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terça-feira, 3 de junho de 2014

XXI Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes


Os Portugueses vão honrar os que serviram Portugal


 A Sociedade Civil vai prestar uma justa homenagem a todos os que serviram Portugal em tempos de combate. Será, como sempre, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, ao lado da Torre de Belém no dia 10 de Junho.
Comemorar o Dia de Portugal relembrando os que defenderam os valores nacionais e a perenidade da Nação Portuguesa é um dever cívico actual que as gerações vindouras devem continuar.
A Comissão Executiva das Comemorações convida os Portugueses a acorrerem a Belém para prestarem a devida homenagem aos que serviram Portugal, fortalecendo dessa forma os traços de identidade nacional através do respeito aos seus "filhos" que deram a vida por Portugal.
São convidados de honra desta Homenagem aos Combatentes, a Presidência da República, a Câmara Municipal de Lisboa, enquanto anfitriã, todos os Municípios portugueses, as Chefias Militares, os Adidos Culturais e Militares dos Países da CPLP, os Combatentes agraciados com a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e as Associações de Combatentes.


Programa

10h30 – Missa no Mosteiro dos Jerónimos;
11h30 – Deslocação para junto do Monumento aos Combatentes. Concentração para a cerimónia;
12h15 – Abertura pelo Presidente da Comissão Tenente General Sousa Rodrigues;
12h20 – Cerimónia inter-religiosa (Católica e Muçulmana);
12h25 – Homenagem a todos os Combatentes pelo Prof. Doutor Henrique Leitão;
12h35 – Homenagem aos mortos e deposição de flores;
12h55 – Hino Nacional. Salva protocolar por navio da Armada;
13h00 – Passagem de aeronaves da Força Aérea;
13h05 – Passagem final pelas lápides;
13h25 – Saltos de pára-quedistas do Exército;
13h35 – Almoço-convívio.


Para mais informações contactar:
Secretário da Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2014
Tenente Coronel Morais Pequeno | Tlm. 937 026 693 | E-mail: lmorpeq@netcabo.pt

Dia da Criança / Alpiarte


No Domingo, 1 de Junho, Alpiarça comemorou o Dia Mundial da Criança com diversas iniciativas, com destaque para as actividades na Reserva do Cavalo Sorraia, no Alto do Castelo.




No espaço envolvente à área de piquenique, dos jogos lúdicos e dos insufláveis, realizou-se mais uma mostra do artesanato local, a AlpiArte.

«CMA»

Gabriela Coutinho não confia no Tribunal Constitucional


“Os juízes do Tribunal Constitucional, a maioria, decidiram chumbar os cortes de salários da Função Pública, mas, pior, introduziram uma incerteza jurídica que torna mais fácil adivinhar o resultado de um jogo de futebol do que uma decisão constitucionalnoticia o ‘Económico’.
Por consequência da opinião do articulista podemos ler também nas redes sociais e ficarmos a saber que esta incerteza politica é   suficiente para Gabriela Coutinho não confiar no Tribunal Constitucional porque infelizmente para Portugal, o tribunal constitucional não é isento nem coerentequestionando-se ainda  Gabriela sobre quem estará a obedecer o Tribunal?
Nesta confusão de incertezas Gabriela Coutinho não deixa margens para dúvidas: apenas confiará no Órgão de Soberania “quando as inconstitucionalidades dos orçamentos forem aprovadas por unanimidade”.

24.ª Mini Volta a Portugal para cicloturistas começou e terminou mais uma vez em Alpiarça.


Cerca de 30 ciclistas amadores cumpriram, durante oito dias, os quase 800 quilómetros que constituíram a edição de 2014 da Mini Volta a Portugal em Cicloturismo, que começou e terminou em Alpiarça, respetivamente nos dia 24 e 31 de maio.
Organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, com o apoio do Município de Alpiarça e a colaboração da Associação de Ciclismo de Santarém, do Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça, 100% TT – Núcleo de Cicloturismo de Alpiarça e da Associação de Ciclismo de Santarém, a 24.ª edição deste evento teve dez etapas que levaram os ciclistas a passar por Ferreira do Zêzere, Arganil, Penalva do Castelo, Vila Nova de Paiva, Resende, S. Pedro do Sul, Anadia, Penela e Ansião antes de antes de regressarem a Alpiarça, com chegada à pista do Estádio Raul José das Neves, onde tiveram a receção do Sr. Presidente da Câmara, Dr. Mário Pereira e do Sr. Vereador do Desporto, Dr. João Arraiolos, que acompanharia os cicloturistas num excelente almoço-convívio no refeitório das instalações da Câmara de Alpiarça, na Zona Industrial.


A iniciativa tem por principal objetivo o incentivo ao uso da bicicleta, mas também alertar para os benefícios da prática desportiva para a saúde, particularmente na prevenção de doenças cardiovasculares, sendo simbólico o facto de se cumprir em maio, Mês do Coração.





