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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Pingo Doce volta a permitir pagamentos com multibanco sem limites

Já é possível pagar por multibanco no Pingo Doce sem qualquer montante mínimo, avança o Correio da Manhã.
Desde 2 de janeiro que a Jerónimo Martins, que detém a cadeia de supermercados, levantou a proibição de usar o multibanco para pagamentos inferiores a 20 euros.
O Pingo Doce começou a limitar as transações através de multibanco em 2012, ano em que as taxas de operações com cartões de débito ou crédito em Portugal eram duas vezes superiores à média europeia. Com este limite, a Jerónimo Martins dizia conseguir poupar 5 milhões de euros por ano e, assim, conseguia diminuir os preços.
Mas, segundo disse ao Correio da Manhã fonte oficial do grupo, "a medida teve sempre um caráter transitório". A mudança nas regras de pagamento deveu-se "a uma revisão e baixa dos custos associados à utilização de cartão", negociadas com a SIBS, disse ainda a fonte ao mesmo jornal.
A União Europeia já baixou, entretanto, as taxas aplicadas aos pagamentos com multibanco. Agora, os bancos só estão autorizados a cobrar até 0,2% por movimento.
«DV»

O BELO SOLAR DOS PATUDOS


A escolha do Arquitecto para a Casa dos Patudos não terá sido difícil. José Relvas percebeu que Raul Lino, dotado de uma cultura europeia marcada pela robustez dos seus critérios e competências, representava o triunfo de um novo paradigma arquitectónico e de que a Casa dos Patudos haveria de ser o seu primeiro exemplar.
Os Patudos assinalam uma nova linguagem de Arquitectura Conceptual. Apropriada de referências nacionais, afirma-se com um certo despojamento decorativo exterior, mas esplendorosa e funcional nos seus espaços interiores, com um mobiliário, criado também pelo referido arquitecto.
O contínuo crescimento das colecções, levou José Relvas à remodelação da Casa. Em 1904 encomendou a Raul Lino, o projecto assente numa linha revivalista e nacionalista, fiel às constantes históricas da nossa tradição construtiva.
A Casa dos Patudos foi inaugurada, como Museu, em 15 de maio de 1960.
Aqui, encontra-se uma requintada sensibilidade artística, desde o mobiliário, às porcelanas, pinturas e tapeçarias que constituem o núcleo principal das obras de arte da colecção de José Relvas.
Na Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, encontra-se uma rica e vasta coleção composta por pintura, escultura e artes decorativas. Na pintura portuguesa destacam-se: Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro e Constantino Fernandes, além de notáveis artistas de escolas estrangeiras.
Podem, ainda, ser apreciadas porcelanas de Sèvres e de Saxe, azulejaria, peças da Companhia das Índias, cerâmicas da Fábrica das Caldas da Rainha (Rafael Bordalo Pinheiro), Rato, Bica do Sapato e Vista Alegre (primitiva) e bronzes de Chapu, de Mercié e de Frémiet.
«CMA»

Alberto Castro vai ser o presidente do banco de fomento

O economista Alberto Castro será o presidente da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), entidade através da qual o Governo pretende "colmatar as insuficiências" no financiamento das pequenas e médias empresas, anunciou o Ministério das Finanças.


Segundo o comunicado do Ministério das Finanças, o conselho de administração da IFD, mais conhecida como banco de fomento, será presidido pelo docente da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto e terá como vice-presidente José Fernando Figueiredo.
São ainda nomeados, como administradores executivos, Ricardo Luz, Elísio Brandão e Maria João Nunes e, como administradores não executivos, Richard Pelly, Eduardo Cardadeiro, Estela Barbot e Altina Gonzalez.
A IFD vai assumir "a gestão de instrumentos financeiros com recurso a financiamento de fundos europeus estruturais e de investimento e a gestão dos fundos resultantes do reembolso de incentivos reembolsáveis dos diferentes períodos de programação no âmbito dos fundos europeus", salienta o mesmo comunicado.
Com esta nomeação cessam funções os membros da Comissão Instaladora, Paulo Azevedo, Carla Chousal e Nuno Soares.
«NM»

domingo, 4 de janeiro de 2015

"A Mão de Deus" em Alpiarça


Da Nova Zelândia um escritor passou por Alpiarça, soube que aqui havia uma escultura, interpretando-a como se fosse "A Mão de Deus". Um dos últimos livros que escreveu, serviu esta escultura de inspiração a esta obra literária e também de capa e contra-capa, editado em inglês.
«De: Armando Rosa Ferreira»

E nem só de bailes vivia a rapaziada em Alpiarça


O teatro (ou as variedades com uns laivos de teatro) lá ia dando um ar da sua graça, umas vezes com um cariz interventivo, outras nem tanto. Naqueles tempos lá se iam pondo uns pauzinhos na engrenagem.
Em Julho de 1966 a Secção Cultural de Os Águias levava à cena duas peças de teatro e organizava uma sessão de poesia, com declamadores da terra e com o Mário Viegas.
O salão do clube enchia-se por duas noites, com entradas pagas.

«Foto e texto de Ricardo Hipólito»

Há dirigentes de IPSS's a ganhar mais do que Passos

Um relatório a que o i teve acesso revela que um quinto das fundações de solidariedade social existentes em Portugal (num total de 178) não tem beneficiários e que metade dos apoios públicos é absorvida por 16 entidades. Além disso, há dois dirigentes a receber mais do que o próprio primeiro-ministro.


