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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Bombeiros de Alpiarça e outras quatro corporações de bombeiros do distrito em risco de parar viaturas

Cinco corporações de bombeiros do distrito de Santarém estão na iminência de deixar de poder utilizar os Veículos Urbanos de Combate a Incêndios (VUCI’s), adquiridos no ano passado, por problemas no pagamento à empresa que vendeu as viaturas e que impede a respetiva inspeção periódica.
Em causa estão as novas VUCI’s das corporações de Alpiarça, Benavente, Golegã, Salvaterra de Magos e Santarém, adquiridas com recurso a fundos comunitários no âmbito de um concurso público financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
Por questões relacionadas com os fundos comunitários, a candidatura foi apresentada pela Federação de Bombeiros de Portalegre, num processo que envolveu ainda as federações de Évora e Santarém, mas que, um ano depois, ainda está por completar.
Fonte conhecedora do processo avançou à Rede Regional que a empresa vendedora foi a Auto Sueco Portugal, representante da marca Volvo,  mas como o pagamento não terá sido feito na totalidade, a empresa também ainda não terá entregue toda a documentação das viaturas.
O problema da inspeção surge porque as viaturas especiais, como é o caso das VUCI’s, têm de ser inspecionadas anualmente, a partir do primeiro ano, sendo que a data de matrícula das cinco em causa é maio de 2014. Segundo foi possível apurar, pelo menos uma das viaturas devia ser inspecionada até ao final do dia de hoje, 5 de maio.
Contactado pela Rede Regional, o presidente da Federação dos Bombeiros de Portalegre, Francisco Felício Louro, reconheceu o problema mas diz que está a ser resolvido e considera “vergonhoso” que o assunto tenha sido tornado público.
Em tom irritado, o mesmo responsável diz que o problema se prende com a Auto-Sueco, empresa que vendeu as viaturas, adiantando apenas que “são as regras de pagamento dos concursos públicos” que estão a impedir a resolução do problema.
Sem precisar o que está concretamente em causa ou avançar com uma data para a resolução do problema, Francisco Louro, que é também comandante dos Bombeiros do Gavião, garantiu que há corporações do distrito de Santarém que ainda não pagaram a sua parte, mas, questionado pelo nosso jornal, recusou-se a dizer quais.
Os Veículos Urbanos de Combate a Incêndios adquiridos ao abrigo deste concurso tiveram um custo unitário de 230 mil euros, 85% dos quais (cerca de 195 mil euros) pagos por fundos comunitários. Os restantes 15% (cerca de 35 mil euros) foram pagos pelos corpos de bombeiros ou respetivas autarquias.
«Enviado por Carlos Pinheiro/Rede Regional»

Uma Câmara Municipal não pode ser gerida por gente sem pulso


Há coisas que têm de mudar definitivamente no comportamento de quem nos governa
Por: M. Ramos
Há uma coisa que devemos ter como certa, uma Câmara Municipal (tal como um país) não pode ser gerida por gente sem pulso. Gente que prefere não agir para não ter chatices. Gente que evita o ”melindre” do administrado por causa dos votos. Quem se dedica à causa pública, não pode pensar apenas em fazer aquilo que é de seu agrado e lhe dá melhor jeito, mas sim fazer aquilo que deve ser feito de acordo com as normas legais em vigor no estado que serve. Uma Câmara Municipal é um organismo público administrativo e, como tal, deve respeitar e fazer respeitar, no caso, as leis da República Portuguesa. Se não o fizer é porque alguma coisa está mal e tem imperiosamente de ser corrigida, colocando pessoas responsáveis e capazes nos lugares de administração. A falta de meios financeiros para cumprir a lei, alegado por uma Câmara Municipal, quando esta tem dinheiro para festas e almoçaradas, nunca poderá ser evocada aqui ou em qualquer parte do mundo civilizado, sob pena de se passar um atestado de inépcia aos ofendidos e aos cidadãos em geral.
Há coisas que têm de mudar definitivamente no comportamento de quem nos governa. E essa mudança cabe-nos a nós cidadãos efetivá-la e zelar por ela. As urnas aquando as eleições e as reuniões institucionais, são os lugares certos para exigir dos políticos, estas mudanças.
Com a indiferença nos actos de cidadania e o deixa-andar é que nunca mais passaremos disto.


XXII ENCONTRO DE COROS EM ALPIARÇA


3.º ENCONTRO INTER-REGIONAL

ESCOLAS DE BTT - ZONA B
NA RESERVA NATURAL DO CAVALO DO SORRAIA
QUINTA DOS PATUDOS - ALPIARÇA
10 DE MAIO DE 2015 - 10 HORAS

Nos é a operadora com mais reclamações junto da Anacom

A Nos foi a operadora portuguesa que mais reclamações recebeu em 2014. Um relatório da Anacom, divulgado esta terça-feira, mostra que "tendo em conta o total de clientes de serviços de comunicações electrónicas de cada prestador, o grupo Nos foi o prestador mais reclamado no período em análise, com 2,67 reclamações por mil clientes".
A Altice, que detém a Cabovisão e a Oni totalizou 1,77 queixas por mil clientes, enquanto a Meo, operadora da PT Portugal que na próxima semana passa para as mãos do grupo francês, teve 1,34 reclamações por mil clientes.
A Vodafone, pelo contrário, foi o operador menos reclamado, com 1,16 reclamações por mil clientes.
No total, no ano passado o regulador do sector recebeu 78.239 reclamações, mais 8,9% do que em 2013.
No seguimento das queixas que se situam na esfera da Anacom, a entidade liderada por Fátima Barros avançou com 353 acções de fiscalização sobre serviços de comunicações electrónicas e 270 sobre a prestação de serviços postais.
Além disso, "em 2014 foram instaurados 346 processos de contra-ordenação e decididos 360 (parte dos quais já vinha do ano anterior)", lê-se no mesmo documento.
A maioria das queixas dos consumidores foi relacionada com os serviços de comunicações electrónicas (84,4% do total), que aumentaram 13,4% face ao ano anterior.
"As questões relacionadas com o contrato celebrado para a prestação de serviços de comunicações electrónicas são o assunto mais reclamado pelos utilizadores destes serviços, representando mais de metade das reclamações analisadas (54,2%), com destaque para os problemas relacionados com a venda (33,5%) e o cancelamento do serviço (28%)", detalha a Anacom.
Os assuntos relativos a equipamentos somaram 14,1% do total de reclamações, enquanto a facturação do serviçp representa 10,2%. "Esta última foi a que registou maior crescimento homólogo, mais 59,6%". Avarias, atendimento ao cliente e portabilidade são os outros temas objecto de reclamação.
No ano passado o segmento móvel e os serviços em pacote (que juntam televisão, internet, telefone fixo ou móvel) também registaram um aumento da taxa de reclamação, passando, "em termos de número médio de reclamações por mil clientes, de 1,24 para 1,57 e de 5,28 para 6,12, respectivamente".
 Os restantes serviços diminuíram o número de queixas, com a Anacom a destacar o serviço telefónico fixo que, de uma média de 0,84 reclamações por mil clientes em 2013, passou para uma média de 0,64 em 2014, "mantendo-se como o serviço com a taxa de reclamação mais baixa".
Os serviços postais seguiram a mesma tendência, tendo somado 8.008 reclamações, uma redução de 3,7%, representando mesmo assim 10,2% do total de reclamações recebidas pela Anacom.
No relatório a Anacom sublinha ainda que no ano passado as "reclamações relacionadas com anúncios de campanhas publicitárias são absolutamente residuais no total de reclamações recebidas, sendo inexpressivo o seu peso".
Recorde-se que no âmbito do novo Código da Publicidade, divulgado recentemente, as campanhas das operadoras terão que ter um visto prévio da Anacom.
«JN»