 «CMA»

Vereador Pedro Gaspar desaconselha fazer compras no ‘Pingo Doce’


É a opinião e conselho do vereador do PS/Alpiarça, Pedro Gaspar ao questionar  se existe alguma razão para se fazer compras num “supermercado que foge aos impostos deixando-nos mais pobres” salvo se os clientes não estiverem no seu “perfeito juízo”.
E porque Pedro Gaspar não gosta mesmo do PINGO DOCE não deixa para terceiros aquilo que lhe vai na alma ao  dizer a todos que navegam pelas redes sociais que “toda esta ‘gestão’ do PINGO DOCE que lhes permite, por um lado desviar milhões de euros para a Holanda e, por outro, evitar o registo electrónico das pequenas compras e carregar ainda mais na dia aos impostos que deviam ser colectados em Portugal” para além do PD “obrigar um pobre a pagar em dinheiro, ao pobre miserável que esta na caixa, porque não aceita cartao MB para valores abaixo de 20 euros”.
Ficamos assim a saber se:  algum dia Pedro Gaspar for presidente da Câmara a cadeia “Pingo Doce” nunca assentará arraiais em Alpiarça pela simples razão que vende “abaixo do preço de compra” e  porque o “espectáculo degradante de aproveitamento da carência das pessoas nos descontos de 50%” mais não é do que a  “ grande poupança que vamos vendo alegremente anunciada na TV” de uma empresa desvia milhões de euros para a Holanda.
Venha então para Alpiarça, por proposta do vereador socialista,  o ‘amigo Belmiro de Azevedo’ com os seus ‘Continentes’ que sempre dá um “chouriço a quem lhe der um porco”

DOS LEITORES: Os opositores à CDU levam algumas milhas de avanço em argumentação bem estruturada e convincente


Como leitor atento deste jornal, embora distante da minha terra, o que tenho a dizer é que pelos argumentos aqui esgrimidos, não sei se por alguém do PS, do TPA ou mesmo de pessoas que se estão marimbando para a política e para os políticos, é que estes críticos e opositores à CDU levam algumas milhas de avanço em argumentação bem estruturada e convincente.
Nota-se que a oposição tem gente com cabecinha! Por exemplo, evitam a arruaça e a ofensa directa fora de sede própria, usada pela CDU que refere e nomeia até pessoas neste jornal que não terão nada a ver com esta guerra do alecrim e manjerona. Isto, na opinião de muita gente, revela pouca cultura, pouca perspicácia cognitiva, vontade de arranjar bode expiatório à pressa e mania da caça às bruxas. 
Depois, pavoneiam-se que são “inteligentes” e que os outros são uns “burros com mania de espertos” quando na verdade nós que acompanhamos as conversas e conhecemos alguns bastidores, verificamos que é justamente o contrário.
Aconselho mais calma aos camaradas, porque da maneira como estão a agir não irão convencer ninguém que tenha um palmo de inteligência na testa.
Eu sei que, para colocar a máquina do PCP/Alpiarça nos carris, fazem cá falta homens como Álvaro Brasileiro, António Calarrão, Joaquim Matias e outros ícones da esquerda alpiarcense que muito nos orgulharam e muito fizeram por esta terra de gente simples e hospitaleira mas, com um pouco de calma, estudando e aprendendo com a vida poderão fazer muito melhor do que aquilo que têm feito. 
Um abraço a todos e, por favor, não me tomem como inimigo da CDU ou de quem quer que seja.
Exprimi apenas a minha humilde opinião enquanto homem livre.
Noticia relacionada:

V FESTIVAL DO MELÃO


Parque do Carril 
25, 26 e 27 de Julho de 2014


1º Mostra de Espantalhos



«CMA»

Entrevista a Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça

 Os eleitos da CDU encontraram uma situação de desequilíbrio financeiro estrutural deixada pelo PS, como todos os alpiarcenses sabem, embora alguns finjam que já se esqueceram do que fizeram.



"...A miserável situação das finanças municipais que nos foi deixada, que este executivo tem procurado e conseguido recuperar (menos 2 milhões de euros de dívida global; pagamento a tempo e horas; devida regularização de todos os compromissos), continua a colocar sérias dificuldades à acção de quem gere a autarquia – a dívida continua elevadíssima relativamente à capacidade de gerar receitas, os governos PS e PSD/CDS impuseram cortes nas transferências e contínuas limitações à gestão municipal..."


Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça (CDU) faz um balanço positivo dos primeiros seis meses de mandato como a “continuidade do trabalho de proximidade aos problemas e às pessoas que caracterizou os quatro anos anteriores”, para ficarmos a saber também na entrevista concedida em exclusivo ao JA que “estes primeiros meses do segundo mandato mostram também a articulação e cooperação crescentes entre a Câmara e a Assembleia Municipal, entre a Câmara e a Junta de Freguesia, entre todos os eleitos da CDU nos órgãos autárquicos de Alpiarça” para além de não ver  “qualquer incomodo na actuação dos vereadores da oposição”.


JA: Que balanço faz destes primeiros meses como presidente da câmara de Alpiarça?