Ainda que o exercício de funções numa fundação de solidariedade social deva ser, em regra, não remunerada, de acordo com o mais recente relatório da Inspeção-Geral das Finanças, existem em Portugal 100 dirigentes a auferirem uma remuneração.
A realidade torna-se mais surpreendente ao saber-se que dois deles têm mesmo um rendimento superior ao do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de acordo com os dados a que o i teve acesso.
O processo de avaliação revela que, das 178 IPSS existentes em Portugal, um quinto não tem quaisquer beneficiários, estando agora em risco de perder o estatuto e os benefícios que lhes estão associados.
Além disso, sabe-se também que metade dos apoios públicos é absorvida por 16 entidades, o mesmo número das que, no último triénio, não receberam qualquer fundo comunitário ou do Estado.
«NM»

Alpiarça é de todos os alpiarcenses e não apenas de três eleitos por uma maioria que, parece só se ter preocupado com o dia das eleições

Compete a toda a população saber, através de uma política de verdadeira transparência, como está a ser gerido o seu município?
Por: F. Mariano

Acabo de ler este artigo, vulgarmente conhecido por POST ("OPINIÃO: O milhão de euros de dívidas de renda da ...": ) e, é meu privilégio tirar o chapéu ao seu autor. Não porque veio revelar algo de inédito sobre uma temática importante para Alpiarça e para os alpiarcenses mas, porque conseguiu resumir em poucas linhas as centenas de páginas escritas neste jornal por vários autores, sobre assuntos de interesse coletivo local, ao longo do ano que agora findou (2014).
Devemos estar todos conscientes de que, muito do que foi escrito e dito em assembleias municipais e reuniões de câmara sobre determinadas matérias respeitantes ao município de Alpiarça, é grave e merece toda a nossa atenção e preocupação.

Alpiarça é de todos os alpiarcenses e não apenas de três eleitos por uma maioria que, parece só se ter preocupado com o dia das eleições. Tanto assim, que nos atos de discussão e decisão política que decorrem ao longo de quatro anos, podemos ver apenas meia dúzia de apoiantes dessa maioria.
Compete a toda a população saber, através de uma política de verdadeira transparência, como está a ser gerido o seu município? Qual a política de desenvolvimento sustentado que está a ser seguida por quem governa? Que melhoramentos estão a ser feitos na sua terra? Para onde vai o dinheiro dos seus impostos? Estão os eleitos a cumprir com os seus deveres e obrigações enquanto gestores do nosso património? As promessas eleitorais estão a ser cumpridas? As responsabilidades imputadas aos eleitos têm ou não fundamento?
Meus amigos, há uma coisa que parece certa: não levantar estas questões, confiar cegamente, deixar os políticos à vontade com a política, é meio caminho andado para ser enganado!
Votar nas eleições deve ser uma opção consciente e séria por parte do cidadão eleitor. Acompanhar e escrutinar o desempenho dos eleitos ao longo dos respetivos mandatos, é igualmente um dever cívico e patriótico de qualquer um de nós.


sábado, 3 de janeiro de 2015

OPINIÃO: O milhão de euros de dívidas de renda da Agroalpiarça à Câmara

Tal como Deus descansou depois de fazer a sua Obra, Francisco Cunha também vai descansar pelo menos um mês, mas ninguém espera descanso nas hostes camarárias
Por: L.D.I.
Meu caro Centeio estive a ler este artigo ("As mentiras e verdades da CDU/PCP e do TPA/PSD": ) com atenção, está bem escrito, mas incompleto ou então terá de ser escrito outro artigo, que trate sem mais nem menos deste pouco mais de um ano de mandato do Vereador Cunha e as suas intervenções durante as sessões de câmara (sim porque o coitado do vereador Gaspar não conta pois está sempre mais entretido a escrever horas a fio no seu iPad, a tirar fotografias e a postar no Facebook).
Uma coisa é verdade o Francisco Cunha detectou várias fraquezas de Mário Pereira, do seu Executivo, do seu Gabinete de Apoio, da sua Chefe de Divisão, da sua Assembleia Municipal e da paupérrima bancada CDU nesta Assembleia.
O Francisco percebeu, porque o conhecia dos tempos do futebol, que o "Márito" não é homem de pressas, nem de cumprir prazos, nem de tomar decisões rápidas e sem aconselhamento dos "velhos" da casa da esquina então ainda pior.


Como conhecia estes defeitos do "Márito" e como tem amigos do TPA estratégicamente colocados nos serviços municipais de Alpiarça, sabe de tudo ou quase tudo o que se passa naquela casa e então sessão de câmara após sessão, foi massacrando o Presidente da Câmara com requerimentos, petições, propostas, a que como era de prever o "Márito" não conseguia responder dentro dos prazos e quando o conseguia fazer era de forma atabalhoada, dizendo numa sessão uma coisa e quinze dias depois o seu contrário.