Gás e eletricidade sem aumentos até ao final do ano

"As pessoas estão a mudar e não há necessidade de as massacrar com preço mais altos", diz secretário de Estado da Energia.
Recorde-se que quando se começou a construir o mercado livre de eletricidade e gás, por forma a incentivar as pessoas a mudar, definiu-se que as taxas do mercado regulado seriam sempre mais altas que as do liberalizado e que seriam revistas de três em três meses, correndo o risco de serem aumentadas sempre nesse período.
Entretanto, em abril, o Estado decidiu acabar com essa premissa, revelando que os preços só se alterariam se o Governo lançasse uma nova portaria.
“Com os dados do mercado que tenho não vejo espaço para os preços aumentarem até ao final do ano”, garante Artur Trindade.
«NM»

terça-feira, 5 de maio de 2015

Câmara de Alpiarça diz não ter dinheiro para cumprir acordo que permite destapar caminho

A Câmara de Alpiarça fez um acordo judicial com um funcionário da autarquia para este desbloquear um caminho público mas está desde 2013 para resolver a situação, alegando falta de verbas. 
A autarquia tinha-se comprometido a fazer várias obras no caminho perpendicular à Rua Ricardo Durão, na zona de Vale de Tojeiros, como condição para que o funcionário municipal removesse os portões e vedações que impedem a circulação no caminho.
Ler mais em:

HOJE: "À conversa com..."


Temática: Desemprego: Consequências e Soluções.
Neste evento a conversas é  com João Pedro Arraiolos, Tiago Leite, Ana Vicente, Tânia Graça e Cristina Carita. 
Conta ainda  com alguns testemunhos de histórias de sucesso no combate ao desemprego.
Não Perca! A entrada é livre!


Centro Cultural, precisa da tua ajuda


segunda-feira, 4 de maio de 2015

QUEM REPRESENTA O QUÊ


Este representante das piores ideias dos accionistas e administradores empresariais parece estar muito preocupado com a falta de renovação dos dirigentes sindicais, o que é uma preocupação meritória e importante na revitalização dessas organizações, mas só diz respeito aos respectivos associados, como em qualquer outra associação social. Na sua associação empresarial são sempre os mesmos dirigentes? Pois avance, candidate-se ou vote noutros. Se os deputados do seu partido são sempre os mesmos, vote noutros… 

Mas o verdadeiro problema deste porta-voz dos accionistas e administradores empresariais não é a renovação dos dirigentes sindicais mas sim em que medida as posições e acções destes defendem os trabalhadores e reforçam a sua determinação. É que, na realidade, quanto menor for o salário e os direitos pagos aos trabalhadores, mais aumentam os prémios de gestão destes novos “feitores“ finos e mais dinheiro metem ao bolso dos accionistas ou dos empresários ! Nestes anos de crise (para a maioria dos portugueses) houve empresas que, praticando baixos salários, se serviram da crise e de terem tido prejuízos para não actualizarem os salários dos seus trabalhadores mas, ao mesmo tempo, distribuíram milhões de dividendos aos accionistas. Um exemplo: em 2011, a Sonae SGPS pagou 66,2 milhões de dividendos e teve 63 milhões de prejuízos (Fonte: Expresso, março 2015)! Claro que para este novo “feitor” fino está tudo muito bem e os sindicatos que reivindicaram melhores salários é que só atrapalharam e puseram em causa a empresa ! Cada um escolhe o lado que quer. Ele escolhe a rapina feita por uma minoria, eu escolho os trabalhadores e suas famílias porque são a maioria da população!

Sobre a proliferação dos sindicatos nas empresas, é interessante recordar que os que defendem as mesmas ideias deste “feitor” fino são os mesmos que fomentaram a criação de novos sindicatos, muitas vezes, nas suas próprias empresas para, através da manipulação dos seus lambe-botas, sabotarem a organização da luta dos trabalhadores ! Agora queixam-se que são sindicatos a mais… Do mesmo se queixam muitos trabalhadores que acabam por ver as negociações sabotadas por esses sindicatos dos “patrões” ! 

Quanto à redução do número de trabalhadores sindicalizados nos últimos anos, mesmo considerando que existem menos trabalhadores no ativo com o encerramento de dezenas de empresas, isso é um facto. Com a desprotecção dos trabalhadores,baixos salários e a precarização do trabalho imposta na legislação pelos últimos governos, em especial do PSD/CDS (contratos individuais, contratos a termo e recibos verdes ilegais, à hora, etc.), o acto de sindicalização é quase um acto heróico, mesmo que seja feito fora das vistas da empresa, por causa das eventuais discriminações de chefes e patrões… 

Por último, ao escrever “em 2010 a negociação coletiva determinou as tabelas salariais pelas quais se regiam cerca de 88,5% dos contratos dos trabalhadores por conta de outrem do setor privado, e que serviram de referência para a negociação dos Acordos de Empresa que subsequentemente se realizaram” acaba por demonstrar o oposto do que pretendia: a verdadeira representatividade social dos sindicatos e a grande importância dos da sua luta pela melhoria do nível de vida dos trabalhadores, mesmo para aqueles que não são sindicalizados e não pagam quota. Obrigado!
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Quando é que a CDU Alpiarça sairá do conforto do ninho e sem desculpas esfarrapadas se faz à vida?


