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terça-feira, 7 de abril de 2015

Mário Pereira não voltará a dar aulas

 E o que aconteceu com os presidentes de Câmara eleitos pelo PCP?



Não podia estar mais de acordo com este comentário (ler: "Renoldy está prestes a fechar": ). Quando dizem que só a direita tem tachos é uma falácia. 
Os tachos são iguais aos da direita ou piores. Podem muitas vezes não ser tão bem pagos mas a responsabilidade é mínima.
Em Alpiarça durante a governação PS os dois presidentes, Dr. Rosa do Céu e Drª Vanda Nunes tiveram "tachos" em organismos ou empresas públicas.
É uma verdade, passe o pleonasmo, verdadeira.
E o que aconteceu com os presidentes de Câmara eleitos pelo PCP? Algum voltou para os seus anteriores empregos depois de, como gostam de encher a boca, servir a causa pública? 
Não! Tal como o Dr. Mário Pereira não voltará a dar aulas ainda que não consiga o almejado lugar de deputado.
Estará um organismo pago pelos contribuintes para garantir que afinal servir a causa pública não é muito bom enquanto se exercem as funções para as quais foram eleitos mas depois é o almejado paraíso.
Nessa fase, um organismo inter-municipal, um departamento estatal ou algo do género espera por eles independentemente se foram ou não competentes nas anteriores funções.
É a dita dança das cadeiras que os faz correr... 


Águias de Alpiarça deve 90 mil euros e tem prejuízos mensais

O Clube Desportivo "Os Águias" de Alpiarça tem um passivo de cerca de 90 mil euros, apesar do esforço que tem sido feito para pagar dívidas.
A actual direcção, que não se recandidatou às eleições tem tentado fazer face às dívidas mas não consegue geral receita para equilibrar as contas.

Ler mais em:

Renoldy está prestes a fechar


Numa terra onde alguns dos sindicalistas "iluminados" vivem de forma faustosa, fazem boas ferias, comem fora grande parte dos dias, vestem do bom e do melhor, dão-se ao desplante de ir para a porta de fabricas (privadas) gritar palavras de ordem e tentar dissuadir aqueles que tem de trabalhar no duro para apenas viverem... é que dessas pessoas "iluminadas" que falo são funcionários públicos... sabem daqueles com direitos adquiridos e para os quais é fácil ludibriar os outros, os que vão nessa conversa, que de greves se faz a constituição de direitos...
 Não se constituiu direitos, apenas transtornos ao patronato, transtornos a uma empresa que labora num mercado volatil e altamente sensível e que não se pode DAR AO LUXO de não entregar uma mercadoria fora de tempo, ou levar com o ACT por alguém ter carregue um carro durante a greve e não ter formação adequada para tal... 
E agora que a Renoldy está prestes a fechar (sim, já é publico esse facto, neste momentos as medidas são apenas cuidados paleativos desta, quase moribunda companhia) esses ditos "iluminados" vão continuar a sua vida como sempre fizeram, e os desgraçados ficam a ver navios...

Noticia relacionada: "Os direitos dos trabalhadores não se defendem com ...": 

Plano de Actividades da Junta de Freguesia de Alpiarça


Consumo de eletricidade aumenta 1,5%

O consumo de eletricidade aumentou 1,5% no primeiro trimestre em relação ao período homólogo, sendo a variação nula após a correção de temperatura e dias úteis, de acordo com a REN - Redes Energéticas Nacionais.

No mês de março, o consumo de energia elétrica voltou a registar uma evolução homóloga positiva, com uma variação de 0,3%, influenciado por temperaturas abaixo dos valores médios, sendo que com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis se verificou uma subida de 0,5%.
Segundo os dados da gestora das redes energéticas, a produção renovável abasteceu 60% do consumo de energia elétrica, que compara com 80% do trimestre homólogo do ano anterior, em que se registaram condições muito favoráveis.
Nos primeiros três meses, o regime hidrológico manteve-se seco, tendo a produção hídrica caído quase para metade em relação ao mesmo período de 2014, de 7.106 GWh para 3.743Gwh.
Também a produção eólica registou uma queda de 12% até março face ao período homólogo, para 3.719GWh.
Nas fontes renováveis, as centrais hidráulicas abasteceram 26% do consumo, as eólicas 28%, a biomassa 5% e as fotovoltaicas 1%. Nas fontes não renováveis, o carvão abasteceu 24% do consumo e o gás natural 13%.
O saldo de trocas com o estrangeiro foi ligeiramente importador, representando 2% do consumo.
No mercado de gás natural manteve-se a tendência de recuperação dos consumos, com uma variação em março de 6,2%, acumulando no final do trimestre uma variação positiva de 7,6%.
Até março, registam-se evoluções positivas em todos os segmentos de mercado, com o mercado convencional a crescer 1,4% enquanto as centrais elétricas consumiram também mais 214%.
«NM»