Olho para estes meses do novo mandato como a continuidade do trabalho de proximidade aos problemas e às pessoas que caracterizou os quatro anos anteriores. Um trabalho que, sempre marcado pelas enormes dificuldades financeiras do Município e pela profunda crise económica e social em que mergulharam o nosso País, vai adquirindo maior tranquilidade, porque baseado no reconhecimento e no reforço da legitimidade que foram conferidos aos eleitos da CDU pela grande maioria dos alpiarcenses nas eleições autárquicas e que tiveram nova expressão na recente vitória eleitoral da CDU para o Parlamento Europeu.
Estes primeiros meses do nosso segundo mandato mostram também a articulação e cooperação crescentes entre a Câmara e a Assembleia Municipal, entre a Câmara e a Junta de Freguesia, entre todos os eleitos da CDU nos órgãos autárquicos de Alpiarça.
Por estarmos num período de transição entre quadros comunitários, não podendo, por isso, lançar grandes empreendimentos com os míseros fundos próprios de que dispomos, temos procurado realizar pequenas obras que vão melhorando as condições das infraestruturas ao serviço dos nossos munícipes.


eventos que mobilizaram a comunidade  e  atraíram ao concelho milhares de pessoas

Por outro lado, muitas vezes com o imprescindível apoio do movimento associativo concelhio, durante estes meses Alpiarça viu serem realizados eventos que mobilizaram a comunidade, atraíram ao concelho milhares de pessoas, afirmaram o nome da nossa terra no exterior e, ainda, contribuíram para a tão necessária dinamização da economia local. Estou a referir-me a eventos como o Carnaval, o Triatlo de Alpiarça, a Feira da Europa, as comemorações do Centenário do concelho, as comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, o Encontro Distrital de Escuteiros, as comemorações do Dia Internacional da Mulher, o Vespáguias, os Encontros de Folclore, diversos eventos desportivos, nas várias modalidades, eventos culturais, etc.; enfim, não consigo lembrar-me de outro período em que, em meia-dúzia de meses, tenha havido tantos eventos com significado para o concelho e para as suas gentes.
Paralelamente a toda esta actividade, estamos a preparar candidaturas que eventualmente possam vir a ser apresentadas a financiamento do próximo quadro comunitário e a ultimar intervenções no espaço urbano, com os meios próprios da Câmara.
Resumindo, o balanço é positivo, tendo em conta as realizações e o próprio contexto de crise económica e social profundo em que se encontra o País e no qual desenvolvemos a nossa acção.

JA:  Questão: A boa saúde financeira da câmara ainda permite a aposta em alguns projectos. Que obras vão avançar em 2014 e que outras obras deseja executar a seguir, no horizonte do corrente mandato?

R.: Permita-me que comece por dizer que o Município de Alpiarça não está com boa saúde financeira. O nosso trabalho tem sido no sentido de caminhar para essa boa saúde, mas tal objectivo não é atingível em tão curto espaço de tempo. Os eleitos da CDU encontraram uma situação de desequilíbrio financeiro estrutural deixada pelo PS, como todos os alpiarcenses sabem, embora alguns finjam que já se esqueceram do que fizeram.
A miserável situação das finanças municipais que nos foi deixada, que este executivo tem procurado e conseguido recuperar (menos 2 milhões de euros de dívida global; pagamento a tempo e horas; devida regularização de todos os compromissos), continua a colocar sérias dificuldades à acção de quem gere a autarquia – a dívida continua elevadíssima relativamente à capacidade de gerar receitas, os governos PS e PSD/CDS impuseram cortes nas transferências e contínuas limitações à gestão municipal.
Apesar desta realidade, temos perspectivas de prosseguir o investimento no concelho neste ano de 2014, continuando as obras na rua Norton de Matos, no Frade de Cima, e na Estrada de Vale Peixe (em parceria com a Câmara de Almeirim), no Frade de Baixo, da renovação das infraestruturas de saneamento e abastecimento de água (através da Águas do Ribatejo EM), das Escolas, concluir a revisão do PDM, e concretizar o projecto de recuperação urbanística e ambiental no Casalinho, através da construção do Parque Desportivo e de Lazer, servindo todo o concelho.
Estamos também a discutir com o governo a colaboração na recuperação do edifício da “Câmara Velha”, actual posto da GNR.
Para os próximos anos mantemos a expectativa de, tendo sempre presente a evolução da situação financeira da autarquia e da economia nacional, bem como das possibilidades do novo quadro comunitário, realizar todo um conjunto de obras de reabilitação urbana, no turismo e de desenvolvimento da zona industrial, que temos definido no Programa Eleitoral da CDU. Mas estamos num quadro de grande incerteza quanto ao futuro, e é importante que a população perceba esta realidade, cabendo a este executivo uma gestão realista que não crie expectativas desajustadas por não terem em conta a dificuldade dos tempos que vivemos.

JA: Cada vez mais ser autarca é um grande desafio! Mas isso também torna mais estimulante e incentiva que os autarcas sejam criativos. Está nos seus horizontes fazer com que Alpiarça seja um concelho atractivo para a localização de empresas e para o investimento, tão fundamental para a dinamização económica e criação de emprego?