Até ao fim do mandato continuarão a desculpar a sua inércia com as dívidas deixadas.
Se por uma loucura coletiva em 2017 ganhassem seriam mais 4 anos a terem o alibi das dívidas PS e teriam passado 12 anos...
E se em 2021 ainda assim ganhassem seriam 16 anos de marasmo justificado pelas "dívidas PS".
E quando não chegam as dívidas PS nada como justificar com terceiros PPP/especuladores financeiros, troyka, governos de direita.
Mas a nível local a sua grande obra projetada para Alpiarça não é desenvolver a Zona Industrial ou tentar captar investimento...é MAIS UM campo de futebol.
Mas como é mais fácil dizer que o governo não transfere verbas (ou reduz) do que ir à procura de parceiros que queiram investir em Alpiarça e assim aumentar a coleta (IRS-IRC-Derrama-IMI) para o municipio ficamos como aquelas aves que é preciso os pais porem-nos para fora do ninho para se fazerem à vida.
Quando é que a CDU Alpiarça sairá do conforto do ninho e sem desculpas esfarrapadas se faz à vida?

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Eurodeputado Nuno Melo em Santarém


O Eurodeputado e Vice Presidente do CDS-PP Nuno Melo esteve no passado Sábado dia 2 de Maio em Santarém no III Jantar/Debate subordinado ao tema "A Europa Hoje e Amanhã" promovido pela Comissão Politica Concelhia de Santarém do CDS-PP. Casa cheia para ouvir os dois oradores da noite, pois além de Nuno Melo também o deputado eleito por Santarém Filipe Lobo D'Avila fez questão em estar presente como tem sido seu hábito, numa acção de proximidade com os militantes do distrito. O flagelo no Mediterrâneo em que milhares de emigrantes fogem das guerras dos seus países em direcção à Europa muitas vezes fazendo a travessia sem as mínimas condições, as fronteiras naturais, a localização geográfica privilegiada de Portugal e o seu papel na Europa, o acelerado envelhecimento da população europeia, foram alguns assuntos que mereceram prolongado debate numa sala que contou com várias figuras Escalabitanas visto este tipo de eventos estarem virados para a sociedade de um modo geral permitindo uma maior abertura do CDS no Concelho de Santarém como tem sido objectivo da Comissão Politica local do partido.

O problema de Alpiarça não se deve apenas à incompetência e laxismo do actual executivo

O executivo CDU em muitas matérias, falhou redondamente

Por: F.M.

Não sou daqueles que acham que o problema de Alpiarça se deve apenas à incompetência e laxismo do actual executivo. O problema é bem mais complexo e todos sabemos porquê. No entanto, não poderei deixar de registar que, a nível local, muitas coisas (poderiam) poderão ser feitas para o bem de Alpiarça e das suas gentes. O executivo CDU em muitas matérias, falhou redondamente. Quer por opções erradas devido a pressões políticas do seu próprio partido, quer por falta de dinamismo e capacidade para resolver assuntos que ainda hoje continuam pendentes. Este acumular de questões que deveriam ser resolvidas em tempo útil pela CDU e não foram, apenas por falta de entusiasmo, coragem ou outra razão qualquer, faz com que o descrédito e falta de confiança por parte de muitos alpiarcenses que até votaram nos camaradas numa esperança de mudança, se venha a reflectir nas próximas eleições autárquicas de 2017. Se Deus quiser, cá estaremos para ver se este nosso presságio se vai ou não cumprir.
Observei também nestas páginas, alguém que dizia que a CDU estará à vontade, uma vez que ganhou as últimas eleições por maioria de votos, tendo até mais votos que a soma de todos os seus adversários juntos.
Ora isto é uma ilusão que tem dado dores de cabeça até a políticos de nomeada que se têm em grande conta.
Imaginemos que os cerca de 50% de eleitores que ficam em casa (abstencionistas) resolvem ir votar...para onde cairão esses votos? E será que quem governa está mesmo a representar a maioria dos cidadãos? Estará a representar quando muito a maioria dos cidadãos que votaram e não a maioria dos cidadãos desse lugar. Quando todos os cidadãos resolverem votar, qual será o resultado?
Essa é a incógnita que deixa os políticos meio atrapalhados e a engolir em seco.
No fim de contas, haja saúde e cosa o forno! O povo é sereno e as "arruadas" irão continuar. Depois logo se vê.
Noticia relacionada:"Nos anos 70 Alpiarça estava muito melhor do que 


Nos anos 70 Alpiarça estava muito melhor do que hoje

Se hoje Alpiarça tem alguma modernidade pode agradecer aos primeiros 8 anos de gestão PS 


O atraso endémico de Alpiarça não se deve à crise do país. Já antes de Portugal poder ser considerado em crise Alpiarça era nos tempos de governação PCP uma terra que estava parada no tempo. Se hoje Alpiarça tem alguma modernidade pode agradecer aos primeiros 8 anos de gestão PS que com todos os defeitos fez progredir esta terra de uma forma que no pós 1974 nunca tinha sido vista.

Claro que para o senhor comentador o ideal seria que Alpiarça fosse uma ilha para poder replicar uma pequena Cuba onde o PCP impusesse a sua "democracia" ainda que o povo vegetasse na miséria.
Pode dizer o que lhe apetecer sobre o antes e o pós 1974 mas não consegue desmentir que economicamente nos anos 70 Alpiarça estava muito melhor do que hoje.
Faça contas às empresas que desapareceram e aos postos de trabalho que se extinguiram e se tiver a honestidade inteletual reconhecerá que nessa área regredimos... e muito.
Mas convém-lhe ficar agarrado à SUA história, das lutas passadas há 60 anos, do revivalismo bacôco, das tradições ...
Quem não tem presente nem futuro resta-lhe manter-se agarrado à história.
O meu avô no final de vida também se agarrava muito à história, e... morreu, enquanto o meu filho que vive para o presente e futuro e teve de partir se queria ter vida própria.
Vai ter de ficar por lá porque em 6 anos Alpiarça voltou aos tempos pré-1997 ..
Noticia relacionada:"Alpiarça pode vir a ter a pujança económica que te...": 

22º aniversário do Orfeão da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro

 Encontro de Coros comemorativo do 22º aniversário do Orfeão da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro, que se realizará no próximo sábado, dia 9 de Maio, pelas 17,30 horas no Polo Enoturístico da Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça.