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Os direitos dos trabalhadores não se defendem com folclore partidário ou sindical

São milhares de sindicalistas que pululam por esse País fora com vidas muito superiores aos que pagam as quotas


O comentário  vem precisamente confirmar o teor do post. (ler: "Já começou o "show-off" com o presidente da Câmara...":) Os direitos dos trabalhadores não se defendem com folclore partidário ou sindical.
As fotos só servem para aparecer nos meios de comunicação social dos partidos (i.e. Avante, CGTP, Sindicato do ramo, etc) e para justificar os milhares de sindicalistas que pululam por esse País fora com vidas muito superiores aos que pagam as quotas.
O caso da Auto Europa foi paradigmático. Corridos os sindicatos "correia de transmissão" do PCP foi possível chegar a um entendimento entre uma gigantesca empresa multinacional e os representantes dos trabalhadores.
Hoje não só mantêm a empresa aberta como representam mais de 30% das exportações do sector metalo-mecânico e contribuem com cerca de 3% do PIB.
Há quem continue agarrado às velhas teorias de Marx, Engels, da luta de classes e do capitalismo do início do Séc. XX.
Esquecem-se que TUDO mudou e as "lutas" em vez de posições consensuais negociadas à mesa só contribuem para mais desemprego.
Para concluir deixo só algo para pensar... no inicio do século XX o capitalismo traduzia-se por investimento directo do capitalista. Uma greve afectava as empresas e o bolso do capitalista.
No Séc. XXI, 90% ou mais dos investimentos nas empresas vêm da banca e da comunidade europeia. Passados 3 ou 4 anos já o capitalista retirou os 5% ou pouco mais que lá meteu. Alguém no seu perfeito juízo pensa que com estas variáveis algum capitalista está preocupado em encerrar uma empresa que não lhe cause prejuízos ao bolso?
Não será melhor que ninguém "baixe as calças" e que cada uma das partes tenha o seu quinhão: o capitalista o retorno do capital e os tranbalhadores o sustento para si e para a sua família?
Ou é preferível que as empresas fechem as portas para que determinados partidos políticos tirem os seus dividendos dentro da faixa de população menos esclarecida ou fundamentalista? 


"PATACÃO": “assunto sem interesse”

O que nos vale é que alguém ainda se lembra de mostrar aos outros aquilo que já não existe há muitos anos em Alpiarça.

As "Barracas dos Pescadores" (Avieiros) foram declaradas pela autarquia como “assunto sem interesse” porque se encontram instaladas em terrenos privados.
É o que faltava era a autarquia negociar com os donos de forma a demarcar o local onde se encontram as barracas dos pescadores para que fique para "memória do futuro".
Assim, alguém do lado de lá do Tejo se vai lembrando que Alpiarça em tempos passados teve os seus pescadores avieiros.
Em Alpiarça o que interessa é que a Praça Vermelha esteja cheia quando o líder comunista a visita e que a terra continue a ser o Bastião Vermelho.
Quanto ao resto que se lixe!
Noticia relacionada: Embarcação Avieira de Alpiarça



Embarcação Avieira de Alpiarça

Tradicional participação de embarcação avieira de Alpiarça nas Festas de Constância 


Há novas regras para os senhorios. Saiba tudo o que muda

Já a partir de maio, todos os senhorios que no final do ano somem rendimentos superiores a 838,44 euros advindos do pagamento de rendas estarão obrigados a passar recibo eletrónico. Na prática, se a renda mensal é superior a 70 euros, este processo passa a ser obrigatório.
Segundo é explica pelo Negócios, fora desta nova medida ficam os proprietários com idade superior a 65 anos ou os contratos de arrendamento rural. Porém, quem não passa recibo eletrónico passa a ficar obrigado a apresentar, anualmente, uma declaração ao Fisco.
Estas novas regras surgiram com a apresentação por parte do Governo do seu projeto para reforma do IRS, em vigor desde janeiro deste ano, sendo que só agora foi possível concretizar a medida. Porém, em maio, todos os senhorios terão de passar um recibo único onde declaram todas as rendas cobradas desde o início de 2015.
A portaria já foi publicada (passada terça-feira) em Diário da República, ficando o diploma a vigorar desde logo.
Segundo estimativas da Autoridade Tributária e Aduaneira apenas 60 mil contratos de arrendamento não serão abrangidos por esta medida. 
«NM»

domingo, 5 de abril de 2015

Já começou o "show-off" com o presidente da Câmara

 O presidente da Câmara  toma uma posição que agrada ao partido de que é militante mas certamente desagradará à administração da empresa