R.: É necessário, de facto, que os autarcas sejam criativos, em muitas situações. Mas é sobretudo imprescindível que os autarcas disponham de meios para poder realizar os seus programas eleitorais e fazer face às necessidades das populações. Julgo ser uma premissa à acção de qualquer presidente de câmara ou de junta de freguesia.
É claro que temos como objectivo da nossa acção preparar as condições para a manutenção e criação de emprego em Alpiarça, fixando população, dinamizando a economia local. Nesse sentido, sabendo que essa é uma matéria que depende prioritariamente das políticas mais gerais, temos procurado manter um relacionamento de proximidade com os agentes económicos e empresas instaladas no concelho. Continuaremos a fazê-lo, por iniciativa da Câmara ou por solicitação das empresas.
Nestes anos anteriores alterámos o Regulamento da Zona Industrial, de modo a permitir instalação de alguns tipos de actividades que estavam interditas; aprovámos a isenção da derrama para as empresas que se instalem e que criem postos de trabalho; baixámos o IMI para a taxa mínima, beneficiando empresas e munícipes; apoiamos o associativismo e a necessária promoção dos nossos produtos agrícolas, com destaque para o melão, a melancia e o vinho.
O próximo quadro comunitário “Portugal 2020” poderá ser o momento para que Alpiarça possa avançar com a concretização de projectos ligados à organização produtiva e ao regadio e a Câmara de Alpiarça deverá estar atenta e apoiar o esforço dos agentes económicos locais.


A miserável situação das finanças municipais que  foi deixada ao executivo da CDU pelo PS

JA:  Foi neste seu mandato que foram levantadas questões referentes ao património ‘Legados’.
Não bastasse a já conhecida polémica do ‘legado Álvaro da Silva Simões’ (já justificado em ‘comunicado próprio’ do presidente e publicado neste jornal) recentemente um eleito do PS (João Pedro Céu) tornou público que as “conta-correntes” dos legados não são muito transparentes como não são entregues a quem de direito, entenda-se a Fundação José Relvas.
Quer-nos explicar de uma vez por todas esta confusão dos legados, onde um está dado como ‘desaparecido’ e, porque as verbas dos outros (Manuel Nunes Ferreira, Ana Pereira Piscalho) não são entregues à Fundação, segundo afirmou João Pedro Céu?

R.: Este executivo CDU não está envolvido em quaisquer “confusões” com Legados. O património dos Legados à guarda da Câmara, que hoje gerimos, é exactamente aquele que recebemos em 2009, quando tomámos posse. E os alpiarcenses sabem muito bem que, com este executivo CDU, o património municipal – todo o património municipal – estará sempre seguro e que os seus proveitos são colocados ao serviço do desenvolvimento do concelho. Comigo como Presidente, com esta maioria CDU, não se faz “desaparecer” nada.
Se há quem tenha sempre vivido e procure continuar a viver de “confusões”, não é um problema nosso e, por isso, exigimos que se respeite quem vive com seriedade, sejam actuais eleitos, sejam os anteriores.
O vereador do PPD/PSD acaba por levantar assim suspeitas de má gestão dos Legados sobre os anteriores executivos do PS liderados pelo Dr. Joaquim Rosa do Céu e vamos ter de esclarecer o assunto.
Não vou aqui voltar a abordar exaustivamente esta matéria (para isso existe o comunicado da Câmara que refere na questão), mas posso dizer que estamos a fazer um levantamento, sério, da evolução da situação dos Legados até aos dias de hoje, que apresentaremos à Câmara, à Fundação José Relvas e a toda a população.
O Dr. João Céu levantou questões sobre a transferência das verbas referentes ao rendimento dos Legados da Câmara para a Fundação José Relvas e, quanto a isso, o que posso dizer é o seguinte: à semelhança do que acontecia durante a gestão PS, actualmente a Câmara está a transferir o que lhe é possível desses rendimentos, após o apuramento das despesas que tem com a manutenção dos Legados.
As obras a que tem de fazer face com os prédios em Lisboa e com a Casa dos Patudos (na requalificação global da Casa dos Patudos foram investidos mais de 2 milhões de euros) absorvem o rendimento; as obras que terá de realizar nos próximos anos, na difícil situação financeira em que se encontra em resultado da anterior gestão PS e sem, por essa mesma razão, poder recorrer a empréstimos bancários, obrigam à constituição de provisões a partir dos rendimentos.
Apesar desta realidade, no ano que passou foi transferida uma verba de 20 mil euros e, nos próximos meses, serão transferidos mais 10 mil euros, tendo em conta o importante papel e a meritória acção no âmbito social desempenhados pela Fundação José Relvas.

JA: Alpiarça está a celebrar o seu Centenário de elevação a concelho. O que ainda tem para oferecer aos alpiarcenses?

R.: Após um primeiro momento que coincidiu com a data do Centenário, em Abril, em que se realizaram várias iniciativas e eventos integrados no programa “Alpiarça – Concelho Centenário 1914-2014”, o Município e a Freguesia irão continuar a preparar e a realizar as comemorações, com o apoio de um grupo de trabalho constituído para o efeito. Assim, brevemente serão anunciadas as novas datas e as iniciativas que se encontram em preparação.