Recordamos casos como o do gradeamento e portões do Museu dos Patudos, que era um caso levantado pelo PS, mas que o Cunha aproveitou para esmiuçar e em que o Presidente da Câmara meteu os pés pelas mãos e nunca soube verdadeiramente o que responder. Diga-se em abono da verdade que foi mais uma argolada cometida pelo Gabinete de Obras Municipais da CMA, com o caderno de encargos mal feito e um péssimo acompanhamento desta obra, como aliás é timbre de outros péssimos acompanhamentos das obras municipais há muitos anos. Os Executivos saem e entram, mas as nódoas estão lá para lavar e durar.
Depois foi a vergonha da conta corrente do Bar das Piscinas, com uma conta corrente nunca entregue, até que o bar fechou e o rendeiro bazou.
Depois veio outro buraco ao de cima que são os erros nas contas (fabricadas), nos contratos, nos pagamentos da água e da luz, nas dívidas, nas rendas por pagar da concessionária do Parque de Campismo.
Agora está na berlinda o milhão de euros de dívidas de renda da Agroalpiarça à Câmara. Agroalpiarça que o Rosa do Céu e seus acólitos quiseram destruir e quase conseguiram.
Depois são as propostas que o Cunha leva às reuniões de câmara e que NUNCA são levadas para a ordem de trabalhos (como manda a Lei).
Depois é o não fornecimento de montanhas de papelada que a CADA (comissão de acessos a documentos administrativos, que funciona no Parlamento) diz que Mário Pereira tem de fornecer, mas este teima em não fornecer.


Tal como Deus descansou depois de fazer a sua Obra, Francisco Cunha também vai descansar pelo menos um mês, mas ninguém espere descanso nas hostes camarárias.

Velhas questões por responder, velhos requerimentos dentro da gaveta, velhas propostas por agendar, o tão badalado desaparecimento de propriedades dos Legados vão dar mais um ano de dores de cabeça ao "Márito" que vai continuar mal assessorado por ineptos do seu GAP, da sua Divisão Financeira, do seu Gabinete Jurídico e do seu Gabinete de Obras.
Enfim...

Cada vez mais a política alpiarcense está bipolarizada

A provável ascensão ao poder da direita (TPA/PSD)
 ou eleição de pelo menos 2 vereadores


Tal como previra, chamem-me lá zandinga, mas cada vez mais a política alpiarcense está bipolarizada, afigurando-se a provável ascensão ao poder da direita, ou eleição de pelo menos 2 vereadores, e os socialistas relegados para terceiro plano. 


Nem se vêem sair da toca, só mesmo para irem a Évora visitar o mestre ou, caso ainda sobrevivam, a tentar convencer o zé povinho que o Sócrates foi injustiçado e como tal devemos votar no que era o seu homem forte, para PM.


Força PSD, corre com os "ressabiados" que ainda dás a volta a isto e metes alpiarça na senda progressista que tanto merece .

Noticia relacionada:
 "'TPA' ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE “SITUAÇÕES LESI...": 

'TPA' ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE “SITUAÇÕES LESIVAS”

O Movimento “Todos Por Alpiarça” acusa  o executivo da CDU  de ter  vivido durante anos  na “impunidade”.



Diz o mesmo que  “por estas e por outras é que o executivo CDU não gosta da  oposição que o 'Todos por Alpiarça' tem vindo a fazer  e que obriga a que situações lesivas do erário público sejam clarificadas” para ao mesmo tempo acrescentar que durante anos e anos “têm vivido na impunidade, sem prestar contas”.
Tudo porque a Agroalpiarça  não paga - já vai para 10 ANOS – as  rendas que  deve à Câmara
A Agroalpiarça é uma cooperativa com 99% de capital público e de modo nenhum pode ter uma política de opacidade perante os cidadãos e os contribuintes.”

CHEGA DE PREJUDICAR O POVO DE ALPIARÇA EM FAVOR DOS PARTIDOS E DOS TACHOS PARA OS AMIGOS

O vereador do TPA, Francisco Cunha, tem apresentado requerimentos para “conhecer a verdadeira situação da referida cooperativa” mas continua a aguardar  “há meses pela cópia dos contratatos de arrendamento das terras...” para saber  quem são os rendeiros” e se estes “ têm pago ou não” as rendas , e “se não pagam... porque não o fazem”.

Francisco Cunha aponta o dedo ao executivo comunista com o seguinte comentário que pode ser lido na Internet: “ Como a Câmara não transfere as verbas para a Fundação, têm que ser as famílias dos utentes a pagar do próprio bolso, se o executivo cumprisse a vontade dos beneméritos (José Relvas e outros), com certeza que TODOS os Alpiarcenses teriam possibilidade de colocar lá os seus familiares por valores acessíveis a todos. Chega de prejudicar o Povo de Alpiarça em favor dos partidos e dos tachos para os amigos

PARQUE DE CAMPISMO: Desde sessões espiritualistas a uma espécie de galinheiro ( que um dia poderá tornar-se uma pocilga) tudo tem acontecido no parque de campismo

É compreensível que a empresa concessionária do parque de campismo não tenha dinheiro para pagar a renda. O Parque de Campismo foi feito para ter campistas e não para sessões espiritualistas ou sessões de yoga



Ter um galinheiro à entrada do parque. A seguir, deve vir uma pocilga (*)


Ter uma quinta privada num local privilegiado na Patracola com vista para a barragem
Receber as receitas dos campistas
• Não pagar renda
• Ter uma sala para organizar umas noites de fados para os amigalhaços ou sessões de yoga para gente espiritual

 Com o devido respeito pelo autor, não temos nada contra as noites de fados ou às sessões de Yoga, mas que também achamos que é indecente alguém continuar a usar um espaço que é de todos os patracolenses para seu beneficio próprio sem pagar renda. E sim, eu assim também gostaria de ter uma quinta no Alto do Castelo sem pagar nada e ainda por cima receber as dormidas dos campistas. (*)

(*) Fotos e textos obtidos na Internet/TP

A "queda de um anjo"!