Já se pode falar sobre os sindicatos?

Há  quantos anos o electricista Arménio Carlos  (foto)deixou de trabalhar em electricidade? O que sabe Mário Nogueira da realidade das escolas onde deixou de dar aulas há mais de vinte anos? E, por fim mas não por último, em que serviço, balcão, secretaria, cartório, departamento… da função pública trabalhou Ana Avoila antes de o seu nome se ter tornado num prefixo da Frente Comum de Sindicatos da Função Pública?
Na verdade o que sabemos sobre os dirigentes sindicais, um cargo quase vitalício em Portugal? Sabemos pouco, muito pouco. A divisão que a greve decidida pelo Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil gerou dentro da TAP – com trabalhadores a manifestarem-se contra esta greve – chamou a atenção para alguns aspectos pouco ou nada noticiados sobre a vida sindical: de repente percebemos que os sindicatos, ou pelo menos alguns, têm assessores que ganham tanto mais quanto mais assessorarem, ou seja, quanto mais conflitualidade existir. Percebemos também que um sindicato se pode comportar como se fosse dono e senhor da empresa.
E de repente esse mundo do qual pouco mais nos chega que os slogans, o debitar das acusações, as garantias de vitória, esse mundo sindical está um pouco mais exposto. Coisa rara. Pois tendo sido a unicidade sindical derrotada em 1975, em termos informativos mantém-se inalterada: há décadas que governos, oposições e jornalistas mantêm viva a ficção de que os sindicalistas são trabalhadores que defendem os trabalhadores e as empresas. As greves são sempre apresentadas como de defesa do ensino, dos transportes, do SNS… mesmo quando literalmente os destroem.
Não sei se os jornalistas sofrem de algum interdito psicológico mas seja por que razão for as notícias sobre sindicatos pouco mais são que a transcrição dos seus comunicados e declarações. Às vezes lá vem uma notícia, quase sempre breve, sobre o despedimento de umas empregadas de limpeza e logo tudo volta à ordem natural das coisas. Ao silêncio portanto.
Esta opacidade começa logo na própria representatividade dos sindicatos: “Os dados relativos aos indicadores de filiação sindical e de densidade sindical em Portugal carecem de rigor, são descontínuos e fragmentados, não são objecto de qualquer recolha e tratamento organizado, credível e com garantias de independência. Os estudos avulsos existentes, meritórios embora, reflectem estas dificuldades.” – escreve Henrique José Carvalho de Sousa em “Sindicalização: a vida por detrás das estatísticas (alguns problemas metodológicos)”.
Às vezes esta espécie de indefinição conveniente é quebrada por declarações como as que foram feitas por Henrique Figueiredo, presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP) ao semanário SOL: “Não há qualquer limite ao número de dirigentes que um sindicato pode ter. Podem ser cinco, dez, 50 ou 100. Só depende da criatividade de quem fez o estatuto. E os delegados é a mesma coisa. (…) Actualmente, cerca de 10% de todo o efectivo da polícia tem funções sindicais.(…) a dispensa sindical não está sujeita a autorização, só a mera comunicação. (…) Havendo 2100 elementos na polícia que têm direito a essas dispensas, é evidente que existem esquadras que não têm capacidade para assegurar as suas funções mínimas. (…) Os delegados têm direito a um dia e meio por mês e os dirigentes a quatro dias. Em cada esquadra, como há 12 sindicatos, acumulam-se delegados e dirigentes. (…) Um elemento do meu serviço contou-me, uma vez, que recebeu um email de uns agentes que começava assim: “Queres ter dias de folga? Vamos fazer um sindicato novo.” Há delegados que não sabem onde é a sede do sindicato a que pertencem.”
Como é mais que óbvio estas declarações foram prontamente esquecidas não fossem elas beliscar esse mundo que nos dias pares faz declarações sobre os direitos dos trabalhadores e nos dias ímpares tem os seus elementos mais radicais a protagonizar uma espécie de cortejos etnográficos de saudosos do estalinismo. A coisa não iria muito além do ridículo não fosse o sistemático boicote de muitos sindicatos (e não apenas dos de extrema-esquerda) a tudo o que signifique progresso dentro das empresas e nas nossas vidas: das low cost na aviação ao horário dos supermercados tudo é um ataque, um mal a combater.
Não por acaso uma sondagem publicada esta semana em França (país com o qual Portugal revela uma similar erosão sindical) revelava que os franceses têm melhor imagem dos patrões do que dos sindicatos: 54% dos inquiridos avaliavam positivamente o patronato enquanto só 33% o faziam em relação aos sindicatos. Qual seria o resultado de uma sondagem destas em Portugal
O proteccionismo aos sindicatos acabou por gerar a mediocridade e ditar o esvaziamento dessas mesmas estruturas: um estudo recentemente efectuado por três sociólogos, um dos quais se chama Carvalho da Silva, revelava que em 34 anos a taxa de sindicalização em Portugal desceu 41,8 pontos percentuais. Ou seja, caiu de 60% para 19%. Aliás Portugal está no grupo de países em que a quebra da sindicalização é mais elevada – quem o diz são Pedro Portugal e Hugo Vilares numa análise do Banco de Portugal intitulada “Sobre os sindicatos, a sindicalização e o prémio sindical”.
E aqui chegamos a uma espécie de beco para o qual temos de encontrar saída pois se os sindicatos cada vez representam menos gente, a lei continua a tratá-los majestaticamente: o artigo 56º da Constituição garante aos sindicatos o monopólio da representação coletiva dos trabalhadores no processo negocial. (Uma das vozes que se tem destacado na denúncia deste monopólio sindical é precisamente Mário Centeno, o economista que se destacou na apresentação das propostas do PS). Na prática, seja porque a linguagem dos sindicatos está desligada da realidade, seja porque independentemente de se estar ou não sindicalizado se acaba a ser atingido por aquilo que os sindicatos acordam, a verdade é que a contratação colectiva é negociada pelos governos com estruturas de representatividade cada vez mais diminuída.
Segundo Pedro Portugal e Hugo Vilares “em 2010 a negociação coletiva determinou as tabelas salariais pelas quais se regiam cerca de 88,5% dos contratos dos trabalhadores por conta de outrem do setor privado, e que serviram de referência para a negociação dos Acordos de Empresa que subsequentemente se realizaram. Assim, embora as confederações sindicais tenham influenciado diretamente 92,3 por cento dos vínculos contratuais do setor privado, apenas representavam 10,9 por cento, da mesma massa de trabalhadores. Visto doutra perspetiva, os salários base de cerca de 50 por cento dos trabalhadores são influenciados por acordos salariais em que a representatividade sindical é inferior a 5 por cento.”
Não é preciso saber fazer grandes contas para concluir que o poder e o papel dos sindicatos têm de ser discutidos. Para faz de conta já chega.
PS. Num momento de exaltação a agência Lusa noticiava enlevada que este ano em Atenas o 1º de Maio fora “singular, já que pela primeira vez um Governo saiu à rua ao lado dos cidadãos para reclamar os mesmos objetivos, acabar com as políticas de austeridade e restaurar os direitos laborais.” Realmente há coisas singulares: como é que um governo que não governa e anda a fazer de conta que é oposição consegue esta boa e militante imprensa?
«O Observador»