O Deputado Júlio Pratas na intervenção que proferiu em representação da bancada da CDU na sessão comemorativa dos 40 anos do 25 de Abril, onde acusou os vereadores da oposição de ‘trauliteiros’

JA: Os vereadores da oposição, a quem o deputado Júlio Pratas chamou de ‘trauliteiros’, continuam a ser um permanente ‘incómodo’ ou um ‘contínuo quebra-cabeças´?

Em primeiro lugar, o deputado municipal Júlio Pratas, na excelente intervenção que proferiu em representação da bancada da CDU na sessão comemorativa dos 40 anos do 25 de Abril, faz uma correcta e justa análise da evolução da situação do País e do seu estado actual, bem como da situação política no nosso concelho. E foi também muito justo na adjectivação utilizada para a caracterizar. Mas não me parece – e julgo que também não era o seu objectivo – que atinja de igual modo os vereadores da oposição, nem todos os eleitos do PS ou do PPD/PSD-MPT.
Quanto a mim, o que vejo como incómodo não é a legítima intervenção e acção dos vereadores ou de quaisquer outros eleitos nos órgãos do Município; muito pelo contrário, as questões colocadas, as dúvidas, os requerimentos, a manifestação da discordância e a crítica são perfeitamente normais em Democracia e tanto eu quanto os vereadores da CDU convivemos muito bem com elas. Foi assim no mandato anterior, é assim neste.
O que, de facto, incomoda é a falta de respeito pelas pessoas, pela função que essas pessoas desempenham e pelos órgãos autárquicos, que tem sido ostensivamente exibida pelo vereador do PPD/PSD na Câmara. É, mais que um simples incómodo, algo de muito preocupante para o normal funcionamento democrático e para a dignidade dos órgãos do nosso Poder Local – a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal; órgãos do Poder Local democrático que, em Alpiarça, já muitas dezenas de homens e mulheres dignificaram e que eu, enquanto eleito da CDU e como Presidente da Câmara, pretendo continuar a respeitar e a dignificar também.
O resto é a livre discussão política que eu prezo acima de tudo.


JA/António Centeio

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Seguro reforma a Política para que ela volte a ganhar credibilidade

Seguro reforma a Política para que ela volte a ganhar credibilidade:

 Primárias à Americana e Francesa, onde cidadãos simpatizantes e militantes escolhem o candidato do PS a primeiro ministro, candidatos a deputados por cada circulo, etc. Acabaram lugares por manobras internas. A política aberta aos cidadãos, como também defende o Secretário Naciona Álvaro Beleza, desde os anos 1990! 
(No fundo da foto, do lado direito: Sónia Sanfona, lado esquerdo: Alvaro Beleza)
«Fonte: Redes Sociais»»

Texto polémico "fecha" blogue de apoio a Costa

Liderança socialista de Seguro comparada à de Hitler por um colaborador de blogue informal de apoio à candidatura do autarca de Lisboa a secretário-geral do PS. Texto foi retirado e a página passou a ser "privada".

Um colaborador de "António", o "blog informal de apoio da candidatura de António Costa a secretário-geral do PS", de seu nome José Borges, comparou a atual liderança socialista de António José Seguro ao III Reich de Hitler.
O texto publicado esta segunda-feira foi entretanto retirado, com um esclarecimento em que se pede desculpa "a quem se possa ter sentido pela comparação". Mas depois disso o blog - que continua em destaque na página de blogues do Sapo - deixou de estar acessível ao público em geral: "Este blog é privado. O blog http://antonio.blogs.sapo.pt está privado. Apenas utilizadores autorizados podem aceder ao blog", lê-se ao entrar no endereço (pelas 17.30 desta segunda-feira).
José Borges escreveu, num texto intitulado "Seguro e o fim do III Reich", que "se Hitler ameaçava levar o mundo todo com ele para o abismo caso a Alemanha tombasse, assim parece agir António José Seguro do seu ninho de águia, lugar supremo da abstração e da desrazão". E acrescentou que o PS "encontra-se hoje nas garras de um homem perdido".
O post só tem uma data, dia 2 de junho. Mais tarde surgiu um "esclarecimento" em que o autor se retrata. "Num momento infeliz publiquei um post pouco correcto e que retirei por esse mesmo motivo. Pelo facto peço desculpa a quem se possa ter sentido pela comparação. A respondsabilidade atinge-me exclusivamente", escreveu José Borges.
O blogue tem como autores, entre outros, os deputados socialistas João Galamba, Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves. O DN procurou contactar os três parlamentares, sem sucesso.
«DN»

Reunião do Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses

Reunião do Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses. Coimbra - 2 de Junho de 2014

«CMA»

OPINIÃO DOS LEITORES: "Continuar a desmascarar caceteiros e troca-tintas"