Por: Anabela Melão
"Devo ainda referir que circunstâncias várias, para que, felizmente, não concorri, fizeram diminuir a minha movimentação e o número de presenças em cerimónias inaugurais e comemorativas. Mesmo assim não estive demasiadamente parado". (Mensagem de Ano Novo do Presidente Américo Tomaz, janeiro de 1974) - quero aqui manifestar a minha concordância com as palavras de Cavaco Silva - peço desculpa ... equivoquei-me, de Américo Tomaz!, com as devidas desculpas pela analogia ao falecido e respectiva família - de facto, é sabido e conhecido que o nosso Presidente, nos seus consecutivos mandatos, nunca esteve "demasiadamente parado"! Tem-se até "mexido" muito e bem, lamentavelmente, em matérias em que deveria estar paralisado! É o retrato de uma magistratura efectiva de "influência" em zonas nebulosas e da inércia omissiva em matérias de interesse público. Quantos portugueses que votaram nesta personagem tétrica já puseram a mão na consciência? Cabia-lhes estar na linha da frente para a sua queda. Que seria tudo excepto a "queda de um anjo"! 

Barragem / Albufeira dos Patudos.





Parte integrante do complexo dos Patudos, a Albufeira dos Patudos proporciona óptimas condições para a prática de desportos náuticos (canoagem, remo) e pesca desportiva.

Recebe, regularmente, provas do campeonato de triatlo, e concursos de pesca de nível competitivo e de lazer.
Nos jardins que circundam a Albufeira, realizam-se frequentemente torneios de petanca, um jogo muito popular na Região, semelhante ao tradicional jogo da malha.
É o local ideal para passar uns dias num ambiente puro, descontraído e em contacto privilegiado com a natureza.
«CMA»

.Peso dos impostos nas familias no nível mais alto dos últimos 15 anos

Os impostos representam já 11,6% do rendimento disponível, o nível mais elevado desde 1999, mostram dados do INE. 
O enorme aumento de impostos em vigor desde 2013 e o combate à fraude e evasão fiscal estão a colocar o volume de impostos arrecadados em níveis recorde. Mas não só. Os impostos representam já 11,6% do rendimento disponível, o nível mais alto desde 1999.
Os números divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram bem o fardo que os impostos são neste momento para os orçamentos familiares. No ano terminado no terceiro trimestre quase 12% do rendimento disponível das famílias serviu para pagar as contas ao Fisco.
No primeiro trimestre antes da chegada da troika (entre Janeiro e Março de 2011), os impostos valiam 7,7% do rendimento disponível das famílias.
Apesar do elevado peso, os portugueses parecem estar a regressar a hábitos anteriores ao período do ajustamento. As despesas com o consumo aumentaram 0,7% no ano terminado no terceiro trimestre, compensando assim um ligeiro aumento (0,1%) no rendimento disponível. Conclusão: a poupança voltou a cair. Um recuo de 5,2% que atirou a taxa de poupança para os 9,7% (10,3% no trimestre anterior).
Este comportamento das famílias determinou uma diminuição na capacidade de financiamento, de 5,7% para 5,4% PIB, entre os segundo e terceiro trimestres. No total, a economia melhorou a sua capacidade de financiamento (de 1,6% do PIB para 1,9% do PIB), graças ao melhor desempenho das administrações públicas e da banca.
«DE»

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

AgroAlpiarça deve 10 anos de rendas à câmara

A AgroAlpiarça não paga as rendas dos terrenos que explora à Câmara de Alpiarça, que é a maior accionista da cooperativa, desde 2004. A dívida vai em perto de 200 mil euros referentes a propriedades deixadas à autarquia, na maioria deles legados de José Relvas. O presidente do município reconhece o problema mas alega que não tem feito força para cobrar as rendas para não pôr em causa a sobrevivência da cooperativa. 




Revista "Portugal à Gargalhada" de Filipe La Féria, no Teatro Politeama em Lisboa


É preciso ter muita pachorra, para aguentar estes "Papagaios de Charneca"!