Alpiarça pode vir a ter a pujança económica que teve até 1974

As cenas dos próximos capítulos podem dizer que o PCP nunca mais entrará em cena e finalmente Alpiarça pode vir a ter a pujança económica que teve até 1974


Concordo com o artigo ("Os "profissionais da política", pagos pelo PCP, es...": ). Quem esteve atento ao cenário pré-eleitoral de 2013 viu como o PCP ajustou todas as peças do puzzle.
O TPA na altura não passava de um movimento cheio de boas intenções, com listas de candidatos capazes, mas sem dinheiro e com uma deficiente organização.
Voltando ao puzzle do PCP, foi encaixando as peças que faltavam.
Era acusado, tal como agora, de não ter a minima apetência, por questões ideológicas, para lidar com empresários.
Nada como fazer uma encenação com uns supostos empresários estrangeiros que ainda hoje não se sabe ao certo quem eram, a que empresa pertenciam, de que país eram originários.
Tiradas as fotos da ordem o PCP passou a ser um potencial aliado de uma empresa exportadora estrangeira que ia revolucionar a produção agrícola de Alpiarça.
O povo "tolinho" esqueceu-se que nos 4 anos anteriores nada tinham feito nesse campo...
Depois havia um bar nas piscinas de Alpiarça às moscas...
No mandato esteve e estaria abandonado como está agora (sem qualquer concurso conhecido) mas interessava abrir para calar a oposição.
Então, fala-se com um camarada, promete-se lhe mundos e fundos, até eventualmente que as rendas seriam "esquecidas" e ajusta-se mais uma peça que estava em falta.
O resultado é mais ou menos conhecido.
Mas havia mais... Um parque de campismo onde tinham sido gastos muitos milhares de contos e que estava a degradar-se. Também interessava calar as vozes que afirmavam que estava a degradar-se de dia para dia mercê do encerramento pela CDU.
Faz-se um concurso público e entrega-se ao primeiro que apareça.
Claro que não se podem pedir garantias bancárias sobre as rendas, declarações de capacidade financeira, ou claúsulas que salvaguardem o interesse público.
Logo de seguida baixa-se a renda para metade, excluem-se potenciais interessados e 1 ano de rendas em atraso é coisa de que nem interessa falar. Outra peça no lugar...
Mas ainda faltava mais uma peça que não tinha a ver com críticas mas com caça ao voto.
Uns meses antes admitem-se através de contrato a prazo dezenas de funcionários, seduzem-se as famílias para votar em quem "ajudou" os familiares e logo após a vitória obtida não se renovam os contratos.
Puzzle concluído, maioria absoluta conseguida e a partir daí a mesma inércia de sempre.
2017 haverá outro puzzle a montar. As peças já se começam a ajustar... há que arranjar maneira de PS e TPA concorrerem isolados porque se não é um "berbicacho" que nem a estratégia de 2013 conseguirá bater.
O PCP vê 1997 repetir-se, não com o MAR (Alpiarça é a Razão) mas com um TPA muito mais forte e agora minimamente organizado.
As cenas dos próximos capítulos podem dizer que o PCP nunca mais entrará em cena e finalmente Alpiarça pode vir a ter a pujança económica que teve até 1974.
Ficará a sua história da luta contra a ditadura de que todos nos orgulhamos e agradecemos mas passados 50-60 anos não cria empregos, não cria desenvolvimento, nem permite que os nossos filhos e netos se mantenham Alpiarcenses.

O segredo da longevidade pode estar no queijo

E se a resposta para viver mais tempo - e melhor - estiver no queijo? Essa é a resposta que um estudo dinamarquês dá para que os franceses sejam saudáveis, apesar do estilo de vida que levam.
Há um mistério que tem posto os cientistas em alvoroço: porque é que os franceses conseguem manter-se mais saudáveis e com maior esperança média de vida, apesar de comerem tantas gorduras saturadas? O “Paradoxo Francês” podia ser provocado pelo grande consumo de vinho tinto, mas um grupo de investigadores chegou com outra hipótese: queijo.
Segundo o estudo produzido pela Universidade de Aarhus, na Dinamarca, comer queijo torna o metabolismo mais rápido e reduz o risco de desenvolver obesidade. E isto acontece com todos os produtos laticínios fermentados, cujas propriedades contribuem para melhorar as condições de saúde e potenciar a longevidade.
Para provar isso, basta olhar para os números, diz o Telegraph. Em França, onde a incidência de doenças coronárias é muito baixa, cada habitante come em média 23,9 kg de queijo por ano e vive até aos 82 anos. Mas no Reino Unido, onde o consumo de queijo é menos de metade (11,6 kg por ano), existem muitos mais casos de doenças de coração e a esperança média de vida baixa para os 81 anos
Para chegar a estes dados, o estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry indica que foram analisados os dejetos de quinze homens. Alguns incluíram queijo e leite na dieta, enquanto outros consumiram manteiga em vez de produtos laticínios. Em todas as amostras dos homens que comeram queijo foi detetada a presença de ácido butanoico, responsável pela diminuição da obesidade e do colesterol e pelo aumento do metabolismo.
A amostra estudada é demasiado pequena para tirar conclusões definitivas, mas vai de acordo a uma investigação de 2012 onde se assumia que o queijo Roquefort tinha propriedades anti-inflamatórias que contribuíam para o “Paradoxo Francês”.
«Observador»

domingo, 3 de maio de 2015

Os "profissionais da política", pagos pelo PCP, estiveram em Alpiarça para o apoio logístico necessário ao Partido