Claro sr. comentador (ler: "Solidariedade da Câmara Municipal para com os trab...":) só que decerto nem você gosta de perder dinheiro ou trabalhar para aquecer. Os empresários pensam da mesma forma e, feliz ou infelizmente há uns séculos inventaram o dinheiro e nem os loucos o deitam à rua.
O que lhe garanto é que não é com greves ou manifestações que as coisas se resolvem. Essas apenas servem para tirar umas fotos e justificar as "vidinhas" dos sindicalistas.Qualquer solução passa por sentar à mesma mesa a Câmara, a administração da Renoldy e o Ministro da Economia e só com os três sintonizados, havendo cedências de parte a parte se conseguiria chegar a um entendimento.


Temo é que essa fase nunca venha a ser atingida porque já começa o "show-off" com o presidente da Câmara a tomar uma posição que agrada ao partido de que é militante mas certamente desagradará à administração da empresa.
Estas coisas são para serem tratadas com total confidencialidade. È assim que funciona o mundo dos negócios ..

CADA PORTUGUÊS PRODUZIU 440 KG DE LIXO MUNICIPAL EM 2013

Em 2013, cada habitante de Portugal produziu, em média, 440 quilogramas (kg) de lixo municipal. Os dados foram divulgados na última semana pelo Eurostat num relatório sobre a temática dos resíduos municipais.
O documento refere que a totalidade dos 440 kg de lixo produzidos por cada português recebeu tratamento. Porém, apenas 13% do lixo municipal foi reciclado, sendo que a maior parte, 50%, foi encaminhada para aterros. Outros 13% sofreram compostagem e 24% foram incinerados.
A média de lixo produzida por cada português não anda longe da média europeia, que se situou naquele ano em 481 kg por cada habitante da União Europeia. De entre todos os Estados-membros da UE, a Dinamarca foi o país que mais lixo produziu por pessoa, cerca de 747 kg. O país que menos resíduos por habitante produziu foi a Roménia, com uma média de 272 kg.
Destes 481 kg de lixo produzidos em média por cada cidadão europeu, 470 kg receberam tratamento. Este tratamento seguiu diferentes métodos: 31% foi para o aterro, 28% foi reciclado, 26% foi incinerado e 15% sofreu compostagem.
De acordo com os dados disponibilizados pelo gabinete de estatística europeu, a média de quilos de lixo produzido por cada habitante da zona comunitária diminuiu 8,7% em 2013, quando comparado com o pico atingido em 2002, com 527 kg por pessoa. O documento sublinha ainda que desde 2007, a produção de lixo municipal por cada cidadão tem vindo consistentemente a diminuir para valores abaixo dos registados em meados da década de 1990.

Além da diminuição da produção de lixo, também a taxa de lixo municipal que é reciclado e compostado tem vindo a aumentar ao longo dos últimos 20 anos. Se em 1995 apenas 18% de todo o lixo europeu era reciclado ou compostado, em 2013 esta percentagem aumentou para 43%.
«greensavers»

sábado, 4 de abril de 2015

"BOLO DO CENTENÁRIO" NAS COMEMORAÇÕES DO 2 DE ABRIL

"BOLO DO CENTENÁRIO" NAS COMEMORAÇÕES DO 2 DE ABRIL - DIA DO CONCELHO DE ALPIARÇA
Casa dos Patudos
2 de Abril de 2015

Pastelaria Mena
Danidoce
Intermarché Alpiarça
Câmara Municipal de Alpiarça
Junta de Freguesia de Alpiarça

«CMA»

Só mesmo as senhoras da limpeza e o porteiro, para além do próprio, conheciam a 'lista'.