O Povo não precisa de deitar cartas para saber o seu futuro, enquanto for governado por este tipo de gente.
Por: X. Frade


Escreve o comentarista:" Reparem o que se passa em Portugal vive-se numa democracia e a maioria dos eleitores votam contra eles mesmo e continuam assim como os abstencionistas também aumentam assim aliam-se na sua ignorância a estes estados de coisas.
Reconhecem que isto é a verdade mas, continuam."
...E continuam porquê? Porque os partidos de esquerda também não dão provas de uma seriedade e confiança desejadas. Quando têm oportunidade de mostrar o que valem e do que são capazes, ficam-se muito aquém das expectativas esperadas, tal como os outros, senão pior. E a prova do que acabamos de dizer, são as denúncias da oposição e outras que este jornal tem trazido a público que nunca foram contrariadas ou desmentidas por quem de direito. O compadrio salta a olhos vistos! Os processos de condução da política desta esquerda são, na prática, os mesmos dos seus opositores. Os interesses económicos para proveito próprio e dos amigos são aqueles que conhecemos. O Povo vai confiar em quem, afinal?
O Povo não precisa de deitar cartas para saber o seu futuro, enquanto for governado por este tipo de gente. É só somar 2+2=4. Se à frente de um município têm as atitudes que são conhecidas e reconhecidas, o que farão então ao governar um país?
É por todas estas dúvidas que metade dos portugueses fica em casa na hora das eleições e manda os políticos às urtigas!
Quanto à ignorância, ficamos na dúvida sobre quem será o mais ignorante. Ignorante, ignorante, seria ir na conversa de quem se considera muito esperto, e subestima a esperteza e inteligência dos outros.
É preciso ter muita pachorra, para aguentar estes "Papagaios de Charneca"!

Noticia relacionada: 
"Viagem ao Estado Islâmico. Estão a "preparar a mai...": 

Viagem ao Estado Islâmico. Estão a "preparar a maior campanha de limpeza religiosa do mundo"


Um jornalista alemão esteve na Síria e no Iraque, dentro das áreas do "califado" islâmico. Nos jihadistas descobriu uma força assustadora: tem "o poder de um tsunami nuclear".
O jornalista e escritor alemão Juergen Todenhoefer esteve no território do Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque, falou com vários membros e até prisioneiros do grupo e ficou impressionado com o entusiasmo dos jiahdistas, mas também com o seu poder e influência.
Nesta viagem autorizada pelo Estado Islâmico fez uma descoberta que apelidou de chocante: os jihadistas estão a “preparar a maior campanha de limpeza religiosa a que o mundo já assistiu até hoje”.
O grupo tem bases sólidas e está a construir fortes infra-estruturas, não mostrando sinais de estar a perder força, alerta. “Acho que o Estado Islâmico é mais perigoso do que os líderes ocidentais têm noção”.
“[O Estado Islâmico] é apenas 1% do movimento islâmico no mundo. Mas este 1% tem o poder de um tsunami nuclear. É incrível. Não consegui perceber este entusiasmo”, relata numa entrevista exclusiva à CNN.
Juergen conta que enquanto esteve na casa de recrutamento via chegar cerca de 50 novos voluntários todos os dias. “Não conseguia acreditar no brilho nos seus olhos. Parecia que vinham para uma terra prometida, como se estivessem a lutar pela coisa certa”, descreve.
“Não se trata de pessoas estúpidas. Uma das que conheci tinha acabado um curso de direito, tinha boas ofertas de empregos, mas decidiu recusá-las para ir lutar”, conta em tom incrédulo.
Nesta viagem ao “califado”, Todenhoefer conheceu algumas crianças-soldado que lutam nas fileiras jihadistas. Equipado com a farda do EI e de AK-47 ao ombro, um rapaz disse ao jornalista que pode ser novo, mas já esteve em combate.
Diz ter 13 anos, mas parece muito mais novo, constatou o jornalista.
Estranha normalidade

Durante a sua viagem – perigosa, mas reveladora – Juergen esteve em Raqqa e Deir Ezzor, na Síria, e ainda em Mossul, no Iraque.

Esta cidade do Norte, a segunda maior do país, foi tomada pelo Estado Islâmico em Junho. Seis meses depois, e apesar de todo o terror vivido na região dá conta de uma estranha sentido normalidade: “130 mil cristãos foram expulsos da cidade, os xiitas fugiram, muitas pessoas foram assassinadas e mesmo assim a cidade funciona e as pessoas até gostam da estabilidade que o Estado Islâmico trouxe”.
A vida dos habitantes de Mossul, contudo, mudou: a meio do dia todas as lojas fecham para oração e as pessoas vivem com medo, “porque o castigo por quebrarem as rígidas leis do Estado Islâmico é muito severo”.
A cidade iraquiana foi conquistada em quatro dias, num combate entre 300 jihadistas e 20 mil soldados iraquianos.
“Não os atacámos a todos de uma vez: primeiro foram as linhas da frente deles, usando ataques suicidas por exemplo; depois, os outros fugiram rapidamente” explicou ao escritor alemão um dos jiahdistas que participou na operação.
“Nós lutamos por Alá, eles lutam por dinheiro e outras coisas em que não acreditam realmente”, acrescentou o mesmo soldado.
"Mataremos 150 milhões, 200 milhões ou 500 milhões"

Um jihadista alemão, que falou em nome dos líderes do EI, explicou que é a forte crença nestes ideais que os vão ajudar a conquistar a Europa e os Estados Unidos.