Dou-lhe os parabéns por este  post ("OPINIÃO: Leitor comprometido com o TPA/PSD/MPT e a...") ao Jornal Alpiarcense assim como ao autor do mesmo. Também eu já me tinha apercebido de algumas verdades que aqui são ditas. Como por exemplo que há alguém do TPA / PSD /MPT que tem mil caras e assume várias personagens nas redes sociais do movimento, como diz o autor do post. Vê-se a léguas que é sempre o mesmo. E eu também acho que é o mesmo que quer a toda a força substituir o verdadeiro vereador do TPA, indo para as reuniões fazer um papel para o qual não foi eleito. É um "faz tudo" dentro do movimento, talvez porque os outros não gostam muito de trabalhar. Haja quem tenha disponibilidade e sede de protagonismo para isso, não é? Se não fosse ele, o movimento já tinha "falecido".
Se dúvidas houvesse, basta ver que os "gostos" nas redes sociais do movimento são sempre dos mesmos porque ninguém com o juizo perfeito se quer associar àquilo que eles fazem e dizem. Ou seja, se nos dermos ao trabalho de identificar pessoas afectas ao TPA só encontramos meia dúzia: o autor de TODOS os textos e "estudos" (que assume também outras identidades como o Freilão e o Barreiros, em que cada comentário vem completar o anterior e o post com mais informação, sempre as mesmas coisas, sempre a "bater no ceguinho"), o casal do Frade, o Toino do Xadrez e alguns dos eleitos.
É tão verdade que o "faz tudo" já acusou o toque no "seu" blog e veio com carradas de justificações e desmentidos. 
Já viu o responsável deste jornal  a importância que o JA tem, apesar de haver quem diga o contrário? Até desmascara estes malabaristas que pensam que são mais inteligentes que os "parolos" dos "alpiarçoilos". Mas nós não somos burros e temos muitas décadas de luta e intervenção que provam isso mesmo.
Mais uma vez parabéns ao JA. Continue a desmascarar caceteiros e troca-tintas. 

Banda da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro

Participou na Procissão das Velas


«CMA»

Governo quer indexar aumento do salário mínimo à produtividade


O ministro do Emprego e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou  que o aumento do salário mínimo nacional será indexado à produtividade, mas não se comprometeu com o valor base nem com datas para a sua entrada em vigor.
"Neste momento é possível iniciar uma discussão com os parceiros socais tendente a atualizar o salário mínimo nacional (…) e o Governo quer discutir um aumento do salário mínimo nacional, que não fique num só ano, que seja plurianual e com um conjunto de elementos ligados à produtividade", afirmou Mota Soares.
De acordo com o ministro da tutela, "o aumento da produtividade é o critério mais justo do ponto de vista social, mas também o que mais protege a própria criação de emprego, que mais protege a competitividade da economia portuguesa".
Mota Soares falava aos jornalistas após um encontro de cerca de dias horas do grupo de trabalho destinado a discutir o aumento do salário mínimo nacional. Inicialmente, estavam previstas apenas as presenças de representantes e técnicos das confederações patronais e estruturas sindicais e do Governo, mas o ministro decidiu participar no encontro.
Questionado sobre o valor base do salário mínimo a partir do qual a atualização deverá ser feita, bem como a data para essa atualização, Mota Soares não se comprometeu, dizendo que não quer fazer essa discussão "em torno dos microfones da comunicação social, mas em torno da mesa da concertação social".
Instado a esclarecer a plurianualidade que mencionou, e questionado sobre se poderia ser um acordo semelhante ao assinado em 2006 - que previa uma atualização anual do salário mínimo até aos 500 euros em 2011 -, Mota Soares admitiu que "um acordo com base em cinco anos possa ser um critério relevante".
E acrescentou: "Parece-nos que um critério à volta dos cinco anos possa ser o mais correto".
No final do encontro, o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, que cancelou a sua presença numa manifestação esta tarde, em Lisboa, para comparecer nesta reunião do grupo de trabalho, disse ter sido confrontado "com uma farsa" e "uma mão cheia de nada".
"O Governo está a tentar protelar no tempo a resolução do problema e nós queremos o dia e o mês de 2014 em que o executivo se compromete a aumentar o salário mínimo", exigiu o líder da CGTP.
Já a UGT, que se fez representar por Vitor Coelho, considerou que "há aqui uma grande analogia com o acordo de 2006", embora o critério da produtividade seja uma novidade com a qual a estrutura sindical concorda "para já".
A temática do salário mínimo deverá ser novamente discutida pelo grupo de trabalho na próxima semana.
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domingo, 1 de junho de 2014

Entrevista a António José Seguro 31 Maio 2014


«Fonte: PS/Alpiarça»

PLENÁRIO DE MILITANTES DO PCP

31 de Maio de 2014

O "espaço CDU" do Centro de Trabalho de Alpiarça do PCP recebeu, no passado Sábado, um Plenário de Militantes que contou com a presença de Jorge Ferreira, membro do Comité Central. Com a participação de várias dezenas de militantes, a mesa foi composta por Paula Matias (Comissão Concelhia), João Osório (Comissão Concelhia e DORSA), João Ricardo (Comissão Concelhia) e Mário Fernando Pereira (Comissão Concelhia, DORSA e Presidente da Câmara de Alpiarça).