Por: Anabela Melão

O relatório da inspeção realizada pela Comissão Nacional de Proteção de Dados, em março, revela que afinal - para surpresa daqueles que já pertenceram a carreiras 'especiais, como é o meu caso - desta vez não foram nem as senhoras da limpeza, especialistas em informática!, nem os porteiros, peritos em recolha de informação privilegiada!, os responsáveis pela 'lista VIP'. Foi mesmo José Morujão Oliveira, diretor da Área de Segurança Informática da Autoridade Tributária, que se deu ao trabalho de, qual funcionário prestável e solicito!, apagar os seus próprios e-mails, dirigidos a Graciosa Martins Delgado, sub-diretora-geral de Sistemas de Informação, com a descrição sobre o "controlo do acesso aos dados - alarmística em caso de consulta/alteração de dados sensíveis", não deixando assim rasto do seu dedo em tarefa tão sensível. 

Nem António Brigas Afonso, diretor-geral da Autoridade Tributária, nem Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, tinham conhecimento da lista. Só mesmo as senhoras da limpeza e o porteiro, para além do próprio, conheciam a 'lista'. Tudo como dantes no quartel de abrantes, portanto. Há velhos vícios que nunca mudam, nem sequer de mãos! 

Uma noite diferente a fechar as festas do centenário do concelho

Estive também a assistir ao espectáculo e ao meu lado ouvi também muita gente a queixar-se dos malvados apitos das máquinas que não deixavam ouvir a nossa Banda Filarmónica. Não há dúvida que aquelas máquinas estando em manobras, o apito é obrigatório soar. Incomode ou não incomode. No caso, não será o mais indicado para o apreciador de arte, de facto, mas evitou a montagem de uma estrutura para o efeito, que seria certamente mais dispendiosa.
Algumas pessoas presentes questionavam se o fumo (pólvora queimada) proveniente do fogo de artifício não seria prejudicial para algumas obras de arte expostas no museu, que manteve as janelas abertas durante o espectáculo.
Os especialistas na matéria com certeza que irão um dia pronunciar-se sobre a questão.
A verdade é que tivemos uma noite diferente, muito agradável, a fechar as festas do centenário do concelho, regada com chá, café e doçaria regional patrocinada pelos nossos especialistas da confeitaria alpiarcense.
Para o próximo centenário lá estaremos. 
Noticia relacionada:
 ""Spectaculum"": 

Tem crédito habitação? Há boas notícias para si

Dá conta o Diário Económico que os portugueses com crédito à habitação vão sentir em abril um alívio na prestação paga aos bancos. As descidas, refere esta publicação, serão na ordem dos 0,7% e dos 4,9%.
Quem tem o empréstimo associado à Euribor a 12 meses vai sentir o maior alívio, isto porque o corte de 4,9% significará uma poupança de 17 euros, no valor da prestação que se fixa nos 331,61 euros, isto para um crédito de 100 mil euros a 30 anos e um spread de 1%.
Quem, porém, optou por indexar o seu empréstimo à taxa a seis meses, verá os seus encargos decrescerem 1,4%, com a nova prestação a fixar-se nos 326,16 euros. O benefício aqui é de 4,75 euros mensais.
Por fim, quem tem empréstimo com taxa a três meses, sentirá um corte de 2,44 euros no valor pago mensalmente, fixando-se a prestação a pagar ao banco nos 322,93 euros.
«NM»

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Grupo de Teatro do CCBR em parceria com a companhia "Espectaculum"


É com grande alegria que o CCBR participou no 101 aniversário de Alpiarça com as jovens do Grupo de Teatro do CCBR,em parceria com a companhia "Espectaculum".
Agradecemos o convite feito pela Câmara Municipal de Alpiarça para participar em conjunto com todas as associações da terra.
Temos vontade de fazer mais e melhor para que os nossos jovens cresçam todos num melhor futuro só assim, com a força que nos dão é possível continuar.