“Vamos conquistar a Europa um dia. Não é uma dúvida, vai acontecer. Para nós não existe a noção de fronteira, apenas linhas da frente. Mataremos 150 milhões, 200 milhões ou 500 milhões. Não queremos saber do número”, afirmou o soldado loiro, de olhos azuis, pele clara e barba crescida.
Para alcançar os seus objectivos, o Estado Islâmico já provou não ter dificuldades em cometer atrocidades. Decapitações e escravatura são práticas já comuns. “A escravatura significa progresso, absolutamente”, disse um porta-voz do EI entrevistado por Juergen. “Apenas as pessoas ignorantes acreditam que não há escravatura entre os cristãos e os judeus. Claro que há mulheres forçadas a prostituírem-se sob as piores circunstâncias”.
“Eu diria que a escravatura é uma grande ajuda para nós e vamos continuar com ela e com as decapitações, faz parte da nossa religião. Muitos escravos converteram-se ao Islão e foram libertados”, acrescenta.
O porta-voz do Estado Islâmico culpou as políticas dos Estados Unidos pela morte dos jornalistas e dos trabalhadores humanitários decapitados nos últimos meses. “As pessoas deviam pensar sobre o caso do James Foley. Ele não foi morto porque nós começámos a batalha. Ele morreu devido à ignorância do seu Governo que não o ajudou”.
Fonte:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=172726

As mentiras e verdades da CDU/PCP e do TPA/PSD

As promessas da CDU/PCP e TPA/PSD que ficaram por cumprir ou que jamais serão cumpridas

Os gastos excessivos dos últimos mandatos socialistas e o rombo que estes fizeram nos cofres da Câmara levaram a CDU/PCP a preparar a vitória  para o seu candidato Mário Pereira. 




De Lisboa veio um estratega em “ eleições” para assegurar que tudo iria correr da melhor forma.
Nas listas de candidatos autarcas fazia parte um “novato politico” para presidente da Assembleia Municipal e uma ferrenha militante comunista para a Junta de Freguesia. Duas pessoas com uma personalidade forte e bem vincada.
Para que a CDU/PCP ganhasse as eleições algumas falsas promessas foram oferecidas aos alpiarcenses. Entre estas uma que fez sonhar muitos e muitos alpiarcenses. 
Aquela que dizia que nas noites de Verão a população podia fazer caminhadas até ao Casalinho para verem constantes “chuva de estrelas” caídas do Céu graças ao “Observatório” cuja ideia era da responsabilidade do candidato a presidente a Assembleia Municipal.
O país começava a sentir uma enorme crise governativa.
 O Estado não tinha dinheiro e a ordem era “cortar e poupar”.
Mário Pereira não conseguiu levar por diante as promessas da CDU/PCP.
 O seu mandato tornou-se num martírio e em todas as sessões da Assembleia o presidente a Câmara era humilhado pelo independente que lhe fez a “vida negra” e envelhecer vários anos.
A “Silvestre Bernardo Lima” estava em polvorosa com as armas apontadas para a Rua José Relvas.
Não bastasse a ferrenha comunista que comandava a Junta de Freguesia que se desfazia-se em entrevistas colocando em causa o poder comunista ao ponto de ignorar o poder instalado na “Silvestre Bernardo Lima”. Deu-se ao luxo de:   criticar fortemente a opressão a que estava sujeita.
O presidente da Câmara desesperava. Começou a ver inimigos em todos aqueles que não o defendiam ou que o criticavam.
Jornal Alpiarcense foi um dos que não escapou. O presidente colocou o JA em tribunal acusando de ter feito “afirmações” quando na verdade apenas publicou “interrogações".
As noites passaram a ser escuras e cheias de fantasmas. Quando havia sessões na Assembleia Municipal todos aguardavam a vinda de um fantasma, outros tinham dentro dos carros alguidares e facas para o “desse e viesse”. O ambiente era terrível.
O tempo passou e iniciava-se o ano de 2013.
Numa noite de desespero o presidente da Câmara viu uma “brecha na parede” e descobriu que era um “sinal divino” para o salvas a acabar com esta toda trapalhada que a durar muito ainda o levaria à loucura. Levantou-se da Câmara e foi de imediato para a rua do “Casalinho” para dar a “Boa Nova”.
 No interior da Concelhia ao Partido Socialista o ambiente era de “cortar à faca”.
Golpes baixos, traições, demissões, substituições. Tudo para que uma candidata a presidente a Câmara não fosse eleita. A poucas horas das eleições ainda andavam os “poderosos” a oferecer esferográficas e sabonetes para que nela não votassem.
António Moreira, então presidente da Concelhia, puxou pelos seus “galões” para de seguida ser despojados dos seus pertences porque tinha sido demitido.
A acompanhá-lo uma série de socialistas que tinham sido excomungados das bancadas socialistas. Uns por nada saberem de política, outros porque não faziam falta nenhuma nas hostes socialistas.
Foram todos em debandada.
A concelhia socialista ficou livre de “militantes impuros”.

