidade a um “deus desconhecido”


É este o turismo que queremos?

Fotos tiradas hoje pelo Jornal Alpiarcense

Torneio de Futebol de 7 Veteranos "+Lezíria" da Comunidade InterMunicipal da Lezíria do Tejo



O Município de Alpiarça esteve mais uma vez representado no Torneio de Futebol de 7 Veteranos "+Lezíria" da Comunidade InterMunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), este ano realizado em Santarém, nos campos da Escola Superior Agrária.
A equipa de Alpiarça alinhou com um conjunto de "jovens" promessas do nosso futebol, a saber: José Carlos Teixeira ("o Mister"), Mário Pereira, Samuel, Humberto Neves, Pedro Oliveira, Gonçalo Freitas, Valter Silva, Pedro Minderico, Tiago Rodrigues, Rodrigo Prudêncio, Bruno Nalha e Luís Caetano.

«Texto e foto e Mário Pereira»

Carta por pontos entra em vigor a 1 de junho de 2016

Todos os condutores começam com 12 pontos, mas quem ainda tiver processos a decorrer será penalizado pelas novas regras.
Segundo a TSF, o parecer do Conselho Superior do Ministério Público foi "contrário à ideia de uma amnistia" sendo, por isso, "possível existirem apreensões de cartas ou outros castigos" para quem tiver processos em avaliação.
O novo sistema aprovado em Conselho de Ministros prevê que todos começam com 12 pontos que se perdem da seguinte forma: 2 pontos por contra-ordenação grave, 3 por uma infração muito grave.
O consumo de álcool acima do permitido por lei é mais penalizado: 3 pontos para as contra-ordenações graves e 5 para as muito graves.
Se em 3 anos o condutor não tiver infrações ganha 3 pontos extra - o máximo permitido é de 15 pontos.
Caso perca 8 pontos será obrigado a assistir uma ação de formação e a suportar os custos. Se forem 10 os pontos perdidos o condutor é obrigado a fazer novo exame teórico.
Quem faltar a uma ação de formação ou ao exame teórico perde os 12 pontos e a carta.
O Governo aprovou hoje a carta por pontos, regime que vai entrar em vigor e sem efeitos retroativos e inexistência de amnistia para as contraordenações cometidas ao abrigo da atual lei.
O secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, diz que vai existir um período de adaptação ao longo de um ano, estando previsto na proposta de lei hoje aprovada em Conselho de Ministros que o novo regime entre em vigor a 01 de junho de 2016.
Segundo João Almeida, a carta por pontos vai ser aplicável às infrações rodoviárias cometidas após a entrada em vigor da lei e as infrações cometidas antes de 01 de junho de 2016 continuam a ser punidas ao abrigo do atual regime.
A partir de 01 de junho de 2016, todos os automobilistas portugueses vão estar abrangidos pelo novo regime e começam do zero, sendo-lhes atribuídos 12 pontos.
João de Almeida adiantou que nos crimes rodoviários vão ser subtraídos seis pontos.
«DN»