Muito Obrigado Srº Presidente Mário Pereira.
CCBR
Centro Cultural Bruno Ramiro

Com a complacência de todos

Por: Anabela Melão
João Bilhim, presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para cargos de topo na Administração Pública (CRESAP), responsável pelos concursos de dirigentes afirma que cerca de 60 dirigentes de topo da Administração Pública foram escolhidos diretamente pelo Governo, sem que tenha dado seguimento aos concursos públicos realizados para o efeito. Ou seja, o Executivo meteu na gaveta os resultados dos concursos, optando por não nomear a pessoa com mais mérito, mas aquela pessoa que lhe merecia de confiança política. Estes dirigentes estão no cargo em regime de substituição há vários meses, alguns há quase um ano, o que faz com que estejam em “regime de gestão corrente”. Claramente, fora do pleno exercício das suas funções e “dependentes dos governantes”. Um mal que sempre atacou as instituições públicas, em governos da esquerda à direita. O cenário actual é, na sua maior parte, igual ao que vigorava antes da criação da CRESAP. Não admira que se chegue a esta conclusão. Admira que algum dia alguém possa ter acreditado na hipótese de alterar este estado de coisas. Da esquerda à direita interessa o seguidismo cego e patético. Premeiam-se cartões de militante, 'provas' dadas de 'obediência', 'lealdades' pessoais e interessadas. E enquanto a competência técnica e o mérito profissional não for a senha de entrada nos palanques do poder nada se alterará. Há e continuará a haver qualquer coisa de profundamente errado em tudo isto! Com a complacência de todos! 

"Spectaculum"

Comemorações do 101 Aniversário do Concelho 
2 de Abril de 2015

«Fotos de Mário Pereira»

Euro cai e dívida portuguesa aumenta 2.300 milhões

A queda do euro registada em 2014 teve com consequência o aumento da dívida portuguesa em 2.300 milhões de euros ou 1,3% do PIB, explica o Jornal de Negócios que cita a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).
Esta questão é sublinhada numa nota enviada esta segunda-feira pela UTAO aos deputados, na qual os técnicos fazem uma avaliação dos resultados orçamentais de 2014 divulgados na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística.
“De acordo com informação do IGCP, as flutuações cambiais terão contribuído para o aumento do stock da dívida direta do Estado em euros de cerca de 2.300 milhões de euros em 2014. Apenas no mês de dezembro de 2014 o aumento do stock da dívida por este efeito foi de 591 milhões de euros”, lê-se no documento a que o Negócios teve acesso.
Mas não é apenas o efeito cambial que contribuiu para o aumento da dívida. Os técnicos referem ainda o facto de o PIB ter sido inferior ao esperado em outubro.
"No que se refere ao objetivo apresentado no OE/2015 em percentagem do PIB (127,2%), apenas uma parte do desvio, isto é 1,2 pontos percentuais, decorre de se ter apurado uma dívida pública nominal mais elevada que a prevista. O desvio remanescente (1,8 pontos percentuais) deve-se ao facto de se ter verificado um nível de PIB nominal mais baixo que o subjacente à estimativa do OE/2015", referem.
«NM»

quinta-feira, 2 de abril de 2015

FRANCISCO CUNHA: "Afinal a montanha a pariu um rato" e o que o vereador tem para nos para oferecer é "uma mão cheia de nada"

 FRANCISCO CUNHA DIFICILMENTE  CONSEGUIRÁ CONVENCER  OS ALPIARCENSES A DAREM-LHE VOTOS SUFICIENTES PARA SER PRESIDENTE A CÂMARA


Gosto de ler regularmente os semanários da nossa região e ler todos os dias o Jornal Alpiarcense. Assim, posso considerar-me  actualizado com tudo o que diz respeito ao espaço em que vivo e de onde sou natural.
Como não podia de deixar estive esta manhã a ler a entrevista que Francisco Cunha (foto) deu ao semanário ‘O Mirante” e fiquei a saber, como muitos alpiarcenses, penso eu, que o Vereador Francisco Cunha após ano e meio de ter tomado posse, a única coisa que sabe fazer é "fumaça" e que a "montanha pariu um rato" porque que o vereador tem para nos  oferecer é "uma mão cheia de nada."
Melhor não desse entrevista nenhuma. Ao menos não ficávamos a saber o que agora sabemos.
A páginas tantas, podemos ler a seguinte pergunta: “Quais seriam as suas prioridades se fosse presidente da Câmara?” Responde entre outras afirmações sem valor algum e vazias de argumentos que: “Temos que demonstrar que somos uma terra que pretende iniciativa privada. Queremos cá empresas e empresários para que os nossos jovens não saiam de cá”. Confesso que me fartei de rir com um empresário que diz ter sido um “empresário de sucesso” para hoje praticamente não ter nenhuma empresa que dê trabalho os nossos jovens de forma a quem não saiam de Alpiarça.
Mas o mais importante, no meu ponto de visto é esta  pergunta: “Que outros projectos gostaria de implementar?”
Ironicamente responde: “Gostava que a ligação do Rio Tejo à vala de Alpiarça (esta ideia não é original nem nos traz nada de novo porque já Rosa do Céu e Sousa Gomes diziam que a implantariam para desenvolver o nosso turismo) fosse concretizada e que fosse instalada uma escola de artes em Alpiarça (lembram-se desta ideia que já vem desde o tempo de Rosa do Céu e dirigida directamente ao escultor alpiarcense Armando Ferreira?).Têm que ser projectos que coloquem Alpiarça no mapa. Aproveitar melhor a Casa-Museu dos Patudos e os visitantes que cá vêm mas não param para almoçar no concelho. Alpiarça tem que apostar no que é mais importante, o turismo.”
São estes projectos que o candidato a presidente tem para oferecer?
Então se estamos mal com Mário Pereira com Francisco Cunha ficávamos na mesma porque de ideias é muito fraco como fraco são os seus argumentos quando diz que “os funcionários da câmara foram avisados pelo presidente para não falarem” com ele nem lhe “darem qualquer documentação”.
Quanto à documentação não me pronúncio, agora dos funcionários serem avisado para não lhe falarem... é de loucos....
Francisco Cunha pode falar muito bem mas não me convence e duvido que alguma vez venha a convencer a maioria dos alpiarcense a darem-lhe votos suficientes para ser eleito presidente.
Haja alegria e oratória!
«Por: V.R.V»