A CDU/PCP bateu palmas e o futuro dava-lhe sinais de uma estrondosa vitória nas eleições de Setembro.
Mário Pereira que nunca acreditou no “Pai Natal” mas que acreditava nos “sinais” entendeu que algo estava para  acontecer e que o seu futuro político e respectiva candidatura não iria ser fácil como pensava a “rapaziada da Silvestre Bernardo Lima”.
Se as noites de Sessões da Assembleia Municipais eram um tormento para o presidente da Câmara então as eleições autárquicas passaram a ser um “inferno”.
Alpiarça iria assistir a cenas impensáveis onde quase tudo foi permitido “menos tirar olhos”.
Já vai para alguns anos que Francisco Cunha acalenta a ideia de ser presidente da Câmara de Alpiarça. Empresário astuto e manhoso é daqueles homens que é capaz de tirar os ovos debaixo da galinha sem esta dar por isso.
Francisco Cunha defende que na sociedade só há dois tipos de pessoas: os vencedores e os derrotados. Ele que fazer parte dos primeiros. Não gosta dos comunistas e de tudo que seja vermelho e não morre de amores por tudo que diga respeito à esquerda
 No início de 2013, sem ninguém saber, entende candidatar-se a presidente da Câmara. Para o efeito cria o movimento cívico e independente “Todos Por Alpiarça” de forma a que tenha na rectaguarda estruturas de apoio.
Sabedor do “desnorte” que existia nos bastidores da concelhia do PS, reúne secretamente com os excomungados do PS nas noites ainda frias de 2013.
Aos poucos vai sabendo aquilo que queria saber mais aquilo que não sabia.
Com a promessa de colocar nas suas listas estes “abandonados” torna público e oficial o aparecimento do “Todos Por Alpiarça”.
O Quartel-general da “Silvestre Bernardo Lima” é apanhado de surpresa e reúne com urgência para delinear estratégias para enfrentar o candidato inesperado.
De Lisboa, o Comité Central do PCP envia reforço e novas tácticas. Alpiarça tem que continuar a ser um “bastião vermelho” e jamais será a vila pacata que era.
A concelhia do PS fica completamente desorientada e o seu candidato a presidente da autarquia toma conhecimento que o seu futuro político está condenado a uma tremenda derrota.
Francisco Cunha esfrega as mãos de contente pelos estragos que fez. Consegue ainda fazer passar a mensagem de que o TPA é e será sempre um movimento independente.
Depois de passada a euforia e reunido com o “Estado-maior” chega à conclusão que falta algo muito especial para ganhar as eleições autárquicas.

Não tem dinheiro nem apoios para ir para a frente com a sua candidatura independente.

Decide então chegar a acordo com alguns partidos que se disponibilizam a apoiá-lo.


Um deles, o PSD, dá-lhe para a campanha 7. 500  Euros.

Quando a maioria dos alpiarcenses souberam oficialmente que o TPA era tudo menos independente e que nas suas listas estavam os indesejados do PS, um pouco do sonho do Cunha desmoronou-se.
Já a poucos meses das eleições, vindo de “sabe-se lá de onde” começam a aparecer documentos e provas contra o candidato e a serem distribuídos aos alpiarcenses informações que davam a conhecer certas coisas sobre a vida privada, profissional e familiar de Francisco Cunha.
O líder do TPA passou a ter a “vida negra” e por consenso da oposição muito ficou por ser tornado público, porque na verdade tudo indica “ esta ofensiva” partiu da oposição, nomeadamente da CDU/PCP,
Ser presidente da Câmara de Alpiarça estava fora de causa. A desgraça e a “sentença” aconteceu no exacto momento em que foi tornado público que o TPA se tinha aliado ao PSD e nas suas fileiras tinha os tais indesejados a que alguns também chamaram de ressabiados.
Francisco Cunha sabia disto mas já não podia fazer nada porque era tarde demais.
Não bastasse - para desfazer o mito do “Cunha” e do “TPA” - o então executivo da CDU no ultimo ano de mandato, fez  obras de vários milhões de euros e de agrado de muitos alpiarcenses.
Depois de divulgado “certas coisas” sobre o Cunha, principal adversário de Mário Pereira, o então e actual presidente da Câmara certa noite quando estava sentado no portal da sede do PCP na “Rua Silvestre Bernardo Lima” recebeu um sinal divino que lhe dizia que “ia ganhar em todas as frentes”.
Assim foi!

Foto obtida na Internet/TP
Nestes tempos conturbados ainda não era conhecido o apoio do Coronel Eduardo Costa que agora sabemos ser um fiel correligionário do TPA.
 Segundo consta disposto a colocar nas próximas eleições autárquicas apenas pessoas independentes nas listas e  despachar os actuais eleitos do TPA.
Se Francisco Cunha aceitar a “táctica” do militar talvez ainda consiga destronar o PS/Alpiarça e eleger dois vereadores.
Se Francisco Cunha entender não o fazer e continuar a andar de “nariz empinado” o melhor que deverá fazer é dedicar-se à “plantação de morangos”.
No decorrer da última Feira do Livro, um destacado apoiante do TPA, que também financiou a campanha, garantiu-nos dentro do Pavilhão, que o “mal do Francisco é andar muito mal aconselhado” e que os tais especialistas (vindos do PS) não “eram os mais adequados” para estarem no TPA pela simples razão de que “ninguém os quer em lado nenhum” (entenda-se partidos).
Registamos a “nota
Por: JA

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Vamos lá mas é começar o baile


Depois da matiné no cinema, com roupa nova ou já estreada no Natal, os "pitos" começavam a ficar aos saltos para o bailhe da Música (ou dos Águias). 
O jantar era rancho melhorado, se calhar galinha corada com arroz de forno, com umas rodelas de chóriça em cima e, depois, um velhós ou uma chalaça.
Iam umas mais cedo para agarrar lugar e se fosse ano chuvoso, lá se tinha que atravessar a Ribeira cheia de água (quem vinha do lado do Carvalhal, Barbaçana, Fusca ou do Rato), por cima (e em equilíbrio) de uns pedregulhos.
Quantos é que não davam para ter rios dentro da vila (como nós tínhamos), em vez de estradas ... pena era faltarem as gôndolas.
O bailhe na tarda nada que tá a começar ... momentos únicos (???) de um rapaz e de uma cahopa estarem mesmo ali à mão de ...