Neste plenário foram discutidas as questões de organização do Partido no concelho e a articulação com as jornadas de luta que se estão a desenvolver por uma política alternativa, patriótica e de esquerda para Portugal. Foi também realizado o balanço das recentes eleições para o Parlamento Europeu.
Do balanço feito, destacam-se os bons resultados eleitorais da CDU, quer aos níveis nacional (eleição de 3 deputados ao PE, aumento de votação e de percentagem para 12,7%) e regional (aumento de votação e de percentagem para 14%), quer no concelho de Alpiarça, como força mais votada e maior número de votos que PS, PSD e CDS todos juntos.


Em Alpiarça, a CDU obteve 43% dos votos (melhor resultado da CDU em todo o distrito de Santarém e um dos melhores no País); desde 2006, com as eleições presidenciais, que a CDU voltou a ganhar todas as eleições realizadas no concelho, demonstrando assim a importância do trabalho desenvolvido pelo Partido, pelos seus militantes, activistas e candidatos, de contacto permanente e esclarecimento junto da população de Alpiarça, bem como o prestígio do trabalho autárquico que tem vindo a ser feito na gestão do Município e da Freguesia.
«CDU/Alpiarça»

OPINIÃO: Nem atam nem desatam!

Por: L.D.I.

Estive a ver um bocado do vídeo da última reunião de Câmara, no que toca à aprovação de uma ata de uma reunião de há mais de um mês atrás, mas isso não é problema porque as reuniões estão todas publicadas no youtube e pude ir ver os motivos da discórdia e dos vereadores da oposição terem votado contra a dita cuja.
Então é assim: o vereador Cunha concorda com praticamente toda a ata, mas acha que o que se passou durante o intervalo de uma reunião de câmara deve constar da ata, porque foi supostamente ofendido por um munícipe que lhe chamou ladrão e vigarista, assim como o motivo do intervalo. Ora no vídeo que nos é disponibilizado vê-se o presidente a fazer um intervalo e depois o recomeço dos trabalhos e na minha humilde opinião, quem conduz os trabalhos faz os intervalos que quiser sem ter de dar explicações e duvido que nalguma ata de uma qualquer câmara conste sequer que se fizeram intervalos.


Depois o vereador Cunha também vota contra a ata porque não consta da ata o que o munícipe Eduardo Costa (que é claramente o seu colega de vereação, sentado no público) discursou do lado do público, como se uma ata em todos os lados do mundo não fosse um resumo do que se passa numa reunião. 
Trazia então um papel com uma proposta de redacção feita por esse tal 2.º vereador do PSD, que o vereador até se enganou a ler várias vezes, para que tudo o que o senhor militar na reserva disse. Infantil!
Depois o vereador Pedro Gaspar que tem tido uma postura correcta, mas como de candeias às avessas com o seu "chefe" do Casalinho, pôs-se ao lado do senhor vereador Cunha e também votou contra, porque não constava em ata o que se passou durante um intervalo.


Atitude nada louvável do vereador Pedro que vai ao arrepio do seu comportamento neutro em reuniões anteriores, devia ter votado a favor de uma ata que segundo o presidente disse tinha vinte e tal páginas e era a maior ata de que o presidente se lembrava em oito anos de executivo.
Infantil senhor Vereador Pedro, agora anda a reboque do Cunha?

Feira Nacional de Agricultura


A 51ª edição da Feira Nacional de Agricultura está à porta. De 7 a 15 de Junho, o Centro Nacional de Exposições, em Santarém, recebe mais uma feira que este ano incide na temática da “Produção Nacional”, com o objectivo de realçar a importância dos produtos portugueses no sector agrícola.
Num ano em que apresenta índices record de participação em termos de expositores e empresas participantes, a Feira reforça a sua posição como palco principal do mundo agrícola.
No âmbito da Feira, destacamos:
 1-      Salão Prazer de Provar que agrega o Salão Nacional do Azeite, o Festival do Vinho e o Salão Nacional de Alimentação
a)      O espaço de exposição dedicado à iniciativa “Portugal Sou Eu”, programa do Ministério da Economia e do Emprego que tem como objetivo precisamente valorizar a produção nacional e promover os produtos nacionais.
b)      A Padaria da Feira
c)       A Mercearia da Feira
 2-      Exposição de Maquinaria e Equipamentos Agrícolas e uma zona de demonstrações na qual se poderão observar algumas inovações presentes na feira
 3 – Espaço AIFF - Espaço dedicado à fileira florestal promovido pela AIFF – Associação para a Competitividade da Indústria da Fileira Florestal que contará com algumas das empresas mais representativas do sector
 4 – Conversas de Agricultura - Seminários, organizados por várias entidades, com o objetivo de discutir os principais problemas do setor
 5 – Exposição do Mundo Rural
 6 – Gastronomia: Restaurantes de carnes de raças autóctones, tasquinhas regionais promovidas por associações e coletividades do concelho e outras com queijos, enchidos, doces tradicionais entre outras iguarias.
 7 – Animação: Os visitantes poderão usufruir de espaços dedicados a iniciativas da região como largadas de toiros, desfiles e provas de campinos, atividades equestres e grandes concertos
 8 – Fersant: a Feira Nacional de Agricultura conta com a presença da FERSANT – Feira Empresarial da Região de Santarém, iniciativa que pretende representar a economia da zona.
 9 – Lusoflora de Verão: Num espaço dedicado à horticultura ornamental, para além de exposição e venda de plantas ornamentais e flor de corte, realce para a presença dos fornecedores de bens e serviços associados a esta atividade agrícola, numa área privilegiada de negócios e contactos.
Relembramos que o  programa da Feira poderá ser consultado em http://feiranacionalagricultura.pt/programa/