A Inspeção-Geral da Educação concluiu pela anulação da licenciatura de Relvas

Por: Anabela Melão
A Inspeção-Geral da Educação concluiu pela anulação da licenciatura de Relvas. Afinal, uma das cadeiras foi feita à margem dos regulamentos de avaliação da própria universidade. Em vez de um exame escrito, Relvas submeteu-se apenas a uma discussão oral sobre sete artigos da sua 'douta' autoria, faltando-lhe, assim, créditos para a atribuição daquele grau académico. Dos 425 processos de creditação, a IGE concluiu que 152 eram irregulares. A árvore, neste caso, explica muita da floresta que pulula por essas jotas. Gente que não sabe nada de coisa nenhuma e que exibe 'canudos' como pretexto para a escalada política a que se propôs desde os jovens tempos dos cola-cartazes. E, a julgar pelo resultado, têm-se dado muito bem. Bem, nas suas vidinhas privadas, porque na vida pública, nada fazem, nada acrescem. Apenas, se 'preenchem'! 

Está alguém a usar o seu NIB. O que fazer?

Conselhos são dirigidos aos cidadãos cujo NIB está a ser usado indevidamente por terceiros.
A Rádio Renascença noticiou o caso de uma mulher que, ao olhar para o seu extrato bancário, se apercebeu que estava a pagar despesas que não eram suas. Tudo porque alguém deu o seu NIB a uma empresa credora.
Este é um problema fácil de ser concretizado uma vez que, desde agosto de 2014, os contratos são celebrados única e exclusivamente entre o cliente e o fornecedor de um serviço. A entidade bancária não interfere no processo.
Assim, uma pessoa de má-fé pode facilmente assinar um contrato, por exemplo com uma operadora de televisão, e dar um NIB que não seja o seu, autorizando desta forma o pagamento através de débito direto. A entidade credora não tem como confirmar se determinado NIB pertence ou não à pessoa que assinou o documento.
Mas o que fazer quando estas situações lhe batem à porta? O Jornal de Negócios explica.
Foi-lhe descontado um débito direto na sua conta com o qual não concorda? Pois saiba que dispõe de dois meses para pedir, junto da instituição bancária em causa, o reembolso desse valor.
Se se tratar de um débito direto não autorizado, os clientes têm um prazo de 13 meses para exigir ao banco o reembolso do dinheiro descontado de forma indevida.
“O pedido de retificação não fica limitado aos 13 meses nos casos em que o prestador de serviços de pagamento não cumpra os deveres de informação a que está obrigado”, explicou o Banco de Portugal ao Negócios.
Por fim, saiba que pode informar o seu banco de que não autoriza qualquer débito direto ou, então, pode criar listas de entidades que estão, ou não, autorizadas a descontar um valor mensal da sua conta bancária, sendo que também é possível determinar um montante limite para cobranças efetuadas via débito direto.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Solidariedade da Câmara Municipal para com os trabalhadores da Renoldy



Esta tarde, nas instalações da fábrica de leite Renoldy, participando, com o vereador João Pedro Arraiolos, a convite dos trabalhadores, num plenário sindical motivado pela difícil situação em que se encontra esta importante empresa instalada na zona industrial de Alpiarça.
Esta intervenção visou essencialmente mostrar a solidariedade da Câmara Municipal e prestar a informação de que, após reunião realizada ontem com o Secretário de Estado Adjunto e da Economia, existe o compromisso por parte deste membro do Governo para juntar os representantes da Renoldy e dos tradicionais compradores do leite produzido, no sentido de se chegar a acordos que permitam a viabilização da fábrica e sejam defendidos os postos de trabalho.
«CMA»