Uma campanha de descredibilização em tudo quanto era sítio contra o TPA

Por: L.A.

Este comentário (ler: "Vamos entrar em campanha eleitoral!": ) sobre os intentos políticos de algumas personagens locais que conhecemos, parece uma simples piada mas, definitivamente não é. Nas autárquicas de 2013, os "profissionais da política", pagos pelo PCP, estiveram em Alpiarça para o apoio logístico necessário ao Partido, assegurando a todo o custo o seu principal bastião do Ribatejo. O que aconteceu com a reviravolta do eleitorado capitaneada pelo Dr. Rosa do Céu, não se podia repetir. Era uma questão de honra. Conforme este jornal ao tempo noticiou, o PCP através de alguns dos seus agentes tentou "levar à certa" alguns jovens do PS para que alinhassem nas "anedotas" e outras tretas de descrédito, que era necessário pôr a correr contra o jovem movimento TPA, nomeadamente contra o seu cabeça de lista Francisco Cunha. Assim se criou uma campanha de descredibilização em tudo quanto era sítio. Ao ponto de se afirmar que o TPA iria ter no máximo 40 a 50 apoiantes nas eleições que se avizinhavam que, seria a família dos tais candidatos e ressabiados desertores do PS e CDU/PCP. O objetivo da CDU/PCP seria obter mais um vereador que retirariam ao PS, fazendo fé nas sondagens de bruxos e adivinhos e, assim, ficariam com o ego empolgado e completamente à vontade no trono.
No final, como sabemos, saiu-lhes o tiro pela culatra e, o jovem movimento TPA acabou por conquistar um lugar na vereação da Câmara e três lugares na Assembleia Municipal para preocupação dos comunistas. Hoje, compreendemos que essa preocupação fazia todo o sentido a avaliar pelo que temos visto nas sessões de câmara e assembleias municipais. Muito do que sabemos hoje, relativamente aos atos de governação dos últimos anos da Câmara Municipal de Alpiarça e que, até há pouco tempo esteve no segredo dos deuses, devemo-lo à persistência e empenho do vereador do TPA Francisco Cunha e seus colaboradores, sem qualquer sombra de dúvida. Há políticos que entendem ter razões para esconder as coisas como se fossemos todos, uma cambada de parolos.
Quanto ao resto das tricas, é simples campanha política com pouco ou nenhum interesse prático para a esmagadora maioria dos alpiarcenses.

Intervenção do Deputado Municipal Paulo Sardinheiro e de Fernando Louro, Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça

Vamos entrar em campanha eleitoral!

Estas palmadinhas nas costas do PS, depois das punhaladas ao longo do mandato, estão a voltar de novo. Pudera! Vamos entrar em campanha eleitoral! E não e preciso dizer mais nada. Os comunistas ainda não esqueceram os doze anos de Rosa do Céu, que os deixou a ver navios e sem a preciosa e choruda "dizima" para o partido.
Só que o PS não e parvo para cair no conto do vigário, nas palmadinhas nas costas e falinhas mansas de circunstância dos comunistas. Eles sabem que o importante e dividir para reinar, como fazia Salazar.

"Baile da Rainha"


No "Baile da Rainha" que decorreu no salão da Sociedade Filarmónica Alpiarcense Primeiro de Dezembro ("Música "); uma iniciativa da Junta de Freguesia de Alpiarça que recupera um elemento tradicional da cultura popular da nossa terra.

(Texto e foto de Mário Pereira)



Devolução de parte da sobretaxa de IRS que pagou à vista?

O secretário de Estado do Orçamento afirmou  que tem "esperança" que a receita fiscal fique acima do previsto e que "uma parte dessa receita" seja para devolução da sobretaxa de IRS, como definido no Orçamento do Estado para 2015.
"A nossa previsão é que a receita fiscal fique acima do que está no Orçamento. Uma parte dessa receita será para crédito fiscal em matéria de sobretaxa e é essa a nossa esperança, tendo em conta a informação que temos até este momento. Mas, obviamente, dependerá da conjuntura", respondeu Hélder Reis, quando ouvido na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.
O secretário de Estado do Orçamento respondia a uma questão colocada pelo deputado socialista João Galamba, que interrogou Hélder Reis sobre se prevê que, tendo em conta a evolução da receita fiscal no primeiro trimestre deste ano, seja possível devolver em 2016 aos contribuintes a sobretaxa em sede de IRS paga ao longo do ano.
Mais à frente na audição, e já em resposta ao deputado do PCP Paulo Sá, o secretário de Estado reiterou a convicção de que vai ser possível devolver em 2016 parte da sobretaxa paga pelos contribuintes em sede de IRS ao longo deste ano.
"Estamos convencidos que a execução orçamental vai criar espaço para que a sobretaxa seja restituída, se não na totalidade, pelo menos em parte (...) Neste momento, estou confortável com a meta definida para o ano e espero que de facto haja uma devolução da sobretaxa", disse Hélder Reis.
No Orçamento do Estado para 2015, o Governo manteve a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS, mas introduziu um crédito fiscal que poderá devolver parte do imposto pago se as receitas de IRS e de IVA arrecadadas em 2015 superarem as expectativas.
Numa nota sobre a execução orçamental no primeiro trimestre do ano, a que a Lusa teve acesso na terça-feira, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) alertou que a receita fiscal "evoluiu desfavoravelmente" até março e que, se ajustada dos reembolsos dos impostos indiretos, registou um aumento homólogo "pouco expressivo".
Os técnicos independentes que apoiam o parlamento referiram que a evolução da receita fiscal líquida (considerando os reembolsos dos impostos indiretos) cresceu 4,8% até março face ao período homólogo, mas que, "em termos brutos, a evolução foi distinta, verificando-se um aumento homólogo pouco expressivo".
«NM»

sábado, 2 de maio de 2015

“I Torneio Solidário”