SAIBA COMO CIRCULAR NAS ROTUNDAS


Baile de Finalistas do Agrupamento de Escolas de José Relvas no espaço da Casa dos Patudos

31 de Maio de 2014

«CMA»

CASA-MUSEU DOS PATUDOS: Caça Morta, Flores e Frutos


Óleo sobre tela
Josefa d`Óbidos


A obra da autoria de Josefa de Ayala e Cabrera, nascida em Sevilha em 1630, e popularmente conhecida como Josefa d`Óbidos. Era filha do pintor português Baltazar Gomes Figueira e terá vindo para Portugal por volta de 1633-1634, viveu em Óbidos e aí desenvolveu as suas capacidades artísticas.
A obra é uma natureza morta e intitula-se Caça Morta Flores e Frutos, está assinada e datada de 1676.
É Pintura a óleo sobre tela, num fundo escuro . Este quadro mostra-nos flores (ramos de laranjeira, de pessegueiro e de tília) assim como vários frutos e animais.
É uma composição bastante equilibrada onde percebemos formas e cores que jogam entre si de modo a destacar elementos, a harmonia vive das cores e dos apontamentos florais existentes na obra.
A moldura é em madeira preta lacada, com grandes entalhes dourados: conchas, ramalhetes e flores de acanto.
«CMA»

Partido Socialista de Alpiarça agradece a participação da população

Por:  Miguel Sá Pereira
Após uma semana de rescaldo relativamente às eleições Europeias de 2014 o Partido Socialista de Alpiarça agradece a participação da população do Concelho pelo cumprimento do seu dever Cívico.
Verificamos que os valores da abstenção no Concelho são inferiores em cerca de sete pontos percentuais ao total Nacional, o que prova que a população de Alpiarça interessa-se e participa quando é chamada ao seu dever.
Com isto não podemos ignorar e deixar de preocupar da abstenção no Concelho. Torna-se assim uma obrigação e um dever dos representantes Políticos na luta para uma melhor participação da sociedade.
Agrademos a todos os que votaram e manifestaram a sua confiança no Partido Socialista, que comparativamente com as Europeias de 2009, apresenta uma subida de 16,35% em contra círculo com todos os partidos no Concelho com a exceção do Movimento Partido da Terra. Tudo faremos para que cada vez mais população de Alpiarça acredite e valorize o trabalho efetuado pelos seus Militantes e Simpatizantes.
Com este ato eleitoral verificamos um maior equilíbrio de forças Politicas no Concelho, expressado pela não atribuição de uma maioria absoluta a qualquer um dos Partidos representados na Governação do Concelho.
O Partido Socialista de Alpiarça está e estará sempre atento e disponível no cumprimento do seu dever para com a população do seu Concelho, fazendo valer os seus princípios bases da sua conceção – Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
«PS/Alpiarça»

PS pode ter eleições e congresso em Setembro


A decisão está inteiramente nas mãos de António José Seguro, mas dirigentes próximos do actual líder socialista admitem à Renascença que o mais provável é que o PS tenha eleições internas e congresso extraordinário em Setembro ou eleições em Setembro e congresso em Outubro.
De acordo com os estatutos do partido, aprovados no último congresso, em Abril de 2013, um congresso extraordinário tem de ser convocado pela comissão nacional do partido ou pelo secretário-geral. Ora, a comissão nacional reúne-se no sábado, como já estava previsto. Segundo dirigentes socialistas, o mais provável é que, no sábado, Seguro chegue à comissão nacional a propor a convocação do congresso. 
A declaração de António Costa, assumindo-se como candidato à liderança, “obriga o PS a ir a eleições internas”, reconheceu mesmo um dirigente socialista ouvido pela Renascença.
O mesmo dirigente considera que a situação que o PS está a viver é “um brinde à maioria”, pois faz com que os socialistas vivam os próximos tempos em convulsão interna e estejam a decidir a sua vida interna em pleno processo orçamental para 2015. 
O sentimento junto dos dirigentes socialistas é de que não há como fugir a este confronto, pelo que Seguro não terá condições para se refugiar na "blindagem" dos estatutos aprovada no último congresso. De acordo com essa revisão, o congresso ou é decidido pelo líder ou pela maioria das federações socialistas e não pode ser uma maioria simples - tem de ser uma maioria que represente a maioria dos militantes. 
Entretanto, a direcção socialista já encetou contactos com os presidentes das federações e, segundo disse à Renascença um membro do secretariado do PS todas as federações continuam ao lado de António José Seguro, à excepção de Aveiro, Lisboa e Açores.
«RR»