Direcção do “Aguias” tem vindo a ser “enxovalhada” publicamente

 Uma  oposição política em Alpiarça (meia dúzia de fanáticos) que mistura tudo, até os interesses e imagem do clube da terra

Como é que a actual direçção se haveria de candidatar com o enxovalhamento a que têm sido sujeitos por indivíduos que querem ver os Águias e Alpiarça na “porcaria” só para levarem a deles avante? 
Como é que se explica que em anos em que os Águias até foram CAMPEÕES NACIONAIS DE TRIATLO haja o “bota-abaixo” que temos vindo a assistir por parte da oposição política em Alpiarça (meia dúzia de fanáticos) que mistura tudo, até os interesses e imagem do clube da terra?
Como é que se explica que dois dos maiores opositores à actual direcção dos Águias e membros do TPA/PSD/MPT (M. Santiago e F. Cunha - se o JA quiser referir os nomes) ontem tenham obtido votos para poder fazer parte da comissão que vai resolver este impasse e não tenham querido? Amam o seu clube? Querem ajudar a resolver a situação?

 O “tanas!”


 Querem é ver o circo a arder. Alimentam-se de tudo o que de mal acontecer a Alpiarça e aos Águias. É triste mas é verdade. Até fizeram um filmezito de votar num sócio que por acaso é dirigente do PCP (e nem estava presente na sala) para gozar com toda a situação. Num momento que deveria ser de seriedade, trata-se dos Águias! Uma vergonha. Mas o que é certo é que lhes saiu o tiro pela culatra. Porque realmente terão que ser outros a fazer parte da solução (inclusivamente quem eu referi), já que eles só sabem fazer parte é dos problemas. Não me posso esquecer! Tiveram oportunidade de ajudar e não quiseram. Por aqui se vê de que materiais é que são feitos. 

Noticia relacionada:

RENOLDY: Trabalhadores vão continuar a lutar pelo seu posto de trabalho


O comunicado que a administração da Renoldy publicou e onde dá a saber aos trabalhadores a intenção de aplicar o regime de lay-off  foi o suficiente para que os trabalhadores decidissem “uma jornada de luta”.
Uma "luta" que mais não é do que " defenderem os seus postos de trabalho” como disse ao Jornal Alpiarcense um trabalhador que estava concentrado junto ao portão contra a aplicação do lay-off.


Com a Junta / ReViver Tradições


O Baile da Rainha vai também ter uma exposição de fotografias e de vestidos de rainha.
Para a exposição, ainda pode entregar fotografias na Junta.
O prazo termina no dia 10 de Abril

JFA»

Não há sócios para assumir a direcção do Águias

Não apareceu nenhuma lista de sócios para concorrer às eleições do Clube Desportivo “Os Aguias” de Alpiarça, que estavam marcadas para a noite desta terça-feira, 31 de Março. A actual direcção do clube, presidida por Henrique Santana, decidiu não se candidatar a novo mandato.

CÂMARA DE ALPIARÇA REUNIU COM SECRETÁRIO DE ESTADO DA ECONOMIA SOBRE SITUAÇÃO NA RENOLDY


O Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, Mário Pereira, acompanhado do vereador João Arraiolos, reuniu ontem, 31 de Março, com o Secretário de Estado Adjunto e da Economia, Dr. Leonardo Mathias, na sequência do recente agravamento da situação económica da fábrica de leite Renoldy, instalada na zona industrial de Alpiarça.
Desta reunião – marcada muito celeremente – saiu uma clara manifestação de interesse por parte do Sr. Secretário de Estado, assumindo o seu envolvimento pessoal, em articulação com a Câmara Municipal, no sentido de serem concretizados contactos e reuniões com as partes envolvidas, de forma a que possa vir a ser rapidamente encontrada uma solução que viabilize o funcionamento e a produção da fábrica Renoldy e a manutenção dos postos de trabalho.
A Câmara Municipal manifestou também a sua total disponibilidade para, no quadro das suas competências de intervenção, defender os interesses dos trabalhadores e da população de Alpiarça, bem como a produção nacional.