«Foto e texo de Ricardo Hipólito»

2015, está aí. Altura ideal para fazer um balanço à vida

Por: M. Ramos

Não tendo eu, simples cidadão, vínculos ideológicos ou económicos a qualquer partido implantado em Alpiarça ou no país, devo dizer com toda a frontalidade, tendo o maior respeito e consideração por todo o executivo da câmara municipal de Alpiarça, em especial por Mário Pereira, que acredito ser uma pessoa séria e honesta, acho inadmissível o facto de se esbanjar dinheiro público em proveito do chamado "amiguismo" político, quando estamos a viver momentos de contenção de gastos e medidas restritivas nos mais variados sectores da vida pública e privada.
Se não houvesse alternativa menos dispendiosa para o município, vá que não vá. Poderia até ser tolerável no plano dos interesses e jogadas políticas. Assim, não! Não faz qualquer sentido poupar nos farelos e estragar na farinha! Como é o caso provado das verbas despendidas pelo município com o Revisor Oficial de Contas e outros "favores" que são do domínio público.
2015, está aí. Altura ideal para fazer um balanço à vida, prosseguir com o que está bem e corrigir o que está mal. Assim haja coragem e determinação para o fazer.
Ano novo, vida nova! Que tenhamos todos força bastante para, num ato de verdadeira transparência, cumprir em plenitude, a nossa palavra e os nossos compromissos para com os outros.
A todos um bom ano de 2015.
Noticia relacionada:
"Vereador do TPA diz haver indícios de “gestão dano...": 

Produção de resíduos aumentou 11,1% em Portugal em 2013

Quase 16 milhões de toneladas de resíduos urbanos e setoriais foram produzidos em Portugal em 2013, mais 1,6 milhões de toneladas face ao ano anterior (11,1%), segundo as Estatísticas do Ambiente do INE que foram  divulgadas.


As estatísticas revelam, no entanto, que os resíduos urbanos (RU) gerados em Portugal diminuíram, totalizando 4,6 milhões, menos 3,5% face a 2012.
Entre 2009 e 2013, foi verificada uma tendência de decréscimo, com a produção de RU a apresentar uma redução média anual de 4,4%, baixando neste período 900 mil toneladas, partindo de um máximo de 5,5 milhões (2009).
O INE explica que para esta situação "contribuiu decisivamente a situação macroeconómica do país, que reduziu o nível do consumo e, consequentemente, a produção de resíduos".
Relativamente aos resíduos urbanos gerados por habitante, Portugal produziu em média 440 quilos em 2013, o que equivale a uma produção diária de cerca de 1,2 kg/habitante/dia, valor abaixo da média europeia.
"A comparação com os parceiros da UE-28 para o ano de 2012 coloca Portugal abaixo da média comunitária em cerca de 47 kg", refere o INE, adiantando que a Dinamarca, o Chipre, o Luxemburgo e a Alemanha são os países que mais resíduos urbanos geram per capita, qualquer deles acima dos 600 quilos.
No extremo oposto estão a Roménia, a Estónia, a Letónia e a República Checa, qualquer deles com uma produção de resíduos abaixo, em mais de metade, aos países que lideram a tabela.
Ao contrário dos resíduos urbanos, a produção de resíduos setoriais aumentou 18,5% em 2013 relativamente no ano anterior.
Em 2013, a estimativa aponta para um valor de produção de 11,2 milhões de toneladas, mais 18,5% face 2012, contrariando a tendência de decréscimo estimada para 2011-2012.
Segundo o INE, as diversas atividades económicas movimentaram cerca de 57 milhões de toneladas de resíduos sectoriais entre 2009 e 2013.
As estatísticas referem também que cerca de metade dos resíduos produzidos foram encaminhados em 2012 para aterro, apesar da "redução significativa e a tendência progressiva para o decréscimo das quantidades de resíduos eliminados em aterro" nestes cinco anos, com uma redução média anual de 8,7%.
Já as quantidades remetidas para valorização orgânica e valorização multimaterial somaram, em 2013, um total de 1,2 milhões de toneladas, aproximadamente 26% do total de resíduos.
O INE adianta que o rácio obtido a partir das quantidades de resíduos gerados por unidade do PIB é frequentemente usado para traduzir o grau de eficiência da economia em geral, "que será tanto mais eficiente quanto menor for a quantidade de resíduos gerados por unidade de PIB".
Contudo, ressalva, "esta leitura deverá ser efetuada com cautela uma vez que há que ter em conta o grau de desenvolvimento de uma sociedade (consensualmente, uma sociedade mais evoluída gera mais resíduos urbanos) e o tipo e grau de industrialização (a produção e tipologia dos resíduos setoriais está dependente destas variáveis).
A leitura deste indicador para a UE-28 coloca Portugal com o terceiro valor mais baixo deste indicador.
"A posição de Portugal justifica-se pelo facto de ser o nono Estado-Membro com menor produção de resíduos, sendo que a geração de riqueza o coloca sensivelmente a meio da tabela da UE-28 (15ª posição).
«NM»