Ontem, dia 1 de Maio, realizou-se no estádio municipal Dr. Raúl José das Neves o “I Torneio Solidário” organizado pela JS Alpiarça em colaboração com a Cáritas. O torneio contou com as equipas bar “Tem que ser”, Grupo Desportivo “Os Águias”, Câmara Municipal de Alpiarça, Associação 1295, Sociedade Filarmónica Alpiarcense, Núcleo Sportinguista de Alpiarça, Tecnel e Raserv.
A JS Alpiarça proponha-se a angariar 1 tonelada de alimentos tendo o objectivo sido cumprido e superado.


1º de Maio, em Santarém

1º de Maio, em Santarém, no Desfile/Manifestação promovida pela USS/CGTP-IN.
1º de Maio de 2015

«Texto e fotos de Mário Pereira»

Twitter com mais de 300 milhões de utilizadores

Resultados financeiros da rede social foram revelados antes de tempo e causaram uma queda das acções da empresa em reacção aos resultados abaixo da expectativa.
Através dos resultados do último trimestre o Twitter revelou que atingiu os 302 milhões de utilizadores, um aumento de 18% face aos 288 milhões do trimestre anterior.
Este é o resultado mais positivo entre os dados divulgados pela rede social, todos abaixo das expectativas dos investidores, o que fez com que as acções do Twitter caíssem a pique uma vez revelados antes de tempo pela empresa de data mining Selerity. O sucedido fez com que a bolsa parasse e, quando os procedimentos recomeçaram, as acções do Twitter valiam 18% menos.
A receita situou-se nos 397 milhões de euros em vez dos esperados 415 milhões de euros, uma diferença que, de acordo com o The Verge, está relacionada com a compra da empresa de marketing TellApart. O Twitter baixou ainda as expectativas de receita para o próximo trimestre de 490 milhões de euros para um valor situado entre os 428 milhões e os 441 milhões de euros.
«NM»

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Mais uma aventura (Alpiarça - Santiago de Compostela) 1ª Etapa 147 Km

«Foto: Naca»

A lição comunista

A entrega dos documentos (cerca de 500 páginas) do orçamento da câmara ao final da tarde do dia anterior ao da reunião onde foram postos à aprovação, é uma afronta a Pedro Gaspar e a Francisco Cunha que têm a suas vidas profissionais e fazem política por dever de cidadania, e militância, enquanto o PCP tem todos os seus militantes na vereação com bons ordenados de forma a que possam fazer política a tempo inteiro....
Ler mais em:

Ordem de Trabalhos Assembleia Municipal de Alpiarça de 30-04-2015


1.º Período de Intervenção do Público
Período de antes da Ordem do Dia
Intervenção de vários deputados sobre assuntos de interesse para o município e respostas do sr. Presidente da Câmara.
Ponto 1 - A Acta da AM de 27-02-2015 foi aprovada por maioria com 12 votos a favor e 4 abstenções;
Ponto 2 - Tomado conhecimento pela Assembleia Municipal da informação escrita do Sr. Presidente da Câmara Municipal, acerca da actividade do Município e da sua situação financeira, ao abrigo da alínea c) do n.º 2 do art.º 25 da Lei n.º 75 de 2013, de 12 de Setembro;
Ponto 3 - Leitura, discussão e votação de Moções, Recomendações e Votos.
Aprovada por maioria com um voto contra, uma Moção, sobre o 25 de Abril, apresentada pela bancada da CDU;
Aprovada por unanimidade uma Saudação ao 1.º de Maio, apresentada em conjunto por todas as bancadas da Assembleia Municipal;
Aprovado por unanimidade um Voto de Pesar pela morte no dia 24-04-2015 de Manuel da Conceição Raposo (Manuel Canelas), apresentado em conjunto por todas as bancadas;


Reprovada por maioria uma Recomendação apresentada pela bancada do Todos Por Alpiarça, com alterações introduzidas pela bancada do PS, para que o Executivo instale aparelhos de Ginástica ao Ar Livre na Zona do Complexo Desportivo dos Patudos, o mais rapidamente que lhe seja possível.
Aprovada por maioria uma Moção apresentada pela bancada da CDU sobre o fecho da fábrica de leite da Renoldy em Alpiarça.
Aprovada por maioria uma Moção apresentada pela bancada do PS sobre o fecho da fábrica de leite da Renoldy em Alpiarça.
Ponto 4 - Apreciação, discussão e votação da Prestação de Contas da Câmara Municipal do ano de 2014.
Aprovado por maioria, com 11 votos a favor,e 5 abstenções.
Ponto 5 - Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências Municipais da LT_SRU na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT).
Ponto retirado a pedido da câmara Municipal.
2.º Período de intervenção do Público.
Lida a Minuta da Ata foi aprovada por unanimidade tendo a Assembleia Terminado pelas 5:00

ASSEMBLEIA MUNICIPAL: "um debate intenso entre o PS e o PCP"

A prova disso foi a moção apresentada pelo PS que faz historia nesta Assembleia, uma vez que foi aprovada com os votos a favor do PCP e do PS. 


Caro Senhor Administrador do Jornal Alpiarcense, gostava de dar aqui a minha opinião sobre o que se passou ontem na Assembleia Municipal.