Leite português em risco. Produtores aflitos com fim do regime de quotas

Sistema criado por Bruxelas há 30 anos acaba esta terça-feira. Produtores terão de enfrentar a concorrência dos grandes produtores europeus, que “escoam os seus excedentes para o mercado ibérico”.
O regime de quotas na União Europeia chega esta terça-feira ao fim, deixando a maioria dos cerca de 5.500 produtores de leite portugueses em risco de desaparecer.
Com o fim do regime que vigorava há 30 anos, os países mais competitivos vão poder aumentar a produção de maneira significativa, prejudicando os produtores dos países menos desenvolvidos. 
“Se aquilo que nos dizem é que, com o fim das quotas, o preço do leite vai descer, vai continuar a haver desistências na produção. Perdemos 54 mil produtores em 22 anos de quotas leiteiras. Neste momento, já só há cerca de três mil produtores no continente e 2.500 nos Açores”, diz à Renascença o presidente da Associação dos Produtores de Leite de Portugal. 
Carlos Neves aponta o histórico da actividade para justificar o seu pessimismo: "O número de produtores nunca aumenta. Quando o preço é melhor, estabiliza. Quando baixa, desistem”. 
O presidente da associação que representa o sector alerta, assim, para o perigo de os países periféricos, como Portugal, virem a ter maiores dificuldades para escoar o produto, sobretudo, se não for invertida a tendência de queda do preço pago aos produtores. 
“Não se compreende como é que o mercado da Península Ibérica está inundado de leite e não se compreende que o leite vem, alegadamente, de países onde os produtores recebem mais do que os de Portugal e Espanha”, critica, apelando ao Governo que garanta mecanismos de apoio que impeçam, desde logo, a entrada dos excedentes de produção de outros países. 
“O produtor de leite está dependente da capacidade de o Governo negociar o mesmo nível de apoios que têm os produtores de outros países e da capacidade de vigiar o mercado, para evitar que o nosso seja invadido com as sobras de outros mercados do Norte da Europa”, adianta, lamentando que esses países europeus escoem o seu excesso para “criar excedentes aqui”. 
O sistema das quotas de leite foi criado por Bruxelas há 30 anos com o objectivo de preparar os pequenos produtores para a liberalização do mercado.
«RR»

Comissão Europeia: Taxa de mortalidade nas estradas baixou 3%

A taxa de mortalidade rodoviária em Portugal baixou, em 2014, 3% de 61 para 59 por milhão de habitantes, face a 2013, acima dos 50,5% da média da União Europeia, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
Segundo os dados de Bruxelas, de 2013 para 2014 verificou-se um abrandamento na descida da taxa de fatalidades rodoviárias, quer em Portugal quer na média europeia.
Em Portugal, as mortes por sinistralidade rodoviária diminuíram 9% de 2012 para 2013 e a redução foi de 34%, quando comparado com os 80 mortos por milhão de habitantes registados em 2010.
Na UE, o número de mortos nas estradas baixou 1% de 2013 para 2014, depois de se ter reduzido 8% de 2012 para 2013, e 18% na comparação com 2010 (62 mortos por milhão de habitantes).
Quer Portugal quer a UE estão ainda longe de cumprir o objetivo estratégico de reduzir para metade as mortes na estrada entre 2010 e 2020.
Nos 28 Estados-membros, morreram 25.700 pessoas em acidentes rodoviários em 2014, menos 5.700 do que em 2010.
Os países com menor índice de óbitos em acidentes rodoviários eram, em 2014, Malta (26 por milhão de habitantes), Suécia e Reino Unido (29 cada), enquanto os maiores índices de mortalidade se registaram na Bulgária, Lituânia (90 cada), Roménia (91)e Letónia (106).
« Lusa»

Na Renoldy luta-se pelos postos de trabalho

Os trabalhadores da Renoldy S.A, fábrica de processamento de leite situada em Alpiarça, vão reunir em plenário,hoje, 1 de Abril, à tarde, e sair em protesto seguido de concentração junto ao portão da empresa contra a aplicação de lay-off e em defesa dos seus postos de trabalho. A administração da Renoldy comunicou, recentemente, aos trabalhadores a intenção de entrar em regime de lay-off, durante três meses, existindo, segundo os mesmos, a possibilidade de encerramento após esse período de tempo. A Câmara Municipal de Alpiarça foi convidada a juntar-se aos trabalhadores em defesa dos 60 postos de trabalho daquela unidade industrial.
«UNIÃO DOS SINDICATOS DE SANTARÉM»