"Ontem podemos ver e verificar quem está de facto preocupado com toda a situação que envolve a Fabrica de Renoldy. Assistimos a um debate intenso entre o PS e o PCP onde considerações à parte, foi esclarecedor que se existe alguém preocupado são estas forças. A prova disso foi a moção apresentada pelo PS que faz historia nesta Assembleia, uma vez que foi aprovada com os votos a favor do PCP e do PS. A razão vem sempre ao cimo, como ontem prova o que assisti. Foi visível a preparação dos Deputados do PS em relação ao tema, onde pela voz do Sr. Ramalho e Sr. Miguel Sá Pereira, muito insistiram e apresentaram em métodos de interversão, e que penso que não vão passar ao lado do Presidente Sr. Mário Pereira.
Como pessoa interessada que sou pela minha terra gostei de ver a atitude do PS na Assembleia de ontem. Sabem do que falam, sabem o que dizem. "

Noticia relacionada:"ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ALPIARÇA": 

As ameaças e chantagens do “papagaio da charneca” do PSD/TPA


este “papagaio da charneca” do PSD/TPA é mesmo uma “avis rara”…


Já cá faltava o “papagaio da charneca” do PSD/TPA com as ameaças e chantagens, a tentar intimidar os comentadores que não escrevam ao jeito… E a delação parece ser o seu forte … 
Mas aqui ninguém andou a escrever sobre a vida particular de ninguém. Apenas se comentaram ideias e opiniões divulgadas publicamente. Por isso, se este “papagaio” conhece alguém que tenha praticado um crime exponha a situação no posto da GNR. Mas se o que pretende, como parece, é lançar “bombas”, “cachas” ou escândalos da vida privada de alguém, o melhor é dirigir-se às revistas cor-de-rosa ou ao Correio da Manhã que é lá o seu lugar! Mas ao menos seja coerente… Então desculpa uns empresários (”o difícil é cumprir com todas as leis laborais e colocarem-se na pele de empresas e empresários que muitas vezes têm prejuízos e só estão abertas à espera de dias melhores” e que eu acredito que aconteça com alguns pequenos empresários), mas quer denunciar outros só porque são de partidos de que não gosta?
Quanto a viver de “subvenções, formações e subsídios dos estados capitalistas” parece estar a falar com muita experiência, não está a referir-se às suas próprias empresas? É que a grande maioria desses apoios vão para empresas… Leia os jornais: “Três das empresas são acusadas pelo Ministério Público (MP) de terem recebido apoios comunitários para acções de formação profissional - não realizadas - cujas candidaturas foram elaboradas por uma quarta firma também envolvida no processo.” (…)“ as ajudas a fundo perdido na agricultura correm o risco de ser uma fonte de dinheiro apetecível” (…) “Fisco deteta fraudes na construção de hotéis com fundos europeus” (…) “Em causa está um presumível esquema de obtenção ilícita de subsídios a fundo perdido por parte de algumas empresas, algumas delas fictícias. “, etc, etc,… 
De qualquer maneira, se as entidades apoiadas cumprirem os compromissos assumidos, não vejo qualquer problema. 
Mas por aqui se vê quem vive “à custa do sistema capitalista” cuja riqueza, afinal, é produzida por todos os trabalhadores (por trabalho manual e intelectual) e não apenas por uma minoria de empreendedores, administradores e gestores que acabam por receber, proporcionalmente, a maior fatia dessa riqueza ! 
Enfim, este “papagaio da charneca” do PSD/TPA é mesmo uma “avis rara”…

Miguel Arraiolos na Taça do Mundo de Triatlo na China


O Alpiarcense Miguel Arraiolos parte no próximo domingo para a China para participar na Taça do Mundo de Chengdu, dia 9 de Maio, seguindo depois para o Japão para participar na 5ª etapa do Campeonato do Mundo de Triatlo, dia 16 de Maio.
O Triatleta do SLBenfica, que no passado domingo (26/4) participou na 4ª etapa do Campeonato do Mundo de Triatlo na Cidade do Cabo, África do Sul, terminando na 20ª posição, declarou: “Estou contente com o resultado. Começo a sentir maior consistência na forma e nos resultados neste início de época competitiva. É muito bom porque normalmente a minha forma vai subindo ao longo do ano. Este resultado em Cape Town foi muito importante porque subi na classificação do mundial e mantive a minha posição no ranking de apuramento olímpico, mas com melhores pontos. Este foi o meu 4º melhor resultado do apuramento”
Arraiolos subiu ao 30º lugar (antes 37º) no campeonato do mundo, decorridas 4 das 10 etapas. De referir que exatamente há um ano atrás, era 63º no Campeonato do Mundo.
No ranking de apuramento olímpico, mantém atualmente o 34º lugar.

Agricultores devem entregar faturas em julho

A ministra da Agricultura e do Mar alertou  os agricultores que faturam até 10.000 euros por ano que devem entregar já em julho as faturas das despesas que tiveram com a produção para serem reembolsados do IVA.
"Trago uma mensagem para os pequenos agricultores, aqueles que estão fora do regime do IVA para que, vendendo a organizações de produtores, ou a cooperativas, ou a supermercados, possam guardar as suas faturas e fazer o pedido para reembolso do novo regime do IVA forfetário que permite, a quem, por ano, fatura até 10 mil euros, apresentar faturas daquilo que compram para fazer as suas produções, seja as sementes, seja os adubos, seja os fertilizantes", disse.
A ministra da Agricultura e do Mar referiu ainda que os pequenos agricultores podem pedir" o reembolso duas vezes por ano e a primeira vez vai ser já, agora, em julho" para poderem beneficiar do reembolso em seis por cento sobre o volume de vendas que fazem.
"São seis por cento do volume das vendas que lhes compensa um bocado aquilo que pagaram no imposto quando adquiriram os seus produtos", afirmou.
A ministra considerou esta possibilidade como "muito importante" porque "quer dizer que um agricultor que tenha de faturação por ano até 10 mil euros pode estar a receber 600 euros de reembolso do IVA duas vezes por ano, podem ser 300 euros num semestre e mais 300 euros no outro semestre".
Para isso, lembrou ser importante que "os agricultores adiram a este modelo e também, para isso, podem organizar-se melhor".
A ministra sustentou que a agricultura "é uma aposta deste Governo, e uma aposta para continuar", disse.
"A agricultura tem um papel importante na economia do país, tem tido excelentes resultados mas o Governo acredita que é possível continuar a trabalhar e ter ainda melhores resultados no país e, também, aqui, na Madeira, que é uma região deficitária no setor agroalimentar", concluiu.
Assunção Cristas visitou  a Madeira onde presidiu à apresentação pública da "Estratégia do Mar para a Região" numa iniciativa da Associação Comercial e Industrial do Funchal e, na Câmara Municipal de Santana, participou numa sessão de esclarecimento dirigida a agricultores.
«NM»